Empresa pública retira ilegalmente cartaz do partido Iniciativa Liberal

A Infraestruturas de Portugal, uma empresa pública, contra a Lei e contra o que a GNR disse, tira ilegalmente a estrutura de um cartaz da Iniciativa Liberal (e deixa os outros do PS/BE/etc. lá).

O diálogo lá entre os burocratas socialistas deve ter sido algo do género:

– Cartaz do PS?

– ok!

– Cartaz do PCP ou do BE?

– ok!

– Cartaz da Iniciativa Liberal ?

– Tira já isso !

– Mas a polícia diz que é legal … e até é ilegal tirarmos.

– Tira já isso! Tudo o que for novo e puser em causa o sistema é para tirar mesmo que ilegalmente. E não te esqueças do que o querido Pedro Marques fez por nós… ele agora está a concorrer às Europeias pelo PS temos de dar uma ajudinha.

Conclusão, a estrutura do cartaz foi “nacionalizada” ilegalmente, porque ao que parece ali só socialistas/comunistas podem ter cartazes …. Sabem quantas notícias saíram até agora (tirando a de ontem do jornal económico) sobre esta censura ilegal ? ZERO.

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Vai haver um recorde de greves com António Costa?

Segundo noticia o Observador há poucas horas os Polícias iniciam greve de fome por tempo indeterminado: “É um protesto inédito para esta força de segurança: PSP inicia nesta terça-feira uma greve de fome sine die à frente da residência oficial do PR. Sindicato diz que vai até às últimas consequências”. Já é a segunda greve de fome, depois da do enfermeiro, num curto espaço de tempo.

Mas a Geringonça não trazia Paz Social? Não ia virar a página da austeridade? Pois, ao que parece não aconteceu. O país continua estagnado economicamente e António Costa começa a ver os sindicatos (vários do PCP/BE) em acção.

Segunda esta notícia da Sábado de 15/02: “Desde 1 de janeiro deste ano já foram entregues 112 pré-avisos de greve só na Função Pública. (…) Em 2016, o primeiro ano de António Costa como primeiro-ministro, o número de greves até desceu face ao ano anterior – 85 greves no último ano de Passos Coelho contra 71 greves no primeiro ano de Costa – mas, nos dois anos seguintes, este número foi duplicando – para 123 greves em 2017 e 248 greves no ano passado”. Só na Função Pública.

A 29/01, o Público noticiava: “No ano passado (2018) entraram 733 pré-avisos de greve no Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, mais 120 do que em 2017 e mais 245 do que em 2016.”

É possível que este seja o ano com mais greves desde os anos 90.

A Europa e a Liberdade

Sou europeísta. A Iniciativa Liberal, partido do qual faço parte também o é. E, por fim, a grande maioria dos portugueses também o é. A União Europeia, tendo os seus defeitos, é o que permite que Portugal não seja ainda mais pobre e é a garantia que Portugal não é a Venezuela da Europa com políticos estatistas de esquerda e direita a andar a brincar às inflações.

Mas, mais do que algum pouco liberalismo económico e disciplina orçamental a que a UE felizmente nos obriga, como diz o Ricardo Arroja a UE também “é uma influência positiva em domínios nos quais o nosso país tem ainda muito por onde evoluir. É o caso da transparência, da justiça, da exigência cívica, da concorrência, e da cultura do mérito”. Na IL, queremos que Portugal comece por seguir os exemplos de reformas feitas em países como a Irlanda, a Estónia e a Holanda (países no top15 dos países com maior liberdade económica do mundo). E queremos uma Europa que não vê ameaças em tudo o que mexe, em tudo o que é diferente e em tudo o que o Estado não controla.

No entanto, a Iniciativa Liberal não é cega. A UE não é perfeita, obviamente. Somos contra a burocracia da União Europeia nalgumas áreas da economia, contra a protecção de grupos de interesses (sendo a PAC o melhor exemplo), somos contra a harmonização fiscal e económica, contra as “brincadeiras” do BCE e contra o politicamente correcto do policiamento da linguagem (por uma internet livre!) e sobretudo contra a crescente centralização que tem levado ao afastamento de uma parte das elites de Bruxelas em relação ao cidadão comum.

Nota: Marta Rivera substitui Luis Garicano, em representação do Ciudadanos.

É muito disto que falei que iremos debater às 15h30, dia 9/03, Sábado, na Casa do Vinho Verde no Porto. Marta Rivera (Ciudadanos) e Miguel Morgado (PSD) serão oradores, para além obviamente do Ricardo Arroja, cabeça de lista às eleições europeias pela Iniciativa Liberal.

Nota: O Ricardo Arroja, candidato da IL, escreve nO Insurgente e o Carlos Guimarães Pinto, Presidente da IL, também já escreveu nO Insurgente. Vejo isso como um óptimo sinal. E também como mais um indicador chave da importância deste blog na história do Liberalismo em Portugal. Agora, há que continuar a espalhar as ideias liberais é certo, mas também me parece bem apoiar quem as quer colocar em prática.

