O penalty de Bas Dost contra o Setúbal e o video-árbitro

É urgente implementar o video-árbitro, que certamente impediria pelo menos erros tão grosseiros como este…

«Não houve penálti, Bas Dost veio para trás, bateu em mim e caiu»

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Google Goolag – James Damore

Why I Was Fired by Google

I was fired by Google this past Monday for a document that I wrote and circulated internally raising questions about cultural taboos and how they cloud our thinking about gender diversity at the company and in the wider tech sector. I suggested that at least some of the male-female disparity in tech could be attributed to biological differences (and, yes, I said that bias against women was a factor too). Google Chief Executive Sundar Pichai declared that portions of my statement violated the company’s code of conduct and “cross the line by advancing harmful gender stereotypes in our workplace.”

My 10-page document set out what I considered a reasoned, well-researched, good-faith argument, but as I wrote, the viewpoint I was putting forward is generally suppressed at Google because of the company’s “ideological echo chamber.” My firing neatly confirms that point. How did Google, the company that hires the smartest people in the world, become so ideologically driven and intolerant of scientific debate and reasoned argument?

SIRESP dois meses depois

18 de Junho

Incêndio de Pedrogão

19 de Junho

20 de Junho

6 de Julho

13 de Julho

14 de Julho

17 de Julho

12 de Agosto

E finalmente, uma viagem ao passado, mais propriamente ao período anterior a 2011:

Siga então a aliança dos fanáticos socialistas, dos ressentidos por Passos não lhes ter reconhecido valor, dos “Eu cá sou muito imparcial, não tomo partido como a malta das claques” e os “Mais 15€ por mês já cá cantam”, que o país agradece. Depois queixem-se.

Elon Musk, S3X & harassment

A publicação The Verge é simplesmente um site de notícias de tecnologia. Quem quer opiniões políticas, pode ir directamente ao Vox.com. Mas claro que esta publicação de tecnologia iria ser usada para endoutrinação política.

Há facetas a criticar em Musk. Por exemplo, os exageros ambientais ou a gaguez que prejudica as apresentações de uma das empresas mais inovadoras da actualidade. Mas sabem o que é que a Verge acha mesmo mal? A piada de se referir aos 3 modelos da marca como S3X ou SEX.

Porquê? Porque, coitados dos funcionários, vivem numa empresa em que o dono goza com a palavra “sex” e, consequentemente, aceita uma cultura de “sexual harassment”.

Tesla exists in the middle of a Venn diagram between Silicon Valley and the automobile world — two industries that are plagued by sexism, harassment, and general inequality between men and women. But Tesla’s supposed to be about making the world a better place. At the very least, Elon Musk could live up to that standard by dropping the joke.

Este é o estado de paranoia em que a esquerda caviar americana vive nestes dias…

Elon Musk SEX S3X

The Franco-British Union

When Britain and France Almost Merged Into One Country

On June 16, 1940, with Nazi Germany on the brink of crushing France, British prime minister Winston Churchill and French undersecretary of defense Charles de Gaulle met for lunch at the Carlton Club in London. These two great symbols of patriotism and national independence made an incredible agreement: Britain and France should be united into a single country called the “Franco-British Union.”

This was just two weeks after British and French troops were rescued from the beaches of Dunkirk, where they had become surrounded by German troops—a story captured in the new Christopher Nolan film Dunkirk. Although that battle story is fairly well known, the accompanying political drama that almost saw Britain and France merge is now largely forgotten. But the drama of that near-fusion can help explain the origins of European integration—and the reasons why Britain ultimately pulled away from the European Union in the decision we know as Brexit.

Continue reading “The Franco-British Union”

Google: “any view not left (of) center is not welcome.”

Google Cancels “Diversity Meeting” After Employee Leaks To “Right-Wing” Websites

Viver num T2 no centro da cidade por menos de 400€? Sim, é possível.

