O Insurgente

Julho 10, 2009

Obama com popularidade negativa no Ohio

Arquivar em: Internacional, Política, Sondagens — André Azevedo Alves @ 15:30

Obama’s Popularity Plummets in Ohio as Residents Express Impatience

Patience may be wearing thin for President Obama’s economic initiatives to produce results — at least in Ohio — as a new poll shows the president’s popularity plunging in that critical swing state.

The president’s approval ratings from Ohio voters dropped from 62 percent in May to 49 percent this month in a new Quinnipiac University poll, making it the first state in which Obama’s job approval has dipped below 50 percent.

Elisa Ferreira deveria retirar a candidatura

Arquivar em: Política, Portugal, Sondagens — André Azevedo Alves @ 11:43

Porto Ferreira. Por Gabriel Silva.

Rui Rio: 55,2%. Elisa Ferreira: 23,5%. Rui Sá: 9,2%. Teixeira Lopes: 8,1%. Dados da sondagem publicada no GRANDE PORTO de hoje.

(…)

A novela que se tem vindo a desenrolar no interior do PS/Porto por estes dias, que levam mesmo à intervenção directa do secretário-geral socialista, é indigna da cidade e de um partido que pretenda apresentar-se seriamente aos portuenses. Elisa Ferreira não era inicialmente má candidata, pelo contrário. Mas desde o princípio não foi bem vista pela pequena e bafienta elite socialista local. E cometeu o erro pessoal de pretender assegurar o seu ganha-pão em duas frentes simultâneas. O que foi mortal à sua candidatura. Não que seja agora fácil recuar, mas Elisa já devia ter percebido que não tem hipóteses, mesmo a nível interno do partido que supostamente a apoia, e deveria tentar retirar-se com alguma dignidade, não aceitando sujeitar-se ao enxovalho que os caciques socialistas locais lhe tem vindo a fazer nestes dias.

Em memória da “Diana Mantra” e de todos os seus heterónimos

Arquivar em: Blogosfera, Insurgentologia, Videos — André Azevedo Alves @ 00:30

ENA PÁ 2000 – És Cruel

(agradeço a sugestão musical ao Comandante Miguel Noronha)

Julho 9, 2009

Quem mentiu: Paulo Alves Guerra ou Maria João Pires?

Arquivar em: Comentário, Media, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 21:00

Alguém sabe se Paulo Alves Guerra já se voltou a pronunciar publicamente sobre o (suposto) anúncio da renúncia à nacionalidade portuguesa por parte de Maria João Pires depois de ter sido categoricamente desmentido pelo advogado da pianista?

É que face ao teor e detalhes da notícia inicial, parece muito pouco provável tratar-se apenas de um mero mal entendido:

“Não quero ter mais nada a ver com Portugal. Não devo nada ao país, nem Portugal me deve a mim.” Foi desta forma, que a pianista Maria João Pires contou ao jornalista da Antena 2, Paulo Alves Guerra, que ia renunciar à nacionalidade portuguesa. A declaração, revelada ontem, foi feita nos corredores do Centro Comercial Amoreiras, em Lisboa. “Cruzei-me com a Maria João Pires, que estava às compras e começámos a conversar. Ao fim de cinco minutos, contou-me que ia renunciar à nacionalidade portuguesa porque está farta dos coices e pontapés que tem recebido de Portugal”, diz ao i o jornalista.

A pianista, que tem dupla nacionalidade, vai passar a ser apenas brasileira. “A razão que me deu é que no Brasil, para onde foi em 2006, foi muito bem recebida. Está encantada e vai desenvolver um projecto hoteleiro, chamado Toca do Toco, em Salvador.”

Paulo Alves Guerra fez questão de frisar que estava a falar com um jornalista, mas Maria João Pires respondeu que ele podia utilizar a informação como entendesse, só não permitia que gravasse a conversa. É que a artista se recusa a dar entrevistas à imprensa portuguesa.

A pianista já tinha ameaçado renunciar à nacionalidade, mas ao que parece desta vez é a sério. “Parecia uma atitude muito pensada”, diz o jornalista. Dentro de duas semanas tudo estará tratado, mas antes o seu advogado emitirá uma declaração.

Como até agora a única declaração do advogado de Maria João Pires foi um desmentido categórico, é a credibilidade do jornalista da Antena 2 Paulo Alves Guerra que está directamente posta em causa. Espero por isso que já tenha havido – ou não deixe de vir a haver – um esclarecimento público por parte de Paulo Alves Guerra sobre este lamentável episódio no qual a Antena 2 foi utilizada como instrumento de divulgação de uma (aparente?) falsidade.

Ryanair pondera ter passageiros a viajar de pé nos aviões

Arquivar em: Economia, Internacional — André Azevedo Alves @ 20:00

Ryanair asks passengers to vote on ‘standing’ flights

Ryanair, the World’s favourite airline, today (9th July) launched an online poll to ask if passengers would ‘stand’ on short flights if it meant they could travel for FREE, or pay 50% less than seated passengers. Ryanair is gauging passenger demand for its ‘vertical seating’ which will allow passengers to travel – for free – in a secure upright position on short flights of approximately one hour.

The poll, which is available on ryanair.com until midnight Monday 13th July, asks passengers:

1. If it meant your fare was free would you stand on a one hour flight?
2. If it meant your fare was half that of a seated passenger would you stand on a one hour flight?
3. Do you think passengers should have a choice of standing on short flights as they currently do on trains, buses and underground transport?

Razões para não votar neste CDS

Arquivar em: Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 18:00

“PRUDÊNCIA E CAUTELA”. Por João Gonçalves.

Quanto à “prudência e cautela”, a única conclusão possível é que o dr. Portas espera para ver quem chega à frente em Setembro. Depois, com os referidos atributos, logo se vê.

Adenda: Também ficou claro que o dr. Portas pretende “negociar” com quem quer que chegue em primeiro lugar, no dia 27 de Setembro, o MAI. Para ele, evidentemente. E, com o devido respeito, propor a “Tegui” (nom de plume de Teresa Caeiro) para vice-presidente da A.R. deixa qualquer um no limiar da sobrevivência.

O Zé faz falta…

Arquivar em: Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 16:57

O Zé pode estar com o passe algo desvalorizado depois das inúmeras pantominices em que se envolveu e de um mandato medíocre, mas nem por isso deixa de avisar que vai ser “intransigente” nas negociações: Sá Fernandes admite concorrer a Lisboa com António Costa

José Sá Fernandes admitiu hoje vir a integrar a lista do socialista António Costa às eleições autárquicas de Outubro. Mas o vereador avisa que será “intransigente” e que o eventual acordo, que será discutido nos próximos dias, só avançará se o actual presidente da Câmara de Lisboa aceitar incorporar no seu programa eleitoral as principais propostas da associação cívica Lisboa É Muita Gente.

Mais um ataque aos consumidores

Arquivar em: Economia, Nanny State Watch, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 16:14

Confirma-se: mais intervenção estatal, menor liberdade contratual, mais dificuldades na obtenção e negociação de crédito, maior repercussão indirecta de custos nos clientes do sistema bancário. Mas como a ignorância económica impera e a medida soa bem, não duvido que será aplaudida (quase) unanimemente.

Leitura complementar: Adivinhem quem sairá a perder…

Sócrates 3.0

Arquivar em: Media, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 12:19

Mesmo com marketeiros de Obama, tenho sérias dúvidas que este novo make-up de Sócrates vá resultar junto da opinião pública. Mas veremos: Sócrates diz que o combate eleitoral vai ser uma escolha de “atitude”

É para um combate de “atitude” que José Sócrates convocou ontem os deputados e o “PS inteiro”, pedindo-lhes “ânimo, força e coragem”. O combate eleitoral, segundo o primeiro- ministro, vai ser “uma questão de atitude”, uma escolha entre “quem tem confiança no país, vontade e ambição” e quem faz da “resignação, pessimismo e negativismo” uma “linha política”.

