O Insurgente

Novembro 9, 2009

Em destaque

Arquivado em: Blogosfera — Miguel @ 08:34

Esta semana, em destaque o blog de Alexandre Soares Silva.

O que resta

Arquivado em: Política — Carlos Guimarães Pinto @ 06:21

Mulheres bonitasHá vinte anos atrás caía o muro de Berlim. O socialismo havia sido derrotado e um mundo de mulheres excepcionalmente bonitas abria-se ao Ocidente. A civilização Ocidental atingiu o seu pico nesse dia. Hoje restam-nos as mulheres bonitas.

Patranhas e bom senso

Arquivado em: Teoria — Helder @ 01:13

Kafka

All conservatism is based upon the idea that if you leave things alone you leave them as they are. But you do not. If you leave a thing alone you leave it to a torrent of change.

G. K. Chesterton

Em primeiro lugar porque essa conversa patética do conservadorismo-liberal é uma patranha ridícula sem qualquer tipo de substância e que a ninguém diz nada a não ser a uma meia dúzia de terroristas de teclado. Em segundo lugar, liberal e Igreja não rima, como bem sabes.

Pedro Marques Lopes

Caro Pedro,

desta parte que transcrevo, interessa pouco que digas que “essa conversa patética do conservadorismo-liberal é uma patranha ridícula sem qualquer tipo de substância”, porque há literatura suficiente sobre o assunto, escrita por gente bem melhor que eu – de Locke, Lord Acton Chesterton até Hayek e Revel – que o desmente.Não sou crente mas interessa-me mais que digas que “liberal e igreja não rima”.Ora isto sim é um disparate e mesmo havendo, também, imensa literatura que o desmente,seguem as minhas razões:

1 Praticamente a partir do nada, o cristianismo criou o conceito de livre arbítrio porque, antes dos cristãos, só os deuses eram volitivos. Foram os cristãos a libertar os homens da vontade de Deus;

2 Não existem nem nunca existiram sociedades mais livres – mesmo que imperfeitas e com momentos bárbaros – que as sociedades cristãs/católicas;

3 Quem primeiro separou o divino do terreno foram os cristãos: “a César o que é de César, a Deus o que é de Deus”; Nenhuma sociedade separou o Estado e a religião como as sociedades cristãs fizeram;

4 Foram os cristãos a denunciar o perigo das utopias antes de quaisquer outros. Foi Cristo que fez o aviso: “O Meu Reino não é deste Mundo” e dois mil anos depois, tanto a esquerda, como a direita que a esquerda gosta, continuam sem o perceber o aviso. Enfim, trocam a teologia católica pela teleologia esquerdista;

5 Os primeiros a pensar a economia do ponto de vista liberal foram os Escolásticos da Universidade de Salamanca. Sacerdotes Católicos, imagina;

6 Etc

Nos “tempos interessantes” que vivemos, qualquer que seja a organização social independente do estado é uma espécie de último reduto de liberdade. Infelizmente, o que a ICAR tem feito – pelo menos em Portugal – é assumir um colaboracionismo vergonhoso com a prepotência do estado. O que se lhe devemos exigir é que cumpra o que prega e que esteja do lado das pessoas contra o poder discricionário e crescente dos partidos políticos e do estado, que hoje não passam associações de malfeitores. Partidos, Comunicação Social, Ministérios, Direcções gerais, Repartições, Reguladores, etc são antros de sanguessugas, de filhos da puta que não merecem a palha que comem. Esses são os inimigos, não é nem a Igreja, nem os conservadores-liberais.

Ah. Já agora,sobre o casamento entre homossexuais, parece que existe o direito (deve fazer parte dos direitos humanos de 50ª geração) a actos administrativos*, é isso?

P.S A partida de golfe não está esquecida, é uma questão de oportunidade. A ver se o Miguel Botelho Moniz alinha e jogamos melhor bola, melhor soma ou Texas Scramble. Bom Sucesso?

I regard golf as an expensive way of playing marbles.

– G. K. Chesterton

*Copyright JCD

Equilíbrio

Arquivado em: Diversos — Helder @ 00:51

Dragonologia

No momento em que a nossa civilização, segundo dizem, despontou, na Grécia Antiga, posso garantir, um conceito congregava as obsessões daquela boa gente: equilíbrio.Vinte e muitos séculos depois estamos nos antípodas do nosso próprio berço: a actual cultura equivale a um veículo sem volante, quase sem travões e com o acelerador a fundo. Mais que à beira do desastre, eu diria que nos encontramos à beira da sepultura.

Liberal-conservador

Arquivado em: Diversos — Helder @ 00:49

Se regressasse no tempo, o meu filho não me trataria por tu.

Contos do fantástico

Arquivado em: Diversos — Helder @ 00:34

Via Gabriel Silva

«A derrota do socialismo, com o desaparecimento da União Soviética e da comunidade socialista do Leste da Europa, constituiu uma tragédia, não apenas para os povos desses países mas para toda a humanidade: com o capitalismo dominante, o mundo é, hoje, menos democrático, menos livre, menos justo, menos fraterno, menos solidário, menos pacífico.»

Editorial do Avante, jornal oficial do Partido Comunista Português, 2009

Depois de milhões de mortos, incontável miséria e opressão, a falta de vergonha é inacreditável.

Novembro 8, 2009

Defina “áreas políticas”…

Arquivado em: Justiça, Media, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 23:00

Isto está lindo. Por PPM.

É curioso ler os comentadores de várias áreas políticas – incluindo José Miguel Júdice hoje no CM – mais preocupados com os formalismos jurídicos no modo como foram investigadas as escutas entre José Sócrates e Armando Vara, do que com o conteúdo das mesmas.

A crise, a comunicação social e os idiotas úteis

Arquivado em: Comentário, Media, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 17:44

Delícias no Público. Por Miguel Morgado.

Esta notícia (?!) do Público é uma delícia. Primeiro vem um senhor dizer que os Portugueses neste momento não debatem a crise porque se debatem com uma perturbação do foro psicológico. Estão ainda bloqueados pelas suas escolhas eleitorais, diz o “especialista”. Não percebe que se os Portugueses “não debatem” é porque alguns Portugueses, os dos jornais e sobretudo das televisões, não querem debater e garantem com os seus aliados uma sucessão de temas “a debater” que garantem que a “crise” não é “debatida”.

O Miguel Morgado tem razão no que escreve mas, a meu ver, não atribui o merecido destaque à cada vez maior proliferação de lacaios do poder que representam estrategicamente o papel de idiotas úteis nos media (aqui exemplarmente retratados pelo Rodrigo Adão da Fonseca).

É que por muito que se possa discordar do João Rodrigues e lamentar a quase hegemonia da esquerda e da extrema-esquerda na comunicação social, ninguém causa mais danos à construção e afirmação de uma alternativa às políticas socialistas do que os referidos idiotas úteis ao serviço ao poder.

Falta o CDS para derrotar o Big Brother rodoviário

Arquivado em: Justiça, Nanny State Watch, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 17:08

De facto, como muito bem salienta o Gabriel Silva, seria totalmente incompreensível que o CDS não fosse coerente com as posições já assumidas e com a defesa da liberdade. Resta assim esperar que o CDS apoie a revogação dos diplomas que regulamentam os chips obrigatórios nos veículos: PSD, PCP e BE querem impedir instalação obrigatória de chips nas matrículas

A intenção do Governo de obrigar à instalação de dispositivos electrónicos nas matrículas dos automóveis, conhecidos como chips, a partir de Janeiro de 2010, pode ter os dias contados. Três partidos – PSD, PCP e BE – já apresentaram no Parlamento projectos de lei para revogar os diplomas que regulamentam os chips e que permitiriam a cobrança de portagens em Scut (auto-estradas sem custos para o utilizador). Para que estas propostas venham a ser aprovadas em plenário, falta o voto favorável do CDS-PP, o que acontecerá se a bancada for coerente com a posição que assumiu durante a anterior legislatura.

A lógica do serviço público de televisão

Arquivado em: Media, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 16:49

Para além do aspecto simplesmente caricato da situação, são alguns minutos de televisão na RTP 2 que ilustram de forma exemplar a necessidade de diminuir o controlo estatal da comunicação social, neste caso através da privatização (ou extinção) da RTP: Quem pode manda. Por Gabriel Silva.