O Jornal i coloca hoje na capa que os jovens estão a ser empurrados para a periferia para fugir do centro da cidade. Resolvi então ir investigar para perceber se as rendas estão mesmo caras nos centros das cidades e descobri algo surpreendente: não estão.

Por exemplo, em Santa Maria da Feira, por 360€ podem alugar este fantástico T2 mesmo no centro da cidade a menos de 5 minutos do Castelo. Em Braga na Avenida da Liberdade, pode ter também um T2 por 400€. Na Covilhã, as possibilidades são melhores ainda. Por apenas 300€ pode alugar um T3 e viver mesmo no centro da animação. Por mais 100€ consegue o mesmo em Beja.

Viver no centro da generalidade das cidades portuguesas não é caro. Viver no centro da única cidade que parece interessar é que é. E é aí mesmo que começa, e acaba, o problema.

Remaking Latin American Politics

Uma perspectiva excessivamente conspirativa (a extrema-esquerda tende a projectar nos outros uma replicação dos seus próprios padrões de organização) e muito marcada ideologicamente, mas ainda assim interessante sobre o notável trabalho de Alejandro Chafuen e da Atlas Network na defesa e promoção da liberdade por todo o mundo: Sphere of Influence: How American Libertarians Are Remaking Latin American Politics.

Neste sítio, o tempo pára

A minha crónica no i.

Neste sítio, o tempo pára

Na escola ensinaram-me a não estar sem fazer nada e agora leio nas revistas que nada é imenso em cabeças cheias de coisa nenhuma. Estou de férias e nado. Ensino o meu filho a fazer o mesmo no meio de ondas pejadas de espuma e de areia. Explico-lhe depois que a melhor forma de nadar sem por isso fazer nada é simplesmente boiar. Pernas e braços abertos, peito para cima, olhos postos no céu com a cabeça bem puxada para trás. Dito assim, é imenso.

E se nesse nada sentires a água passar por baixo de ti e ouvires o ruído que o mar faz quando os ouvidos ficam à tona de água, em vez de flutuar parece que voas. Fecha os olhos e finge que não estás aí. Não estás aqui onde eu estou neste momento. Vês? Eu abro agora os olhos e vejo-me rodeado de céu e mar azul; apenas o meu fato de banho é de outra cor, encarnado, para destoar ou marcar a diferença.

Um pequeno sobressalto, um braço que se esquiva, uma perna que desce, endireita-te, abre os olhos e não engulas o pirolito que te entrou quando abriste a boca. Nada assim como quem nada faz, dá às pernas, olha em volta, sorri-me que estou aqui, mesmo ao teu lado.

Olha-me. Nunca me irei embora; mesmo quando já cá não estiver, basta-te abrir pernas e braços, pôr o peito para cima e fechar os olhos, dessa vez fecha os olhos, para me veres onde estou: aí dentro. Quando essa cabeça quiser pensar em nada, que serei eu dentro de ti, fecha os olhos. Nós os dois aqui, um ao lado do outro, a boiar no mar calmo de olhos postos no céu imenso.

Neste sítio, o tempo pára.

A conta do Estado é ao gosto do freguês

“O relatório do Tribunal de Contas é um tratado de incumprimento estatal. De inimputabilidade prolongada. De reiterada aldrabice institucional.”

Destaque do meu artigo de hoje no ECO – Economia Online. Sobre a administração pública (outra vez!), o Tribunal de Contas e a paródia nacional.

Portugal’s troubled summer

Um artigo de análise no Politico sobre a situação portuguesa, para o qual contribuí com alguns comentários: Portugal’s troubled summer of fire, firearms and football.

Como ser xenófobo? Lição número 1.

A xenofobia é um instinto básico como a inveja ou o medo. Há motivos evolucionários para estes instintos básicos. Mas nem só de instintos básicos se faz o ser humano. A cultura tem uma forma de causar impacto e aliviar algumas destas heranças biológicas. Nós aprendemos a não ter medo de automóveis, comboios ou aviões que assustariam um dos nossos antepassados se fossem transportados no tempo para o presente. Apesar da popularidade do socialismo em muitas sociedades, também aprendemos (com esforço) a não sentir inveja e reconhecer que uns podem obter mais bens do que nós sem que isso signifique estar-nos a privar de alguma coisa. Também aprendemos a livrar-nos da xenofobia e do racismo.