Keynesianismo Clássico vs. Keynesianismo Popular Português

Arquivar em: Economia, Internacional, Política, Portugal, Teoria — André Azevedo Alves @ 12:17

Em nome de Caines. Por João Miranda.

Nos últimos tempos emergiu em Portugal uma nova espécie de economista, o Cainesiano Tuga, que, embora aparentado, pouco tem a ver com o Keyneasiano Clássico. Seguem-se as diferenças:

1. O Keynesiano Clássico compreende que a sua teoria só faz sentido em grandes economias ou em economias fechadas. Defende até que as medidas devem ter um carácter proteccionista para o efeito não se perder para o exterior. O Cainesiano Tuga insiste em aplicar a teoria a uma pequena economia aberta que previamente já tinha um elevado défice comercial. O Cainesiano Tuga é por isso um adepto do estímulo à economia dos parceiros comerciais do seu país.

2. O Keynesiano Clássico defende medidas anti-ciclicas. Defende medidas expansionistas no pico da recessão e medidas contraccionistas no pico da expansão. Defende déficit público na contracção e superavit na expansão. O Cainesiano Tuga defende medidas expansionistas sempre. Durante os períodos expansionistas defende a despesa pública porque há dinheiro para gastar. Durante a recessão defende medidas expansionistas porque, apesar de não haver dinheiro para gastar, “é necessário combater a crise”.

(…)

6. O Keynesiano Clássico compreende a teoria e consegue discuti-la em detalhe. O Cainesiano Tuga cita Caines, Obama e Krugman (Respeito. Ganhou um prémio Nobel. Vénia, vénia).

7. O Keynesiano Clássico acredita que a economia é uma ciência objectiva sobre a qual é possível falar com rigor. O Cainesiano Tuga é um “economista de esquerda” em luta contra os “economistas neoliberais”.

Leitura complementar: A Lei de Say e o erro central do keynesianismo.

E agora, Obama?

Arquivar em: Internacional, Media, Política — André Azevedo Alves @ 11:51

Será que ainda há forma de culpar George W. Bush?

Iraque: atentados no Norte e na capital do país causam mais de 40 mortos

Pelo menos 34 pessoas morreram e outras 60 ficaram feridas em dois atentados suicidas quase em simultâneo na cidade de Tal Afar, perto de Mosul, no Norte do Iraque, num balanço de vítimas confirmado esta manhã por fontes hospitalares e pelo chefe da polícia local às agências de notícias. É o mais mortal ataque no Iraque desde o início da retirada das tropas de combate norte-americanas na semana passada.

Afeganistão: 25 pessoas morrem numa explosão junto a escolas a sul da capital

Uma violenta explosão no exterior de uma escola a sul da capital do Afeganistão causou a morte de pelo menos 25 pessoas, incluindo 12 estudantes, no mais recente sinal de uma escalda de violência no país desde que as tropas norte-americanas lançaram uma nova ofensiva, há uma semana, na região de Helmand, bastião dos taliban.

Julho 8, 2009

A Lei de Say e o erro central do keynesianismo

Arquivar em: Economia, Política, Teoria — André Azevedo Alves @ 21:39

Lord Keynes e a Lei de Say. Por Ludwig von Mises.

A principal contribuição de Lord Keynes não esteve no desenvolvimento de novas ideias, mas, sim, “em fugir das antigas”, como ele mesmo declarou no fim do prefácio de sua Teoria geral. Os keynesianos dizem-nos que seu feito imortal consiste na refutação cabal do que veio a ser conhecido como Lei dos Mercados ou Lei de Say. A negação dessa lei, afirmam, é a essência de todas as lições de Keynes; todas as outras proposições de sua doutrina derivam, por necessidade lógica, desse insight fundamental e têm de ruir se o fracasso desse ataque na Lei de Say puder ser demonstrado.

É importante compreender agora que aquilo que é chamado de Lei de Say foi, num primeiro momento, proposto como refutação de doutrinas popularmente aceitas nos tempos anteriores ao desenvolvimento da economia como um ramo do conhecimento humano. Ela não era uma parte integrante da nova ciência econômica conforme ensinada pelos economistas clássicos; era, antes, um preâmbulo — a revelação e a eliminação de ideias deturpadas e insustentáveis que turvavam a mente das pessoas e eram um sério obstáculo à analise racional das circunstâncias.

(…)

Bens, diz Say, são pagos, em última análise, não com dinheiro, mas com outros bens. O dinheiro é simplesmente o meio de troca mais comumente utilizado; ele desempenha apenas um papel intermediário. O que o vendedor quer receber em troca pelos bens vendidos são, em última análise, outros bens. Cada bem produzido é, por conseguinte, um preço, digamos assim, por outro bem produzido. Qualquer aumento na produção de um bem melhora a situação do produtor de qualquer outro bem. O que pode prejudicar os interesses do produtor de um bem determinado é não antecipar corretamente o estado do mercado. Ele superestimou a demanda dos consumidores por seu bem e subestimou sua demanda por outros bens.

(…)

Os embates entre os defensores da moeda estável e os inflacionistas perpetuaram-se por muitas décadas. Mas não eram mais considerados uma controvérsia entre várias escolas econômicas. Eram vistos como um conflito entre economistas e anti-economistas, entre homens racionais e fanáticos ignorantes.

(…)

Tudo foi diferente com a “nova economia” de Lord Keynes. As políticas que ele defendia eram exatamente aquelas que quase todos os governos, inclusive o inglês, já haviam adotado muitos anos antes de sua Teoria geral ser publicada. Keynes não foi um inovador e defensor de novos métodos de gerir assuntos econômicos. Sua contribuição consistiu, na verdade, em oferecer uma justificação visível às políticas que eram populares entre aqueles no poder apesar do fato de todos os economistas verem-nas como desastrosas. Seu feito foi racionalizar as políticas já praticadas. Ele não foi um “revolucionário”, como alguns de seus adeptos chamavam-no. A “revolução keynesiana” ocorreu antes de Keynes aprová-la e fabricar uma justificação pseudo-científica para ela. O que ele de fato fez foi escrever uma defesa das políticas prevalentes dos governos.

Spend! Spend! Spend!

Arquivar em: Cartoons, Economia, Internacional, Política — André Azevedo Alves @ 20:54

Regeneração social e integração democrática

Arquivar em: Justiça, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 17:57

ÓSCAR E OS AMIGOS. Por BOS.

Não sei se os média irão relevar o facto. O gangue do Multibanco, desmantelado esta semana pela GNR, integrava o famoso Óscar Silva, ex-terrorista das FP-25 de Abril indultado por Mário Soares. O antigo membro da organização de Otelo ensinou os novos companheiros de luta a nunca ligarem telemóveis no local do crime, a usar capuzes e a empregar a violência necessária em cada assalto. O grupo actuava com recurso a carjacking e sequestros. As lições renderam três milhões de euros em dois anos, mas parece que ninguém morreu.
Ora, pela inexistência de mortos, pode aferir-se a reformação moral de Óscar. Não foi por sancadilha que tal sucedeu. Nota-se uma regeneração do indivíduo, um lenta mas constante reintegração social. Nos anos 80, a organização de Óscar matou 18 pessoas, em atentados a tiro e à bomba, para além dos habituais assaltos a bancos. Após duas décadas de integração democrática, Óscar apenas rouba e sequestra.

