Sobre João Cortez

Libertário no Espírito e Tradição da Escola Austríaca

PS Volta A Prometer Aumentar O Desemprego

O Carlos Guimarães Pinto já tinha referido que o cenário macro-económico do PS ao fim de três meses já prometia aumentar a taxa de desemprego. Hoje, o INE apresentou a sua estimativa provisória para a taxa de desemprego em Julho de 2015 com o valor de 12,1%.

Segundo o estudo sobre o Impacto Financeiro do Programa Eleitoral do PS que actualizava o e cenário macro-económico do PS na longínqua data de 21 de Agosto de 2015 (há cerca de semana e meia atrás), com as medidas propostas pelo PS, a taxa de desemprego seria de 12,2% em 2016 – fica prometido o aumento do desemprego.CenarioMacroEconomico

Black Ribbon Day

Embora com um dia de atraso (o dia é observado no dia 23 de Agosto), assinalo neste post o dia Europeu de Lembrança das vítimas do Estalinismo e do Nazismo também conhecido como Black Ribbon Day. O dia recorda os milhões de vítimas de regimes totalitários, especificamente do comunismo/estalinismo, do fascismo e do nazismo.

BlackRibbonDay

Sobre O Modelo Das Estimativas De Mário Centeno

Começo este post, subscrevendo e reforçando o apelo que o Carlos Guimarães Pinto já efectuou para que o PS disponibilize a folha de cálculo utilizada no seu cenário macro-económico. Até o PS disponibilizar essa folha de cálculo, considero que os seus números são inventados.

anteriormente tinha criticado a pretensão do “grupo de sábios” em apresentar um modelo que dá impressão de ser incrivelmente preciso – o que revela que o grupo por trás do tal cenário macro-económico desconhece (ou não torna visível) as limitações de previsões macro-económicas. Para dar um exemplo, nas várias medidas desdobradas – e que o PS considera completamente perfeitamente independentes, o modelo vai ao ponto de quantificar o número de empregos criados por ano e até ao nível das unidades – e isto durante quatro anos como se pode ver num dos quadros de exemplo (retirado da página 11).

quadro_ps

Este modelo vem também com as credenciais de um partido que a) prometeu criar 150 mil empregos na sua primeira legislatura; b) deixou o país às portas da bancarrota na sua última governação em 2011; e c) que ele próprio está em falência técnica (aparentemente, o modelo só pode ser aplicado a nível macro e não micro). A juntar a isto tudo, como o Carlos Guimaráes Pinto realçou, apesar do PS tanto criticar o estado da economia nacional como resultado do governo actual, o PS promete já na próxima legislatura um crescimento económico como não há memória neste páis.

Aproveito este post para lançar as seguintes questões aos autores do tal estudo macro-económico:

  1. Os 207 mil empregos são empregos sem termo, ou são empregos precários (contratados a prazo)?
  2. São empregos de qualidade bem remunerados baseados na inovação e no conhecimento ou são empregos com salários baixos?
  3. Especificamente, em que àreas é que serão criados os empregos: construção, indústria, turismo, restauração, tecnologias de informação, saúde, educação, serviços? Um modelo tão poderoso certamente considerará as diferentes dinâmicas de cada sector.
  4. Na taxa de desemprego considerada no modelo, estão excluídas as pessoas que estão a realizar estágios; que frequentam programas ocupacionais; as pessoas que desistem de procurar emprego; e as pessoas que saem do país?

Termino este post renovando mais uma vez o apelo ao Mário Centeno para que seguindo as melhores práticas, disponibilize a folha de cálculo utilizada na elaboração do cenário.

Quanto Tempo Se Pode Manter No Poder Um Governo De Esquerda Radical?