Mas alguns leitores certamente não terão tido acesso à educação certa ou não tem a capacidade para domar esse instinto. Para o leitor para quem esse instinto seja muito forte, o melhor que tem a fazer é direccioná-lo de forma politicamente correcta para que os outros não o julguem por isso. Em alguns países mais, chamemos-lhe assim, “desenvolvidos”, estão a pensar criar bonecas sexuais com a forma de crianças para que os pedófilos possam aliviar os seus “desejos” (pessoalmente, acho que uma dose de cianeto funcionaria muito melhor, mas eu não sou especialista no assunto). Em Portugal a boneca de plástico dos xenófobos de armário são os turistas.

Daí o objectivo desta lição: como ser xenófobo de forma politicamente correcta sem afectar a sua imagem pública? A primeira lição é: escolher o alvo. Alguns exemplos abaixo sobre a forma certa e errada de extravasar a sua xenofobia:

Errado

“Ninguém quer ter uma família de ciganos no andar de cima: fazem muito barulho, não cumprem as regras do condomínio, acumulam lixo à porta, e entram e saem a qualquer hora do dia com malas de produtos que vendem nas feiras. É preciso limitar o número de apartamentos que famílias ciganas podem alugar em Loures.”

Certo

“Ninguém quer ter um apartamento com turistas no andar de cima: fazem muito barulho, não cumprem as regras do condomínio, acumulam lixo, e entram e saem a qualquer hora do dia com malas que trazem para as férias. É preciso limitar o número de apartamentos que podem ser alugados a turistas em Lisboa.”

Note-se como o leitor xenófobo pode exibir o seu preconceito à vontade se o direccionar para o alvo certo. É verdade que há muitas famílias ciganas que exibem esse comportamento, mas a maioria não o faz. Assim como os turistas. Mas se a primeira generalização é preconceito, a segunda já é xenofobia socialmente aceitável porque toda a gente sabe que ingleses e alemães são uma espécie barulhenta. Vejamos outro exemplo:

Errado

“Os imigrantes estão a destruir os centros das cidades: onde antes havia lojas históricas onde o meu bisavô comprava as suas bengalas e chapéus de coco, hoje estão instaladas lojas de chineses, indianos ou africanos, onde esses imigrantes compram a sua comida barata, descaracterizando as zonas históricas”

Certo

“Os turistas estão a destruir os centros das cidades: onde antes havia lojas históricas onde o meu bisavô comprava as suas bengalas e chapéus de coco, hoje estão instaladas lojas de souvenirs e fast-food, onde turistas compram álcool barato, descaracterizando as zonas históricas”

Esta mensagem tem o benefício de o leitor xenófobo também poder exibir toda a sua dimensão intelectual ao mencionar, sem nunca detalhar, as características das zonas históricas. Se o preocupa ver coisas novas em sítios por onde passa todos os dias, então liberte-se desse sentimento criticando as lojas dedicadas aos turistas.

Se o leitor é um xenófobo daqueles mesmo incontrolável, então o próximo exemplo é para si:

Errado

“As cidades hojes estão cheias de pretos e monhés. Passeia-se pela rua e quase não se vê um branco como antigamente: eles ocupam os autocarros, os parques e os cafés. Já não se pode estar à vontade em lado nenhum. Lisboa aos lisboetas! Porto aos portuenses! Portugal aos portugueses!”

Certo

“As cidades hojes estão cheias de turistas. São alemães, ingleses, espanhóis e chineses por todo o lado. Passeia-se pela rua e quase não se vê um português como antigamente. Eles ocupam os autocarros, os parques e os cafés. Já não se pode estar à vontade em lado nenhum. Lisboa aos lisboetas! Porto aos portuenses! Portugal aos portugueses!”