Nos primeiros minutos deste programa, pode-se ver um dos «convidados» a explicar porque exigiu e impôs a sua presença. Pelo seu lado, o apresentador tenta explicar porque tal presença não se enquadraria, mas prontos, o «convidado» é que manda.

Efeitos secundários (2)

Arquivado em: Internacional — BZ @ 14:06

A Polónia não comprou a vacina da gripe A porque as farmacêuticas que a produzem não aceitam a responsabilidade de eventuais efeitos secundários (Le Figaro, via Portugal Contemporâneo):

Le premier ministre polonais Donald Tusk a accusé aujourd’hui les sociétés pharmaceutiques de chercher à rejeter sur les gouvernements la responsabilité pour d’éventuels effets secondaires des vaccins contre la grippe H1N1, justifiant ainsi le refus de la Pologne de les acquérir.

“Nous savons que les sociétés qui offrent les vaccins contre la grippe H1N1 ne veulent pas prendre la responsabilité des effets secondaires de ce vaccin”, a déclaré Tusk à la presse. “Elles refusent de les mettre sur le marché, parce que leur responsabilité juridique serait alors plus grande. Elles demandent des clauses qui ne sont probablement pas conformes à la législation polonaise, et qui rejettent toute la responsabilité sur le gouvernement d’un pays en ce qui concerne les effets secondaires et des indemnisations éventuelles,”, a-t-il ajouté.

La Pologne refuse pour l’instant d’acheter des vaccins contre la grippe H1N1, estimant qu’ils n’ont pas encore été suffisamment testés par les autorités médicales.

Racaille social-democrata

Arquivado em: Justiça, Teoria — filipeabrantes @ 02:59

A ler, este excelente post do Pedro Bandeira n’O Porco Capitalista sobre uma religião* com forte implantação nas nossas sociedades ocidentais, a social-democracia:

Em cada época da história, e em cada sítio do mundo, constata-se que a grande maioria das pessoas não se consegue libertar das crenças do seu tempo. Não conseguem ou não querem pôr em questão os credos religiosos, políticos e científicos do seu tempo. Estão como cegas. Apegam-se ao status quo, qualquer que ele seja. Resumindo, são homens do seu tempo. São perfeitamente capazes de ver com olhos críticos outros tempos e outras sociedades do mundo. Mas estão convencidos que a sociedade em que vivem é mais justa, mais decente, do que aquela na qual viveram os seus antepassados. Acreditam ser superiores aos demais, mesmo que não o admitam abertamente. A moderna sociedade portuguesa não difere em nada deste padrão de arrogância, de auto-confiança inapropriada, e de ignorância.

É importante insistir em que a democracia não é um “mal menor”.

 

*parece que andam por a chamar os bois pelos nomes.

Novembro 7, 2009

Gun control

Arquivado em: Diversos, Internacional — BZ @ 22:51

Na passada quinta-feira, homens e mulheres treinados para defender o seu país matar não puderam beneficiar desse treino para salvarem as próprias vidas (Telegraph):

1-1.30pm: [Major Nidal Hasan] Makes his way across the world’s biggest military base to the Soldier Readiness Centre, one mile away. Inside, an estimated 300 soldiers, some preparing for deployment to Iraq and Afghanistan, some recently returned, are awaiting vaccinations and eye checks. They are unarmed, in keeping with military rules on the base, which is the size of a small city.

1.30pm: According to eye-witnesses, Hasan – who had at first sat down as if to help soldiers with their paperwork – stands on a desk and shouts “Allahu Akhbar” (“God is great”) before opening fire with the fn 5.7 inside the centre, spraying soldiers and civilian workers with bullets from the semi-automatic weapon, a favourite of Mexican drug gangs. (…)

O intervalo

Arquivado em: Colunas, Comentário, Política, Portugal, Semana Política — Bruno Alves @ 22:09

O debate que esta semana teve lugar no Parlamento, sobre o programa de Governo do executivo Sócrates, e as “análises” que desse debate se foram fazendo na comunicação social, foram (infelizmente) uma pequena amostra do que serão os próximos tempos. O Governo, como de costume, vive no mundo de ilusão que só existe na linguagem propagandística que insiste em nos impingir. Para o Governo, os últimos anos foram um período de incessante sucesso, de grandes “conquistas” e recheado de “momentos históricos”, que só “bota-abaixistas” e “pessimistas” se escusam a aceitar, certamente por “inveja” e “ressentimento”. Os que se seguem serão, a acreditar nas palavras do Primeiro-Ministro, uma continuação da imparável caminhada de Portugal em direcção à “modernidade”.

Sempre que a oposição tem o descaramento de lembrar Sócrates de que a economia está em crise, que o défice derrapou, e que os problemas do país não têm fim à vista, ele ignora a evidência, e acusa os outros partidos de ainda não terem percebido que perderam as eleições. Estes, claro, retribuem a acusação, dizendo ao Primeiro-Ministro que ele é que não percebeu que já não tem maioria absoluta. Mas o que os debates mostraram foi como todos eles perceberam muito bem o que aconteceu nas últimas eleições. A oposição não podia senão perceber que perdera as eleições. E o PS tem a plena consciência de que não governará com a facilidade que encontrou nos últimos quatro anos. É por isso que o debate foi como foi.

Todos os partidos têm a sensação de que esta legislatura não conta. A anterior acabou (o PS já não tem maioria absoluta), mas a actual surgiu num quadro de tão grande indefinição e incerteza (até pela conjuntura económica) que ninguém espera nada de muito relevante enquanto ela durar. O que o debate mostrou foi que os partidos representados no Parlamento encaram esta legislatura como um longo intervalo entre a anterior e a próxima: fora uma ou outra excepção (como a intervenção de Pacheco Pereira sobre a corrupção), o debate não passou de um “jogo de posicionamento” que durará até à convocação de eleições antecipadas, em que o PS se apresenta como um agente de “modernização” que só a “cegueira” do “bota-abaixismo” e da “irresponsabilidade” ousa bloquear, e a oposição acusa o Governo de “arrogância” e, claro, “irreponsabilidade”. Todos sabem que a legislatura não chegará ao fim, e todos procuram que esse destino funesto seja considerado da responsabilidade da outra parte. O problema é que, enquanto os deputados e governantes se divertem a atirar a batata quente de um lado ao outro do hemiciclo, os problemas do país não têm intervalo. Pioram. E salvo essas raras excepções, o Parlamento não os discute. Torna-se inútil. Aumenta a descrença dos cidadãos nos seus representantes. A conta, claro sairá cara para nós. Mas também para aqueles políticos que, de um lado e de outro, optam por ignorar a realidade.

The man who predicted the depression[s]

Arquivado em: Economia, Teoria — BZ @ 19:39

Mark Spitznagel, no Wall Street Journal (via LvMI):

Ludwig von Mises was snubbed by economists world-wide as he warned of a credit crisis in the 1920s. We ignore the great Austrian at our peril today.

Paraíso dos refrigerantes

Arquivado em: Videos — BZ @ 18:27

(via LRC)

Os arautos do progressismo e o triunfo do lado certo da história

Arquivado em: Cultura, Internacional, Justiça, Media, Política — André Azevedo Alves @ 15:25

Muros. Por Pedro Picoito.

Nunca o comunismo, “acompanhado pela vitória, a mais poderosa divindade” que rege o destino dos homens (na expressão certeiríssima de Furet), terá suscitado tantas esperanças como nas décadas terríveis que se seguiram ao hastear da bandeira vermelha sobre o Reichstag. No exacto ano de 1961 em que o Muro de Berlim começa a ser construído, Sartre diz, com a elegância que lhe valeria mais tarde um Nobel: “um anticomunista é um cão, e ninguém me há-de convencer do contrário” (Situations IV, “Merleau-Ponty”). No longo artigo intitulado “Os comunistas e a paz” (sim, havia quem usasse títulos assim em 1952), ataca o imperialismo capitalista para concluir que “a URSS quer a paz e prova-o todos os dias”. Simone de Beauvoir, agraciada com o Goncourt em 1954, declara ao jornal L`Humanité que “os intelectuais de esquerda devem trabalhar com os comunistas”, caso contrário estão “a tomar o partido da burguesia”.
Muitos outros, pela palavra ou pelo silêncio, foram cúmplices do que se passava do lado certo da história, mas do lado errado da Europa: Brecht, Aragon, Éluard, Picasso. Não lhes repugnava que a revolução seguisse o percurso inverso do que prometeria Leonard Cohen: primeiro Berlim e depois Manhattan. Além do muro físico na cidade alemã, havia em Paris, em Londres, em Nova Iorque um muro mental que impedia a intelligentsia de denunciar a opressão para não “tomar o partido da burguesia”.