Recuperando os resultados desta sondagem realizada no final de Janeiro deste ano aqui n’O Insurgente, há que dar os parabéns aos leitores do blogue que acertaram quase na mouche na duração do governo de esquerda radical neo-liberal de Alexis Tsipras:

Duracao_Governo_Syriza

As Vantagens De Se Ter Empresas Públicas – A Todos O Que É De Todos

Ainda bem que o sector empresarial do estado não busca “o lucro” mas sim o “interesse da sociedade em geral”. Tenho a certeza que os contribuintes terão ficado muito satisfeitos em saber que o dinheiro dos seus impostos é assim tão bem aplicado:

“No primeiro trimestre deste ano, as empresas do Estado apresentaram prejuízos de cerca de 378 milhões de euros.

Os prejuízos do sector empresarial do Estado aumentaram 5% no primeiro trimestre de 2015 face ao ano passado, devido sobretudo ao comportamento da TAP e do Metropolitano de Lisboa, divulgou a Direção-Geral do Tesouro e Finanças (DGTF)” – fonte.

Felizmente ainda que temos um candidato a primeiro-ministro que promete tudo fazer para manter a TAP no domínio público.

Hiroshima – Foi Há 70 Anos

Truman_HiroshimaNo dia que marca o 70º aniversário do primeiro lançamento de uma bomba atómica (a famosa Little Boy a partir do também famoso bombardeiro Enola Gay) na cidade de Hiroshima no Japão e cujo número de vítimas se estima entre 90.000 e 166.000 – na sua grande maioria civis, recomenda-se a leitura do seguinte artigo: Harry Truman and the Atomic Bomb.

Thus, the rationale for the atomic bombings has come to rest on a single colossal fabrication, which has gained surprising currency — that they were necessary in order to save a half-million or more American lives. These, supposedly, are the lives that would have been lost in the planned invasion of Kyushu in December, then in the all-out invasion of Honshu the next year, if that had been needed. But the worst-case scenario for a full-scale invasion of the Japanese home islands was forty-six thousand American lives lost. The ridiculously inflated figure of a half-million for the potential death toll — nearly twice the total of US dead in all theaters in the Second World War — is now routinely repeated in high-school and college textbooks and bandied about by ignorant commentators. Unsurprisingly the prize for sheer fatuousness on this score goes to President George H.W. Bush, who claimed in 1991 that dropping the bomb “spared millions of American lives.”
[…]
Though to save life is laudable, it in no way justifies the employment of means which run counter to every precept of humanity and the customs of war. Should it do so, then, on the pretext of shortening a war and of saving lives, every imaginable atrocity can be justified.

Os Combustíveis Sociais

Sempre que pagarem por um litro de gasolina podem ficar com a satisfação de contribuirem com 60% do valor para o estado, contribuindo assim para a sustentabilidade do estado social. Para quem utiliza gasóleo, a satisfação é ligeiramente inferior – apenas 51% do valor reverte a favor do estado (fonte: Apetro – dados de Julho de 2015).

Apetro_Gasolina95

Apetro_Gasoleo

Assim Vai o Minister Of Awesome

Consta que o Minister of Awesome (agora ex-ministro) Yanis Varoufakis foi vaiado ontem no parlamento grego quando votou Não ao acordo com os credores proposto e defendido por Alexis Tsipras. (fonte).

VaroufakisTsipras

O Tal Sinal De Mudança Que Dá Força Para Seguir a Mesma Linha

Violent Clashes Outside Greek Parliament as Leaders Vote on EU Bailout

Syntagma

Leitura Complementar: António Costa. “Vitória do Syriza é um sinal de mudança que dá força para seguir a mesma linha”

Alexis Tsipras, O Neoliberal

Mais uma “esperança” e um “libertador” de esquerda que se converte ao neoliberalismo e à austeridade. Porque será?

TsiprasNeoliberalVale a pena nesta altura recordar o post do Carlos Guimarães Pinto: Situação grega: implicações políticas para Portugal escrito em Fevereiro deste ano e que começa assim:

Nos últimos 3 anos e meio, a oposição ao governo tem baseado grande parte da sua argumentação nestes 2 pilares:
1. Existem alternativas ao programa de austeridade
2. Essas alternativas dariam resultados mais positivos do que o programa de austeridade

“O Governo é campeão dos obstáculos a um acordo com a Grécia”

O António Costa (e o PS) recorre frequentemente a uma estratégia que consiste na repetição de uma falsidade muitas vezes com a esperança que essa falsidade seja percepcionada como verdadeira para quem a escuta.