Repare como com esta frase o leitor pode ir para além de preconceitos em relação ao comportamento de estranhos para demonstrar a sua irritação com a simples presença deles. Mas, como dito antes, tenha muito cuidado com o alvo que escolhe.

Finalmente, se mesmo assim o leitor for confrontado com a sua xenofobia, pode sempre usar o argumento de “que lá fora é igual”. Mas, mais uma vez, tenha cuidado na forma de o utilizar:

Errado

“São inúmeros os casos na Europa de cidades descaracterizadas pela imigração. As populações estão fartas dessa invasão. Muitos movimentos de extrema direita anti-imigração estão a ganhar popularidade por isso.”

Certo

“São inúmeros os casos na Europa de cidades descaracterizadas pelo turismo. As populações estão fartas dessa invasão. Muitos movimentos de extrema esquerda anti-turismo estão a ganhar popularidade por isso.”

Agora sim, os caros leitores xenófobos de armário podem exteriorizar esses sentimentos reprimidos sem que isso afecte o seu futuro na política, jornalismo ou comentário televisivo. Não tem nada que agradecer.

 

Moral Panics – 2017 Vs 1950 & 1983

The current moral panic and why it will pass.

Genocídios politicamente correctos

72 anos atrás, 6 de Agosto de 1945. Hiroshima, Japão. Governo dos EUA decidiu exterminar milhares de cidadãos japoneses. Três dias depois, a 9 de Agosto, fez o mesmo na cidade de Nagasaki. No total mais de 129.000 mortos.

Cerca de 6 meses antes, entre 13 e 15 de Fevereiro, bombardeiros britânicos e norte-americanos dizimaram a cidade alemã de Dresden matando uns 25.000 habitantes.

As atrocidades dos regimes nazi e japonês não podem ser esquecidas. No entanto, relembrar as acções imorais de quem escreveu a história, os governos vencedores, é também nosso dever.

No iPhone do Ricardo…(16) – Celtic Romance, desconhecido

Comprei o cd, ripei-o, perdi-o, não consigo identificar o autor. Intemporal…

PGR Venezuelana afastada

Finalmente. Esta agente imperialista foi afastada pela Constituinte.

Fico a aguardar a condenação por parte de PCP e Bloco.
Ou então já sabemos o que PCP e Bloco farão quando se conseguirem ver livres do Costa.

Sexy (enquanto podemos)

Com toda esta ofensiva, vamos aproveitar o Verão enquanto podemos, com Irina e Agent Provocateur:

PS: Música cortesia de Optimist – Sexy Toy.
PS2: A mesma Agent Provocateur fez o melhor anúncio de cinema de todos os tempos: Kylie Minogue & Agent Provocateur cinema ad.

Aos verdadeiros empresários

A minha crónica no Jornal Económico.

Aos verdadeiros empresários

Há uns anos fui jantar numa nova pizzaria no bairro onde vivo em Lisboa. Era uma pizzaria peculiar porque gerida por Nepaleses. Mas as pizzas eram boas, o ambiente simpático, com luzes ténues e agradáveis no interior, e uma esplanada que dava para a avenida, onde se jantava excelentemente no Verão. Os preços eram acessíveis e os donos prestáveis. Falavam mal o português e reparei que nos serviam com uma certa timidez e embaraço. Deram-me a sensação de que não queriam dar nas vistas, como se receassem que alguém reparasse no que estavam a fazer e perdessem o que tinham: aquele estabelecimento. Escrevo na forma verbal do passado, mas o restaurante continua a existir e recomenda-se.