Escutas “criminalmente relevantes”

Arquivado em: Justiça, Media, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 12:04

Escutas a Vara e Sócrates são criminalmente relevantes

As escutas às conversa telefónicas mantidas entre Armando Vara e José Sócrates e interceptadas pela Polícia Judiciária (PJ) durante a investigação do caso Face Oculta – que o “Sol” noticiou ontem – não revelaram simples conversas de amigos: foram consideradas “criminalmente relevantes” para serem enviadas ao procurador-geral da República Pinto Monteiro, confirmou o i junto de fonte da investigação.

Pinto Monteiro garante que conversa de Vara e Sócrates está a ser avaliada

Pinto Monteiro promete tornar tudo “público, logo que possível”.

Sócrates, Vara e a comunicação social

Arquivado em: Economia, Justiça, Media, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 12:02

Sócrates em dezenas de escutas

O universo da Comunicação Social esteve sempre presente nas dezenas de conversas entre Armando Vara e José Sócrates, escutadas pela Polícia Judiciária de Aveiro e anexas a certidões que se encontram desde Julho passado na Procuradoria Geral da República. O primeiro-ministro e o ‘vice’ do BCP falaram sobre as dívidas do empresário Joaquim Oliveira, da Global Notícias – que detém títulos como o Jornal de Notícias, o Diário de Notícias e a TSF –, bem como sobre a necessidade de encontrar uma solução para o ‘amigo Joaquim’. Uma das soluções abordadas foi a eventual entrada da Ongoing, do empresário Nuno Vasconcellos, no capital do grupo. Para as autoridades, estas conversas poderiam configurar o crime de tráfico de influências.

(via Helena Matos)

Falemos de casamento

Arquivado em: Política, Portugal — Carlos Guimarães Pinto @ 08:46

Resignado com o facto de que enquanto a crise económica e orçamental durar em Portugal apenas se irá falar de casamento gay, convém entender os termos exactos dessa discussão.
Em primeiro lugar, não lhe chamemos casamento homossexual.Chamemos-lhe casamento entre pessoas do mesmo sexo pois, que eu saiba, actualmente ninguém questiona os noivos sobre a sua inclinação sexual na altura de proceder ao registo de casamento. É verdade que, apesar de existirem homossexuais que optam pelo casamento tradicional,o casamento entre pessoas do mesmo sexo interessará mais a homossexuais. Mas não é menos verdade que interessará também ao senhor divorciado que zangado com o facto de os filhos serem maricas assumidos decide deixar os seus bens em herança ao amigo de copos; ou à senhora que depois de enterrar dois maridos com quem desfrutou com vontade os prazeres da carne, decide, à falta de outros bens materias, deixar à sua enfermeira em herança uma casinha na baixa com renda de 10 euros à custa do pobre senhorio que, numa daquelas coincidências de livro, é gay e solteirão. Casamentos de conveniência sempre os houve e não será a abertura a pessoas do mesmo sexo que os irá eliminar.
Mais do que discutirmos o casamento entre pessoas do mesmo sexo, aproveitemos a oportunidade para falar do casamento. No final, talvez venhamos a concluir que mais do que a abertura do casamento a pessoas do mesmo sexo, o que realmente favoreceria os homossexuais (e os hetero também, embora isso importe pouco) seria a retirada do estado do casamento.

Capitalismo, socialismo e corrupção

Arquivado em: Internacional, Justiça, Política — André Azevedo Alves @ 00:02

O país com paredes de vidro. Por Luciano Amaral.

Serve isto para dizer três coisinhas: nestas histórias de corrupção, não vale a pena denunciar a ganância ou o capitalismo selvagem. O comunismo selvagem era pior: tinha tanta ganância como cá, tinha mais corrupção e ainda tinha mais pobreza e campos de concentração.

A outra coisa é que a corrupção aumenta na proporção dos obstáculos legais que são postos às mais inócuas actividades económicas: se para abrir um café era preciso que ele estivesse de acordo com o Plano Quinquenal, então nada se podia fazer.

Novembro 6, 2009

A lucidez de Aznar

Arquivado em: Economia, Internacional, Política — André Azevedo Alves @ 22:00

Agora que Zapatero conseguiu desfazer praticamente todas as reformas estruturais do seu antecessor (com os resultados que estão à vista de todos na situação da economia espanhola), vale ainda mais a pena prestar a atenção a Aznar: Aznar reclama «nuevas ideas» frente al «socialismo intervencionista»

A juicio de Aznar, «no tiene sentido decir que los mercados libres son los responsables de la crisis» y atribuye esa responsabilidad a los bancos centrales, quienes «inundaron la economía mundial con dinero demasiado barato» estimulando la creación de burbujas; a los gobiernos, que no regularon adecuadamente los mercados financieros, propiciaron la aparición de las hipotecas «subprime» gracias a sus políticas de vivienda y acometieron un excesivo gasto público, y a aquellos ejecutivos que «actuaron con negligencia y con complacencia en sus responsabilidades de gestión de riesgos».

«Tenemos la oportunidad de aprender de esta crisis» mediante una mejora eficiente del papel encomendado al gobierno. Para ello, propone que hay que evitar «un proceso re-regulatorio» y aprovechar la fuerza de los incentivos, pues «la eficiencia y la justicia son los dos pilares básicos sobre los que descansa la economía de libre mercado».

A marca de Obama

Arquivado em: Economia, Internacional, Política — André Azevedo Alves @ 20:06

Um resultado que não pode ser dissociado das bolhas criadas pelo Fed e das desastrosas políticas económicas de Obama (que está a conseguir o notável feito de ser mais intervencionista que Bush): Desemprego nos Estados Unidos ultrapassa os 10 por cento

O índice de desemprego nos Estados Unidos subiu quatro décimas em Outubro, fixando-se em 10,2 por cento da população activa, anunciou hoje o Departamento de Trabalho.

Em Outubro, a economia norte-americana perdeu 190.000 postos de trabalho, mais do que os 175.000 estimados pelos analistas.

O índice de desemprego de Outubro é o mais alto desde Abril de 1983, isto, seis meses após o términus de uma recessão.

Não vai haver taxas multibanco em Portugal (II)

Arquivado em: Diversos — Nuno Branco @ 17:09
Sobre as taxas multibanco ainda antes de saber que o ministro Teixeira dos Santos pretendia acabar com a SIBS, tinha eu questionado esta entidade sobre que taxas eram estas de que se falava (depois de ter ouvido na quarta-feira um senhor chamado Fernando Rosas a dizer que o proletariado ia ser assaltado por estas “novas” taxas).
O serviço publico Insurgente publica a resposta da SIBS que me parece esclarecedora.

Na passada sexta-feira dia 30 de Outubro teve lugar a publicação do Decreto-Lei n.º 317/2009 que transpõe para a ordem jurídica portuguesa a Directiva sobre Serviços de Pagamentos.
Trata-se de uma directiva complexa e que abrange transversalmente o sistema de pagamentos, nas suas diversas vertentes.

Sobre este tema, a SIBS esclarece:
1. A directiva de pagamentos, tal como foi transposta para o Direito Português, permite que os comerciantes possam cobrar um encargo adicional – comissão – ou oferecer um desconto aos seus clientes pelos pagamentos com cartões.

2. Essa decisão cabe exclusivamente a cada comerciante e não envolve, seja por que forma for, o sistema bancário ou os operadores de pagamento.

