Mais uma grande “cacha” do Expresso

Expresso270515

Pelos visto no Expresso ainda se dá crédito aos gregos (algo bastante arriscado). Infelizmente a realidade é algo diferente.

As agências noticiosas Bloomberg e Reuters avançam, citando fontes do Governo grego, que Atenas estará a preparar com os credores um princípio de acordo técnico que ficará fechado ainda esta quarta-feira. Contudo, Bruxelas diz que não há avanço

… Perseverare Diabolicum

A aprovação de hoje da criminalização do “enriquecimento injustificado” é apenas mais uma instância da capacidade do governo de persistir em erros.

Primeiro foram os infâmes decretos lei 197 e 198 de 2012, recentemente reforçados com ainda mais kafkianas obrigações de comunicação regular, ou mesmo em tempo real, ao fisco de dados operacionais das empresas. Uma ideia peregrina originária do governo anterior, este controlo fiscal que excede tudo o que é razoável foi tomada a peito pela núncica criatura numa crescente teia que parece ter o objectivo de desencorajar qualquer alma incauta que ainda alvitra ter uma empresa.

Depois temos o extraordinário episódio da taxa parasita do estrumpfe dos óculos. Cavaco ainda vetou a monstruosidade, mas o governo conseguiu persistir no erro. A atitude de nem sequer mudar uma vírgula no idiótico diploma, dá corpo à ideia do dizer romano que dá título a este post.

Hoje temos a ideia de estimação da justiceira ministra a ser novamente votada apesar de ser gritantemente inconstitucional – para nada dizer sobre a ofensa que é à decência. As únicas alterações feitas sendo as de tornar o infâme conceito ainda mais difuso e arbitrário no sentido de tentar dar a volta ao Tribunal Constitucional.

Se não querem voltar a ser governo basta não se candidatarem. Tornar o país irrespirável para alcançar esse objectivo é totalmente desnecessário.

É a democracia, estúpido! Como a Segurança Social só é sustentável em ditadura

socialsecurityAlguns membros do Partido Socialista (por exemplo, o João Galamba aqui) têm afirmado que a Segurança Social deixou de ser sustentável devido à política económica deste governo. Vamos assumir então que isto é verdade. Vamos então fingir que tudo estava bem com a Segurança Social em 2011 quando o governo de Sócrates chegou perto de não ter dinheiro para pagar pensões. Vamos fingir também que a Segurança Social não tem obrigações a rondar os 200MM€, mas apenas 10MM€ em activos (menos de um ano de pensões) para cobrir essas obrigações futuras. Vamos fingir que nada disto é verdade e que, de facto, a segurança social era perfeitamente sustentável até este governo aparecer.

Se o PS acredita verdadeiramente nisto, só tem uma solução: defender a privatização do sistema de pensões. Se o PS acredita que basta uma má governação económica para colocar em causa décadas de descontos, deveria defender um sistema que protege os futuros pensionistas deste risco. Mas não, o PS continua a exigir aos portugueses que todos os meses depositem o correspondente a metade do seu salário líquido num sistema que assumem ser muito vulnerável. Em vez de devolver parte destes descontos para que os trabalhadores portugueses possam poupar para a sua reforma individualmente, comprando imobiliário, acções, depósitos, etc (até o falido GES tem mais activos para pagar as suas obrigações do que a segurança social), o PS quer continuar a obrigar os portugueses a contribuir para um sistema que consideram frágil.

Claro que há uma outra mensagem implícita no discurso do PS: a segurança social só é sustentável com o PS no governo. Ou seja, o problema não é o sistema em pirâmide da segurança social, o problema é a democracia.

Newspeak socialista

PS rejeita negociar cortes nas pensões actuais e promete as “correcções” necessárias nas futuras

Tradução. Em vez de começarmos a reduzir hoje o tamanho do buraco do sistema público de pensões dividindo a factura entre gerações empurramos o problema para os reformados futuros (os que pagam os actuais reformados). Vamos ter que cortar mais, mas como diria Keynes, “no longo prazo estamos todos mortos”.

