No meio da falta de ideias e propostas, a campanha de Manuela Ferreira Leite vai acumulando erros em cima de erros e arrisca-se a passar de uma situação em que se antecipava uma vitória confortável e por larga margem para um cenário em que o resultado final é incerto. Para uma candidatura que se tentou apresentar como não sendo de “facção” e tendo o propósito de unir o partido, dificilmente a campanha poderia estar a ser pior conduzida.
PSD: Delerue indignado por Ferreira Leite não esclarecer se votou Santana nas legislativas de 2005
O ex-dirigente social-democrata Nuno de Delerue afirmou-se hoje “estupefacto” por a candidata à liderança do partido Manuela Ferreira Leite se ter recusado a esclarecer se votou no PSD nas últimas eleições legislativas em 2005.
Santana Lopes chocado com Ferreira Leite
Santana Lopes, candidato à liderança do PSD, afirmou este domingo, em Lamego, que «é inacreditável» que a também candidata Manuela Ferreira Leite não diga que votou PSD nas últimas eleições legislativas, noticia a agência Lusa.
Passos Coelho garante que sempre votou PSD
«Não votei no dr. Pedro Santana Lopes para presidente do PSD mas votei no PSD nas eleições legislativas» de 2005, afirmou o candidato social-democrata, que não quis fazer mais comentários ao facto de Manuela Ferreira Leite se ter recusado a esclarecer se votou no PSD nas últimas eleições legislativas de 2005.
Vale a pena ler também o que escreveu o Paulo Pinto Mascarenhas:
A frase - “obviamente que não lhe respondo” - comprova que existem hoje dois partidos inconciliáveis no interior do maior partido da oposição: o PPD e o PSD. E não é verdade que a oposição interna se faça entre barões e bases, porque ambas as “classes” estão presentes em todas as candidaturas. A gafe de Manuela não foi a primeira - já disse também que a bancada parlamentar do PSD deverá ser mais credível, esquecendo que esta é a mesma bancada com que terá de trabalhar até 2009 caso seja eleita líder do PSD.

Uma época brilhante, sob o comando de Manuel Cajuda, a culminar com um excelente terceiro lugar no campeonato, a curtíssima distância do segundo classificado: Liga Bwin: V. Guimarães, 4 – Estrela da Amadora, 0
Apesar do assédio do Benfica, a apenas um ponto de distância, o Vitória de Guimarães não facilitou e, este domingo, a jogar em casa, em partida relativa à 30.ª e última jornada da Liga Bwin, goleou o Estrela da Amadora, por 4-0, garantindo assim um lugar na terceira pré-eliminatória da Liga dos Campeões.
PSD (15). Por António Costa Amaral.
São justas muitas das objecções da blogosfera liberal à candidatura de Passos Coelho. Contudo, entendo que na nossa cultura política, o óptimo é inimigo do melhor. Em Portugal não há espaço para políticos como Ron Paul, que incorporam uma esmagadora maioria de princípios liberais-clássicos.
Vejo com bons olhos que haja quem se atreva a defender a redução da opressão fiscal, e a redução dos gasto dos Estado. Mesmo que não renegue fundamentos do “Estado Social”. É um princípio - perdão, um começo - saudável. É importante que ideias liberais sejam discutidas abertamente, que sejam libertadas da espiral do silêncio a que são votadas pelo status quo enamorado pelo estatismo.
Popularismo. Por Gabriel Silva.
Ah, e repetem muitas vezes que são contra o populismo. É de rir. Mas haverá coisa mais populista do que desvalorizar a ideologia, a divergência, as medidas concretas? Haverá exemplo maior de populismo do que a exaltação exclusiva das qualidades pessoais e disso fazer o único programa, o único argumento de candidatura? Se isso não é populismo, o que é o populismo?
A FACE. Por José Pacheco Pereira.