A carreira que Sócrates fez com Armando Vara

Arquivado em: Economia, Educação, Justiça, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 17:02

José Sócrates está – compreensivelmente – triste:

“Tenho uma relação de há muitos anos com o dr. Armando Vara. Fiz com ele uma carreira política. Por isso este processo é para mim triste”, salientou.

A face não oculta

Arquivado em: Economia, Justiça, Media, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 16:55

José Sócrates – o conteúdo

Arquivado em: Política, Portugal — Maria João Marques @ 16:14

Além de ser tempo de moderar a forma como Sócrates se comporta na AR, é sobretudo tempo de parar com este alibi político de ‘não comentar processos judiciais’, como se algumas questões judiciais não levantassem também questões políticas com necessidade de esclarecimento detalhado e resposta pronta. Como se o envolvimento de vários socialistas presentes em empresas públicas ou participaas pelo Estado, ou um socialista que foi administrador da CGD e é administrador (auto-suspendido) do BCP devido a um arranjinho do Estado, não levantassem questões sobre os critérios das nomeações para as empresas públicas e sobre a manutenção dessas redes de influência, essas sim, ocultas propiciadas por estas nomeações ou sugestões governamentais para empresas públicas (ou para-públicas, como parece ser actualmente o BCP). Como se esta corrupção envolvendo empresas públicas ou participadas pelo Estado não questionasse a própria existência de empresas públicas ou participadas pelo Estado.

Como se o caso Freeport, que envolveu corrupção no Ministério do Ambiente no tempo de Sócrates, não fosse razão para questionar as escolhas de Sócrates para o ministério e para os institutos a ele ligados; como se não se devesse pedir esclarecimentos da razão que levou Sócrates a nada dizer ao Ministério Público, nem a inquirir dentro do MA, das queixas de luvas que haviam sido pedidas e que o tio de Sócrates lhe transmitiu.

Sim, caro PM, a separação de poderes não interessa aqui: há demasiadas questões políticas à espera de resposta.

Popularidade de Cavaco, PSD e BE em queda; CDS e PS em alta

Arquivado em: Política, Portugal, Sondagens — André Azevedo Alves @ 16:00

Dados de uma sondagem Renascença/SIC/Expresso:

A popularidade de Cavaco Silva está agora ao nível dos líderes partidários onde Paulo Portas, líder do CDS-PP é agora o mais popular, com um saldo positivo de 6,7%.

(…)

Nas intenções de voto, o PS sobre 2,2%, situando-se agora nos 38,8%.

O PSD desce para 27,5%, enquanto o CDS-PP sobe 2,1%, para 12,5%. O Bloco de Esquerda (BE) está em queda, mas mantém-se à frente da CDU.

O BE perde 1,4 pontos percentuais, para os 8,4%, enquanto a CDU desce apenas uma décima, ficando com 8%.

José Sócrates – a forma

Arquivado em: Política, Portugal — Maria João Marques @ 15:47

Zapatero, primo irmão dos actuais socialistas portugueses e dirigista-mor da UE (eu imagino-o com um dos seus olhos azuis a piscar compulsivamente à Inspector-Chefe Dreyfus nos seus piores momentos de fúria com o Inspector Clouseau sempre que vê algum comportamento alheio que não possa controlar, restringir, alterar, taxar,…), propôs nas eleições de 2008 criar um manual para os membros das cortes, incluindo temas e expressões que os eleitos se deveriam escusar de apresentar e usar. Ao ver a indigência do PM no nosso parlamento, quase me apetece subscrever uma proposta como a de Zapatero. A eleboração seria fácil: bastava ter uma colina de ‘comportamentos a evitar’ onde estariam listados os mais emblemáticos costumes de Sócrates nos debates da AR, incluindo o abanar de braços à la Red-Bull-dá-te-asas enquanto destrata os deputados da oposição.

Isto a propósito da falta de educação e de respeito democrático – e insulto aos votantes do PSD – exibidos por Sócrates na sua resposta a Pacheco Pereira no debate do programa de governo. José Sócrates pode escusar-se a responder ao que lhe perguntam (já estamos habituados, e pelos vistos 36% dos eleitores que votaram não se incomodam), mas é desnecessário ser mal-educado e tanta agressividade num PM faz lembrar o primo em segundo-grau dos socialistas socráticos (e grande amigo) Hugo Chavez.

Destas injustiças é que ninguém fala

Arquivado em: Desporto, Política, Portugal — Miguel @ 14:50

Paulo Pinto Mascarenhas: Dias de notícias sobre a teia tentacular da Face Oculta e quem se demite é Paulo Bento

Vivemos num Estado de Direito?

Arquivado em: Justiça, Política, Portugal — Miguel @ 12:55

Este editorial de Pedro Santos Guerreiro descreve detalhadamente o processo que levou ao “chumbo” pelo Tribunal de Contas dos contratos das subconcessões rodoviarias. Espantosamente, o “chumbo” não implicará a suspensão dos contratos. É certo que a suspensão poderia implicar graves consequência financeiras mas a culpa seria exclusivamente dos governantes que resolveram mais uma vez atropelar leis por eles criadas. Mais, pretender justificar a continuação das obras com a manutenção do emprego criado , como fez o Ministro, é desonesto e até imoral. Pela mesma lógica se justificará a continuação do esquema fraudulento do empresário Manuel Godinho que, imagino, deva gerar grande número de postos de trabalho.

O problema seria o treinador?

Arquivado em: Desporto, Media, Portugal — André Azevedo Alves @ 12:53

No último jogo, o Sporting alinhou de início com Rui Patrício, Pedro Silva, Tonel, Carriço, André Marques, Miguel Veloso, João Moutinho, Vukcevic, Matías Fernández, Saleiro e Liedson, mas parece que o problema seria Paulo Bento, que assim deixa de ser forever: Paulo Bento demite-se do Sporting

Em comunicado enviado nesta sexta-feira de manhã à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, a Sporting SAD informa que “o treinador Paulo Bento apresentou nesta data a demissão do cargo de treinador principal da equipa profissional por entender não estarem reunidas as condições para se manter no comando técnico da equipa.”

(via João Miranda)

Anarquia, minarquia e grupos de malfeitores

Arquivado em: Blogosfera, Comentário, Política, Teoria — Miguel Botelho Moniz @ 12:04

No Portugal Contemporâneo, o Rui de Albuquerque escreveu um interessante post sobre a justificação da existência do(s) estado(s) e da sua origem, bem como as ilações que se devem tomar para o papel dos liberais nos dias de hoje. Embora esteja de acordo com as suas conclusões em larga medida, há uma parte da sua argumentação que me parece equivocada. Partindo de Nozick, e da sua teoria de fundamentação do estado mínimo, o Rui constrói o argumento de que a origem fáctica dos estados está em grande medida alinhada com a teoria de Nozick, fundamentando-a. Ora, isso não é verdade. O próprio Nozick justifica a sua teoria como uma tentativa de explicação hipotética de um fenómeno, que, mesmo não sendo factualmente correcta (ou seja, a sequência de eventos descrita não se deu, de facto), não deixa de ter um importante valor explicativo; isto na medida em que mostra como um determinado resultado poderia ter sido alcançado de forma legítima (mesmo que não tenha sido) ou como, començando do zero, seria inevitável.

Assim sendo, a diferença apresentada pelo Rui entre minarquistas e anarquistas, quase como se esta fosse mutuamente exclusiva e completamente exaustiva, dentro do “universo” liberal, não tem razão de ser. Quase chega a ser uma espécie de strawman, na medida em que no contexto que vivemos “ancaps” são coisa francamente rara, apesar das infundandas acusações constantes ao liberais, por parte dos seus adversários, de que querem acabar com o estado. Um minarquista pode reconhecer a origem fáctica de um estado como sendo resultado de um processo violento e ilegítimo sem necessariamente querer acabar com ele. Indo mais longe, e continuando a recorrer às ideias do próprio Nozick, o surgimento de um estado mínimo, “monopolista” num determinado território, não significa obrigatoriamente uma rejeição de teorias anarco-capitalistas, podendo ser perfeitamente uma conclusão natural e necessária da sua implementação. A questão não sai nunca do plano puramente académico, pois o facto inegével é que o(s) estado(s) existe(m), concepção imaculada ou não.

