O Insurgente

Maio 27, 2012

O TóZé, a Alemanha e a linha do Equador

Filed under: Economia,Internacional,Media,Política,Saúde,socialismo — ruicarmo @ 19:01

Ninguém acredita, por João Pereira Coutinho.

A Alemanha alimenta-se da desgraça dos outros, disse António José Seguro. E a que se deveu este arroubo de contornos vagamente xenófobos? Simples: a Alemanha emite dívida a juros baixos; o resto da Europa desunha-se a pagar muito mais. Como explicar este mistério

Não, com certeza, pelo facto de a Alemanha ter feito ajustamentos dolorosos (no tempo das vacas gordas) e ser um caso raro de crescimento no meio da estagnação geral, o que sempre consola os investidores. Para Seguro, a Alemanha paga pouco porque não quer ‘mutualizar’ a dívida, arcando parcialmente com as dívidas dos outros. Na cabeça de Seguro, a srª Merkel devia ignorar o seu eleitorado; rasgar a constituição do seu país; e ser mais amiga dos portugueses e gregos, desprezando os alemães. Seguro é ‘candidato’ a primeiro-ministro de um país que se situa a norte da linha do Equador. Mas, contado, ninguém acredita.

Síria, o quintal preferido

Da Rússia, Qatar, Arábia Saudita e Líbia. Parece que o processo de paz vai de vento em popa. Como tal, não tem havido muitas referências à entidade sionista para explicar os sucessos alcançados pelo país do senhor Assad.

O tamanho interessa

Quanto maior, pior.

O mundo é composto de mudança

Filed under: Ambiente,Cultura,Internacional,Media,Política,Portugal — ruicarmo @ 17:24

BE prepara saída de Anacleto Louçã.

Relvas é uma vítima no caso das secretas, afirma Marinho Pinto.

Chefe de gabinete de Mubarak condenado por corrupção.

Especulações sobre a sucessão de Chávez.

Leitura dominical

Filed under: Media — ruicarmo @ 12:21

O meu caso com o caso Relvas, por Alberto Gonçalves.

Os comentários às eventuais ameaças de Miguel Relvas a uma jornalista do Públicosão um perfeito retrato do país. Na semana passada, escrevi aqui que o papel, a ambição, o estilo e o respeito pelas regras democráticas do sr. Relvas lembram demasiado o eng. Sócrates. Num ápice, Estrela Serrano correu a acusar-me de “falácia”, “desespero” e “desejo de proteger quem praticou a ameaça”. Como de costume, Estrela Serrano não podia estar mais enganada.

Em primeiro lugar, porque as “provas” da comparativa inocência do eng. Sócrates que Estrela Serrano exibiu no seu blogue (vaievem.wordpress.com) constituem evidências bastante razoáveis da respectiva culpa. Em segundo lugar, porque ao contrário de Estrela Serrano nunca aceitei cargos de nomeação política e nem sequer convivo com políticos (uma tentação recorrente em jornalistas com aspas), pelo que não me desespero com eventuais abalos nas carreiras deles. Em terceiro lugar, porque atribuir-me instintos protectores face ao sr. Relvas, cuja relevância no actual governo desde o início me pareceu uma afronta à credibilidade do mesmo, é, no mínimo, um indício da distância que separa Estrela Serrano do discernimento.

Não censuro a senhora, que se limita a presumir em mim os hábitos dela e da pátria em geral. No fundo, o amor à liberdade de expressão que Estrela Serrano descobriu agora é aquele que lhe faltava quando os antecessores do sr. Relvas procuravam, e às vezes conseguiam, silenciar jornalistas. À época, acrescento entre parêntesis, Estrela Serrano pontificava na Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC), agremiação que, vá lá perceber-se, jamais encontrou vestígio de ilicitude na relação do governo de então com os media.

Estrela Serrano é muito portuguesa, e Portugal é um lugar onde as convicções derivam de simpatias partidárias, compadrio e arranjinhos à mesa do restaurante. De tão infantil, só a descrição da paisagem deprime: os que negavam os abusos do PS são os que hoje se indignam com os abusos do PSD; os que se indignavam com os abusos do PS são os que hoje negam os abusos do PSD. Contra toda a evidência e a favor de todo o compromisso, os apoiantes de uns perdoam-lhes o que condenavam noutros e os apoiantes dos outros indignam-se face ao que lhes era indiferente. Os primeiros perdem a razão que tinham. Os segundos não ganham razão nenhuma.