Relativamente à frase que “o governo é campeão dos obstáculos a um acordo com a Grécia“, deixo aqui um gráfico preparado hoje pelo insuspeito Royal Bank of Scotland e que coloca a posição de Portugal como evitar a saída da Grécia da zona euro se possível .

GreeceCountryPositions

Austeridade: Afinal Há Outro Caminho!

Depois da vitória expressiva do Não (OXI) no referendo do Domingo passado, Alexis Tsipras submete aos credores uma proposta ainda mais austera do que a proposta que foi sujeita a referendo.

A proposta do agora neoliberal Alexis Tsipras, entre aumentos de impostos e cortes na despesa, representa uma austeridade no valor de 13 mil milhões de euros atravessando as linhas vermelhas “intocáveis” das pensões e do IVA. Ainda sobre as pensões, vale a pena destacar uma das frases da proposta submetida pelos gregos: “The Authorities recognise that the pension system is unsustainable and needs fundamental reforms.”

Citando Connor Campbell do Spreadex.com:

“In a strange turn of events considering the resounding ‘no’ cried out by the Greek people to austerity, Tsipras submitted a proposal to creditors on Thursday that contains around €13 billion in cuts and tax rises, €4 billion more than the plan the public rejected.

The concessions this reflects, especially on primary budget surpluses, VAT and pensions (i.e. all the ‘red lines’), and the swelling chances of a deal actually being made, is in no doubt the reason behind the robust early gains of the DAX and CAC.

However there is still more work for Tsipras to do, and in many ways the most difficult task lies ahead; the Greek PM now has to try and convince his government this Friday to back the €13 billion plan, one that seemingly flies in the face of the anti-austerity rhetoric that has been Syriza’s bread and butter since before the party was elected.”

Relembrando Quem São Os Credores Da Grécia

A estrutura de credores da Grécia está representada na figura abaixo (retirada daqui).

GreekDebt

O quadro abaixo, de acordo com uma análise do banco Barclays, captura a exposição à dívida grega por estado membro da zona euro. Relativamente a Portugal, além de 1,1 mil milhões de euros de empréstimo bilateral, é necessário ainda contabilizar 3,7 mil milhões de euros no âmbito do eurosistema, totalizando 4,8 mil milhões de euros, aproximadamente 2,8% do PIB.

GreeceExposure

Liberty Is Calling @ Lisbon

Serve este post para divulgar e recomendar fortemente a conferência Liberty Calling II organizado pelo Instituto Ludwig Von Mises Portugal que terá lugar em Lisboa no próximo Sábado, dia 27 de Junho na Nova School of Business and Economics pelas 14h00. A entrada é livre, gratuita e não requer inscrição. A página do evento no facebook pode ser encontrada aqui.

O evento está repleto de oradores e moderadores ilustres e agenda é a seguinte:

  • Crony Capitalism vs Free Market Capitalism – por Helio Beltrão (moderado por Guilherme Marques da Fonseca)
  • A Cultura Intervencionista no Brasil – por Bruno Garschagen (moderado por Rui Santos
  • Portugal 2016: Como Encolher o Estado – por Miguel Botelho Moniz, Mário Amorim Lopes e Ricardo Campelo de Magalhaes (moderado por Ricardo Lima)
  • Bitcoin: As Criptomoedas como Foco de Liberdade – por Carlos Novais e Pedro Cunha (moderado por Tiago Águia de Moura)

CallForLibertyII

Entretanto Nas Sondagens

Segundo uma sondagem realizada pelo CESOP-Universidade Católica Portuguesa para o DN, JN, RTP e Antena 1 e publicada hoje, “os socialistas descem do limiar da maioria absoluta (45% no barómetro de outubro) para uma ligeira desvantagem em relação ao PSD-CDS.”Sondagem_DN_JN_RTP_Antena1