(via João Miranda)

On Debt and Taxes

No Portuguese Insurgent: On Debt and Taxes.

The stated objective of The Economist’s piece is to make the case for eliminating incentives to excessive leverage that undermine the financial system. This ignores the simple fact that the system’s instability stems from its design rather than from the amount of credit it grants. Over the last hundred years, the total leverage of the financial system – particularly banking – has increased constantly as required reserves progressively decreased; to the point where at the beginning of the ongoing crisis many of the world’s largest banks, especially in America, had reserve ratios close to 2%.

Uma pequena notícia que corresponde a um enorme avanço

Nicolás Maduro a olhar para as coisas do progresso.

Nicolás Maduro a olhar para as coisas do progresso.

Na Venezuela, o camarada Haiman El Troudi assume a Vice-Presidência do Socialismo Territorial. A  ofensiva progressista é imparável.

El presidente Nicolás Maduro, informó que Elias Jaua deja el ministerio de las Comunas para asumir nuevas responsabilidades con el pueblo.

“Vamos Elias desde la profundidad del Pueblo, como siempre, como nos enseño nuestro Maestro-Padre, construyendo Victorias”, escribió.

En este sentido, anunció que la compañera profesora Rosangela Orozco asume la conducción del Ministerio de Comunas y Mov.Sociales.

Asimismo, en otro tweets también mencionó que la labor que venia ejerciendo Elia Jaua, en la Vicepresidencia del Socialismo Territorial la asumirá Haiman El Troudi “para mantener la Ofensiva”, puntualizó.

A NOS e uma fraude (2)

Num post anterior tinhamos dado conta do processo kafkiano movido pela NOS contra Rita Carreira (co-autora da Destreza das Dúvidas). Dias depois, a NOS terá reconhecido o erro e informado-a do encerramento do processo. Não obstante, e com data posterior, enviam-lhe uma carta onde ameaçam com uma penhora por falta de pagamento

A carta diz que me deram oportunidades de eu pagar a prestações, o que aos olhos dos advogados da NOS, faz da NOS uma companhia adorável. É pena que eu nunca tenha visto essa oferta; logo, mais uma coisa que faz da NOS uma companhia mentirosa. Esta carta também me diz que, muito provavelmente, a NOS diz que investiga um caso, mas o modus operandi é nunca desistir de um caso por mérito e seguir sempre a via do tribunal, sobrecarregando a justiça e passando o custo da sua incompetência para os contribuintes portugueses.

Eles decidiram desistir do meu caso porque eu fiz barulho nas redes sociais e o meu post foi partilhado por blogues como “O Insurgente”. Não teve nada a ver com o mérito dos meus argumentos. Depois, como são estúpidos, esqueceram-se de tirar o meu nome da lista de vítimas e enviaram a carta

ADENDA: A NOS pede desculpa.

Inteligências raras

Da entrevista de Joana Amaral Dias ao Observador

O Estado deveria ter deixado cair o BPN? E o BES e o BPP?
O Estado deveria ter deixado cair seguramente o BPN. E isso é da responsabilidade do Governo PS e PSD. Está a ver porque é que não se pode confiar nesses parceiros? Até aproveito para dizer mais: foram seis bancos que nós resgatámos em seis anos, mas depois não há dinheiro para o Serviço Nacional de Saúde, para a Escola Pública e para a Segurança Social.

Quem nacionalizou o BPN (e o BPP) foi o governo PS.
Depois. O fundo de recapitalização bancária fez parte do fundo de resgate concedido pela “troika” a Portugal. Foram empréstimos e não “doações” e com taxas de juros bastante penalizadoras. Não se percebe muito bem a ligação ao SNS, à “escola pública” e à Segurança Social. Mas pelos vistos os 8000 milhões de euros do fundo chegavam para isso tudo. Enfim, gente que sabe fazer contas.

Ainda não me respondeu: o que o Governo deveria ter feito ao BES?
Deveria nacionalizar o BES, obviamente. Porque é que deveria estar a cobrir os prejuízos de outros?