Creio, adicionalmente, que não está correcto analisar a questão do estado como se este existisse num único plano; ou seja, um movimento espontaneo de criação de mecanismos de auto-governo ao nível municipal ou regional, feito de forma totalmente pacífica e participada, é radicalmente diferente da criação de um estado unitário centralizado, imposto pela força e apresentado como facto consumado à população. No plano estrito dos princípios a legitimidade do estado é tanto mais difícil de estabelecer quanto maior e mais complexo este fôr.

Estas considerações são assaz interessantes para discussão filosófica, mas efectivamente não são de aplicação imediata e directa na realidade. Ou seja, o papel dos liberais (ou a missão, como refere o Rui) é mais produtivo num esforço de reforma do que existe no sentido de maior liberdade individual e de aproximação ao pacto social que hipoteticamente surgiria se tal fosse possível, do que numa visão de concepção from scratch. Acrescentaria que este esforço de reforma deve contemplar obrigatoriamente a subsidiaridade e aproximação máxima possível das decisões dos cidadãos, sob pena de ilegitimidade.

Hoje às 18 horas, João Távora e Tomás Belchior

Arquivado em: Insurgentes nos media, Internacional, Política, Portugal, Religião — André Abrantes Amaral @ 11:31

jazzamemuito1

Esta semana, a conversa semanal com a Antonieta Lopes da Costa, conta com a participação de João Távora e Tomás Belchior. Em análise estão alguns dos principais temas da actualidade, como habitualmente, sugeridos pelos nossos convidados:

1) Roubalheira oculta – a operação “Face Oculta”, desencadeada pela PJ, demonstrou que também no PS há quem confunda negócios com política. Serão estes fenómenos naturais, numa economia fortemente estatizada?

2) Programa de governo – O governo apresentou o seu programa que se centra no investimento público e no reconhecimento do casamento homossexual. Qual o papel da direita perante as políticas fracturantes?

3) Laicismo e liberdade religiosa – O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos decidiu esta semana que a exposição de crucifixos nas salas de aulas contraria o direito dos pais de educarem os seus filhos de acordo com as suas crenças. Mas e se os pais quiserem ter crucifixos nas escolas?

4) Saúde nos EUA – Barack Obama continua a sua luta pela reforma do sistema de saúde dos EUA. Qual o equilíbrio possível entre a liberdade e a equidade?

O “Descubra as Diferenças” tem podcast disponível aqui.

“Descubra as Diferenças”… Um programa de opinião livre e contraditório, onde o politicamente correcto é corrido a quatro vozes e nenhuma figura é poupada. No final de cada emissão, fique para ouvir a já clássica “cereja em cima do bolo”: uma música, em irónica dedicatória, ao político/figura/situação em destaque na semana.

Prepotência

Arquivado em: Nanny State Watch, Política, Portugal — Miguel @ 11:26

“Não pactuaremos com recorrentes tentativas de privatização, total ou parcial, da Segurança Social”, afirmou hoje Maria Helena André na Assembleia da República.

Por outras palavras, o governo pretende continuar a obrigar os contribuintes a participarem num sistema falido e em que as regras são continua e unilateralmente alteradas.

A face oculta do poder político

Arquivado em: Economia, Justiça, Nanny State Watch, Política, Portugal — Miguel @ 10:30

Regra geral, quanto maior o poder discricionário do Estado, maior o perigo dos seus agentes criaram esquemas, mais ou menos legais, mais ou menos criminosos, para engordarem as suas contas bancárias usando a sua rede de contactos e influências. Ainda que alguns tenham uma ideologia menos cretina que outros, não acredito que algum partido possa reclamar para si o monopólio da virtude. Os homens não são anjos e na sombra dos partidos acampam toda espécie de duvidosas personagens, destituídas de ética e cujo currículo profissional se resume à colagem de cartazes. Valem o seu peso em ouro, não pelas capacidades intelectuais ou braçais mas pela rede de influências que foram alimentando. Vejam-se os Conselho de Administração de muitas empresas recheados de políticos prematuramente afastados da “vida activa” (e alguns à espera do momento certo para a ela regressarem).

Estando, de forma quase ininterrupta, quase há 15 anos no poder é natural que o “Face Oculta” vá atingir maioritariamente figuras ligadas ao PS (mas não se admirem se aparecer uma ou outra ligada a partidos da oposição). Mas o problema não é propriamente o PS (que não é uma associação de malfeitores). O problema é a continuada e crescente influência que o estado exerce na área economica. Mesmo para os que anteriormente andariam iludidos, os casos BPN e “Face Oculta” relembram a absoluta necessidade de separarmos as esferas política e económica.

Mais uma campanha negra

Arquivado em: Justiça, Media, Política, Portugal — Miguel @ 08:53

sol-vara

(via Nuno Gouveia)

João Cardoso Rosas e a direita

Arquivado em: Economia, Educação, Media, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 01:20

de quem fala o professor rosas? Por Rui A.

O Professor Cardoso Rosas escreveu mais um artigo sobre a direita, tema em que ameaça tornar-se especialista, ainda que quase sempre se engane a respeito. Desta vez, o Professor Rosas analisa as atitudes da esquerda e da direita portuguesas em resposta à crise financeira, entusiasmando-se com o «combate agressivo» que a primeira lhe moveu, e frustrando-se com a falta de soluções da segunda. De passagem, assinale-se que o dito «combate agressivo» consiste em «investimento público, grandes obras, enfim, activismo do Estado», provavelmente o tal «liberalismo de esquerda» de que o Professor Rosas nos tem academicamente falado com rigor científico e dogmático.

Novembro 5, 2009

Não vai haver taxas multibanco em Portugal

Arquivado em: Política, Portugal — Nuno Branco @ 19:08

Assim disse o nosso querido Ministro Teixeira dos Santos. Fiquei escandalizado com esta medida do governo que ainda agora tomou posse e já está a cortar radicalmente com as politicas anteriores, nomeadamente na despreocupação completa pelo desemprego em Portugal ameaçando com esta medida centenas de postos de trabalho na SIBS.

Se calhar o que ele queria dizer era que, quer o cliente pague com dinheiro ou com cartão vai continuar a pagar as taxas como sempre fez. É que aqui quem manda é ele e direito de escolha não vem no seu dicionário. Fico mais descansado, afinal este PS ainda é o mesmo.

PS: Os agregados monetários M0 e M1 agradecem a decisão do governo português.

Mais uma “prendinhas” iranianas para os terroristas

Arquivado em: Internacional, Médio Oriente, Política, Videos — Miguel @ 16:20

Esta semana, Israel anunciou ter apreendido um cargueiro repleto de armamento iraniano destinado ao Hezbollah (o que vêm mais uma vez expor o eixo Irão-Síria-Hamas-Hezbollah). A lista do armamento apreendido, que aparentemente terá sido carregado “às claras”, é impressionante.

É preciso combater o obscurantismo dos povos do interior

Arquivado em: Política, Portugal, Religião — Miguel @ 15:30

No Público

Além da Guarda, o crucifixo continua a pontificar na sala de aulas do primeiro ciclo da Escola Básica de Carvalhal Formoso, em Belmonte, segundo a agência Lusa. “É natural que lá esteja e até é capaz de haver mais escolas onde os crucifixos foram ficando”, admitiu David Canelo, presidente do Agrupamento de Escolas Pedro Álvares Cabral. Porque “a escola é laica”, e porque e a manutenção daqueles símbolos decorre da ausência de queixas por parte dos pais, Canelo garante que, face à sentença do Tribunal Europeu, o agrupamento irá ordenar a retirada das cruzes.

Mas o pior, segundo Ricardo Alves, nem são os crucifixos. “Há casos de missas realizadas em escolas públicas e continua a haver bispos a ir às escolas perguntar aos alunos se querem ser padres”, denuncia. Para consubstanciar esta denúncia, Ricardo Alves exibe cópia de um aviso afixado em Dezembro de 2007 na Escola Secundária C/3.º CEB da Sé Guarda dando conta da realização de uma missa naquela escola e de um segundo documento convidando os professores a almoçar com o bispo. “A dispensa das aulas foi recomendada, embora não obrigatória”, sublinha Alves.