Eu percebo que se apouque esta realidade, que se ache pouco falar de verdade, de seriedade, de credibilidade. Devem de facto abundar tanto, que só podemos lamentar o excesso. Quem a não tem despreza-a, quem não pode competir neste campeonato, para usar a linguagem futebolística de alguns, compete noutros. Têm “ideias”, uma lista de vacuidades com que todos estamos de acordo e que não adiantam nem atrasam. Como o grau de crítica circulante nos media é escasso, basta este exercício para se parecer que se diz alguma coisa de novo. Épater le bourgeois é simplicíssimo. (mais…)
O “partido autárquico” e a agenda “liberal e reformista” II. Por João Miranda.
Finalmente, os dados disponíveis não permitem atribuir às redes do PSD autárquico níveis de corrupção ou de interesses duvidosos superiores aos do PSD nacional. Numa autarquia os interesses duvidosos revelam-se através da contratação de familiares, utilização de máquinas em obras particulares, mudanças dos PDMs para favorecer determinadas empresas, contratação desnecessária de serviços, obras públicas destinadas a favorecer construtoras locais. Ao nível nacional os interesses duvidosos revelam-se através das grandes obras públicas (TGV, OTA/Alcochete, 2ª e 3ª pontes sobre o Tejo, Alcântara, Centro Cultural de Belém, Expo, Euro 2004), dos serviços comprados a escritórios de advogados, projectos inúteis comprado a empresas amigas, movimentação de políticos entre as empresas, partido e governo. (mais…)
A petição pode ser assinada aqui.
Afinal os objectivos eram apenas “resultados previsíveis” e o seu envio para as direcções regionais foi feito, naturalmente, “por engano”: Reafirma que resultados não são objectivos: Inspector-geral da ASAE rejeita demissão pedida pelo CDS
O “Expresso” divulga hoje um documento elaborado pela Direcção de Planeamento e Controlo da ASAE e enviado às direcções regionais, alegadamente fixando objectivos de resultados aos seus inspectores para este ano.
Segundo o jornal, o inspector-geral da ASAE começou por negar a existência de metas, mas reconhece agora que estão fixadas num documento de trabalho, enquanto “resultados previsíveis”, enviado por engano num ficheiro informático para as direcções regionais. (mais…)
INSUPORTÁVEL VAZIO. Por JPP.
A política nacional e internacional praticamente desapareceu dos noticiários televisivos. Então se não houver imagens picantes, pancadaria no parlamento da Coreia, mortos no Iraque, ou assobios ao Primeiro-ministro, então é que não passa nada. A excepção é os “momento-Chávez” do primeiro-ministro na RTP, mas, mesmo estes, parecem esgotados e o homem tem que se vestir como se tivesse o Ebola pela frente, para aparecer de burka na televisão. O que interessa à televisão é, obviamente, a burka.
CRISE ALIMENTAR. Por João Miranda.
A crise alimentar mundial mostra até que ponto estas políticas são superficiais e contraproducentes. A aposta na agricultura biológica desvia terrenos agrícolas para uma forma de agricultura menos produtiva. Os subsídios aos biocombustíveis desviam cereais da alimentação humana para a produção de combustíveis. Os subsídios à agricultura, o proteccionismo e a penalização dos transgénicos contribuem para a manutenção em actividade de empresas agrícolas ineficientes. (mais…)
Vale a pena ler a entrevista a José Pacheco Pereira no Diário Económico:
Como define Pedro Passos Coelho?
É um homem com 20 anos de história dentro do PSD. Geriu o seu tempo e o seu espaço. E beneficia de uma conjuntura favorável nestas eleições, que é receber apoios do aparelho político que estava com Menezes. Não tenho dúvida de que vai ter um bom resultado. Tem uma linguagem política que foi buscar aos blogues. (mais…)
Sharpton’s Baggage: Nearly $1.5M in Unpaid Taxes, Penalties
Tax headaches are nothing new for Sharpton. The 53-year-old minister has been assailed over his career for running up big tax debts and failing to abide by rules governing his charities and election committees. He is perpetually being sued for failing to pay his bills. (mais…)
Arte (2). Por Ricardo G. Francisco.
