14 – Ó Fernando Alexandre, as pessoas julgam que fazem descontos para uma conta delas, como se fizessem depósitos num Banco;
15 – Exactamente, nem mais nem menos, tal como o ponto 14, pelo Fernando Alexandre;
16 – Os transportes públicos podem ou não ser estado social, há outras maneiras de garantir o acesso a eles que não passam necessariamente pela subsidiação das tarifas (e o Ricardo falou na TAP não foi?);
17 – “…as pessoas têm que ser orientadas…” diz a Sra D Fátima. Mussolini volta pá, estás perdoado;
18 – Este gajo largou a matemática logo na 3ª classe;
19 – Humm…e como se pagam esses “novos direitos sociais”?
20 – Meu deus, meu deus…
21 – O entendimento das relações causa-efeito deste (outro) barbudo, faz-me confusão. O Ricardo é um gajo cheio de paciência, de facto;
22 – Aqui de acordo, o défice democrático na UE é um problema;
23 – Aposto que este da sweat de capuz por baixo do blazer é artista…músico. Toca jambé e fez um curso no Chapitô;
24 – “…o discurso economicista…” Já cá faltava;
25 – Aplausos. E o Ricardo quer referendos (temos que discutir isso pá);
26 – Meu deus, meu deus, …
27 – “o que André defende…” temos psicanálise;
28 – Continua a psicanálise. Estes gajos não são capazes de argumentar;
29 – Este gajo devia ser posto no lugar do personagem do Clockwork Orange a ouvir as conversas do Berlin. Entre outras coisas, tipo queimarem-lhe o homem de palha;
30 – Olha, olha. O representante da teleologia esquerdista a acusar o André de falar de mundos que não existem (o gajo é do CES, não é?). Está tudo muito estranho;
31 – Aquele tipo que está muito orgulhoso dos impostos que paga pode pagar os meus também. Ia sentir-se especialmente orgulhoso, aposto;
31 – Ó pra ele a fazer a saudação nazi! (mas foi com a mão esquerda, não vale)
E pronto, mais uma vez se prova que não se vai a lado nenhum. Com a dificuldade notória em lidar com a matemática e os aplausos à twilight zone resta-nos empobrecer. Outra vez. Confesso que começo a ficar farto e enjoado deste sobe e desce.
P.S. Pelo que ouvi aos representantes dos barbudos, resta-me propor que se pague o Estado Social com poemas e grafitis, concertos de jambé no Metro e vendas de cinzeiros de bijuteria feitos de latas de bebidas recicladas.