O Sinal De Mudança Que Dá Força Para Seguir A Mesma Linha

Resumo do discurso de Alexis Tsipras de hoje:

  • O FMI tem responsabilidade criminal pela situação da Grécia
  • As verdadeiras negociações começam agora
  • Os credores querem humilhar a Grécia
  • Os credores estão a usar as negociações para mostrarem a sua força; por sua vez os Gregos estão a negociar em boa fé
  • O Banco Central Europeu insiste numa linha de estrangulação financeira
  • A insistência em cortes adicionais é motivada por razões políticas
  • É necessário um alívio da dívida antes de se considerar cortes nas pensões

Vais longe, Tsipras.

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“This Is About Democracy”

A declaração de hoje de Alexis Tsipras relativamente às negociações com os credores. Segundo Tsipras, apenas motivos políticos podem justificar a insistência nos cortes das pensões; e a Grécia irá esperar pacientemente até que “as instituições” adiram ao realismo:

“One can only suspect political motives behind the institutions’insistence that new cuts be made to pensions despite five years of pillaging by the memoranda. The Greek government is negotiating with a plan, and has presented nuanced counterproposals.

We will patiently wait for the institutions adhere to realism. Those who perceive our sincere wish for a solution and our attempts to bridge the differences as a sign of weakness, should consider the following:

We are not simply shouldering a history laden with struggles.

We are shouldering the dignity of our people,as well as the hopes of the people of Europe. We cannot ignore this responsibility. This is not a matter of ideological stubbornness. This is about democracy.

We do not have the right to bury European democracy in the place where it was born.”

Esperar não me parece uma boa estratégia especialmente com a perspectiva de um default Grego a aumentar de dia para dia.

Then We Take Berlin?

Após mais de quatro meses da vitória do Syriza, que fazia furor na campanha eleitoral ao passar a música de Leonard Cohen “First We Take Manhattan” – especialmente na parte “Then We Take Berlin“, vale a pena recuperar o discurso de vitória do Alexis Tsipras:

“The verdict of the Greek people ends, beyond any doubt, the vicious circle of austerity in our country.

The verdict of the Greek people, your verdict, annuls today in indisputable fashion the bailout agreements of austerity and disaster.

The verdict of the Greek people renders the Troika a thing of the past for our common European framework.”

Entretanto hoje, as negociações em Bruxelas com os credores caracterizadas como uma “última tentativa” duraram apenas 45 minutos e voltaram a terminar sem acordo entre as partes .

Também hoje, o vice-chanceler alemão Sigmar Gabriel afirmou que “a Grécia fora do euro começa a tornar-se realidade” e ainda que “não vamos permitir que sejam os trabalhadores alemães e as suas famílias a pagarem pelo exagero das promessas eleitorais de um governo parcialmente comunista“.

Está cada vez mais promissor “o sinal de mudança que dá força para seguir a mesma linha” de António Costa.

A Lesson In Money Printing

Como se a emissão de moeda a partir do ar alguma vez pudesse gerar riqueza.

Zimbabwe offers new exchange rate: $1 for 35,000,000,000,000,000 old dollars.

Central bank discards local currency after years of hyperinflation which at one point reached 500,000,000,000%.

Bank accounts with balances of up to 175 quadrillion Zimbabwean dollars will be paid $5. Those with balances above 175 quadrillion dollars will be paid at an exchange rate of $1 for 35 quadrillion Zimbabwean dollars.

zimbabwedollar

Headllines Isentos e Imparcias

A nossa comunicação social é muito boa a arranjar títulos. Em relação à venda da TAP – que me parece um excelente negócio dadas todas as condições, restrições e incertezas – foram estas as headlines que o jornal Público e o jornal Expresso acharam mais apropriadas para as suas páginas online.