Uma linha ideológica que suporta o princípio que a Arte deve ser financiada por meios colectivizados é atractiva para artistas que querem ser suportados por meios colectivizados. Pode ser atractiva também por outras razões, mas esta razão é incontornável. Quanto mais meios esta linha promete distribuir mais atractiva será a linha ideológica para estes artistas que são por definição intelectuais. (mais…)
Pena suspensa para violador de uma menor
O Tribunal de Albergaria-a-Velha condenou, ontem, a uma pena suspensa de cinco anos de prisão, um homem de cerca de 40 anos que, em Março de 2005, raptou, coagiu e violou uma menor de 13 anos entre Angeja e Albergaria-a-Velha. (mais…)
Num momento difícil tanto para o clube como para o presidente, felizmente prevaleceu o bom senso: Pinto da Costa vai recorrer em nome individual, clube acata punição
“Não vamos recorrer e nem precisarei de dizer porquê”, declarou o presidente da SAD, apesar de dizer que é “com grande mágoa” que o clube vê diminuir para “14 e 16 pontos” a vantagem sobre o segundo e terceiro classificado. (mais…)
Um comentário do João Miranda motivado por este post do Bruno Alves: O “partido autárquico” e a agenda “liberal e reformista”
Bem ou mal, o partido autárquico tem o mérito de conseguir manter vivos centros políticos de pode fora de Lisboa. Os interesses do partido autárquico são interesses reais de pessoas reais. Devem-se a factos políticos reais. Resultam de problemas que constituem entraves reais ao desenvolvimento do país. Lembro que no país ainda vivem pessoas que nada vão ganhar com o aeroporto de Alcochete, a nova ponte sobre o Tejo, o túnel de Alcântara e o TGV. Isso constitui um problema e um desafio para qualquer agenda “liberal e reformista”. Aliás, não consigo imaginar uma lista de problemas que uma agenda “liberal e reformista” deve resolver em que o problema do centralismo não esteja no topo.
As penalizações aplicadas ao FC Porto e à U. de Leiria não produzem grandes efeitos práticos, mas a aplicada ao Boavista, no presente contexto, pode muito bem significar o fim do clube, pelo menos em termos de futebol profissional: Apito Final: Boavista punido com descida de divisão, FC Porto com perda de seis pontos
A Comissão Disciplinar da Liga puniu o Boavista com descida de divisão e uma multa de 180 mil euros, por coacção sobre diferentes equipas de arbitragem na época 2003/2004. No âmbito do mesmo processo, conhecido como Apito Final, o FC Porto foi sancionado com a perda de seis pontos e uma multa de 150 mil euros, por tentativa de corrupção, enquanto a União de Leiria foi punida com perda de três pontos e 40 mil euros de multa. (mais…)
Arte. Por Ricardo G. Francisco.
A Arte em vez de ser remunerada em função da valorização de terceiros que dispõem dos seus próprios meios passa a ter a sua remuneração a depender dos gestores do dinheiro colectivizado. Os artistas continuam a depender dos meios para viver. Não existe independência. Para os artistas financiados pode existir independência para criar. As suas obras não estão a ser avaliadas por potenciais financiadores. Mas não são independentes. Dependem da vontade discricionária dos gestores dos dinheiros públicos. Não é a Arte que é valorizada, são os seus autores que são valorizados pelos gestores dos dinheiros públicos.
Não é de admirar que tantos indivíduos ligados à arte estejam ligados à política. Não é de admirar que a Arte seja tão política e politizada. Tal como há mil anos atrás, hoje os artistas têm que agradar a quem lhes dá os meios para satisfazer as suas necessidades. Apenas transaccionam activos diferentes.
Com 127 votos contabilizados até ao momento, os resultados são os seguintes:
Passos Coelho 45,7%
Ferreira Leite 32,3%
Santana Lopes 16,5%
Patinha Antão 3,1%
Neto da Silva 2,4%
Relativamente à anterior leitura dos resultados, Pedro Passos Coelho continua a liderar com uma margem confortável, embora Manuela Ferreira Leite atenue a diferença.
