Francis Fukuyama no Observador

Francis Fukuyama esteve em Portugal e foi o convidado especial do “Conversas à Quinta”. Discutimos, com Jaime Gama e Jaime Nogueira Pinto, o seu último livro: “Ordem Política e Decadência Política”.

Leitura complementar: Observador: um ano de serviço público.

Há gravações mas não há dinheiro…

Mentiras e vídeo. Yanis Varoufakis confirma que gravou reunião de Riga
“Não há dinheiro” para pagar ao FMI em junho, diz ministro do Interior

Leitura complementar: O cenário do PS: entre Centeno e Varoufakis; Da espiral recessiva aos cantos do Syriza; Razões para ter esperança no Syriza; O socialismo europeu e o Syriza; A Grécia e o erro de Merkel.

José Alberto Carvalho e a apologia do terrorismo progressista na TVI (2)

TV Buíça: Apologia do regicídio em prime time. Por João Vacas.

Leitura complementar: Observador: um ano de serviço público.

Além da “verdade a que temos direito”…

O meu artigo de hoje no Observador: Observador: um ano de serviço público.

Leitura complementar: José Alberto Carvalho e a apologia do terrorismo progressista na TVI; Diário de imprensa no dia a seguir a uma vitória da direita num dos mais importantes países europeus.

O FMI e o triste fado português

Lacunas nacionais. Por Pedro Braz Teixeira.

É lamentável que tenham de ser instituições externas, como o FMI, a apontar o caminho das reformas para a nossa saúde económica.

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Os tabus no nosso reformismo

“The economy, stupid”. Por Mário Pinto.

Dentro da famigerada «reforma do Estado», que quase toda a gente defende, a reforma do «Estado social» é contudo muito mais urgente do que a reforma do «Estado Democrático» (o «Estado de Direito» não tem estado felizmente em causa) — porque a reforma do Estado social é mais «económica» (reforma da sua economicidade) e a reforma do Estado Democrático é mais «política». Mas toda a gente prefere falar da reforma institucional-política, e não da reforma social-económica. Há portanto tabus no nosso reformismo.

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António Costa aprendeu com tontices do Syriza?

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António Costa. “Vitória do Syriza é um sinal de mudança que dá força para seguir a mesma linha” (Janeiro de 2015)

“Temos de travar um combate na UE de forma inteligente, não de forma tonta como o Syriza” (Maio de 2015)

Leitura complementar: O socialismo europeu e o Syriza; O cenário do PS: entre Centeno e Varoufakis; Da espiral recessiva aos cantos do Syriza; Razões para ter esperança no Syriza; O socialismo europeu e o Syriza; A Grécia e o erro de Merkel.

Paul Krugman, pop star e economista criativo

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BUSTED: Paul Krugman removed 20 years of data from a chart to show a correlation that wasn’t really there

See what was done there? The period in the early 1960’s was removed, and so was the period from 2000 on. In other words, out of a 55-year time period, Dr. Krugman decided to remove 20 years’ worth of data. For those keeping track, that’s removing almost 40% of an entire data set just because the data didn’t fit the narrative.

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Finlândia e Rússia: presente e passado

Aumento de tensão com Rússia. Finlândia mobiliza 900.000 militares na reserva

Note-se que a Finlândia não é um membro da Nato e é o segundo país na Europa, depois da Ucrânia, a ter a maior fronteira com a Rússia (com cerca de 1.335 quilómetros). Esta proximidade pode tornar o país vulnerável a agressões por pare do Governo de Vladimir Putin.

The Winter War of Finland and Russia

Alberto João Jardim na RTP

Caro Rui, ressentir é sentir duas vezes e o bom entretenimento faz-se com muito sentimento: a brigada do ressentimento.

A quase todos une um passado comum de desilusões político-partidárias, que eles tomaram como desconsiderações pessoais, e com as quais quase sempre fazem pautar a «isenção» dos seus comentários. É, por isso, com naturalidade e sem surpresa, que vemos o Dr. Jardim a engrossar este já muito vasto pelotão do ressentimento. Seja, pois então, muito bem-vindo à brigada.