Gostaria, insisto, que Estrela Serrano não me julgasse pelos critérios que a orientam. Se digo que o presumível desvario do sr. Relvas não é inédito não pretendo dizer que o desvario é desculpável, mas que o indesculpável clima que o propiciou já vem de trás. O sr. Relvas faz o que quer na medida em que os seus parceiros de ofício sempre fizeram o que queriam. E o sr. Relvas sairá provavelmente impune na medida em que a impunidade tácita do ofício é regra da casa.

Se acontecer assim, é pena. Acho que, menos pelo episódio do Público do que pelo rústico enredo de espionagem que originou o episódio, o sr. Relvas não devia permanecer no governo. Acho que a direcção do diário em causa não devia ser selectiva na escolha das pressões que valentemente denuncia ou que estrategicamente esconde. Acho que o jornalismo que dorme com políticos não devia estranhar que os leitores fujam da promiscuidade. Acho que quem aguarda a sentença da absurda ERC devia esperar sentado. Acho que, em vez de alucinações, Estrela Serrano devia ter vergonha.

Maio 25, 2012

Sobre o crescimento deste lado do Atlântico

Adolfo Mesquista Nunes questiona o crescimento socialista.

Maio 24, 2012

Do outro lado do Atlântico

O crescimento já apareceu.

Desportivismo à moda do dragão

Espectáculo deplorável o dado pelos adeptos do Porto que impediram a entrega do troféu ao Benfica. Dragões lidam mal com o facto de, também eles, conquistarem o troféu de cabeçudos.

Maio 23, 2012

Por um planeta sem pessoas

The WWF’s Living Planet Report. Relatório eco-religioso descodificado.

Atenção ao crescimento desenfreado português, europeu, universal

Nem todo o investimento resulta. E quando o estado mete a mão (e o resto do corpo) visível, a tendência é de desgraça anunciada para as gerações futuras., especialmente quando se repetem as receitas – mais investimento estatal, aposta em vias de comunicação, novas tecnologias, energias renováveis e todas as outras prioridades – que nos trouxeram até este ponto critíco.

Vale a pena ler o artigo de Dan Mitchell.

I don’t want to burst anyone’s bubble or shatter any childhood illusions, but losses are an inherent part of the free market movement. As the saying goes, “capitalism without bankruptcy is like religion without hell.”

Moreover, losses (just like gains) play an important role in that they signal to investors and entrepreneurs that resources should be reallocated in ways that are more productive for the economy.

Legend tells us that King Canute commanded the tides not to advance and learned there are limits to the power of a king when his orders had no effect.

Sadly, modern journalists, regulators, and politicians lack the same wisdom and think that government somehow can prevent losses.

But perhaps that’s unfair. They probably understand that losses sometimes happen, but they want to provide bailouts so that nobody ever learns a lesson about what happens when you touch a hot stove.

Government-subsidized risk, though, is just as foolish as government-subsidized success.

Maio 22, 2012

Deus, O outro do Paraíso de Paris

Sócrates ameça processar quem invocar o seu nome em vão.

Adenda: Mesmo correndo o risco de não ser compreendido pelo estudante de filosofia de Paris, reproduzo a notícia do site IF: Freeport: Sócrates ameaça quem abusivamente invocar o seu nome e o do Pinóquio.

Maio 21, 2012

Respeito primaveril pela propriedade privada

Aconteceu na Tunísia. O sector do turismo está a mudar de paradigma.

Maio 20, 2012

Anatomia de um gozo especial

Pessoas há que gostam de manter os outros na ignorância. Departamentos do estado há que fazem, com indisfarçável orgulho, disso uma profissão invejável.  O Kuwait Times leva-nos numa viagem ao interior de uma dessas pessoas. A eleita trabalha com afinco numa instituição governamental de excelência e considera-se como pertencendo ao grupo das pessoas mais educadas. Acredito. A felicidade plena está ali, ao virar de uma página de um livro infantil, científico, sobre política, religião ou tão somente impresso em Israel.

Leitura dominical

Filed under: Media — ruicarmo @ 10:28

Correr com os gregos, por Alberto Gonçalves.

Desde o clássico opúsculo de Marx que a esquerda é pródiga em manifestos. A nossa particular esquerda, então, parece viciada no exercício e é conhecida por lançar cerca de um manifesto por mês. O mais recente chama-se “Para Uma Esquerda Livre” e, como todos os anteriores, merece a nossa atenção.