A votação continua a decorrer na coluna da direita.
Comentário de Augusto Emílio ao post Maria de Lurdes Rodrigues e o desastroso igualitarismo socialista do eduquês:
Em concordância com a castração da liberdade de escolha, pronunciada na entrevista dada pela ministra da educação, Francisco Louçã vem advogar a obrigatoriedade das pobres e desalmadas criancinhas terem educação sexual. As coitadas não precisam de saber a matéria, comportar-se convenientemente, respeitar os pais e professores, terem uma vaga ideia do que é a cidadania, a ética ou a moral. Mas no que toca a sexo meus amigos, convém que nenhum escape aos 90 minutos semanais de intelligentia, que isso de liberdade é coisa de outros tempos, e convenhamos que a base de um cidadão moderno, é o analfabetismo funcional, a inépcia social mas com douta sabedoria genital.
Sem questionar a utilidade dessas aulas se correctamente dadas, parece-me que numa altura em que se dá a morte da educação se está a ter demasiada preocupação com pormenores, e a cair na ditadura da perversão esquerdista.
Os intrusivos. Por Pedro Rolo Duarte.
Sempre que, em termos médicos, me falam de qualquer coisa “intrusiva”, eu não consigo deixar de pensar na PT, na Zon, na TMN, na Vodafone, que moem literalmente o juízo a qualquer ser humano que ouse um dia mudar de operador ou acabar de uma vez por todas com a linha telefónica fixa que já ninguém usa. (mais…)
Passos de coelho ou pézinhos de lã? Por Augusto Emílio.
Parece-me que Pedro Passos Coelho está com algum receio da inflexibilidade do baronato com as suas ideias. Esse medo nota-se na flexibilidade que começa a apresentar. Se essa é a sua postura para a eleição partidária, imagine-se em 2009. (mais…)
Fernando Ruas incita a “correr fiscais à pedrada”
O presidente da Câmara de Viseu e da Associação Nacional de Municípios Portugueses, Fernando Ruas, desafiou a população do concelho a “correr à pedrada” os funcionários do Ministério do Ambiente que fiscalizam e multam obras feitas pelas juntas de freguesia.
(…)
“Corram-nos à pedrada, a sério. Arranjem lá um grupo e corram-nos à pedrada. Eu estou a medir muito bem aquilo que digo”, reagiu Fernando Ruas.
(via 31 da Armada)
Vale a pena ler este post de Joaquim Sá Couto e também o comentário de Carlos Novais:
A ideia de associar o capitalismo a darwinismo social é completamente falaciosa.
A cooperação social voluntária (como lhe chama Mises) dá espaço a todos.
Numa troca, ambas as partes beneficiam. E o princípio das vantagens comparativas faz com que mesmo que uma pessoa seja melhor que todas as outras em todas as tarefas, este beneficia em dedicar-se à melhor e trocar/cooperar com outros que vão produzir as outras.
Depois, ninguém é obrigado a tentar competir por “milhões de USd” de rendimentos. Pode simplesmente escolher ser menos ambicioso e ter uma vida com mais tempo e relaxada.
Polícia atingido a tiro numa rusga no Seixal em estado grave
O polícia do Barreiro foi baleado ontem à noite quando realizava uma busca domiciliária na zona de Miratejo, Seixal. O agente pertence à Unidade de Investigação Criminal e integrava uma força policial que foi cumprir um mandado de busca domiciliária ontem por volta das 22h50, segundo fonte policial.
De acordo com a mesma fonte, as autoridades foram recebidas a tiro, tendo um dos agentes sido baleado na face. O autor dos disparos recebeu tratamento, sob detenção, no hospital Garcia de Orta.
Só faltou mesmo a Ana Gomes reconhecer que se enganou quanto à invasão do Iraque e fazer um apelo directo a George W. Bush:
É tempo de a comunidade internacional - através da ONU, das ONGS humanitárias e dos media internacionais - entrar de roldão na Birmânia. Primeiro para fazer chegar a ajuda a quem sobreviveu. Depois, para ajudar os birmaneses a escorraçar a junta opressora.
