O Insurgente

Maio 18, 2013

Gender Equality in shirtlessness

Filed under: Cultura,Internacional — Ricardo Campelo de Magalhães @ 09:55
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Topless Women in Public Not Breaking the Law, Says NYPD:

Ladies of New York , you are free to walk bare-breasted through the city! New York City’s 34,000 police officers have been instructedthat, should they encounter a woman in public who is shirtless but obeying the law, they should not arrest her. This is a good step towards gender parity in public spaces.

This decision means that breast exposure is not considered public lewdness, indecent exposure, or disorderly conduct. It also notes that, should a crowd form around a topless woman, the officer should instruct the crowd to disperse and then respond appropriately if it does not. Relative coverage is no longer a factor.

This policy shift comes after several years of litigation and protest. In the 1992 case People v.Ramona Santorelli and Mary Lou Schloss, the New York Court of Appeals ruled in favor of two women who were arrested with five others for exposing their breasts in a Rochester park, holding the law void as discriminatory.  The ruling was put to the test in 2005, when Jill Coccaro bared her breasts on Delancey Street in New York, citing the 1992 decision, and was detained for twelve hours. She subsequently successfully sued the city for $29,000.

In 2007, Go Topless, a national organization supporting gender equality in shirtlessness laws, established Go Topless Day. Dozens of women protest – often topless – in thirty cities around the United States, promoting equal rights to be shirtless. Protests usually include chants of “Free your breasts.  Free your minds” and a song “Let ‘em Breathe” to the tune of the Beatles’ “Let it Be.”

While some who have witnessed these events have suggested that “[t]his is extreme liberalism and why America’s in decline” or “[i]t’s degrading to women,” others have been supportive. One man even said he would encourage his wife to join them.

Though bare-breasted women might shock the sensibilities of some in the public, it is encouraging to see the police responding positively to gender bias, even on such a seemingly small scale. After all, no one thinks twice about a man shirtless on a summer day. However, the female nipple or chest is still considered “lewd.” By reminding its officers of this, the NYPD is publicly declaring that it will no longer perpetuate unconstitutional gender discrimination, a standard to which all law enforcement should be held and a decision for which it should be applauded.

Footage of the protesters can be found here (NSFW).

“Se um homem pode andar em NY sem nada no tronco, logo uma mulher também pode”. Faz sentido.
Se pensarmos bem, decorre logicamente de outras regras cada vez mais aceites pela sociedade ocidental.
Dá todo um novo ponto de vista à obcessão de Bloomberg com o que as Nova Iorquinas comem.

Vai ser engraçado ver como reage o Médio Oriente.
E melhor ainda ver a esquerda a tomar o partido de Israel contra os Árabes.
E melhor ainda quando a Califórnia passar esta mesma lei.

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Un an après : la « Boîte à outils » de François Hollande détruit l’emploi

Filed under: Economia,Internacional,Política,Política Fiscal,socialismo,União Europeia — Ricardo Campelo de Magalhães @ 03:00
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Um estudo em Francês sobre a França. Apresentação:

Etude réalisée par l’IREF en collaboration avec l’association Contribuables Associés
Un an après : la « Boîte à outils » de François Hollande détruit l’emploi

En 2012, l’Etat ponctionnait aux Français près de 44,9 % de la richesse nationale. Les nouvelles taxes créées par le gouvernement devraient accroître ces prélèvements de plus de 50 Milliards d’euros selon le dernier rapport des prélèvements obligatoires. Ces nouveaux prélèvements, loin d’accompagner une éventuelle reprise de la croissance, vont au contraire pénaliser les entreprises, donc la croissance économique et l’emploi.

Ainsi, les 12,2 Milliards d’euros de prélèvements supplémentaires sur les entreprises auront un effet très négatif sur l’emploi. En effet, ces hausses d’impôts, ciblées sur les grandes entreprises, vont avoir un effet négatif mesurable sur leurs investissements directs, mais également sur leurs sous-traitants et leurs fournisseurs que sont les PME. Au total l’étude de l’IREF calcule que ces hausses d’impôts vont, directement et indirectement, détruire 70.000 emplois supplémentaires en France.

• 12,2 Milliards € de nouveaux impôts sur les entreprises,
• Un fardeau fiscal responsable de 0,5 % de croissance en moins,
• 99.500 emplois détruits en 2012 dans le secteur marchand, plus de 160.000 destructions prévues pour 2013,
• 70.000 emplois seront perdus en 2013 à cause de la hausse de la fiscalité,
• 21,5 % dans les grandes entreprises, 78,5 % dans les PME.