Os republicanos jacobinos reduziram-lhes drásticamente o direito de voto. Esta gentinha ainda não estava pronta para decidir por si.

O (mau) exemplo europeu

Arquivado em: Nanny State Watch, Política, União Europeia, Videos — Miguel @ 14:00

In this CF&P Foundation video, Eline van den Broek explains that government interference is driving up healthcare costs in America and warns that European style health “reform” will make the situation even worse. Based on what has happened in Europe, she explains that universal health coverage is not the same as universal healthcare, that insurance mandates mean more government control, and that price controls simply do not work

A ressaca da obamomania

Arquivado em: Política, Religião — Miguel @ 12:00

Já se notou bem como o PS “faz a diferença”

Arquivado em: Blogosfera, Comentário, Política, Portugal — João Luís Pinto @ 11:20

Lake pole vaulter

Só o PS pode fazer a diferença no combate à corrupção em Portugal.
Só o PS pode, sobressaltando-se, fazer o país dar esse salto à vara sobre o pantâno.

Ana Gomes.

Insónia?

Arquivado em: Justiça, Política, Portugal — Miguel @ 11:00

NERVOCALM

Violently vicious and voracious violation of volition

Arquivado em: Diversos — Miguel Botelho Moniz @ 10:56

callmevV: Voilà! In view, a humble vaudevillian veteran, cast vicariously as both victim and villain by the vicissitudes of Fate. This visage, no mere veneer of vanity, is vestige of the vox populi, now vacant, vanished. However, this valorous visitation of a by-gone vexation, stands vivified, and has vowed to vanquish these venal and virulent vermin, vanguarding vice and vouchsafing the violently vicious and voracious violation of volition. The only verdict is vengeance; a vendetta, held as a votive, not in vain, for the value and veracity of such shall one day vindicate the vigilant and the virtuous. Verily, this vichyssoise of verbiage veers most verbose; so let me simply add that it’s my very good honor to meet you and you may call me V.

Evey: Are you like a crazy person?

V: I’m quite sure they will say so.

Uma tentativa falhada de estimular o “espírito corporativo”

Arquivado em: Videos — Miguel @ 10:00

…e uma carrada de bons argumentos para reduzir o funcionalismo público

Be Prepared for the Worst

Arquivado em: Economia, Nanny State Watch, Política — Miguel @ 09:00

Artigo de Ron Paul na Forbes

Anytime the central bank intervenes to pump trillions of dollars into the financial system, a bubble is created that must eventually deflate. We have seen the results of Alan Greenspan’s excessively low interest rates: the housing bubble, the explosion of subprime loans and the subsequent collapse of the bubble, which took down numerous financial institutions. Rather than allow the market to correct itself and clear away the worst excesses of the boom period, the Federal Reserve and the U.S. Treasury colluded to put taxpayers on the hook for trillions of dollars. Those banks and financial institutions that took on the largest risks and performed worst were rewarded with billions in taxpayer dollars, allowing them to survive and compete with their better-managed peers.

This is nothing less than the creation of another bubble. By attempting to cushion the economy from the worst shocks of the housing bubble’s collapse, the Federal Reserve has ensured that the ultimate correction of its flawed economic policies will be more severe than it otherwise would have been. Even with the massive interventions, unemployment is near 10% and likely to increase, foreigners are cutting back on purchases of Treasury debt and the Federal Reserve’s balance sheet remains bloated at an unprecedented $2 trillion. Can anyone realistically argue that a few small upticks in a handful of economic indicators are a sign that the recession is over?

E agora, Miguel?

Arquivado em: Justiça, Política, Portugal — Miguel @ 08:00

Peço desculpa, afinal os corruptos socialistas podem entrar nas listas de deputados desde que em lugares não elegíveis. Mas, voltando ao cerne da questão. então e o Vara?

Dos casamentos e outras maneiras de viver à custa do próximo

Arquivado em: Comentário, Justiça, Política, Portugal — João Luís Pinto @ 00:09

Sobre a questão do casamento entre pessoas do mesmo sexo muito se tem dito, e muito se conta ainda ouvir.

Mas mais interessante do que é dito, é porventura analisar toda a fundamentação e argumentação por trás da argumentação dos defensores da legalização desse casamento.

Subitamente, temos o casamento promovido a “direito constitucional”. Das mesmas mentes e concepções políticas que conceberam e concebem a constituição e os direitos individuais como um destilado positivado de boas vontades e augúrios, dos bem-intencionados congeminadores e defensores do “direito à habitação”, temos finalmente a iniciativa de definir o T3 do casamento.
(mais…)

Novembro 4, 2009

Remember, remember the fifth of November

Arquivado em: Diversos — Helder @ 23:52

Nozick, Hayek e a missão dos liberais contemporâneos

Arquivado em: Política, Teoria — André Azevedo Alves @ 23:39

o problema do estado. Por Rui A.

A missão dos liberais contemporâneos é hoje muito semelhante à dos constitucionais de oitocentos: eles precisam de refundar o Estado Constitucional e de voltar a remeter o poder político para os parâmetros que justificam o pacto social, explicando às pessoas que elas têm a ganhar com menos estado do que com o estado que hoje têm. Mas não vale a pena dizer-lhes que viverão sem estado, por que não só elas não o desejam, como nunca acreditarão nessa possibilidade.

As derrotas de Obama (5)

Arquivado em: Economia, Internacional, Política — André Azevedo Alves @ 23:30

Economy is big issue in Va. GOP governor’s victory

Bob McDonnell, a former state attorney general, won with nearly 59 percent of the vote Tuesday, claiming a mandate for his conservative agenda with help from independent voters.

They preferred him by nearly a 2-1 ratio over Democrat R. Creigh Deeds, exit polls showed, a shift from 2008, when independents in the state split between the parties.

The race, along with one in New Jersey, was closely watched as a potential referendum on Obama and his policies. Virginia voters were split on the president’s performance. While many said he was not a factor, about a quarter answered that their votes for McDonnell were also a rejection of Obama, who last year became the first Democrat to carry the state in 44 years.

As derrotas de Obama (4)

Arquivado em: Internacional, Política — André Azevedo Alves @ 22:00

A Deathblow for ObamaCare

CHRIS Christie’s gutsy win in New Jersey puts the arrogant big spender Jon Corzine in his place. But it is the election in Virginia that probably has more to say to marginal Democratic congressmen considering how to vote on health-care reform.

Obviously, Christie’s victory is a body blow to Obama after Corzine outspent the Republican by five-to-one and the president put on a serious push for the incumbent. Corzine’s defeat sends a message that the nation is moving sharply against Obama.

But Virginia results are the most important. More than 80 Democratic congressmen and twenty senators come from states that John McCain carried in 2008. For them, the sudden switch in Virginia, a swing state that Obama actually carried, heralds tough political times ahead.

New Jersey is the quintessential blue state. If it goes Republican, blue state congressmen needn’t worry. Their districts are likely still safe. But when a Republican in Virginia wins by 20 points, it sends a message to red-state Democratic congressmen to take cover.

Chavez ordena: se vai à sanita, leve lanterna

Arquivado em: Internacional — LA @ 21:28

Na verdade, nada disto é cómico; é mesmo bastante trágico. Infelizmente, é previsível que o futuro traga males maiores aos venezuelanos.
Gostava era que todos os toinos que em Portugal e mundo fora andam há anos a louvar a revolução socialista de Hugo Chavez experimentassem limpar o rabo enquanto seguram uma lanterna.

Via O Estadão:

O presidente, em discurso numa reunião com ministros, transmitido pela televisão estatal e já reproduzido na internet, também recomendou aos venezuelanos que usem uma lanterna e evitem acender a luz, quando acordarem à noite para ir ao banheiro.