O esplendor da ignorância. Vital Moreira já explicou de forma clara e sucinta a “estupidez política e financeira” desta proposta

O governo é que decide o que é a realidade

Faz lembrar o ex-ministro Pedro Silva Pereira (em 2010?) quando afirmava convictamente que o método de cálculo do défice seria decidido pelo governo e não pelo eurostat. Logo, não existia qualquer “défice excessivo”. Passado um ano estávamos na bancarrota.

Clarificação exige-se

Mário Soares no DN

O governo (…) vendeu empresas públicas estratégicas a estrangeiros, como a EDP e a REN, ou empresas privadas de duvidosa credibilidade, como sucedeu com a PT.

Convinha que Mário Soares fosse mais explícito acerca do alvo da sua ira. O processo de privatização da REN foi iniciado no primeiro governo de José Sócrates e concluído pelo actual governo. O da EDP ainda é mais complexo. Começou com António Guterres, continuou com Santana Lopes e foi concluído por José Sócrates.

Mas o verdadeiro mistério é a referência ao processo da PT que terá envolvido “empresas privadas de credibilidade duvidosa“. Ora, a privatização da PT decorreu entre 1995 e 2000 (governos de Cavaco Silva e António Guterres). Porque esperou Mário Soares, tanto tempo, para fazer a denúncia? A qual das 5 fases da privatização se refere? Mistério…

Gurbanguly Berdymukhamedov

Foto: Alexander Vershinin/AP

Foto: Alexander Vershinin/AP

Um nome, um líder, uma obra a reter.

Gurbanguly Berdymukhamedov gallops ahead in race to construct a cult of personality bigger than his predecessor’s, the late dictator Saparmurat Niyazov

Turkmenistan’s equestrian-mad leader has been honoured with a huge monument in the capital city, featuring his likeness atop a golden horse.  Cast in bronze and covered in 24-carat gold leaf, the statue of Gurbanguly Berdymukhamedov soars over 20 metres from the ground and is perched on an outcrop of white marble cliff.  Berdymukhamedov, who has run the country since 2006 and is accused of presiding over one of the most pervasive personality cults in the world, is widely known as Arkadag, or the patron.

 

E para temperar o guisado?

Estive a pensar muito, e cheguei à conclusão que uma verdadeira direita tem de ser de esquerda.

Estive a pensar muito, e cheguei à conclusão que uma verdadeira direita tem de ser de esquerda.

De uma forma preocupada e enternecedora, talvez galvanizado pelo dr Sampaio da Nóvoa, o dr Pedro Lains também pensou o país, em particular a direita, e fez o enorme favor de nos informar sobre qual deverá ser o nosso posicionamento político neste Portugal aberto e modernaço. Baliza, contudo, qualquer ousadia radical — nada que ultrapasse «Manuela Ferreira Leite no económico e social», pede-nos. Idealmente deveríamos ser todos uma espécie de Adriano Moreira. Não indo eu a tempo de servir sob Salazar e seguidamente renegar e converter-me ao social-centrismo, dou-me por excluído. Tudo somado, o dr Lains, na sua bela quimera, sonha com uma direita que no fundo é de esquerda, excepto quando se trata de retirar as cruzes das salas de aulas das escolas públicas — aí há margem para a direita ser direita.

Aproveitando a senda altruísta do dr Lains, que se preocupa em pensar a direita, o que aliás faz dele uma figura presidenciável, gostaria de lhe pedir conselhos também para o guisado de borrego que estou a preparar. Em particular, sobre o tempo de colocação da noz-moscada. No início ou no final da cozedura? No início provavelmente inflará demasiado os seus sabores profusos na comida, no final perderá o saveur — e nós não queremos que perca o saveur, pois não, dr Lains? Já agora, e se o seu enorme altruísmo ainda não tiver esgotado, queira por favor indicar-nos se o single malt é com uma ou duas pedras, ou com dois dedos de água das pedras. Há quem jure, algures nas maravilhosas destilarias escocesas e irlandesas (curiosamente, o melhor whisky do ano é japonês), que leva quantidade de água equivalente à de whisky. Quer o dr Lains pensar sobre o assunto e elucidar-nos? Eu, e no geral a «direita», ficaríamos imensamente gratos.