Estranho é que ninguém convide António José Seguro para um espaço de comentário próprio e regular. Por que será?

Uma segunda moeda para a Grécia?

Alemanha não defendeu, mas falou de moeda paralela para a Grécia

Wolfgang Schäuble admitiu que a Grécia poderá necessitar de uma moeda paralela se não houver progressos nas negociações com os credores. Quem o diz são fontes próximas do ministro alemão.

Leitura complementar: O cenário do PS: entre Centeno e Varoufakis; Da espiral recessiva aos cantos do Syriza; Razões para ter esperança no Syriza; O socialismo europeu e o Syriza; A Grécia e o erro de Merkel.

José Alberto Carvalho e a apologia do terrorismo progressista na TVI

De televisão da igreja católica a televisão da carbonária. Por Helena Matos.

Via Corta fitas cheguei a este video do telejornal da TVI apresentado do Museu dos Coches. A finalizar o dito bloco informativo José Alberto Carvalho mostrou o landau onde viajava D. Carlos no dia do regícidio. Aí começa uma singular peça jornalística de apologia do assassínio em nome da República.

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A Constituição de 1976 não é inócua

uma estranha visão da democracia. Por Rui A.

Vital Moreira, um dos progenitores da Constituição de 1976, escreveu ontem um notável artigo em defesa da sua cria, no qual argumenta, em favor da sobrevivência da mesma, que ela já pouco, ou nada, tem a ver com o que foi parido nesse ano longínquo em que viu a luz do dia. (…) Na verdade, a Constituição de 76 não é tão inócua como ele parece fazer crer. Descontando o artefacto histórico do preâmbulo que mantém o destino histórico «socialista» de Portugal, o que a todos (inclusivamente, ou principalmente, aos socialistas) deveria envergonhar, os constituintes de 76 impuseram um conjunto de limites às futuras revisões da Constituição muito pouco, ou nada, democráticos. Um deles, «a forma republicana do governo» (do «estado», talvez?); um outro, tão ambíguo e equívoco que dá para todos os chumbos do Tribunal Constitucional, «os direitos dos trabalhadores»; um terceiro, a «existência de planos económicos no âmbito de uma economia mista», sendo a dita «economia mista» um modelo económico onde predomina a estatização. Para além destes expressos limites materiais às revisões da Constituição, o texto é abundante em princípios e normas equívocas que permitem declarar inconstitucionais todas as reformas profundas do estado, mormente aquelas que mexem nos interesses instalados da administração pública.

Leitura complementar: Portugal precisa de uma Constituição não socialista.

E se o fantasma da troika não for suficiente?

Porque é que só Cavaco Silva e Evans-Pritchard estão preocupados? Por Rui Ramos.

O regime não está incomodado. Já ninguém lê os relatórios do FMI. Por enquanto, há dinheiro barato. E para o futuro, os sábios esperam que as perspectivas difíceis descritas por Evans-Pritchard, só por si, imponham responsabilidade e disciplina aos partidos do chamado “arco da governação”. No fundo, confia-se no fantasma da troika, isto é, na pressão externa sobre uma pequena economia aberta. A oligarquia não imagina outra base de governo em Portugal. A questão é esta: para aquilo que é preciso fazer, bastarão o medo e o cinismo? Não serão precisos também alguma visão, alguma esperança?

Leitura complementar: O guião do regresso ao passado.

Católica Lisbon School of Business and Economics sobe no ranking do “Financial Times”

Está mais uma vez de parabéns toda a equipa da Católica Lisbon School of Business and Economics, um notável (e infelizmente raro) caso de sucesso no ensino superior em Portugal, conseguido sem financiamento estatal, com os resultados que estão à vista, nos rankings e muito além deles: Católica Lisbon é a 38ª no ranking do Financial Times

A Católica Lisbon School of Business and Economics escalou sete lugares no ranking de 2015 do Financial Times sobre a formação de executivos. Esta escola de gestão ocupa, este ano, o lugar 38 do ranking global, que resulta do 51.º lugar numa outra tabela ligada a programas customizados, isto é, de formação específica para empresas, e da prestação nos programas abertos, dirigidos a qualquer aluno, onde obtém o 38.º melhor desempenho.