Os patos-bravos e a cultura

Arquivar em: Comentário, Cultura, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 17:39

Pela minha parte, não hesito em desculpar o Pedro Picoito por – como ele próprio admite – descer o nível neste post, mas francamente gostaria de o ver apontar exemplos de posts publicados n’O Insurgente que tenham defendido “fundações de comendadores e patos-bravos que batem igualmente à porta do Estado” (tendo em conta que se dirigiu a um texto publicado no blogue, parece-me razoável admitir que são em primeiro lugar os insurgentes que o Pedro tem em mente quando se refere a liberais).

Sócrates, escuta…

Arquivar em: Justiça, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 17:16

Um acontecimento tristemente simbólico do estado a que chegou a (des)ordem pública no Portugal socialista: Estivadores fazem manifestação com petardos e insultos graves a Sócrates

Cerca de duas centenas de estivadores estão hoje a fazer uma manifestação em frente à Assembleia da República, com parte deles a gritar insultos graves dirigidos ao primeiro-ministro, José Sócrates, e a rebentar petardos.

De acordo com um dos agentes da PSP que faziam a segurança da manifestação e a protecção da entrada da Assembleia da República, foram já identificados alguns dos estivadores autores de insultos ao primeiro-ministro e responsáveis pela utilização de petardos.

A instabilidade interna da China (2)

Arquivar em: Comentário, Cultura, Internacional, Media, Política — André Azevedo Alves @ 14:20

As demonstrações maciças de força por parte das autoridades chinesas têm provavelmente mais a ver com o receio de que o exemplo de Urumqi alastre para alguns dos outros pontos quentes na China do que com necessidades imediatas de controlo da situação no terreno. Apesar de estar compreensivelmente longe do nível de interesse mediático suscitado pela chegada do CR9 ao Real Madrid ou pelo funeral de Michael Jackson, esta é ainda assim uma situação que talvez importe acompanhar com alguma atenção: China: milhares de militares em Urumqi para pôr fim aos conflitos inter-étnicos

Milhares de forças de segurança chinesas foram mobilizadas para a cidade de Urumqi, província de Xinjiang, no Nororeste do país, para pôr fim ao que as autoridades de Pequim designam como conflitos interétnicos entre uigures e chineses da etina han, que irromperam na sequência de protestos violentos dos muçulmanos maioritários na região. Pelo menos 156 pessoas morreram embora representantes da minoria muçulmana falem no número muito superior de 400.

O governo local impôs o recolher obrigatório depois de milhares de chineses han terem ontem tomado de assalto as ruas de Urumqi, exigindo serem ressarcidos pela violência e motins causados pelos uigures na véspera.

Antarctic Sea Ice Video

Arquivar em: Ambiente, Internacional, Media, Teoria — André Azevedo Alves @ 10:17

Julho 7, 2009

O efeito Diana Mantra explicado

Arquivar em: Blogosfera, Educação, Insurgentologia, Portugal, Teoria — André Azevedo Alves @ 00:11

Julho 6, 2009

Daniel Oliveira e a pedofilia

Arquivar em: Blogosfera, Comentário, Cultura, Insurgentologia, Justiça, Media, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 17:21

Sendo certo que Daniel Oliveira não especifica o intervalo de idades a que se refere, a verdade é que ao escrever “Diz que rapazinhos atrevidos têm muita saída”, não está propriamente a contribuir para reforçar a ideia de que a extrema-esquerda fracturante condena inequivocamente a pedofilia…

Nem que fosse apenas por preocupação com a imagem do seu partido e do seu quadrante ideológico, um membro destacado do Bloco de Esquerda com ampla presença mediática como Daniel Oliveira devia ter mais cuidado na abordagem pública deste tipo de temas.

A irracionalidade económica das linhas de crédito governamentais

Arquivar em: Economia, Política, Portugal, Teoria — André Azevedo Alves @ 16:50

Infelizmente, o populismo e a demagogia associados a este tipo de medidas tendem a sobrepor-se ao bom senso, acarretando, a prazo, pesados custos económicos e sociais para o país: Linhas de Crédito e Linhas de Crédito II. Por João Miranda.

Impunidade no Portugal socialista

Arquivar em: Justiça, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 12:13

Infelizmente, episódios como este vão-se banalizando:

Os dois agentes, ambos baleados na cara, têm idades entre os 25 e os 26 anos, segundo o presidente da distrital de Lisboa da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia, José Mendes. A Associação Sindical dos profissionais da Polícia adverte que se “vive um sentimento de impunidade para com os criminosos que agridem agentes em serviço”.

(…)

Os autores dos disparos continuam a monte, mas o ministro da Administração Interna, Rui Pereira, que ontem visitou os dois agentes da PSP no hospital, já veio dizer que tem confiança que os autores dos disparos venham a ser detidos.

(…)

Segundo a população, o ambiente que se vive na Amadora é de autêntica “guerra civil”, sendo Santa Filomena, bairro 6 de Maio e a Cova da Moura os locais mais problemáticos do concelho e dos mais falados a nível nacional. Foi na Amadora, em 2005 que três agentes da PSP morreram. E não é só a imagem que passa para o exterior, queixam-se os locais. O ambiente para a população e comerciantes é de “terror”, afirmam.

Foi aliás em Santa Filomena que a 20 de Março de 2005 foram disparadas, segundo as perícias feitas então, mais de 30 balas contra dois agentes, mortos junto a um café local, o Chop Bar. Desde então o mesmo cenário de violência e medo é descrito pela população.

Advogado de Maria João Pires desmente Paulo Alves Guerra

Arquivar em: Media, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 12:06

A instabilidade interna da China

Arquivar em: Internacional, Política — André Azevedo Alves @ 11:07

Para além de lamentar a violência e as mortes, é sempre bom recordar que a estabilidade interna e a unidade territorial da China estão longe de ser dados adquiridos: China: Motins em Xinjiang fazem pelo menos 140 mortos e 800 feridos

Pelo menos 140 pessoas foram mortas e 800 outras feridas nos violentos motins de ontem à noite em Urumqi, capital da região de Xinjiang, no noroeste da China, de acordo com um balanço feito já esta manhã pelas autoridades locais à agência francesa AFP.

Segundo a China News, que citava o departamento chinês de Segurança Pública, centenas de pessoas foram presas, entre as quais “mais de dez figuras chave que instigaram os motins”.

Julho 5, 2009

Vilarinho mostra que o Benfica está em boas mãos

Arquivar em: Desporto, Media, Portugal, Videos — André Azevedo Alves @ 17:37

Manuel Vilarinho: “Estou-me cagando”

Os media e o “golpe de Estado” nas Honduras

Arquivar em: Internacional, Media, Política — André Azevedo Alves @ 13:26

Não conheço em detalhe a situação nas Honduras, mas do que vou lendo, creio que a abordagem do António de Almeida é bastante mais razoável e fiel à realidade do que o tratamento mediático (por exemplo aqui e aqui, com destaque para o título: “Bispos católicos das Honduras apoiam golpistas”): Não existiu golpe de Estado

Não conheço a Constituição hondurenha, o que me obriga a alguma reserva sobre toda esta questão do afastamento do antigo Presidente Manuel Zelaya, seguramente não existiu ali qualquer golpe militar, mas uma decisão do Tribunal, confirmada no Parlamento, que elegeu um sucessor. Os militares cumpriram uma decisão judicial, e não ocuparam o poder no país, nem sequer de forma transitória. A OEA, a reboque do neo-imperialismo bolivariano de Hugo Chavez, procura isolar o país, e repor no poder Manuel Zelaya,

Julho 3, 2009

José Miguel Bettencourt, Barroso e as criancinhas de Brezhnev

Arquivar em: Comentário, Media, Política, Portugal, União Europeia — André Azevedo Alves @ 20:15

José Miguel Bettencourt
(clique para aumentar)

This event is indeed worthy of note. Such an outbreak of spontaneous youthful enthusiasm for a political leader has probably not been seen since children feted the then Soviet President Leonid Brezhnev on his birthday.