(…)
Com ou sem resolução do Conselho de Segurança da ONU a intimar a Junta a levantar as restrições de entrada no país, esta é a altura de avançar em força para a Birmânia, entrando por todas as portas e janelas. A responsabilidade de proteger não pode continuar um chavão inconsequente. [destaques meus]
Educação sem liberdade. Por Paulo Pinto Mascarenhas.
Finalmente, a uma outra pergunta insistente de Constança Cunha e Sá, a ministra aceitou que as “retenções” - mais um eufemismo do “eduquês” para a antiga reprovação ou para o velho “chumbo” - possam deixar pura e simplesmente de existir como parte integrante do método de avaliação dos alunos. Em nome do bem-estar e de um alegado desenvolvimento dos meninos, pressupõe-se que seja aceitável desprezar o esforço e o trabalho de uns ou o castigo para a ausência de participação e aproveitamento de outros. É, uma vez mais, o igualitarismo socialista na máxima expressão.
Leitura complementar: Miserável; Miserável (2).
Depois do salvador Camacho, pode ser a vez de Eriksson: Filipe Vieira e Rui Costa em Manchester para contratar Eriksson
O presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, o futuro director-desportivo do clube “encarnado”, Rui Costa, e o assessor jurídico Paulo Gonçalves estiveram hoje em Manchester (Inglaterra) em negociações com o treinador sueco Sven-Goran Eriksson.
A Ministra da Educação e do Plano. Por Miguel Morgado.
Basta salientar a parte final da entrevista, dedicada ao tema da “escolha” da escola. A Ministra mostrou que não compreende os argumentos em favor da escolha porque, como é socialista - e este detalhe é muito importante -, nunca perceberá, como dizia o outro, o “valor da liberdade”. Para a Ministra, o argumento da “escolha” é pobre porque alega que haveria “ganhos de eficiência” e melhoramento dos resultados escolares. O argumento da “escolha” é mau porque favorece a desigualdade, claro está, a causa omnipresente dos males e deficiências do sistema. O argumento da “escolha” não presta porque devemos todos apostar no aumento de qualidade do sector público de educação. Para a Ministra da Educação e do Plano, o putativo aumento de qualidade das escolas públicas - e este é um raciocínio que deliciaria Salazar e Enver Hoxha - esgotaria a vontade da “escolha”.
Leitura complementar: Miserável.
Com 74 votos contabilizados até ao momento, os resultados são os seguintes:
Passos Coelho 48,6%
Ferreira Leite 27%
Santana Lopes 16,2%
Patinha Antão 5,4%
Neto da Silva 2,7%
Confesso que me surpreende um pouco, nesta fase, o elevado peso da votação em Pedro Passos Coelho quando comparado com Manuela Ferreira Leite e Pedro Santana Lopes. Admito que seja um sinal da maior presença de apoiantes de Passos Coelho na blogosfera política portuguesa ou - porventura de forma complementar - o efeito Rui Albuquerque…
A votação continua a decorrer na coluna da direita.
A petição pode ser assinada aqui.
Cartas na Mesa. Por PPM.
A não perder mais logo depois do Jornal Nacional da TVI, o novo programa de entrevistas de Constança Cunha e Sá. A convidada é a ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues e há muitas perguntas por responder.
O 25 de Abril: ignorância ou preocupação? Por André Abrantes Amaral.