Via Ag. Lusa:

“Quem diminuir a média de consumo (de electricidade) não pagará o recibo, mas quem aumentar pagará o dobro e se repetir o comportamento no mês seguinte, ficará sem luz”, disse [o Presidente da Venezuela, Hugo Chávez]

As derrotas de Obama (3)

Arquivado em: Internacional, Política — André Azevedo Alves @ 21:00

GOP Gets Some Love

When the trend toward the GOP candidate became apparent as election day neared, the White House tried to spin the argument that Mr. Deeds mistakenly kept the Obama agenda at arms length. That was belied by the fact that Mr. Deeds defeated former Democratic National Committee chair Terry McAuliffe in the party’s primary. This was taken as evidence that Mr. Deeds, like Senator Webb, would fare better in the southern part of the state by reaching beyond the party’s traditional liberal base. That made sense, but it didn’t work this time.

Mr. McDonnell ran straight into the teeth of the blue trend, explicitly campaigning against the policies of the Obama presidency. In at least one swing state that matters, the Obama Democratic ascendancy is on hold.

As in Virginia, the really bad news for the Democrats in the New Jersey result is that independent voters swung heavily to the GOP.

The support of independents helped sweep the Obama candidacy into the White House. In nearly 10 months of the new administration, these voters have had a lot of time to undergo a reality check.

As derrotas de Obama (2)

Arquivado em: Internacional, Política — André Azevedo Alves @ 20:21

Virginia Loss Showcases Democratic Troubles

Democrats in Virginia had been bracing for a losing hand on election night, and voters dealt them just that. Former attorney general Robert F. McDonnell entered Election Day with a lead in the polls of more than 13 points over R. Creigh Deeds, a longtime state legislator. It took a recount to decide the two candidates’ previous face-off — the 2005 attorney general’s race — but that wouldn’t be needed this time. McDonnell ended the day with a commanding 18-point win.

A social conservative who successfully ran on bread and butter pocketbook issues, McDonnell racked up huge victories in the key exurban counties of Loudoun and Prince William, which Gov. Tim Kaine carried in 2005 and President Obama won just a year ago. He also kept it close in Fairfax County, which Obama won by 21 points.

Quem tem medo do referendo sobre o “casamento” homossexual?

Arquivado em: Media, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 17:27

Competitividade internacional (2)

Arquivado em: Desporto, Economia, Internacional, Portugal — André Azevedo Alves @ 16:51

FC Porto já amealhou 17,9 milhões de euros na Champions

O FC Porto já amealhou 17,9 milhões de euros na actual edição da Liga dos Campeões em futebol, ao qualificar-se terça-feira para os oitavos-de-final da competição, ultrapassando os 16,2 milhões da época passada.

(…)

Este é já o segundo valor mais elevado de sempre do FC Porto na Liga dos Campeões, só superado pela campanha de 2003/04, quando se sagrou campeão europeu e encaixou 18,4 milhões de euros.

Então e o Vara?

Arquivado em: Justiça, Política, Portugal — Miguel @ 16:29

Nuno Gouveia (Cachimbo de Magritte)

Quando o escândalo do BPN encheu páginas dos jornais, muitos foram os socialistas que se apressaram a relacionar essas negociatas com o PSD, por nelas estarem envolvidos seus antigos dirigentes. Vital Moreira chegou mesmo a falar da “roubalheira” do PSD, numa tentativa grotesca de colar esses crimes à direcção do PSD. Mas agora com estas notícias das Sucatas, estranho o silêncio dos mesmos, que se têm abstido de comentar o facto de Armando Vara, José e Paulo Penedos estarem envolvidos. Sendo verdade que a corrupção tem minado o desenvolvimento do país, e nenhum partido estar isento de responsabilidades, era bonito que os mesmos que se fartaram de “malhar” no BPN/PSD, fizessem agora o mesmo com a Sucata/PS. A bem da coerência.

As agências de comunicação e o “jornalismo” de recados

Arquivado em: Media, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 16:28

Não resolveria todos os problemas associados, mas seria um contributo para termos um jornalismo menos mau: As agências de comunicação tratadas como as de informação? Por José Medeiros Ferreira.

Na minha breve intervenção , propus que se incluísse, nas normas redactoriais, que as matérias oriundas das agências de comunicação fossem assinaladas como tais, como se faz, aliás, para as notícias das clássicas agências de informação como a Reuters, a AFP, ou a Lusa.É um objectivo saudável para a relação de transparência que deve existir entre a imprensa e público.Portanto acabará por entrar nos costumes, ou nos livros de estilo.Quanto mais depressa melhor.

(via Gabriel Silva)

Contra as aulas de educação sexual obrigatórias

Arquivado em: Educação, Nanny State Watch, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 16:22

Em defesa da liberdade de educação: Exmo. Sr. Não autorizo aulas de educação sexual

Lutaram contra a publicação da lei, agora não querem que os filhos frequentem as aulas onde o tema será tratado. E vão lançar uma carta, aos pais e mães do país, a dar a conhecer a sua posição

“para que haja em Portugal, como em toda a Europa, um grande partido não socialista”

Arquivado em: Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 16:16

Face à situação do país e ao estado em que se encontra o PSD, esta é uma aposta inteligente do CDS-PP.

A lista negra dos contribuintes

Arquivado em: Economia, Justiça, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 16:05

Lista de devedores às Finanças já ultrapassa os 22 mil

Mais de 22 mil pessoas e empresas estão na lista de devedores à Direcção-Geral dos Impostos (DGCI), que na sua última actualização integrou 4600 novos devedores de uma só vez, o que constitui o maior acrescento de sempre.

Lista negra. Por João Miranda.

A Lista de Devedores ao Fisco já lá tem mais de 22 mil nomes e já por lá passaram mais de 30 mil. Em breve estaremos lá todos, o que a tornará completamente inútil. Por enquanto, é uma excelente fonte de informação para quem quiser constituir listas negras de maus pagadores.

Um socialista com falta de “espírito corporativo”

Arquivado em: Economia, Política, Portugal — Miguel @ 15:45

Domingos, o treinador

Arquivado em: Desporto, Portugal — André Azevedo Alves @ 15:42

Um justo destaque: Domingos, o treinador que não quer ser apenas mais um, já ganhou aos três “grandes”

Domingos já foi um rapaz magrinho com problemas de crescimento que usou a habilidade técnica para se afirmar no FC Porto, seu clube do coração. Agora, aos 40 anos, é um dos treinadores da moda em Portugal. Lidera a Liga, com oito vitórias e um empate. O Sp. Braga está a realizar o melhor início de campeonato de sempre e até já defrontou (e venceu) os três “grandes”.

(…)

Depois de uma carreira de futebolista no FC Porto e Tenerife, Domingos trabalhou quatro anos como técnico da equipa B portista. E em 2006/07 estreou-se na Liga, na U. Leiria (foi sétimo). No ano seguinte, dirigiu a Académica (a partir da terceira jornada) e acabou em 12.º, antes de em 2008/09 levar a equipa de Coimbra ao sétimo posto, a melhor classificação da equipa em 25 anos.

Profecias lucrativas

Arquivado em: Economia, Nanny State Watch, Política, Religião — Miguel @ 13:16

O profeta Al Gore (e a sua conta bancária) parece ser o principal beneficiário da nova religião ambientalista. O futuro parece risonho, assim consiga convencer os governos a aprovar legislação que nos obrigue a pagar(-lhe) o dízimo.

gore pray[1]Few people have been as vocal about the urgency of global warming and the need to reinvent the way the world produces and consumes energy as Mr Gore. And few have put as much money behind their advocacy and are as well positioned to profit from this green transformation, if and when it comes.

Critics, mostly on the political right and among global warming sceptics, say Mr. Gore is poised to become the world’s first “carbon billionaire,” profiteering from government policies he supports that would direct billions of dollars to the business ventures he has invested in.

Representative Marsha Blackburn, Republican of Tennessee, has claimed that Mr Gore stood to benefit personally from the energy and climate policies he was urging Congress to adopt.

Mr Gore had said that he is simply putting his money where his mouth is.

“Do you think there is something wrong with being active in business in this country?” Mr. Gore said. “I am proud of it. I am proud of it.”

“Casamento” homossexual derrotado em referendo no Maine

Arquivado em: Cultura, Internacional, Media, Política — André Azevedo Alves @ 13:00

Maine voters repeal gay-marriage law
Legislature approved same-sex weddings, but opponents got issue on ballot

Maine voters repealed a state law Tuesday that would have allowed same-sex couples to wed, dealing the gay rights movement a heartbreaking defeat in New England, the corner of the country most supportive of gay marriage.