 

Patriarca

Filed under: Diversos — Ricardo Arroja @ 00:27

“D. Manuel Clemente é o novo Cardeal-Patriarca de Lisboa” (via Diário Económico)

Ao contrário do senhor Arroja sénior, a mim, as questões religiosas passam-me em geral ao lado. E, neste caso, da nomeação de D. Manuel Clemente como Cardeal-Patriarca da Lisboa, em matérias religiosas, não será diferente. Porém, não posso deixar de notar que, tendo já assistido a muitas conferências e seminários de muitas individualidades ao longo dos anos, D. Manuel Clemente foi uma das pessoas que mais me impressionou; a aura da sua intelectualidade arrebatou-me. Sem dúvida alguma, um homem de elite.

Maio 17, 2013

afinal, faz ou não sentido que a direita seja liberal e conservadora?

Filed under: Diversos — rui a. @ 20:53

Aqui há uns dias defendi neste blog, em dois artigos publicados, que o liberalismo deveria ser colocado na direita político-partidária (não esquecer que a “direita” é, sobretudo, uma posição geométrica…), devidamente acompanhado pela boa tradição conservadora. Por isto eu queria essencialmente dizer que deve ser na direita política que devemos procurar (e encontrar) os valores da liberdade individual, da defesa da propriedade e da livre-iniciativa, do mercado não intervencionado, do governo com poderes limitados, do estado regulado pela lei e pelo direito (não sendo este último a simples expressão da vontade do legislador, mas o acervo das regras sociais espontâneas, gerais e abstractas), mas também a defesa dos valores sociais tradicionais, do respeito pela religião e pela liberdade religiosa, da ordem social que resulta da vivência comunitária e dos princípios, costumes, normas e regras que a conformaram ao longo do tempo. E colocado na direita política por quê? Por várias razões, algumas delas muito longas para poderem ser aqui expostas, mas sobretudo por duas muito pragmáticas: porque isto tem de ser defendido por alguém que aja politicamente na esfera da soberania e porque, se à direita poderemos ter dificuldade em encontrar alguns ou mesmo muitos destes valores, na esquerda não os  encontraremos de certeza absoluta. A maioria dos meus colegas e comentadores manifestou-se assumidamente contra esta ideia, defendendo que a direita era excessivamente conservadora e “bota-de-elástico” para poder ser considerada liberal, e que o liberalismo melhor ficaria distante dela, num qualquer limbo político de que ainda não consegui perscrutar o lugar. Pois bem, hoje tivemos a resposta a algumas destas ansiedades e dúvidas. E ela não nos foi muito simpática.

(mais…)

Causas invertidas

Filed under: Diversos — Rodrigo Adão da Fonseca @ 20:47

Hoje, e sem que tenha havido um debate minimamente consistente na sociedade portuguesa, foi aprovado um projecto de lei que permite a co-adopção por casais homossexuais.

Mais uma vez, promovem-se diplomas que se centram no egoísmo e na afirmação de “causas”, em vez de se definir aquilo que realmente deveria interessar ao Estado: o superior interesse das crianças.

Uma adopção que pondera como critério inclusivo ou exclusivo (no sentido da exclusão) a identidade sexual dos responsáveis fere a neutralidade que deveria informar estas leis.

O que eu gostaria é que se discutissem leis que definem critérios claros centrados no interesse das crianças, que se promovesse um sistema que avalie se os candidatos à adopção, em concreto, são ou não idóneos para educar uma criança, nas circunstâncias objectivas e subjectivas em que vivem, e face a outros candidatos, e não a consagração de “direitos” baseados em aspectos tão voláteis como a identidade sexual. Esta obsessão do Estado de se meter na cama dos cidadãos, e de alguns cidadãos promoverem o vouyerismo estatal desfoca a discussão daquilo que é essencial.

“Os meus filhos são Socialistas”, por Inês Teotónio Pereira

Filed under: Cultura,Política,Portugal,socialismo — Ricardo Campelo de Magalhães @ 19:25
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Não sei se são só os meus filhos que são socialistas ou se são todas as crianças que sofrem do mesmo mal. Mas tenho a certeza do que falo em relação aos meus. E nada disto é deformação educacional – eles têm sido insistentemente educados no sentido inverso. Mas a natureza das criaturas resiste à benéfica influência paternal como a aldeia do Astérix resistiu culturalmente aos romanos. Os garotos são estóicos e defendem com resistência a bandeira marxista sem fazerem ideia de quem é o senhor.