Nota: o dr Lains editou o artigo e retirou, com muita pena nossa, as referências intelectuais de qualquer aspirante de direita, a Manuela Ferreira Leite e, em particular, Adriano Moreira.

Haja fé no Marinho e Pinto

marinho

O Partido Democrático Republicano  (partido unipessoal do ex-jornalista e ex-bastonário da ordem dos advogados) vive momentos animados. Espero que num futuro próximo surjam vários movimentos antagónicos que defenderão a necessidade da existência e da unidade verdadeiramente diferenciadora do partido de Marinho e Pinto.

Confusão na assembleia de filiados do PDR. Marinho Pinto impugna votações

Leitura dominical

Uma tragédia evitável, a crónica de Alberto Gonçalves no DN.

Apesar de lamentar a balbúrdia cometida por adeptos da bola no centro de Lisboa, António Costa lembrou, a título de consolo, que actividades semelhantes também acontecem “noutros locais”. Para mim, que moro a centenas de quilómetros do Marquês de Pombal, chega. Para os lisboetas, sobra. Para todos os portugueses, eis uma amostra da liderança serena que o Dr. Costa se prepara para aplicar ao país em peso, logo que as sondagens comecem a traduzir a real vontade do eleitorado e retirem o PS de fundilhos antes justificáveis pela brandura de António José Seguro: qualquer maçada, problema ou cataclismo devem ser relativizados sob o imbatível argumento de que, algures, já houve igual ou pior.

Se, por exemplo, um dia funesto Condeixa–a-Nova for bombardeada pelo inimigo, o Dr. Costa recordará Dresden e Pearl Harbor. Se três quartos do Alto Minho desaparecerem graças a um vírus maligno, o Dr. Costa não demorará a evocar a sida em África e a gripe espanhola. Se um surto de canibalismo irromper no Barlavento algarvio, o Dr. Costa acalmará as hostes mediante comparações com o Donner Party e a fome soviética de 1932. É para isto que serve um líder.

Quanto a um candidato a líder, serve para apresentar um “projecto de programa eleitoral”. Dividido em quatro capítulos, 21 pontos e incontáveis alíneas, o projecto de programa é um sítio tão bom quanto outro qualquer para o PS semear palavras que acha cativantes (flexibilidade, proximidade, agilidade, qualidade, sustentabilidade, valências, alavancagem, dicotomia, etc.). Ao longo de 134 páginas que se lêem com o prazer com que se arranca um dente, oscila-se sem surpresas entre os grandes conceitos (a liberdade, a democracia, o sol, o vento e a água) e o detalhe maníaco (melhorar a “qualidade das emissões da RTP Internacional”). Ou entre promessas lindas (a “eficiência do Estado”) e a sua contradição imediata (a criação da essencial “Unidade de missão para a valorização do Interior”). Ou entre promessas esquisitas (os direitos de “reserva da intimidade da vida privada e do bom nome”) e a sua contradição imediata (a “conciliação dos mecanismos da vigilância electrónica com os de teleassistência no apoio a vítimas de violência doméstica”). Ou entre o ocultismo (“construção de equipamento e navios de suporte para O&G e Mining Offshore”) e, literalmente, a arte de encher chouriços (há um “programa integrado de certificação e promoção de produtos regionais”). Ou entre a comédia farta (um “Programa subtemático para o setor [sic] do leite”) e a retórica vazia (“Um mundo que nos devolva o lugar da comunidade, valorizando a vida quotidiana”). Ou entre os sintomas de amnésia (a “consolidação das contas públicas”) e o orgulho no currículo (as garantias de apoios a tudo o que mexa – e principalmente não mexa – são infinitas). Por pudor, não desenvolvo “o equilíbrio de género no patamar dos 33% nos cargos de direção para as empresas cotadas em bolsa”. Por estupefacção, não comento a abolição da austeridade através de decreto.