Gay marriage has now lost in every single state — 31 in all — in which it has been put to a popular vote. Gay-rights activists had hoped to buck that trend in Maine — known for its moderate, independent-minded electorate — and mounted an energetic, well-financed campaign.

(via Helena Matos)

As derrotas de Obama

Arquivado em: Internacional, Política — André Azevedo Alves @ 12:53

Contests serve as warning to Democrats: It’s not 2008 anymore

The most significant change came among independent voters, who solidly backed Democrats in 2006 and 2008 but moved decisively to the Republicans on Tuesday, according to exit polls. In Virginia, independents strongly supported Republican Robert F. McDonnell in his victory over Democrat R. Creigh Deeds, while in New Jersey, they supported Republican Chris Christie in his win over Democratic Gov. Jon S. Corzine.

For months, polls have shown that independents were increasingly disaffected with some of Obama’s domestic policies. They have expressed reservations about the president’s health-care efforts and have shown concerns about the growth in government spending and the federal deficit under his leadership.

É oficial

Arquivado em: Ambiente, Religião — Miguel @ 09:53

Em Inglaterra, uma decisão judicial equiparou o ambientalismo a uma religião. Nada que já não suspeitassemos.

Green beliefs are as worthy of protection in the workplace as religious ones, a judge ruled yesterday in a landmark case. Christian groups said the decision was further evidence of Britain ‘abandoning its Christian heritage’ at a time of increasing discrimination against religion. Legal experts warned the case would ‘open the floodgates’ for claims of unfair dismissal based on someone’s environmental beliefs.

O Varagate

Arquivado em: Justiça, Política, Portugal — Miguel @ 09:47

Ursos

Arquivado em: Ambiente, Internacional, Nanny State Watch, Política, Portugal, Religião — Miguel @ 09:22

Artigo de Fernando Gabriel no Diário Económico

Aproxima-se a cimeira de Copenhaga e o derradeiro esforço de propaganda do gigantesco ‘lobby’ ambientalista está em marcha. O objectivo é forçar os governantes ocidentais a comprometerem-se com um conjunto de medidas cujos efeitos previsíveis são uma catástrofe económica auto-infligida sem precedente histórico. Para cooperarem com a demência ambientalista, países como a China e a Índia exigem cerca de 300 mil milhões de dólares por ano, um montante equivalente a 1% do PIB das economias mais desenvolvidas. Em cima deste suborno de proporções épicas ainda há que pagar o “preço” da cooperação africana -267 mil milhões de dólares ano, e das economias sul-americanas -mais umas modestas centenas de milhares de milhões. Um estudo do instituto Open Society calculou que as políticas ambientais da UE implicariam um custo total anual de 102 mil milhões de dólares até 2020. O custo do programa americano de direitos de emissão de poluição em apreciação no Senado equivale a um imposto anual mínimo de 1600 dólares por família americana e mesmo que obtivesse a redução prevista nas emissões americanas de CO2 teria um impacte nas emissões globais inferior a 4% e portanto um efeito negligenciável. (mais…)

E agora, Obama?

Arquivado em: Internacional, Política — Miguel @ 08:24

Apesar (ou devido?) do empenho pessoal de Barack Obama, o candidato Republicano venceu as eleições para governador de New Jersey.

Do BPN à “face oculta”

Arquivado em: Justiça, Media, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 01:10

O fim do guterrismo. Por Luciano Amaral.

Novembro 3, 2009

Competitividade internacional

Arquivado em: Desporto, Internacional, Portugal — André Azevedo Alves @ 23:38

A exibição não terá sido (mais uma vez) brilhante, mas conseguiu-se o mais importante. Resumindo: no futebol português há quem esteja falido e há quem esteja nos oitavos-de-final da Champions League pela quarta vez consecutiva.

As contas do TGV: um comboio para implodir?

Arquivado em: Economia, Política, Portugal — Miguel @ 16:18

Artigo de Avelino de Jesus no Jornal de Negócios

Recentemente, discutiu-se no município de Aveiro a hipótese de implodir o Estádio Mário Duarte, construído em 2004 por €64,5 milhões, partindo de uma previsão de €31 milhões e da promessa de sustentabilidade segura. Face aos custos irrecuperáveis e à fraca utilidade do equipamento e aos elevados custos de manutenção, a proposta é economicamente sensata.

A uma escala gigantesca poderá pôr-se dentro de 10 anos questão semelhante para as futuras linhas do TGV português.

É um empreendimento enorme e desproporcionado para a dimensão da economia portuguesa.

Quem tem medo do FMI?

Arquivado em: Economia, Internacional — Nuno Branco @ 16:17

Há poucos meses atrás tinha sido noticiado que o FMI pretendia ver-se livre de uma parte substancial das suas reservas de ouro para financiar os “planos de salvamento” de algumas economias mais frágeis. Houve, compreensivamente, algum receio nos mercados do que isto faria para baixar o preço do ouro (cotado em USD).

Existem na minha óptica várias ameaças à escalada do ouro, mas logo na altura tive oportunidade de dizer que esta seria a que menos me preocupava, viessem estas vendas do FMI ou de um qualquer tresloucado de um banco central, pois seriam rapidamente absorvidas por países que sentem cada vez mais a necessidade de diversificar as suas reservas.

Hoje o ouro faz novo máximo histórico nos $1080, um dia depois de a Índia anunciar que, só eles, vão ficar com metade das 400 toneladas que o FMI quer despachar. A China e a Russia serão outros dois países eventualmente interessados em resolver o “problema” do FMI.

Leituras diversas

Arquivado em: Economia, Justiça, Médio Oriente, Política, Portugal, Religião, Teoria — Miguel @ 16:00

Legalização do casamento gay

Arquivado em: Diversos — Rodrigo Adão da Fonseca @ 14:28

O PS no seu programa de governo manifesta uma vontade inabalável de avançar rapidamente para a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Seja. O PS quer resolver com o BdE e com o PCP aquilo que não quis fazer sozinho, na anterior legislatura…

A sensação que dá é que ninguém no PS quer resolver coisa nenhuma, mas apenas ir divertindo o povinho, longe das grandes decisões que vão ter de ser tomadas no Orçamento de Estado.

O PSD e Pedro Passos Coelho

Arquivado em: Política, Portugal — Miguel @ 14:20

“A Insustentável Leveza do Não-Ser” de Eduardo Nogueira Pinto (Suction With Valcheck)

O que mais espanta neste período pós eleições é a excessiva relevância que gente de bom-senso está a dar ao chamado passos-coelhismo. (…) O que é o ‘passismo’ para além do Passos? Seis assessores à procura de um emprego; a redação do DN; umas quantas figuras de terceiro plano do partido; o enorme castor Ângelo Correia? Tirando este último – que tem vida própria e agenda específica – ninguém justifica grande maçada, menos ainda vagas de fundo ou coligações negativas. Se eu fosse do PSD e quisesse evitar uma futura liderança de Passos Coelho parava de alimentar a ideia de que Marcelo é o único capaz de lhe ganhar. Não vá dar-se o caso de cristo ficar longe do ringue e acabarem todos engolidos pelo moinho de vento que ajudaram a criar.

“A Pátria em perigo?” de Luciano Amaral (Gato do Chesire)

Ou Passos Coelho é uma irrelevância e, ficando presidente do PSD, daqui a pouco já deu lugar a alguém mais substancioso, pelo que não levantaria especiais preocupações;(…) Ou, se é realmente um perigo para a Pátria, os que acham isso que se cheguem à frente, que se candidatem, e não andem a empurrar com a vaga de fundo o pobre Prof. Marcelo, que está tão bem lá na televisão. Se ninguém quer realmente ir para lá, então deixem o Coelho ir.

Eu inclino-me mais para a hipótese 1, com dúvidas sobre a parte da sucessão substanciosa (vendo bem: quem?). Mas, a ser verdadeira, e se neste momento só aquela pessoa quer realmente dirigir o PSD, então o PSD corre realmente o risco de se tornar irrelevante

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