Ora o primeiro sintoma desta deformação ideológica tem que ver com os direitos. Os meus filhos só têm direitos. Direitos materiais, emocionais, futuros, ambíguos e todos eles adquiridos. É tudo, absolutamente tudo, adquirido. Ele dão como adquirido o divertimento, as férias, a boleia para a escola, a escola, os ténis novos, o computador, a roupinha lavada, a televisão e até eu. Deveres, não têm nenhum. Quanto muito lavam um prato por dia e puxam o edredão da cama para cima, pouco mais. Vivem literalmente de mão estendida sem qualquer vergonha ou humildade. Na cabecinha socialista deles não existe o conceito de bem comum, só o bem deles. Muito, muito deles.

O segundo sintoma tem que ver com a origem desses direitos. Como aparecem esses direitos. Não sabem. Sabem que basta abrirem a torneira que a água vem quente, que dentro do frigorífico está invariavelmente leite fresquinho, que os livros da escola aparecem forradinhos todos os anos, que o carro tem sempre gasolina e que o dinheiro nasce na parede onde estão as máquinas de multibanco. A única diferença entre eles e os socialistas com cartão de militante é que, justiça seja feita, estes últimos já não acreditam na parede – são os bancos que imprimem dinheiro e pronto, ele nunca falta. 

Outro sintoma alarmante é a visão de futuro. O futuro para os meus filhos é qualquer coisa que se vai passar logo à noite, o mais tardar. Eles não vão mais longe do que isto. Na sua cabecinha não há planeamento, só gastamento, só o imediato. Se há, come-se, gasta-se, esgota-se, e depois logo se vê. Poupar não é com eles. Um saco de gomas ou uma caixa de chocolates deixada no meio da sala da minha casa tem o mesmo destino que um crédito de milhões endereçado ao Largo do Rato: acaba tudo no esgoto. E não foi ninguém…

O quarto tique socialista das minhas crianças é estarem convictas de que nada depende delas. Como são só crianças, acham que nada do que fazem tem importância ou consequências. Ora esta visão do mundo e da vida faz com que os meus filhos achem que podem fazer todo o tipo de asneiras que alguém irá depois apanhar os cacos. Eles ficam de castigo é certo (mais ou menos a mesma coisa que perder eleições), mas quem apanha os cacos sou eu. Os meus filhos nasceram desresponsabilizados. A responsabilidade é sempre de outro qualquer: o outro que paga, o outro que assina, o outro que limpa. No caso dos meus filhos o outro sou eu, no caso dos socialistas encartados o outro é o governo seguinte.

Por fim, o último mas não menos aterrorizador sintoma muito socialista dos meus filhos é a inveja: eles não podem ver nada que já querem. Acham que têm de ter tudo o que o do lado tem quer mereçam quer não. São autênticos novos-ricos sem cheta. Acham que todos temos de ter o mesmo e se não dá para repartir ninguém tem. Ou comem todos ou não come nenhum. Senão vão à luta. Eu não posso dar mais dinheiro a um do que a outro ou tenho o mesmo destino que Nicolau II. Mesmo que um ajude mais que outro e tenha melhores notas, a “cultura democrática” em minha casa não permite essa diferenciação. Os meus filhos chamam a esta inveja disfarçada, justiça, os socialistas deram-lhe o nome de justiça social.

A minha sorte é que os meus filhos crescem. Já os socialistas são crianças a vida inteira.

Não sou eu o autor, mas gostaria. Está muito bom. Ou deprimente, dependendo do ponto de vista.
Editado para acrescentar a autora: Inês Teotónio Pereira.

Greve em dia de exame: é certamente em defesa do interesse dos alunos

Filed under: Educação,Política,Portugal — Maria João Marques @ 15:30

Quando os professores se queixarem da falta de respeito que os alunos lhes têem, é bom que antes de culparem os pais por não terem dado educação aos rebentos se lembrem que se calhar as culpas próprias são maiores.

Agora sff é não enterrar a cabeça na areia e não deixar a adoção por casais do mesmo sexo entregue aos fanáticos da coisa

Filed under: Política,Portugal — Maria João Marques @ 14:40

Está aprovada a possibilidade de adoção pelo conjuge de mãe/pai de uma criança já adotada individualmente por um deles para casais do mesmo sexo e a mim parece-me isto de evidente bom senso, afinal as crianças a co-adotar já vivem e já criam laços com futura mãe/pai.