Portugal precisa de 130 anos para atingir uma riqueza igual à média UE

Na notícia do JE:

“Se quisermos ignorar o comportamento da produtividade e olharmos só para a evolução do PIB, uma convergência de duas décimas por ano (como em 2018) significa que demoraríamos 130 anos para atingir a média da União Europeia”, diz o Fórum para a Competitividade, na sua nota de conjuntura de fevereiro. Ou seja, Portugal na média da União Europeia só em 2149.

O Fórum para a Competitividade fez umas contas. Basicamente pegou nas últimas previsões e diz que se Portugal conseguir constantemente recuperar duas décimas face à média da UE como fez no último ano (só de si já difícil com as políticas socialistas de PS e PSD) então em 2149 Portugal irá atingir uma riqueza per capita equivalente à média da União Europeia.

Problema? O Fórum diz que as contas foram feitas desprezando o efeito da produtividade. Produtividade essa que está a subir em média na UE, mas está em queda em Portugal ! Os países de leste continuam a ultrapassar-nos e nós cada vez mais na cauda da Europa, continuamos mais coisa menos coisa um país estagnado. Políticas liberais precisam-se para colocar Portugal a crescer novamente.

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Cabeça de lista do PS fez parte da rede de blogue pago para dizer bem de Sócrates

A Sábado noticia que Pedro Marques – agora cabeça de lista do PS às europeias e ex-ministro do Planeamento de António Costa – “fazia parte de um núcleo que alimentava o blogue de “Miguel Abrantes”, personagem criada por António Peixoto. João Galamba e o comentador Pedro Adão e Silva eram outros dos interlocutores (…) A jornalista Fernanda Câncio é outra das interlocutoras”.

Como noticiava o Sol em 2016, “José Sócrates, enquanto primeiro-ministro, pagou uma avença mensal a um blogger para veicular opinião e informações favoráveis ao seu Governo, ao PS e a si próprio – defende o Ministério Público. O blogger em causa, António Peixoto (ver mais sobre o assunto aqui), escrevia sob o pseudónimo Miguel Abrantes no blogue Câmara Corporativa (também conhecido como Corporações), criado em 2005 para defender o Governo de Sócrates. (…) O blogue nasceu em 2005 e era pago por Rui Mão de Ferro, sócio de Carlos Santos Silva, que também sustentou uma avença a Domingos Farinho, o suposto autor do livro de Sócrates.”

Em 2017, o Observador noticiava “Ministério Público em busca de mais pagamentos a bloggers socráticos” – “António Peixoto terá recebido mais de 76 mil euros para alimentar um blogue que atacava os adversários de José Sócrates. Não terá sido o único blogger a ser pago para elogiar a obra do ex-1.º ministro”.

Aliás, já em 2010, o CM noticiava “Campanha com meios públicos Sócrates foi apoiado por blogues alimentados em informação e argumentários feitos por assessores”.

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Fonte da foto: https://www.sulinformacao.pt/2018/01/governo-vai-lancar-obras-de-eletrificacao-da-linha-do-algarve-ainda-em-2018/

A (fraca) ética de trabalho parlamentar

Ao que parece há uns dias a bancada do PS.D ia debater a moção de censura, mas não houve quórum e por isso Negrão, líder da bancada, desconvocou a reunião.

Uma das “desculpas” para a falta de quórum era que havia jornadas parlamentares do PCP em Braga, segunda e terça-feira. Sim, do PCP. Ao que parece quando há jornadas parlamentares de um partido todos os trabalhos no Parlamento param (não há reuniões, comissões, etc.) ! E, por isso, os deputados do PSD não contavam estar em Lisboa no dia para que Negrão marcou a reunião. Negrão não sabia ou enganou-se, ok. Todos erramos.

Agora vamos lá ver se percebi bem o resto, que é mais relevante. Se eu bem entendo não pode haver trabalhos parlamentares de um partido (neste caso PSD), porque está a haver jornadas parlamentares de outro (neste caso PCP)? É isto? Que raio de regra é esta. Que exemplar cultura de trabalho implementada no parlamento não haja dúvida.

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Quantas relações familiares do PS há no Estado?

Quantos são? Este governo já tinha começado com dois ministros casados: Eduardo Cabrita e Ana Paula Vitorino. Agora acaba com o pai e uma filha: José António Vieira da Silva, é ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social e a sua filha acaba de ser nomeada para ministra da Presidência e da Modernização Administrativa.

Menos Nepotismo. Mais meritocracia.

Mas agora imaginemos que a rapariga até tem mérito (e simplesmente teve mais oportunidades e subiu mais depressa por ser filha de quem é no PS)… mesmo assim não se arranjava alguém que também tivesse mérito e fosse competente que não fosse filha de um ministro? Para evitar conflitos de interesse, para dar uma ideia de transparência e até respeito, que isto o Estado já mais parece ser “Líderes do PS, família e amigos”.

Vejam só a confusão que é o esquema de relações do PS na função pública, entre irmãos, pais e cônjuges. Vale tudo. Isto sem falar de autarquias (tirando Lisboa), onde então devem ser centenas. Devem ter todos muito mérito certamente. Todinhos.

Retirado daqui

Nota final que “nada” tem que ver com o artigo: