Face ao estado podre desta república corrupta, ladra e imoral, é impensável votar num dos responsáveis pela situação. Quem não quiser continuar a premiar com o votinho do costume os corruptos e os cúmplices da destruição de Portugal só tem de votar no candidato Coelho, o único verdadeiramente anti-sistema (a prova disso é a perseguição que lhe fazem na Madeira, através do poder judicial). Sabe-se que não tem hipóteses de ganhar, portanto uma boa votação (5%? 7%?) era uma chapada nos desavergonhados do sistema.
Para os direitistas/liberais/conservadores que ainda têm ideias de votar no Cavaco, pensem nisto: um traidor trata-se com firmeza e sem complacências. Cavaco Silva é socialista, é guardião desta república socialista, nada faz para a mudar (nem para apoiar quem a queira mudar), dá-se muito bem com todas as falsas elites que mandam em Portugal, já disse que não ia demitir o governo, e obviamente não quer mesmo reformar o estado (ainda ontem teve a lata de propor um aumento suplementar de impostos para se evitar os cortes – ridículos – que se anda a tentar impor à função pública… tragicamente é este o mal menor que a “direita” consegue pôr no poder…). Mais vale então votar no candidato anti-sistema e arriscar uma vitória da esquerda na segunda volta. Que se lixe, não há-de ser muito pior do que com Cavaco (de qualquer forma, quem manda é Sócrates). Indivíduos sem princípios não devem ser sempre recompensados só por haver outros ainda piores (embora da mesma espécie socialista). Uma travessia do deserto só ia fazer bem à direita, dava-lhe a oportunidade de sanear os traidores e de pôr gente nova na primeira linha.

Coelho ao poleiro!