Segue-se evidentemente a adoção (chamemos-lhe simultânea) por casais do mesmo sexo e, como esta questão requer cuidados, seria muito aconselhável a gente moderada de todos os partidos não deixar essa legislação entregue a Isabeis Moreiras e outros fanáticos da causa gay e lésbica, que estão evidentemente mais interessados em apontar o dedo acusatório, chamar homofóbicos a quem os ousa questionar (nem é necessária uma discordância aberta), marcar pontos políticos, e um largo etc. do que proteger os interesses das crianças institucionalizadas com possibilidade de adoção. (Ouvi há umas horas no rádio parte do discurso de Isabel Moreira e não se suporta o tom revanchista e self-righteous da senhora, que percebe tanto de crianças como eu da produção de ananáses.)

Não é indiferente para uma criança crescer com um pai e uma mãe ou crescer com dois pais e duas mães, não é sequer indiferente para uma criança crescer com duas mães ou ser crescer com dois pais. Os que juram a pés juntos que essa categoria que são ‘os estudos’ mostram que não há diferenças entre ser educado por pai e mãe ou por dois pais ou duas mães, mentem. (Já escrevi sobre este assunto dos estudos no Cachimbo e não vale a pena repetir-me).

Como de facto não há pior destino para uma criança do que crescer institucionalizada – e apesar das crianças institucionalizadas não votarem e correrem o risco de ninguém lhes ensinar por que é importante ir votar quando se tem idade – pede-se aos senhores deputados à AR que sejam crescidinhos. E legislem de forma a garantir às crianças que têm a possibilidade de ser adotadas que o sejam preferencialmente por casais de mãe e pai, depois disso por casais de lésbicas e, só por fim, por casais de gays. Não me apetece ter uma legislação que vá sobretudo servir para que os fanáticos da causa promovam gritaria pública de  cada vez que uma criança é entregue a um casal de mãe e pai em vez de a um casal de pessoas do mesmo sexo. Que é o que sucederá se a gente moderada deixar ficar o assunto com os fanáticos.

Mais uma etapa no processo de default selectivo em curso

Filed under: Economia,Política,Portugal — João Luís Pinto @ 11:21

Um outro sector da economia e da sociedade portuguesa que não logrou estar no grupo selecto e privilegiado dos interesses que o nosso governo se encontra mandatado para proteger:

O Ministério da Saúde está à espera de conseguir um acordo com a indústria farmacêutica para a redução da despesa com medicamentos, para só depois libertar os 432 milhões de euros para pagamento de dívidas a fornecedores do Serviço Nacional de Saúde, a maior parte empresas farmacêuticas. Por outras palavras, enquanto a Apifarma (associação que representa a indústria) não aceitar fechar o acordo que compromete as farmacêuticas com uma poupança de 333 milhões na despesa com medicamentos este ano, não há lugar ao pagamento de dívidas.

Diário Económico (via Portugal Contemporâneo)

Enquanto isso, prossegue a consolidação e a exploração de uma política centralizada de preços regulados dos medicamentos, iniciada pelo governo anterior e abraçada pelo actual, com as consequências óbvias à vista.

Vai ser MESMO necessário fazer reformas estruturais

Filed under: Diversos — Miguel Noronha @ 10:25

“Fim da troika?” de Pedro Pita Barros (Momentos Económicos)

O fim do programa de ajustamento não significa o fim da troika em Portugal. Significa apenas que a acção do Governo não precisa de seguir um Memorando assinado com entidades externas, mas nem por isso as decisões que sejam tomadas deixarão de ser seguidas e provavelmente influenciadas pela troika enquanto credora.

O principal desafio para o fim do programa de ajustamento é que tenhamos feito algum ajustamento de facto que permita a economia portuguesa retomar um caminho de crescimento. Se tudo o que sucedeu durante estes anos do programa de ajustamento foi suster a respiração debaixo de água à espera que a onda passe, sobretudo no funcionamento do sector público, então continuaremos a ter dificuldades no futuro.

A discussão sobre o futuro depois do programa de ajustamento não pode ser como fazer despesa pública que não se teve oportunidade nestes últimos anos. O horizonte de 2015, com eleições legislativas, não augura nada de bom

Para que serve o Conselho das Finanças Públicas?

Filed under: Diversos — Miguel Noronha @ 08:59

António Costa no Diário Económico

[F]ica assim sem se perceber exactamente qual é o objectivo e a função do Conselho das Finanças Públicas, mas, pior, percebe-se, do que fez até agora, que é um novo organismo que replica o que já fazem, e bem, a UTAO e o Banco de Portugal nas suas análises.

LEITURA COMPLEMENTAR: Acerca do “conselho superior de finanças públicas”

Maio 16, 2013

Mais Europa? Não, Obrigado!

Filed under: Diversos — João Cortez @ 20:51
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Hollande defende criação de governo permanente e dívida comum para a Zona Euro - uma medida que deve deixar o Tó Zé Inseguro orgulhoso.

Diz então a notícia que “o presidente de França considera que deve ser criado um Governo económico na zona comunitária, com orçamento próprio, direito à emissão de dívida, um sistema fiscal harmonizado e um presidente a tempo inteiro.”

Para distância, incompetência, burocracia,  excesso de impostos , endividamento, poderes, regulação, planeamento central e atentados à liberdade individual já chegam os governos à escala nacional. Mais Europa? Não, Obrigado!

Em Inglaterra nem a bandeira escapa aos “cuidados”

Council vetoes flag of St George after concerns raised about links to Crusades.

A local council decided against flying the flag of St George after concerns were raised that it would offend the town’s 16 Muslim residents.

Venezuela de calças na mão (2)

Filed under: Diversos — Bruno Alves @ 16:12

O que imperialistas americanos e seus fantoches da estirpe do nosso Rui Carmo não compreendem é que o papel higiénico não passa de uma convenção burguesa de cujas garras o socialismo bolivariano libertou o bom povo venezuelano.

Robin dos Bosques?

Filed under: Comentário,Diversos,Política,Portugal — Ricardo G. Francisco @ 15:53

Reza a história que um grupo de fora da lei liderados por um nobre revoltoso roubava aos cobradores de impostos do Rei João para distribuir pela população empobrecida e esmagada pela carga fiscal.

Com os portugueses a empobrecerem ao mesmo tempo que a carga fiscal aumenta não deixa de ter a sua piada o assalto à repartição das finanças de Gondomar. Só faltou os assaltantes distribuírem parte do dinheiro roubado pelos contribuintes das redondezas para termos uma versão Lusitana do Robin dos Bosques.

 

Disclaimer: Não serve este artigo de apoio a nenhuma forma de violência, muito menos à mão armada, sendo que é de saudar não terem resultado feridos do assalto.

Venezuela de calças na mão

As forças da oposição – sector privado incluído – são os responsáveis por mais este sucesso da economia soviética do socialismo bolivariano.

A woman who just bought toilet paper at a grocery store reads her receipt as she leaves the private store in Caracas, Venezuela, Wednesday, May 15, 2013. First milk, butter, coffee and cornmeal ran short. Now Venezuela is running out of the most basic of necessities _ toilet paper. Economists say Venezuela’s shortages stem from price controls meant to make basic goods available to the poorest parts of society and the government’s controls on foreign currency.

 

Valpaços e Andreotti

Filed under: Diversos — Miguel Noronha @ 13:24

Artigo de José Manuel Moreira no Diário Económico

Em Abril de 2007, um jovem jornalista, Paulo Ferreira, agora subdirector do “Jornal de Notícias”, escrevia uma crónica intitulada “Cheios de dívidas e felizes”. Nela, depois de apresentar dados sobre o milagre da multiplicação das dívidas, avisava: “nenhum país (nem nenhuma família) suporta por muitos e bons anos o resultado desta loucura”. E terminava: “O efeito conjugado destes factos com o desemprego (…) redução drástica de direitos adquiridos e outros benefícios há-de fazer-nos pensar. Até lá, vivamos felizes!”(…)

Pergunta-se. Como foi possível um jovem, sem formação em economia, ter visto o que Seguro, mesmo agora, não quer ver? Daí a acusação ao actual executivo de pretender “retirar, de um momento para o outro, uma parte dos rendimentos” aos reformados e pensionistas

Desta vez é diferente – Oito séculos de loucura financeira

Filed under: Diversos — Miguel Noronha @ 12:41

No Diário Económico, uma extensa apresentação da edição portuguesa de “This Time Is Different” de Carmen Reinhart e Kenneth Rogoff. O prefácio é de Vítor Gaspar e a tradução do Jorge Costa.

Nota: Como já vem sendo hábito, a apresentação de Vítor Gaspar foi interrompida por palhacitos que emocionalmente ainda não sairam do recreio da escola primária.

Hoje às 18h30, na Bertrand do Picoas Plaza

Filed under: Diversos — Maria João Marques @ 09:12

Outra pergunta sobre a Função Exponencial

Filed under: Teoria — Ricardo Campelo de Magalhães @ 03:46
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E já agora uma mais fácil:

Imaginem que há uns nenúfares de rápida multiplicação que chegam a um lago. De 3 em 3 dias á área ocupada pelos mesmos duplica até que, ao fim de 45 dias, toda a superfície do lago está ocupada pelos ditos nenúfares. Quantos dias foram necessários desde a sua chegada para que os nenúfares cobrissem 50% da superfície do lago (ou seja, a 1ª metade)?

Uma pergunta sobre a Função Exponencial

Filed under: Teoria — Ricardo Campelo de Magalhães @ 03:40
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A função exponencial é a mais importante para quem compreender um pouco a estatística por detrás da maior parte das opções políticas, mas é uma ilustre desconhecida de muitos. Para demonstrar o meu ponto, deixo aqui uma situação:

Imaginem que a população de uma cidade com uma boa economia está a crescer a 7% ao ano. Acham muito?
7% ao ano leva a cidade a crescer rapidamente, muito rapidamente. A pergunta é:
Imaginando que a cidade começou com 10.000 habitantes, quantos terá ao fim de 1 século a crescer sempre àquele ritmo?

Maio 15, 2013

Campeão… dos Vices

Filed under: Desporto,Portugal — Ricardo Campelo de Magalhães @ 22:18
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Palmares Internacional Benfica

Há clubes que colocam no seu palmarés oficial as competições em que foram vice-campeões.
O Benfica tem sorte: hoje pode adicionar mais um item no palmarés.

Gostava que o Benfica tivesse ganho ao fim de 51 anos…
… era Português e valorizava as conquistas do Mourinho para o ano…
… mas há clubes que não sabem jogar até ao fim.

Falta esforço, garra, dedicação à causa, “ganas”!
Falta o conceito de produtividade.
De lutar até ao fim!

Triste, mas esperado.

Números Pouco Animadores

Filed under: Diversos — João Cortez @ 20:33

Foram hoje conhecidos vários indicadores económicos relativos ao crescimento económico na União Europeia (fonte: Eurostat) onde se destaca uma diminuição do PIB Português de 0,3% relativamente ao trimestre anterior e de 3,9% relativamente ao ano anterior. No primeiro trimestre de 2013, a Zona Euro registou um decréscimo de 0,2% e a União Europeia um decréscimo de 0,1%.

Economic_Data_Q1_2013

O gráfico seguinte retirado do Economist mostra o crescimento observado em todos os países da União Europeia para o primeiro trimestre de 2013 em relação ao ano anterior.

GDP_Q12013

O costume

Filed under: Diversos — Miguel Noronha @ 16:52

Numa palavra. Guterrarram.

ADENDA: E aqui temos um belo exemplo de um perfeito nim

preemptive strike

Filed under: Diversos — Ricardo Arroja @ 16:50

Angelina Jolie fez dupla mastectomia preventiva.

(novamente) A insustentabilidade do sistema público de pensões

Filed under: Diversos — Miguel Noronha @ 09:13

Silva Lopes em declarações à Rádio Renascença: “A geração grisalha não pode estar a asfixiar a geração nova da maneira como tem feito até aqui. Não pode ser. Eu sou pensionista, sou da geração grisalha, quem me dera a mim que não toquem nas reformas, mas tocam, vão tocar e eu acho muito bem. Não há outro remédio”. “[Se o ] Tribunal Constitucional impedir estas coisas, isto rebenta tudo”.

Ricardo Arroja no Diário Económico: “[E]ste é daqueles temas em relação aos quais não se poderá fugir por muito mais tempo, pois, a uma idade mediana da população superior a 40 anos de idade, junta-se em Portugal uma população empregada de apenas 4,6 milhões de pessoas para (…) três milhões de pensionistas. A insustentabilidade da Segurança Social é assim financeira, demográfica e económica

 

“Estado de Bem-estar versus Bem-estar do Estado” – Dia 24 de Maio, na Católica.Porto

Filed under: Agenda,Economia,Educação,Política,Portugal,Teoria — André Azevedo Alves @ 01:04

O final de Maio vai ser um período de actividade intensa. Além da conferência de 27 de Maio aqui bem recordada pelo Tiago, recordo também que no dia 24 de Maio terá lugar a conferência “Estado de Bem-estar versus Bem-estar do Estado”.

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A informação sobre o programa está disponível aqui.

A inscrição para assistir à conferência é gratuita e pode ser feita aqui.

Maio 14, 2013

comentário político

Filed under: Diversos — AA @ 20:43

Andy Kaufman: Mighty Mouse Original (Here I Come to Save the Day)

Stand-up comedy no Palácio de Belém

Filed under: Ambiente,Cultura,Energia,Humor,Media,Política,Religião,Saúde — ruicarmo @ 19:10

Sétima avaliação “foi inspiração da Nossa Sra. de Fátima”

Stand-up comedy na ONU

As pessoas devem passar a comer mais insectos por forma a matarem a fome, equilibrarem a alimentação e reduzirem a poluição.  Mas isso será algo que não se aplicará à malta da Assembleia Geral da ONU.

A propósito da Nextpower e das camapanhas autárquicas do Porto e Gaia (3)

Filed under: Diversos — Miguel Noronha @ 18:02

Comentário de ACV7368764 no post “Quem paga as campanhas do PSD em Gaia e no Porto?”

Se vir os documentos acima [nota: aqui e aqui], conclui que a nextpower é uma empresa propriedade da Boston e do senhor Moita de Deus. A Boston é de outra empresa que é de outra empresa que é de outra empresa. Todas são da LPM, ou seja, do senhor Luís Paixão Martins ou do seu filho. A F5 Consulting é a empresa de um conhecido comunicador chamado Tocha (pode ler melhor aqui no Público quem é)  Por fim, a Cunha Vaz é outra empresa de um senhor chamado Cunha VAZ. São todas de Lisboa e as três maiores agências do país. Todas estão a trabalhar para Menezes. É público e notório. Quem paga é a Câmara de Gaia através das mais diversas empresas. A Nextpower mudou-se recentemente (ver documento acima nos comentários) para Gaia (vá-se lá saber porquê!!!). Se procurarem bem, vão achar inúmeros ajustes directos (qq pessoa o pode fazer, é público) destas empresas nas empresas e câmara de gaia. Não são milhares, são centenas de milhares de euros, no seu conjunto. Além do mais, os ajustes da Nextpower e da Boston são ilegais, uma vez que a Boston é dona da Nextpower (ver acima outra vez), o que a deveria impedir de ser adjudicada pelo mesmo serviço. Outra coisa, eu que não percebo nada de jornalismo, vejam o que foi adjudicado: “A execução do plano de comunicação de 2013 inclui: a) Cobertura de, pelo menos, uma actividade por semana do Município; b) Cobertura de todas as conferências de imprensa do município; c) Cobertura do Porto Wine Fest; d) Cobertura das 24 horas de Karts; e) Colocação de um elemento a indicar pela Gaianima no painel de comentadores do Porto Canal, no mínimo, uma vez por mês; f) Presença do município no programa Porto Alive, de 15 em 15 dias; g) Presença no programa territórios, uma vez por semana; h) Cedência de todas as cópias de todas as transmissões acima referidas.” Ou seja, qual o papel do Portocanal no meio de tudo isto? O Portocanal vende lugares nos seus programas a troco de quê? Jornalistas, INVESTIGUEM! ISTO É UMA VERGONHA!

A propósito da Nextpower e das camapanhas autárquicas do Porto e Gaia (2)

Filed under: Diversos — Miguel Noronha @ 14:45

Comentário de  Tiago Azevedo Fernandes a própósito do esclarecimento de Fernando Moreira de Sá

“A Nextpower não trabalha a campanha de Carlos Amorim”
“Aqui está a time-lapse final da apresentação do candidato Carlos Abreu Amorim (Gaia não pode Parar). Um trabalho que nos orgulha.” – NextPower Norte

https://www.facebook.com/nextpowernorte/posts/517872931583056

 

Chicago, 1920

Filed under: Diversos — Bruno Alves @ 14:43

(Artigo publicado no Diário Económico de ontem)

No debate com os deputados da passada sexta, o primeiro-ministro confirmou que o Governo pondera um corte às “pensões em pagamento”. Ou seja, aplicar a nova fórmula de cálculo das pensões dos funcionários públicos não apenas a quem se reformar a partir de agora, mas também àqueles que o fizeram segundo as regras anteriores.