Em suma, pacotes, iniciativas, medidas, apostas, comissões, siglas e delírios, muitos delírios, as coordenadas exactas do embuste. Pura política? Sem dúvida, e sobretudo puro PS. Corre por aí que o Dr. Costa contratou especialistas de marketing para perceber o que vai na cabeça dos portugueses. A vantagem dos portugueses é saberem de antemão o que vai na cabeça do Dr. Costa, um seguidor confesso do interessante Syriza. Se depois elegerem o PS pode sempre dizer-se que, de Mário Soares a José Sócrates, já houve desastres iguais. Duvido que tenham sido piores: a luz ao fundo do túnel é o TGV.

Francis Fukuyama no Observador

Francis Fukuyama esteve em Portugal e foi o convidado especial do “Conversas à Quinta”. Discutimos, com Jaime Gama e Jaime Nogueira Pinto, o seu último livro: “Ordem Política e Decadência Política”.

Leitura complementar: Observador: um ano de serviço público.

Há gravações mas não há dinheiro…

Mentiras e vídeo. Yanis Varoufakis confirma que gravou reunião de Riga
“Não há dinheiro” para pagar ao FMI em junho, diz ministro do Interior

Leitura complementar: O cenário do PS: entre Centeno e Varoufakis; Da espiral recessiva aos cantos do Syriza; Razões para ter esperança no Syriza; O socialismo europeu e o Syriza; A Grécia e o erro de Merkel.

José Alberto Carvalho e a apologia do terrorismo progressista na TVI (2)

TV Buíça: Apologia do regicídio em prime time. Por João Vacas.

Leitura complementar: Observador: um ano de serviço público.

Além da “verdade a que temos direito”…

O meu artigo de hoje no Observador: Observador: um ano de serviço público.

Leitura complementar: José Alberto Carvalho e a apologia do terrorismo progressista na TVI; Diário de imprensa no dia a seguir a uma vitória da direita num dos mais importantes países europeus.

O FMI e o triste fado português

Lacunas nacionais. Por Pedro Braz Teixeira.

É lamentável que tenham de ser instituições externas, como o FMI, a apontar o caminho das reformas para a nossa saúde económica.

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Os tabus no nosso reformismo

“The economy, stupid”. Por Mário Pinto.

Dentro da famigerada «reforma do Estado», que quase toda a gente defende, a reforma do «Estado social» é contudo muito mais urgente do que a reforma do «Estado Democrático» (o «Estado de Direito» não tem estado felizmente em causa) — porque a reforma do Estado social é mais «económica» (reforma da sua economicidade) e a reforma do Estado Democrático é mais «política». Mas toda a gente prefere falar da reforma institucional-política, e não da reforma social-económica. Há portanto tabus no nosso reformismo.

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António Costa aprendeu com tontices do Syriza?

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António Costa. “Vitória do Syriza é um sinal de mudança que dá força para seguir a mesma linha” (Janeiro de 2015)

“Temos de travar um combate na UE de forma inteligente, não de forma tonta como o Syriza” (Maio de 2015)

Leitura complementar: O socialismo europeu e o Syriza; O cenário do PS: entre Centeno e Varoufakis; Da espiral recessiva aos cantos do Syriza; Razões para ter esperança no Syriza; O socialismo europeu e o Syriza; A Grécia e o erro de Merkel.

Pela marcha patriótica do aumento da produção socialista

Maduro

O governo bolivariano expande a planificação socialista em todas as empresas do estado. Um sonho tornado realidade, graças ao superior empenho do camarada/presidente Maduro.

Paul Krugman, pop star e economista criativo

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BUSTED: Paul Krugman removed 20 years of data from a chart to show a correlation that wasn’t really there

See what was done there? The period in the early 1960’s was removed, and so was the period from 2000 on. In other words, out of a 55-year time period, Dr. Krugman decided to remove 20 years’ worth of data. For those keeping track, that’s removing almost 40% of an entire data set just because the data didn’t fit the narrative.

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