Youth for Europe is the brainchild of José Miguel Bettencourt who organised an online petition calling for Barroso’s reappointment and contacted universities in all EU member states in serach of like-minded souls. Bettencourt is Portuguese – and clearly in need of a job.

No actual contexto da União Europeia, a provável (mas não assegurada) recondução de Durão Barroso será provavelmente uma boa notícia quando comparada com as principais alternativas, mas a campanha para a recondução tem tido alguns episódios francamente infelizes.

Numa passagem recente por Bruxelas, pude constatar ainda os ecos de uma dessas iniciativas pouco recomendáveis, de que dá conta precisamente o artigo no jornal European Voice reproduzido acima.

O populismo deste tipo de apoios “espontâneos” não resulta em todo o lado nem em todos os contextos e algumas iniciativas – como a descrita ironicamente no artigo – podem até ser contra-produtivas por denotarem amadorismo na gestão da imagem política e exporem Barroso e a sua equipa ao ridículo.

Um dos pontos fortes da liderança de Barroso é o seu low profile e a sobriedade com que tem exercido o cargo. Iniciativas como esta não ajudam nada.

O silenciamento da ciência pelo eco-alarmismo

Arquivar em: Ambiente, Internacional, Política, Teoria — André Azevedo Alves @ 19:50

Desafiar o lobby eco-alarmista e a poderosa indústria do aquecimento global continua a ter um custo elevado: The EPA Silences a Climate Skeptic: The professional penalty for offering a contrary view to elites like Al Gore is a smear campaign

Mr. Carlin and a colleague presented a 98-page analysis arguing the agency should take another look, as the science behind man-made global warming is inconclusive at best. The analysis noted that global temperatures were on a downward trend. It pointed out problems with climate models. It highlighted new research that contradicts apocalyptic scenarios. “We believe our concerns and reservations are sufficiently important to warrant a serious review of the science by EPA,” the report read.

The response to Mr. Carlin was an email from his boss, Al McGartland, forbidding him from “any direct communication” with anyone outside of his office with regard to his analysis. When Mr. Carlin tried again to disseminate his analysis, Mr. McGartland decreed: “The administrator and the administration have decided to move forward on endangerment, and your comments do not help the legal or policy case for this decision. . . . I can only see one impact of your comments given where we are in the process, and that would be a very negative impact on our office.” (Emphasis added.)

(mais…)

Manuel Pinho atinge finalmente o justo reconhecimento internacional

Arquivar em: Internacional, Media, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 19:08

Esta é uma das notícias mais lidas do dia no site da BBC: MP’s cuckold sign shocks Portugal

Portugal’s Economy Minister Manuel Pinho has resigned after making a rude cuckold gesture at an opposition MP.

Mr Pinho placed his index fingers on his head, imitating horns.

Os contribuintes que se cuidem…

Arquivar em: Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 19:05

Associados tentam “salvar” projecto de Belgais

O projecto de ensino artístico de Belgais, em Castelo Branco, criado por Maria João Pires, está ameaçado devido ao arresto dos bens decretado pelo Ministério do Trabalho, mas Joana Pires, filha da pianista, não baixa os braços apesar de reconhecer que a situação é “muito difícil”.

Em declarações ao PÚBLICO, a presidente da Associação de Belgais (AB) lamenta a falta de apoio do Governo ao projecto e considerou “uma infâmia” a decisão do tribunal de arrestar os bens.

(…)

Os subsídios do Ministério da Educação, que eram a única fonte de financiamento do projecto, foram arrestados. Em causa está uma indemnização pedida por quatro ex-funcionários e que ronda os 78 mil euros.

Sem capacidade financeira para manter o projecto, Joana Pires pediu a intervenção da Câmara de Castelo Branco para uma garantia bancária que permitisse o levantamento do arresto, mas a autarquia respondeu com um não. Para a gestora do projecto, existiu “falta de vontade política”, o que não a demove.

António Costa posiciona-se para substituir Sócrates?

Arquivar em: Comentário, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 15:33

Independentemente das declarações do novo porta-voz do PS – tentando conter os estragos provocados pelo episódio dos peculiares gestos de Manuel Pinho no Parlamento – a verdade é que o PS parece ter entrado num processo de desagregação interna que será muito difícil de travar.

O sinal mais significativo a este respeito são mesmo, como realça Alexandre Homem Cristo, as declarações de António Costa, o (ainda) Presidente da Câmara de Lisboa criticando duramente o (ainda) ministro das Obras Públicas Mário Lino:

(1) António Costa sente que pode perder a eleição em Lisboa, e assumindo o inegável (i.e. que Lisboa está a cair aos bocados), responsabiliza o governo desse fracasso na sua liderança. É uma estratégia que em nada favorece a sua candidatura (porque não justifica a sua incompetência), e que tem como único efeito o indesejado descredibilizar da acção do governo.

(2) Parece evidente que António Costa, pressentindo a queda do governo, e a perda das eleições legislativas, está a querer salvar a sua pele, preparando-se para atacar a liderança pós-Sócrates.

O estranho gesto de Manuel Pinho no Parlamento

Arquivar em: Comentário, Política, Portugal, Videos — André Azevedo Alves @ 12:19

Ministro da Economia “faz cornos” para deputados

O episódio parece tão descabido que é difícil colocar de parte a hipótese de ter sido encenado, mas é possível que no calor do debate tudo tenha acontecido espontaneamente.

Entretanto, a extrema-esquerda disputa acesamente os cornos…

PS em perda nas intenções de voto

Arquivar em: Política, Portugal, Sondagens — André Azevedo Alves @ 12:11

Sondagem: PS perde para todos

Os valores (3,7%) da queda do PS segundo dados da projecção e em comparação com o Barómetro de Maio parecem transferir-se directamente para os restantes partidos que crescem nas intenções de voto, são praticamente a soma da subida dos restantes partidos: 2,5 % para o PSD, 0,5%, para a CDU, e 0,5% para o CDS/PP.

Só o Bloco de Esquerda acompanha o PS na descida das intenções de voto, ainda assim registando uma percentagem muito próxima da alcançada nas europeias.

(…)

O primeiro-ministro, cujos níveis de popularidade em Maio registavam um saldo (diferença entre avaliações positivas e negativas) de 18,4% sofrem, neste barómetro, uma quebra acentuada passando a ter um saldo de 7,8%.

E que tal renunciar aos subsídios recebidos?

Arquivar em: Comentário, Economia, Nanny State Watch, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 11:44

Não vai certamente acontecer, mas ficaria bem a Maria João Pires complementar o anúncio da renúncia à nacionalidade portuguesa com o anúncio da devolução dos apoios recebidos do Estado português, pelo menos os mais recentes.

Na mesma linha, recordo este post de 2006: Maria João Pires emigra para o Brasil.

Julho 2, 2009

O PSD e a liberdade de educação

Arquivar em: Comentário, Educação, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 15:09

Seria desejável que o PSD assumisse de forma clara e destacada como bandeira a liberdade de educação. Prometer apenas gerir melhor (ou menos mal) do que o PS o mesmo sistema de educação centralizado, burocrático, ineficaz e desrespeitador da liberdade e autonomia das famílias é pouco para afirmar o PSD como alternativa em matéria de educação.