Publico_Privatização_TAP

Expresso_Privatização_TAP

Sobre A Proposta Do PS De Redução Da TSU

Eu sou sempre favorável a qualquer redução de impostos, seja ela qual for. O estado, não produz riqueza por si próprio e limita-se a “redistribuir” a riqueza retirada coercivamente aos contribuintes. Ao propor uma redução da TSU paga pelo trabalhador, o PS reconhece que os cidadãos gerem de facto melhor o seu dinheiro do que o estado (afinal de contas, o PS sempre tem uma costela neoliberal). Noutro post já comentei a presunção e pretensão do modelo mátemático subjacente relativo à precisão do número de empregos criados com esta medida. Neste post, quero analisar o argumento que suporta esta proposta que segundo o PS funciona como “apoio complementar ao aumento do rendimento disponível das famílias” e um “estímulo à procura interna” que causará uma criação de emprego (45 mil empregos até 2019). Partindo do princípio que este argumento é verdadeiro, são pertinentes as seguintes questões:

  1. Porque é que para efeitos de criação de emprego (via “aumento do rendimento disponível” que por sua vez funciona como um “estímulo à procura interna“) é preferível reduzir a TSU e não outros impostos tais como o IVA ou o IRS?
  2. Se o efeito desta medida é positivo, porquê é que a proposta de redução da TSU tem um carácter progressivo e temporário (aumentando progressivamente 4% até 2018 iniciando uma diminuição em 2019 que se estenderá “exactamente” por oito anos)?
  3. Porquê é que o valor desta redução é de exactamente 4% (valor máximo em 2018) e porque não um valor ligeiramente inferior ou ligeiramente superior, do género 3,9% ou 4,1%? Será que acima de 4% o efeito desta medida deixa de ser positivo?

Miracle

Feliz Dia Da Libertação Dos Impostos (Somos Todos Trabalhadores Do Estado)

Não tendo conseguido encontrar nenhum estudo sobre O Dia Da Libertação de Impostos em Portugal em 2015, e porque o dia é demasiado importante para não deixar de ser assinalado, assumo que se mantém o mesmo dia do ano passado – dia 6 de Junho.

O Dia da Libertação de Impostos representa o dia em que em média os trabalhadores deixam de trabalhar para o estado (para cumprirem as suas obrigações fiscais) e passam a trabalhar para si. Isto é, cada trabalhador português tem que trabalhar em média, mais de cinco meses para o estado – viva o socialismo.

TaxFreedomDay2015

Uma Tragédia Grega

TsiprasAo fim de mais de quatro meses de governação e após as inúmeras reuniões e negociações com os parceiros e credores, o discurso do Alexis Tsipras ontem no parlamento Grego pode ser resumido em cinco pontos:

  1. A Grécia não irá ceder ao FMI, ao BCE e à União Europeia, mesmo que o tempo seja cada vez mais escasso para alcançar um acordo antes que o programa de ajustamento expire no dia 30 de Junho.
  2. A Grécia mantém as suas “linhas vermelhas” e quer um acordo que inclua alívio da dívida; saldos primários baixos; protecção dos pensionistas; o retorno da negociação colectiva; e a redistribuição do rendimento dos ricos para os pobres.
  3. Apesar desta posição firme, um acordo está iminente – para que tal aconteça, alguém tem que ceder, e não será a Grécia.
  4. A Grécia irá permanecer no Euro, mas os credores têm que chegar a um compromisso de modo a que os receios de um Grexit terminem.
  5. Todos os partidos da oposição são desafiados a suportar os esforços do governo do Syriza.

Por seu lado, as propostas dos credores são “absurdas” e a única proposta credível é a da Grécia. Boa Sorte lá com isso, Tsipras!

Porque Não Mil Anos?

Plano grego “inteligente” adia pagamento dos empréstimos europeus por 100 anos.

Yanis Varoufakis sempre disse que há uma forma “inteligente” de aliviar o fardo da dívida evitando um corte direto no valor. Empréstimos em que Portugal participou podem ser alargados até 100 anos.