Tornei-me cliente e vou lá de vez em quando. Outro dia, vi um dos donos à porta de outro restaurante que ia abrir no bairro. Ainda estava em obras e ele olhava para aquilo tudo com o mesmo ar inquieto de sempre. Parei e cumprimentei-o; foi a custo que me confirmou que aquele também era dele. E puxando a conversa lá arranquei a informação de que já tinham, em Lisboa, ele e os outros sócios, dez restaurantes. Disse-o a medo, olhando-me de lado devido talvez à minha cara de espanto, mas devo ter-me mostrado orgulhoso pelo seu feito, pois sorriu logo de seguida.

Como advogado tenho dado assistência jurídica a vários empresários assim: que trabalham com gosto, arriscam, têm medo. A maior parte das pessoas não percebe, mas o medo, aquele frio na barriga, é inevitável quando criamos um negócio nosso. A maioria não o percebe porque julga que ter uma empresa, criar um negócio, ser chefe, é mandar e andar por aí a dar-se ares de importante. Esta crónica reúne experiências de vários dias diferentes e foi num outro que tive uma conversa com um amigo que trabalha numa grande multinacional e que se quer despedir para montar um negócio. Rapidamente me apercebi que ele não tinha a mínima noção do risco inerente, não tinha a mínima ideia do que era dar a própria casa como garantia aos bancos para que conseguisse o empréstimo que precisava. Ele trabalha horas infindas, mas não sabe o que é arriscar.

Esta falta de noção da realidade, até entre quem trabalha no sector privado, deve-se a uma ideia preconcebida de que ser empresário é ganhar dinheiro fácil e ter pessoas a trabalhar por nós. Esta percepção advém de um preconceito socialista, cuja simplificação justifica o intervencionismo estatal e a redução das liberdades individuais, e de um sistema partidário que prefere empresários com fortes ligações ao poder político, como foi o caso de Ricardo Salgado, da PT e da EDP, a empresas fortes e independentes, mesmo que pequenas. Mas quem sabe, sabe que um bom empresário, acima de tudo, quer ser livre.

Macron e a liberdade de circulação na UE

Acumulam-se cada vez mais sinais preocupantes para o futuro da UE: Macron plots free movement CRACKDOWN: French president on course for huge EU row

But the Swedish PM now has a particularly powerful ally in the form of Mr Macron, who has taken a surprisingly tough line on internal EU migration since his election in a bid to assuage supporters of Marine Le Pen.

The new Paris chief has railed against Polish haulage firms for undercutting French businesses and has vowed to put an end to cheap Eastern European labour which he says is dragging down people’s working conditions.

Eastern European leaders have been caught by surprise by the way Mr Macron, who was painted as the saviour of the EU during his election campaign, has aggressively attacked one of the bloc’s founding principles.

Libertação interior

A minha crónica no i.

Libertação interior

Este verão regresso a Paul Bowles. No ano passado foi na forma dos contos, agora é com as viagens. Este norte-americano, que viveu grande parte da sua vida entre Tânger e a sua casa numa ilha junto a uma praia no Ceilão, andou pelo mundo de uma forma que hoje não se associa como sendo viagem.

Nos seus textos, Bowles não nos dá referências para que o copiemos, nada nos sugere que façamos. Conta-nos como é: como é dormir num hotel na Índia; como era a vida de um artista em Paris quando Gertrude Stein ainda por lá andava; como é o silêncio do deserto e o céu que nos protege, “sólido e luminoso”, mesmo por cima de nós, cheio de estrelas “que parecem clarões”. Lendo-o, vemos e cheiramos os sítios por onde andou.

Mas as viagens de Bowles são ainda mais que os locais que visitou. São ele próprio, a sua forma de estar, de viver a vida. E nós libertamo-nos por momentos da lufa-lufa diária de casa-escola-trabalho-escola-casa para nos abrirmos para algo que nos transcende. Bowles não era um bom escritor apenas porque escrevia boas histórias: os seus livros transmitem o que não vimos, o que não sentimos, aquilo que nem sabíamos que existia ou, se sabíamos, desconhecíamos como seria.