Passos Coelho argumenta que a medida se justifica como forma de garantir que o Estado tenha dinheiro para pagar as pensões. A oposição considera-a inconstitucional e socialmente insensível. Nenhuma das partes compreende que a proposta, sem querer, põe a nu um dos principais problemas inerentes ao “Estado Social”.

Sempre que qualquer Governo realiza um corte nas pensões, toda a esquerda se levanta, protestando com a “quebra do contrato social”, dizem. Têm razão, mas não percebem como esse “contrato”, por natureza, foi feito para ser quebrado.

A promessa do “Estado social”, de uma garantia de uma pensão em função dos descontos feitos ao longo da vida contributiva, é, logo à partida, fraudulenta. O sistema de pensões equivale a um esquema de pirâmide em que os da base pagam as pensões dos do topo, e em que as verbas que estes últimos recebem, longe de estarem garantidas pelo tal “contrato”, dependem do número de pessoas (e montante de dinheiro que conseguem gerar) a alimentar o sistema na base. A proposta do Governo, por muito que ofenda as sensibilidades dos que a criticam, é a consequência natural do “modelo” que querem proteger.

Reside aí o erro de ver o sistema de pensões público como moralmente superior aos privados. Os socialistas de todos os partidos costumam dizer que estes últimos comportam um risco maior, que implicam entregar as pensões à “economia de casino” da “especulação bolsista”. Mas o “contrato social” não oferece maior segurança. Permite até que um dos contratantes (o Estado) altere os seus termos unilateralmente, sem qualquer compensação. Quem acha que entregar as pensões “aos privados” equivale a ir com elas para Las Vegas, ficando à mercê da sorte, devia compreender que, no nosso “Estado Social”, elas ficam à mercê da demografia e da discricionariedade de quem tem a “força” para impor condições. Em vez de Las Vegas, temos Chicago nos anos 20.

Liberalismo e Governação – Que Futuro para Portugal? (27 de Maio, no Porto)

Filed under: Agenda,Economia,Portugal — Tiago Loureiro @ 14:34
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Com a qualidade da organização do Guilherme Marques da Fonseca e a excelência do conhecimento dos Professores José Manuel Moreira e André Azevedo Alves e do Deputado Michael Seufert. Um luxo!

Aconselha-se todos os interessados em participar a fazerem a sua inscrição tão cedo quanto possível no email que consta na imagem do evento.

Como é difícil ser liberal em Portugal (4)

Filed under: Diversos — Miguel Noronha @ 12:50

“Regressar à Política ou à Despesa?” de Tavares Moreira (Quarta República)

Foi notícia, no início do último fim-de-semana, uma declaração de destacado responsável político do PSD, atingindo duramente o Ministro das Finanças ao dizer, sem rodeios, que “o tempo político do Ministro tinha chegado ao fim”.(…)

Achei curiosa esta passagem pois na minha apreciação ficou claro que o autor pretendeu dizer, muito simplesmente, que tinha chegado o tempo do Estado voltar a gastar, de abrir os cordões à bolsa, de abandonar esta inquietante disciplina orçamental que está deixando tanto político à beira de um ataque de nervos. Sobretudo agora que se aproxima, vertiginosamente, mais um acto eleitoral e logo daqueles de que dependem tantas centenas ou milhares de lugares à Mesa do Orçamento.(…)

Esta declaração reflecte, genuinamente, a ansiedade que se está apoderando de uma classe política que se habituou a viver sem quaisquer restrições orçamentais; de uma classe política que, apesar das diferenças de tonalidade que as circunscrições políticas impõem ao discurso dos seus zelotas, se revia perfeitamente na política que ficou conhecida por “atirar dinheiro para cima dos problemas” a qual marcou, tão festivamente, a segunda metade dos anos 90 e, em especial, a triunfal adesão ao Euro…e viveu período áureo nos 6 anos que antecederam a ruptura financeira!(…)
 
Em suma, tanto o dramático apelo ao “regresso da política” de um proeminente social-democrata (que sugere alguma perturbação lá por casa…), bem como os apelos ao “crescimento e ao emprego” dos amabilíssimos Crescimentistas, têm um denominador comum que se resume em três palavras: Mais Despesa Pública (MDP em sigla). .MDP financiada como e com que benefícios para além da solução das suas aflições políticas, se desconhece em absoluto – o que aliás pouco interessará para a definição do estado de alma…
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