Obama marca a diferença relativamente ao belicismo de Bush

Arquivar em: Internacional, Media, Política — André Azevedo Alves @ 15:08

Estados Unidos lançam operação de grande escala no Afeganistão

O brigadeiro general Larry Nicholson explicou que esta operação é diferente das anteriores por causa “da dimensão massiva da força” e da sua dispersão.

Claques e “activistas” acima da lei

Arquivar em: Justiça, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 12:54

Uma reflexão muito oportuna no contexto destas acções: Os activistas e as claques. Por Helena Matos.

Os activistas e as claques beneficiam de um qualquer estatuto de bem aventurança mediática. As claques fazem o que lhes dá na real gana sem que problema algum daí resulte para as claques propriamente ditas. Partem, ferem, agridem e vão tranquilamente para casa ou ver o jogo. Esperemos que sejam apanhados numa qualquer fraude fiscal pois caso contrário não se descortina qualquer vontade de responsabilizar os seus membros.

Os activistas são uma espécie de claques sem futebol.

FNAT e INATEL: do Estado Novo ao Portugal socialista

Arquivar em: Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 12:33

Devem ter loja própria. Por Helena Matos.

A revista Tempo Livre do INATEL e o próprio INATEL são um caso interessantíssimo. Podiam chamar-lhe grande oriente turístico ou secção de banhos do grémio lusitano.

Ryanair abre base no Porto

Arquivar em: Economia, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 12:06

Depois de ultrapassados os persistentes bloqueios institucionais a este passo, finalmente uma excelente notícia para o Porto, para o Norte e para o país: Ryanair abre 33ª base no Porto!

O investimento de 140 milhões de libras irá gerar 50 voos diários a partir do Porto. Já em Setembro, vão abrir quatro novas rotas para destinos como Basel, Eindhoven, St Etienne e Tours.

Julho 1, 2009

Dias Loureiro arguido

Arquivar em: Justiça, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 20:20

Um caso que importa seguir com atenção: Dias Loureiro arguido no caso BPN

Em causa estão dois negócios, em 2001, do grupo SLN/BPN (Sociedade Lusa de Negócios e Banco Português de Negócios): a venda da Redal (concessionária de águas em Marocos) e a compra da tecnológica Biometrics (um dos negócios mais ruinosos, que se saldou por um prejuízo de 40 milhões de dólares).

O magistrado que preside ao interrogatório de Dias Loureiro é o procurador Rosário Teixeira, que coordena a investigação da Operação Furacão, estando a ser coadjuvado por elementos da Inspecção Tributária.

O manifesto pela despesa pública e o atraso económico português (2)

Arquivar em: Economia, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 20:17

Sobre o Manifesto pela Despesa Pública II. Por João Miranda.

O Manifesto pela Despesa Pública não aborda aquilo que é neste momento o problema fundamental da economia portuguesa: o endividamento público. Qualquer investimento público que se faça agora terá que ser feito à custa de endividamento. Note-se que o défice este ano ultrapassará os 6% e que o endividamento público no próximo ano poderá chegar aos 80% do PIB (esquecendo o endividamento das empresas públicas).

Sócrates para Presidente do Benfica, já!

Arquivar em: Desporto, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 20:12

Está aberto o caminho para José Sócrates ponderar uma candidatura a Presidente do Benfica. O interesse nacional assim o exige: Benfica confirma citação judicial para afastar Vieira das eleições

O Benfica acaba de confirmar que esta quarta-feira à tarde foi citado judicialmente para “suspender a deliberação de aceitação da Lista A”, encabeçada por Luís Filipe Vieira. Porém, o presidente da Assembleia Geral, Manuel Vilarinho, contesta a validade deste acto judicial.

(…)

A citação judicial entregue esta tarde ao clube “encarnado” surge após a apreciação, por parte do Tribunal Cível de Lisboa, de uma providência cautelar entregue pelo candidato da lista B, Bruno Carvalho, que alega que os órgãos sociais do Benfica não cumpriram os estatutos ao demitirem-se em bloco, sem uma razão de força maior. O director do Porto Canal apresentou um procedimento judicial na passada segunda-feira, depois de Manuel Vilarinho ter aceite a candidatura de Filipe Vieira.

Demasiado humanos

Arquivar em: Cultura, Política — André Azevedo Alves @ 19:59

O manifesto pela despesa pública e o atraso económico português

Arquivar em: Economia, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 16:32

Com a sua habitual acutilância, o João Miranda comenta de forma exemplar o mais disparatado manifesto despesista dos últimos tempos: Sobre o Manifesto pela Despesa Pública I

No fundo, os 51 notáveis acreditam que, se gastarmos agora o dinheiro que a economia privada vai ter que pagar no futuro sob a forma de impostos, em projectos que inevitavelmente terão retorno muito baixo ou negativo, ganhamos mais do que se deixarmos a própria economia privada decidir em que projectos vale a pena apostar agora, se é que vale a pena apostar em alguma coisa agora.

Resistir ao totalitarismo progressista (3)

Arquivar em: Educação, Justiça, Nanny State Watch, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 16:00

Blog Novas Políticas

Arquivar em: Blogosfera, Media, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 14:03

André Abrantes Amaral, António Pinho Cardão, Nuno Gouveia, Ana Margarida Craveiro, Miguel Morgado e Alexandre Relvas são alguns dos colaboradores de um novo blog apoiado pelo Instituto Francisco Sá Carneiro: Novas Políticas.

Resistir ao totalitarismo progressista (2)

Arquivar em: Educação, Justiça, Nanny State Watch, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 12:01

Resistir ao totalitarismo progressista

Arquivar em: Educação, Nanny State Watch, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 11:59

Enquanto continuar a não existir liberdade de educação Portugal iniciativas como esta terão um impacto limitado mas são ainda assim louváveis: Plataforma Resistência Nacional incentiva pais a recusar aulas de educação sexual

Elementos da Plataforma Resistência Nacional começam hoje a distribuir cartas para que, na matrícula dos filhos, os pais não autorizem a frequência das aulas de educação sexual.

“As crianças portuguesas não podem ser cobaias de uma experiência educativa sobre aulas de educação sexual”, refere Artur Mesquita Guimarães, membro da comissão executiva da recém-criada Plataforma Resistência Nacional (PRN).

Contra as aulas de educação sexual na escola, a Plataforma inicia hoje, na Escola Júlio Brandão, em Famalicão, a entrega a pais e encarregados de educação de uma carta/matrícula. O documento, composto por um texto base onde os pais informam a escola de que não autorizam os filhos a participar “em qualquer aula, acção ou aconselhamento relativo a educação sexual”, deve ser assinado e entregue no acto da matricula ou da renovação da matricula de cada aluno.

“A carta que os pais devem entregar na escola que os filhos vão frequentar é juridicamente válida e ninguém deve ter medo de fazer valer os seus direito de educar os filhos”, frisa Mesquita Guimarães, pai de seis crianças, três delas a frequentar escolas públicas.

Matemáticos estrangeiros bota-abaixistas desvalorizam sucesso nos exames dos alunos portugueses

Arquivar em: Educação, Internacional, Media, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 11:53

Matemáticos espanhóis e franceses criticam exames do 9.º ano

Trop facile, muy fácil. É assim que reagem os responsáveis pelas Sociedades de Matemática de França e Espanha a quem o Expresso pediu um parecer sobre a prova do 9.º ano.