As suas viagens não se desatualizam por terem sido escritas há mais de 50, 60 anos. São tremendamente actuais, dignas de serem revividas através das suas palavras. E nós ficamos inimaginavelmente gratos pela oportunidade de as lermos e, nessa experiência, sermos diferentes por momentos que abrem os nossos olhos a outras realidades que não a nossa.

Mises, o economista

Ironicamente, o economista mais importante do Séc. XX não é considerado economista por muitos dos economistas dos dias de hoje, o que explica também (em parte) que seja possível fazer uma licenciatura em Economia sem sequer ouvir o seu nome: Afinal Mises era economista ou não? Por Pedro Almeida Jorge.

Licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais – IEP-UCP

Termina amanhã a 1ª fase de candidaturas à melhor Licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais em Portugal – a do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa, em Lisboa.

O concurso aos cursos da UCP é local, pelo que a opção “Universidade Católica Portuguesa” não está incluída no concurso nacional, devendo a candidatura ser feita directamente junto da UCP.

A carta que o Governo devia enviar a si mesmo

“Ao prometer mundos e fundos, o PT2020 movimenta entusiasmos, entusiasma as hostes, mas, no final, se não houver concretização nem pagamento, debalde, pode ser tudo em vão.”

Destaque do meu artigo de hoje no ECO – Economia Online. Sobre o PT2020 e o Estado incumpridor.

O PCP e o modelo chavista-madurista de democracia

PCP saúda o povo venezuelano pela defesa da democracia e da Paz

Polícia prende líderes da oposição na Venezuela

Venezuela: líderes da oposição levados para parte incerta

Francisco Veloso, the new Dean of Imperial College Business School

O primeiro dia de uma grande contratação por parte do Imperial College: ‘Innovation happens when you mix technology and business’ says new Dean

Professor Francisco Veloso talks about his new role as Dean of Imperial College Business School and the importance of innovation across the College.

Before joining Imperial, Professor Veloso was Dean of the Católica Lisbon School of Business and Economics in Portugal.

On his first day he spoke to Laura Singleton about his thoughts on becoming Dean at the Business School and a bit about his interests outside of work.

Seminários Internacionais IEP-UCP 2017/18

Decorrem até 1 de Setembro as candidaturas para os programas de MA in Governance, Leadership and Democracy Studies e de Mestrado e Doutoramento em Ciência Política e Relações Internacionais do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa.

Compreender o putinismo LXXX

O Ocidente quer destruir a santa mãe rússia de Putin. Como? Com um brinquedo que veio substituir o Pokemon Go e o bandido Alexey Navalny.

Have you tried the fidget spinner? The toy that enjoys a wave of global popularity has now also reached Russia – only to be blamed on national TV for being instrumental in a conspiracy to topple the Kremlin leaders.

 

Santo Inácio de Loyola

Recomendo no dia de hoje a leitura deste texto de João Vila-Chã.

Dependentes

Segredo de injustiça. Por António Barreto.

Que é feito dos homens livres do meu país? Estão assim tão dependentes da simpatia partidária, dos empregos públicos, das notícias administradas gota a gota, dos financiamentos, dos subsídios, das bolsas de estudo e das autorizações que preferem calar-se? Que é feito dos autarcas livres do meu país? Onde estarão eles no dia e na hora do desastre? Talvez à porta do partido quando as populações pedirem socorro e conforto.

Partido Libertário

Para todos os leitores deste blogue que não se revêm no espectro político existente – em que todos os partidos competem entre si por diferentes graus de socialismo – serve este post para divulgar o Partido Libertário – que se encontra actualmente em processo de constituição como partido oficial.

O Partido Libertário tem como princípios fundamentais a defesa do direito à Vida, à Liberdade e à Propriedade de todos os seres humanos.

Naturalmente na defesa da liberdade individual, o Partido Libertário defende um estado muito mais pequeno e muito mais limitado. Em vez da coerção ditada e imposta centralmente pelo estado, o Partido Libertário defende relações e organizações de adesão livre, voluntária e para mútuo benefício de todas as partes.