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O disparate de canalizar recursos públicos para novos centros de congressos

Subscrevo a preocupação e também espero que prevaleça o bom senso e não se avance para a construção de mais elefantes brancos: Europarque é do Norte. Por Emídio Sousa.

É com base nessa moderação e bom senso que me preocupam as notícias sobre novos centros de congressos. Aconselho os decisores políticos a refletirem. Manter e recuperar o que já está construído parece-me bem. Sem bairrismos bacocos, construir novos centros de congressos parece-me um perfeito disparate e espero que em momento algum o Estado ou os fundos comunitários financiem esse tipo de despesa.

Candidaturas IEP-UCP 2015/2016

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Licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais

Mestrado em Ciência Política e Relações Internacionais

MA in Governance, Leadership and Democracy Studies

Doutoramento em Ciência Política e Relações Internacionais

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6000 no Facebook

A página d’O Insurgente no Facebook agrega já mais de 6.000 pessoas. No que diz respeito a outros canais de divulgação, para além das muitas pessoas que seguem O Insurgente através dos mais variados readers e por email, o blogue conta também com cerca de 1.800 seguidores via Twitter.

Adicionalmente, 2015 continua a ser ano de máximos históricos de audiências n’O Insurgente com uma média mensal de visitas registadas no site superior a 250.000.

Obrigado a todos os leitores pela preferência.

António Costa sobre a privatização da TAP em 2012 e 2015

Fevereiro de 2012: António Costa defende integração da TAP numa grande companhia latino-americana

“Tenho dito e repito que a privatização da TAP é a mais crítica que está em cima da mesa, assim como a privatização da ANA, e acho que era útil para o país do ponto de vista estratégico uma estratégia de fusão por integração entre a TAP e uma grande empresa e a integração da ANA com os aeroportos brasileiros”, acrescentou.

Uma tal opção permitiria, considerou, “captar investimento e consolidar” essa centralidade atlântica”.

Maio de 2015: Privatização. António Costa espera que nada de irremediável aconteça na TAP

Questionado pelos jornalistas sobre a entrega de três ofertas vinculativas para a compra da companhia aérea, António Costa sublinhou que a TAP “é uma condição essencial da nossa soberania” e pediu cautela.

O PS, repetiu, “fará tido para que o Estado não perca o controlo da empresa”, manifestando a esperança que de alguns candidatos tenham feito ofertas para menos de 50% do capital. Mas tal não terá acontecido, porque isso levaria à exclusão do candidato, tendo em conta as exigências do caderno de encargos.

(via João Miranda: António Costa indeciso entre Avianca e Azul)

Leitura complementar: O guião do regresso ao passado; TAP: privatização ou falência?

Regresso ao passado em Portugal

O meu artigo de hoje no Observador: O guião do regresso ao passado.

Se a tendência dos últimos tempos se mantiver, o filme que se perspectiva para depois das legislativas é uma sequela em tons cinzentos do que conduziu ao pedido de resgate em 2011. Tal como acontece na maioria das sequelas, o filme arrisca-se a ser de ainda pior qualidade do que o original, mas num aspecto não devem restar dúvidas: o final será muito semelhante. Caso venha a ser colocado em prática, o guião do regresso ao passado será uma receita para o desastre depois das próximas legislativas.

O artigo pode ser lido na íntegra aqui.

A quadratura do círculo na Grécia

Bruxelas. Atenas deve entregar uma “lista de reformas completa e credível”
Tsipras promete aos gregos não ultrapassar linhas vermelhas nas pensões e salários

Leitura complementar: O cenário do PS: entre Centeno e Varoufakis; Da espiral recessiva aos cantos do Syriza; Razões para ter esperança no Syriza; O socialismo europeu e o Syriza; A Grécia e o erro de Merkel.