Ministro socialista defende subida do preço do leite

Arquivar em: Economia, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 00:50

Ao defender (e incentivar) a criação de um cartel explícito entre os produtores e os revendedores de leite, Jaime Silva está efectivamente a defender que os consumidores portugueses sejam forçados a pagar preços ainda mais elevados pelo leite: Portugal não tem margem para descer preços do leite, diz ministro

Jaime Silva afirmou, esta segunda-feira, que Portugal não tem mais margem de manobra para descer os preços do leite por excesso de produção e defendeu que «há espaço» para um entendimento entre a produção de leite e as empresas de distribuição de modo a encontrar «um equilíbrio nacional».

(…)

Jaime Silva disse ainda que os preços do leite português são os quartos mais caros da Europa, mas admitiu que não é possível baixar os preços.

«O preço da média comunitária está em 23 cêntimos e em Portugal estamos acima dos 29 cêntimos. Portugal é o quarto país da União Europeia com os preços mais elevados», admitiu./blockquote>

Junho 30, 2009

Ron Paul vs. The Fed

Arquivar em: Economia, Internacional, Justiça, Política — André Azevedo Alves @ 23:00

Mr. Popular? Ron Paul Wins Supporters to Fed Sunshine Bill

All of a sudden, Congress is paying close attention to Ron Paul.

The feisty congressman from Texas, whose insurgent “Ron Paul Revolution” presidential campaign rankled Republican leaders last year, now has the GOP House leadership on his side — backing a measure that generated paltry support when he first introduced it 26 years ago.

Paul, as of Tuesday, has won 245 co-sponsors to a bill that would require a full-fledged audit of the Federal Reserve by the end of 2010.

Paul attracted just 18 co-sponsors when he authored a similar bill, which died, in 1983. While the impact Fed policies have on inflation is once again a concern, fears about loose monetary policy and excessive federal spending appear even more widespread in 2009.

“In the past, I never got much support, but I think it’s the financial crisis obviously that’s drawing so much attention to it, and people want to know more about the Federal Reserve,” Paul told FOXNews.com.

With the Federal Reserve holding interest rates at rock-bottom levels, pumping trillions into the economy and now poised to have new powers to oversee the financial system under President Obama’s proposed regulatory overhaul, Paul said lawmakers want transparency.

Arthur Seldon: the thinker with free markets in his blood (2)

Arquivar em: Internacional, Política, Teoria — André Azevedo Alves @ 21:00

Sobre a vida e o legado de Arthur Seldon, vale a pena recordar também este texto de Simon Heffer publicado em 2006:The man who took on socialism – and won

Seldon died last autumn, 48 years after he, Ralph Harris and Antony Fisher founded the Institute of Economic Affairs as a reaction against the socialist, welfarist climate prevailing across British politics. Seldon and Lord Harris, as the theoretical economists, then did more to ensure that Britain could be rescued from its post-war economic decline than almost anyone else.

They encouraged debate about free-market, liberal solutions to economic problems in a way not seen in Britain since the 19th century. They also did more to enlighten thinkers and governments around the world on how to secure freedom and prosperity than any Briton since Adam Smith. It is sadly typical that many people, even in a governing class that likes to claim credit for such material success as this country enjoys, are either ignorant of these massive achievements, or take them for granted.

Leitura complementar: Ralph Harris (1924-2006) (2).

O PSD e o futuro do Benfica

Arquivar em: Comentário, Desporto, Media, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 19:45

Nada mau: já passaram algumas horas e ainda ninguém criticou Manuela Ferreira Leite por não ter um programa para salvar o Benfica.

Chamem a polícia…

Arquivar em: Justiça, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 17:10

Os efeitos do socialismo sobre o (que resta do) Estado de Direito em Portugal são, infelizmente, cada vez mais visíveis: Maior sindicato da PSP apela aos polícias para não trabalharem na quinta-feira

Sem surpresas

Arquivar em: Comentário, Economia, Media, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 16:59

No contexto da proliferação de golden shares e da estatização da economia este tipo de situações não deve constituir surpresa. É natural que Henrique Granadeiro se comporte como um agente político governamental atacando a líder da oposição porque, no actual estado de coisas, o presidente do conselho de administração da Portugal Telecom é, em larga medida, um agente político governamental.

A quem quiser – seriamente – alterar este triste estado de coisas, resta defender a liberalização efectiva do sector, incluindo (pelo menos) o fim da golden share na PT e a redução da presença e interferência do Estado no domínio das telecomunicações e dos media.

Leitura complementar: Só é novo aquilo que se esqueceu, só é moda aquilo que passa de moda; Amnésia Selectiva.

Mais um processo eleitoral cheio de animação no Benfica

Arquivar em: Desporto, Media, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 15:51

Providência cautelar lança confusão sobre eleições do Benfica

Uma providência cautelar interposta pelo sócio do Benfica Carlos Quaresma no Tribunal Cível de Lisboa lançou hoje a confusão sobre a possibilidade de as eleições do clube, marcadas para esta sexta-feira, virem a ser suspensas.

Obama, Chávez e a democracia

Arquivar em: Internacional, Política — André Azevedo Alves @ 15:37

Democracia de tipo chavista. Por João Miranda.

Na questão da deposição do presidente das Honduras, Obama e Chavez estão aparentemente do mesmo lado em defesa da democracia. O que tem algum interesse se tivermos em conta que Chavez lidera há anos um movimento populista de destruição das instituições democrática, no seu país e no estrangeiro.

Os sinais de António Lobo Xavier: uma boa notícia num cenário muito difícil

Arquivar em: Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 00:30

“Voltarei mais cedo do que se pensa”

Em resumo: a política está tão ancorada em si que um dia poderia voltar.
Acho que sim, por várias razões. As pessoas têm a ideia que Portugal está em risco. Acho que o país corre um risco muito grave…

Qual?
…o da sustentabilidade, do empobrecimento definitivo. Não é possível pregar esse risco e ao mesmo tempo não estar disponível para nada. Por isso tenho de encontrar disponibilidade à custa de alguma coisa, embora em minha casa digam que não posso fazer mais nada. É muito ingrato estar num partido onde sou respeitado como figura importante, tratado com carinho e respeito, e estar sempre indisponível. Há que resolver isso de alguma forma. Portanto, hei-de estar disponível. Voltarei mais cedo do que se pensa.

(mais…)

Junho 29, 2009

Privatizar nem sempre é liberalizar

Arquivar em: Economia, Política, Teoria — André Azevedo Alves @ 20:00

Bringing privatisation into disrepute. Por John Meadowcroft.

Advocates of privatisation have often paid insufficient attention to one of the most important reasons why scholars like Friedman and Hayek argued in favour of privatisation: that people are the best judges of how to spend their own money and, moreover, that they have a right to spend their own money as they wish. Privatisation must not be separated from the broader libertarian project of making government smaller and giving people control of their own lives – which includes their own money.

If privatisation is justified primarily on efficiency grounds then there is no reason why it should not be used by the enemies of freedom as a means of expanding the role and scope of the state: let the private sector do the dirty and expensive work of providing essential services and what’s left of people’s income after paying for those services is then taken by the state to make transfer payments and fund all manner of dubious activities, bodies and agencies.

Discriminação legal contra brancos condenada no Supremo Tribunal dos EUA

Arquivar em: Internacional, Justiça, Política — André Azevedo Alves @ 19:42

Uma decisão muito importante por reconhecer e condenar a discriminação legal praticada contra os brancos nos EUA. Ainda assim, não deixa de ser preocupante que a votação tenha sido apenas por 5-4: Supreme Court gives victory to white firefighters

The Supreme Court handed a victory Monday to a group of white firefighters charging racial discrimination, while also giving some fodder to critics of President Barack Obama’s pending nominee for the high court, Judge Sonia Sotomayor.