É assim que o regime que saiu do 25 de Abril é hoje um regime triste, que nos deixa uma herança pesada: Uma constituição socialista e um Estado omnipresente. Omnipresente na lei do arrendamento urbano; na lei laboral; numa conhecida lei do tabaco, que interfere no direito de propriedade; na banca, sendo dono da Caixa Geral de Depósitos; detendo o capital de imensas empresas, como sejam a CP, a ANA, a Carris e a RTP. Mais grave que tudo, um Estado que acredita ser a obra pública o motor da economia, quando a obra pública desenfreada só leva à desigualdade e cria inflação, que é um imposto e, por nunca ser igual nos produtos e variar de lugar para lugar, cria ainda mais desigualdade. (mais…)
Vaga de assaltos leva medo à venda de tabaco
Os armazenistas de tabaco estão a entrar em desespero com a vaga de assaltos a viaturas de distribuição. Desde o dia 15 houve sete assaltos, com os dois últimos, ambos na segunda-feira, incluindo o roubo a um camião da Tabaqueira, em Amares, a significarem uma perda de mais de 560 mil euros. No total, os prejuízos recentes rondam o milhão de euros. (mais…)
Nova votação Insurgente na coluna da direita: Quem seria melhor líder para o PSD?
Morte da Escola. Por Henrique Raposo.
No meio da agitação do PSD e das manifs sindicais, ninguém reparou que a Ministra da Educação e o seu ministério de pedagogos da treta prepara a morte oficial da escola. Diz a ministra que a escola não deve chumbar ninguém.
Leitura complementar: Mais laxismo e facilitismo na educação.
O ENDEREÇO DE ‘E-MAIL’ ESTÁ NO TOPO DA PÁGINA. Por Alberto Gonçalves.
A pretexto de crónica anterior, meia dúzia de “e-mails” informam-me de que sou um rematado “fascista”. Os remetentes, “democratas” no sentido que o “Avante!”dá à expressão, afirmam-se indignados com a minha “impunidade” e aspiram a varrer-me da superfície terrestre ou, no mínimo, do DN.Três décadas e tal depois, ainda não falha. Se uma pessoa insinua que os meses posteriores ao golpe de 1974 nem sempre foram encantadores, essa pessoa é, evidentemente, “fascista”. Em Portugal, preferir a legitimidade eleitoral à “legitimidade revolucionária” de uns malucos perigosos é sintoma de “fascismo”. Defender a propriedade contra a colectivização é sintoma de “fascismo”. Achar que Ary dos Santos era um embaraço literário é sintoma de “fascismo”. (mais…)
Os primeiros sinais sobre as prioridades do Mayor Boris Johnson são positivos. Mais tarde se confirmará se as políticas implementadas correspondem às prioridades enunciadas: Mayor Johnson vows to cut crime
Boris Johnson has pledged to tackle the “scourge” of crime on London’s transport system as a key priority in his new role as mayor of the city. (mais…)
Abril de 1974 em Maio de 2008 (ou 25 Abril Sempre!) Por Bruno Reis.
É humano que haja quem sinta saudades dos tempos da sua juventude política. Mas pedir aos jovens de hoje que macaqueiem os seus pais e avós é uma ideia política bizarra, pelo menos fora da área política do PCP e da extrema-esquerda folclórica (e hoje fundamentalmente conservadora).
Com a (lamentável) fragmentação do UKIP, confirmou-se a possibilidade aqui salientada e o BNP acabou mesmo por obter um resultado histórico em Londres, conseguindo pela primeira vez um representante - Richard Barnbrook - na London Assembly: BNP celebrate after securing Assembly seat
The BNP can attribute its success to strong results in several areas, including more than 12 per cent of the vote in Havering and Redbridge, almost 10 per cent of the vote in City & East, and six per cent in Ealing & Hillingdon.
BNP’s man in the Assembly defends the party
BNP Assembly Member Richard Barnbrook, 47, opposition leader on Barking and Dagenham council, campaigned on a platform of strong opposition to immigration and to special treatment for minorities. (mais…)
Diplomatas dos EUA “convidados” a sair da Bielorrússia. Por CMC.
Lukachenko não simpatiza com quem lhe faz frente. Ou melhor, com quase todos. Internamente, a oposição está agrilhoada. Externamente, a todos pode fazer isso. Ou melhor, a quase todos, pois a Rússia já fez finca-pé a Minsk, quando aumentou o preço do gás e petróleo, e o regime ditatorial comeu e calou perante o aumento da factura.