Justice Anthony Kennedy, writing for a court split 5-4 along ideological lines, reversed an appeals court ruling Sotomayor joined last year that rejected a claim that the City of New Haven, Conn. discriminated against white firefighters by throwing out a promotional exam after all the African-American firefighters who took it scored too poorly to be promoted.

“Whatever the City’s ultimate aim—however well intentioned or benevolent it might have seemed—the City made its employment decision because of race. The City rejected the test results solely because the higher scoring candidates were white,” Kennedy wrote on behalf of Chief Justice John Roberts and Justices Antonin Scalia, Clarence Thomas and Samuel Alito.

Máquinas automáticas para venda de ouro

Arquivar em: Economia, Internacional, Política — André Azevedo Alves @ 19:19

Ouro chega às máquinas de venda automática

Se o ouro é o derradeiro santuário dos pequenos aforradores que procuram investimentos seguros, então Thomas Geissler pode ter inventado a última palavra em máquinas de venda automática.

Este ano já criou uma plataforma online para transacção de metais preciosos e agora a sua pequena empresa ultrapassou uma fronteira para lá da internet: a aparentemente inesgotável série de máquinas que, nos aeroportos e estações de comboio, cospem cigarros, preservativos, pasta de dentes e barras de chocolate em troca de umas moedas. Só que as máquinas dele vão permitir que os consumidores comprem pequenos pedaços de ouro.

A aposta de Geissler baseia-se no papel do ouro como a última defesa do investidor contra a inflação. Com a Reserva Federal, o Banco Central Europeu e o Banco de Inglaterra a imprimirem vastas quantidades de dinheiro para combater o pior revés económico numa geração, é provável que os preços subam.

“Ninguém sabe que resultados terão essas experiências dos bancos centrais”, diz Geissler. “Quando fechamos os olhos, não conseguimos imaginar que as coisas vão correr bem.”

Dentro de dois meses, a empresa de Geissler, a TG-Gold-Super-Markt, projecta ter um “número substancial” de máquinas a funcionar na Alemanha, na Áustria e na Suíça e espera instalar mais 500 pelo mundo fora. O objectivo é instituir um modelo de franchising segundo o qual os clientes compram as máquinas, que custam 20 mil euros, pagando depois a respectiva manutenção à TG Gold.

Bom senso

Arquivar em: Comentário, Economia, Media, Política, Portugal, Teoria — André Azevedo Alves @ 01:47

Pelo menos no que diz respeito a este tema, as grosseiras falácias keynesianas parecem ser mais bastante mais populares entre políticos e jornalistas do que entre o público em geral: Defensores de grandes obras públicas abaixo dos 20 por cento

São poucos os portugueses que consideram que as grandes obras públicas devem avançar, revela o Barómetro TSF/Diário Económico.

Segundo este estudo, apenas 17,5 por cento dos inquiridos estão de acordo com projectos como o TGV, o novo aeroporto e a nova travessia sobre o Tejo.

Entre os eleitores, 34 por cento dos eleitores do PS concordam o avanço destes projectos contra 58 por cento de socialistas que entendem que seria melhor adiar ou reanalisar estes projectos.

Obama e o Irão

Arquivar em: Internacional, Media, Política — André Azevedo Alves @ 01:31

Mistificismos. Por Luciano Amaral.

A atitude realista do presidente até pode ter bastante de louvável. Mas o que tem de louvável é apenas o realismo da velha escola à la kissinger, não é certamente o idealismo de quem quer transformar o mundo (ou pelo menos o Irão). Certamente não será a evidência empírica a impedir o obamístico médio de atribuir fantásticos poderes salvíficos ao seu ídolo. Um dia passa-lhes.

Recordar os Abrantes injustiçados

Arquivar em: Blogosfera, Media, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 01:26

Injustiças da vida. Por Paulo Pinto Mascarenhas.

Pacheco Pereira, a loira e o blackout

Arquivar em: Media, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 01:04

A Anita era mais bonita. Por Alberto Gonçalves.

Estou até hoje por perceber se Pacheco Pereira se irritou devido às limitações artísticas da donzela em causa, e se ficaria mais satisfeito caso o tivessem comparado a uma estrela de renome, género Marilyn, ou a uma actriz de talento, género Judy Holliday.

A verdade é que não sabemos porque é que Pacheco Pereira amuou. Sabemos que amuou com o I e que, surpreendentemente, procedeu segundo o método dos dirigentes desportivos que abomina. No mundo da bola, qualquer notícia desagradável a um clube suscita o inevitável blackout, no qual o clube corta relações com o órgão dos “media” em causa. A esta hora, é garantido que não haverá nenhum jornalista do I numa certa biblioteca da Marmeleira.

Pacheco Pereira tem iniciado inúmeros textos com a frase “Se Portugal fosse um país a sério…”. Sigo a deixa: se Portugal fosse um país a sério, gente com pretensões de influência não se sujeitaria ao ridículo. Se Portugal fosse um país a sério, as pessoas cultas e racionais não se atribuiriam tamanha pompa. Se Portugal fosse um país a sério, um sujeito inteligente não sairia assim enxovalhado do confronto com a sumidade que, em curtos meses, quase demoliu o PSD. Se Portugal fosse um país a sério, uma associação de senhoras loiras já teria protestado junto do dr. Menezes e do I a comparação a Pacheco Pereira. A minha mãe, por exemplo, anda inconsolável.

Junho 26, 2009

26 de Junho

Arquivar em: Insurgentologia, Videos — André Azevedo Alves @ 16:31

Junho 25, 2009

Socialismo, divergência e pobreza (2)

Arquivar em: Economia, Internacional, Política, Portugal, União Europeia — André Azevedo Alves @ 19:00

going down. Por Pedro Arroja.

Portugal é o nono a contar do fim na UE-27. Entre os doze países que faziam parte da UE quando Portugal aderiu em 1986, Portugal é último. Aqueles que na altura o acompanhavam na cauda da lista (Espanha, Grécia, Irlanda) voaram. Entre os 16 países da zona-euro, Portugal é penúltimo.

Rangel e Marcelino para a TVI

Arquivar em: Comentário, Economia, Media, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 17:28

Caso se confirme a entradaestratégica e em força – da PT na TVI, sugiro desde já dois nomes (entre muitos outros possíveis) com perfil adequado para assumirem funções de destaque na TVI: Emídio Rangel e João Marcelino.

Leitura complementar: Trapalhadas – II.

A urgência de construir um novo mega-aeroporto em Lisboa

Arquivar em: Economia, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 14:00

Vendas de bilhetes de avião caem 13,4% até Maio em Portugal

Dados divulgados pela IATA sobre a actividade do BSP Portugal no período de Janeiro a Maio indicam que em Maio as vendas baixaram 16,7 milhões de euros, para 67,4 milhões, superando a queda verificada em Março de 2003, quando a aviação foi abalada pelo impacto simultâneo da guerra no Iraque e a epidemia de SARS, no qual o BSP recuou 18,8% ou 12,87 milhões.

A queda do BSP Maio surpreendeu pela severidade, segundo fontes do mercado contactadas pelo PressTUR, mas ainda assim voltou a ficar aquém das verificadas em outros mercados internacionais.

Leitura complementar: Cada vez mais urgente um novo mega-aeroporto de Lisboa; Para que serve a TAP?; E que tal privatizar a TAP?.

Socialismo, divergência e pobreza

Arquivar em: Economia, Internacional, Política, Portugal, União Europeia — André Azevedo Alves @ 12:05

Portugal com penúltimo menor rendimento per capita da Zona Euro

Portugal registou em 2008 o penúltimo menor rendimento por habitante da Zona Euro, apenas à frente Eslováquia. Segundo dados do Eurostat divulgados esta manhã, o rendimento per capita em paridades de poder de compra em Portugal foi de 75% da média da UE-27.

O da Eslováquia foi de 72%, enquanto o do Luxemburgo e o da Irlanda, que ocupam os dois primeiros lugares, foi de 253% e 140%, respectivamente.

Portugal regressa à cauda da zona euro depois da crise

A seguir à crise internacional, Portugal poderá estar destinado a mais um período longo de divergência com o resto da Europa.

De acordo com as previsões ontem apresentadas pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico, depois de este ano se contrair 4,5 por cento (melhor que os 4,8 por cento da zona euro), Portugal vai voltar a divergir dos seus parceiros logo em 2010 e registará, nos sete anos seguintes, um desempenho médio bastante pior que o resto da zona euro.

Ou seja, se as previsões da OCDE se vierem a confirmar, depois de fazer face aos efeitos da crise internacional, a economia portuguesa deverá, nos anos seguintes, voltar a revelar debilidades estruturais profundas que a colocarão a crescer, por bastante mais tempo, a um ritmo inferior ao do resto do continente.

Junho 13, 2009

Hank Williams Said It Best

Arquivar em: Videos — André Azevedo Alves @ 22:35


Mick HarveyHank Williams Said It Best

Propaganda anti-britânica em Portugal

Arquivar em: Internacional, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 13:29

Anti-British propaganda in Portugal – June 13, 1939

It was suggested to a group of Portuguese journalists, who were being shown the most impressive sights of the Reich a few weeks ago, that the historic role of Portugal, should be that of “the fulcrum of the lever by which the British Empire would be over-turned.”

The “Pax Britannica”, it was either implied or directly stated, was destined to be succeeded, sooner or later, by the “Pax Germanica”.

(…)

The British Government is not ignoring these open and disguised efforts to undermine Portuguese faith in the future of Britain.

The British Council is energetically at work in Lisbon and Oporto, giving English lessons, explaining British cultural achievements to all inquirers, and distributing prizes for English in the Portuguese schools. An Old Vic Company visited Lisbon recently.

Next month the British Press Attache, Mr Marcus Cheke, is bringing a party of Portuguese journalists toEngland.

In a speech before the National Assembly on May 22 Dr Salazar, the Prime Minister, reaffirmed his country’s faith in the Anglo-Portuguese Alliance.

Junho 12, 2009

Francisco Louçã e a defesa semi-explícita do totalitarismo

Arquivar em: Media, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 22:24

Francisco Trotskã. Por Paulo Pinto Mascarenhas.

O que deve preocupar é que um partido como o Bloco de Esquerda consegue ser hoje o terceiro partido português no Parlamento Europeu. O linguajar marxista de Louçã – ao contrário da conversa delicodoce social-democrata de Miguel Portas – mostra o que seria o BE no poder: o regresso às nacionalizações, à miséria e ao empobrecimento crescente do país. Pena que muitos dos “jovens” que votam no BE não se lembrem do que foi o PREC. Com o BE a governar seria o regresso do PREC a Portugal em pleno séc.XXI.

Leitura complementar: O elevadíssimo peso da extrema-esquerda em Portugal; A esquerda perdeu as eleições europeias; Os resultados das eleições europeias em Portugal e a ameaça da extrema-esquerda.

Twitter estagnado, Facebook em crescimento

Arquivar em: Blogosfera, Media — André Azevedo Alves @ 01:39

Tráfego do Twitter estagna em Maio. Surpresa?

Segundo dados da Compete, a curva de crescimento do Twitter parou em Maio. Em Abril último quase que quintuplicou os números de Novembro de 2008. No último mês, a utilização da rede de micro-blogging subiu 1.47% completando 19.728.619 visitantes únicos.

Depois do louco mês de Abril, onde a corrida pelas contas superiores a 1 milhão de seguidores disparou o número de visitantes únicos, o Twitter atinge a estagnação. Cenário real, a fazer crer no estudo da Harvard Business School que refere que apenas 10% das contas geram mais de 90% dos conteúdos do Twitter.

De acordo com a Compete, o Facebook continua em toada de crescimento. Atingiu a barreira dos 113 milhões de visitantes únicos em Maio, mais 8.54% do que em Abril.

Twitpocalypse now?

Arquivar em: Media — André Azevedo Alves @ 01:11

Sócrates vs. Sócrates

Arquivar em: Media, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 01:00

Dos «abusos». Por Gabriel Silva.

6 anos

Arquivar em: Blogosfera — André Azevedo Alves @ 00:56

O Portugal dos Pequeninos celebra o sexto aniversário. Está de parabéns o João Gonçalves.

A pobreza intelectual da “cassete” anti-neoliberal (2)

Arquivar em: Comentário, Media, Política, Portugal, Teoria — André Azevedo Alves @ 00:42

Uma das vantagens de ser pouco rigoroso na utilização dos conceitos em teoria política é a de permitir a instrumentalização para fins puramente ideológicos desses conceitos: Rosas, o outro. Por Henrique Raposo.

Ao dizer que o PSD é “neoliberal”, Rosas está a inventar um boneco de palha absurdo; e este absurdo, depois, serve para Rosas justiticar os seus preconceitos: “a direita”, diz, “não merece a confiança dos portugueses”. Pois, quem, de facto, merece confiança são aqueles que substituem o pensamento por clichés-que-tudo-explicam-e-justiticam como o tal “neoliberal”.

A pobreza intelectual da “cassete” anti-neoliberal

Arquivar em: Media, Política, Portugal, Teoria — André Azevedo Alves @ 00:30

Miguel Morgado sobre mais um (a vários títulos) infeliz artigo de João Cardoso Rosas no i: A ironia também é neoliberal?

Hoje, para espanto de todos, incluindo, suponho eu, dos próprios visados, João Cardoso Rosas descobriu que a direita “neoliberal” portuguesa é o PSD. Isso poderia não fazer problema. Afinal de contas, etiquetas são etiquetas, umas mais arbitrárias do que outras. Assim, as razões que fundamentam (?!) esta descrição/acusação ao PSD – que tem como corolário que “no seu deserto de ideias, a direita não merece a confiança dos portugueses para assumir a governação” -, coisas como “reduzir o acesso dos portugueses à saúde, sobrevalorizar o mercado face à protecção da família, sacrificar o ambiente e o património ao crescimento económico”, correspondem a uma “pobreza de pensamento” e à reprodução de uma “«cassete» neoliberal”.

A lição de todo este absurdo? O aviso de João Cardoso Rosas era para valer: as lentes ideológicas estão a sobrepor-se ao mundo; mais, devem sobrepor-se ao mundo. Pouco importam as circunstâncias concretas do nosso País e os imperativos que daí decorrem. Pela janela segue também o julgamento prudencial insusceptível de se submeter a regras “ideológicas”. A ideologia manda e tanto pior para o “mundo”. Feitas as contas, João Cardoso Rosas faz exactamente aquilo que censura na direita. Irónico, não? Posso perguntar se a ironia também é neoliberal?

Junho 11, 2009

Um post com assinatura

Arquivar em: Blogosfera, Justiça, Media, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 20:00

Não é preciso ser-se um grande fisionomista para concluir que este post classificando Paulo Rangel como um “homem sem carácter” podia ter sido assinado pelo bem conhecido Abrantes.

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