Os signatários lamentam que perante uma série de calamidades (desregulação dos mercados, desprezo da dimensão estatal, etc.), a esquerda esteja “dividida entre a moleza e a inconsequência”. Por sorte, os signatários não são moles nem inconsequentes: prescrevem a resistência à “ofensiva reaccionária” para, logo a seguir, lembrarem que resistir não chega: “É necessário reconstruir uma República Portuguesa digna da palavra República e construir uma União Europeia digna da palavra União.” Mas um manifesto digno da palavra ma- nifesto vai mais longe: “É preciso propor aos portugueses, como aos outros europeus, um horizonte mais humano de desenvolvimento, um novo caminho para a economia e um novo pacto de justiça social.” Original e pedagógico, sem dúvida. E como se conseguem essas maravilhas?

É fácil. Basta que uma “esquerda corajosa” apresente “alternativas concretas e decisivas para romper com a austeridade e sair da crise, debatidas de forma aberta e em plataformas inovadoras”. Em cheio. Até aqui, havia uma esquerda mariquinhas que sugeria alternativas abstractas e vagas, para cúmulo debatidas em surdina e em plataformas caducas. Agora, isso acabou, donde o apelo “a todos aqueles e aquelas [sic] que se cansaram de esperar – que não esperem mais” e construam “uma esquerda mais livre”, “um Portugal mais igual” e “uma Europa mais fra- terna”.

Embora fique por definir um prazo exacto para o termo da construção, o manifesto espanta. É espantoso que pessoas tecnicamente imputáveis sejam capazes de conceber e assinar coisas assim. É espantoso que sujeitos formalmente alfabetizados escrevam tão mal. É espantoso que criaturas legalmente adultas não possuam nas cabecinhas a sombra de uma ideia. E é espantoso que indivíduos teoricamente integrados se convençam de que influenciam a realidade através da exibição da distância que os separa da realidade.

Um pouco mais além

O progresso na sua fase imparável. Mais um bom trabalho de Carlos Enes:

Tribunal de Contas enganado para aprovar autoestradas

Denúncia feita em relatório de juízes, que apontam dedo a Estradas de Portugal e anterior Governo

Maio 19, 2012

A primavera saudita é composta por mudança

O uso do inglês técnico e comercial bem como o calendário gregoriano foram banidos pelas autoridades sauditas. No entanto, as autoridades locais ficam com o direito de usar o calendário gregoriano sempre que se justificar.

Maio 18, 2012

A mediática telenovela de Miguel Relvas

Filed under: Ambiente,Cultura,Educação,Media,Política,Portugal — ruicarmo @ 22:48

O senhor ministro não se deve esquecer que o dever maior que tem é em responder ao país. A confirmar-se esta brilhante iniciativa do ministro Miguel Relvas, não lhe restará outra alternativa que não seja a demissão.

Maio 17, 2012

Droga, a guerra perdida

Filed under: Ambiente,Internacional,Justiça,Media,Política,Saúde — ruicarmo @ 18:29

A The Atlantic revela através de uma foto-reportagem que, em seis anos, a guerra da droga ceifou 50 mil vidas.  Para se conseguir ter uma ideia mais aprofundada do problema, vale a pena visitar  Mexico under siege, The drug war at our doorstep – um trabalho jornalístico sem igual do Los Angeles Times, com conteúdos que remontam a Junho de 2008.

Aviso: as imagens e vídeos dos media norte-americanos são muito duras mas não representam mais do que a realidade de uma guerra que não pode ser ganha.

Maio 16, 2012

Quando Bob Geldof faz de Deus

.

The problem with God is He thinks He’s Bob Geldof, por James Delingpole.

É mais um rico artista que quer mais taxas para financiar os seus projectos. E quem o não apoiar, é  um perfeito alarve ignorante que não deseja o fim da fome no mundo.

Anatomia de um golpe

O chefe anti-corrupção e colaborador próximo de um dos mais Queridos Líderes da história da humanidade é suspeito de roubar milhões de dólares.

Maio 15, 2012

Onde nunca esperei ver o messias

 

Obama in History.

World Changing Events You Didn’t Know Obama Played A Part In

Maio 14, 2012

Primavera síria exportada para o quintal

Deve ser a isto que se chama interferência estrangeira e um plano de paz sírio bem aplicado… ao Líbano.

Au revoir, monsieur Hollande

O socialismo resulta sempre. Em tragédia.

A revelação das palavras cruzadas e o chavismo

Exposta a tentativa de assassinato do Querido Líder venezuelano, valerá a pena assistir ao vídeo onde o pivot tudo clarifica. Não dará por mal gasto o seu tempo. Mais um ponto ganho na luta progressista contra o ocultismo assassino.

Maio 13, 2012

Leitura dominical

Filed under: Media — ruicarmo @ 11:01

Liberdade, igualdade, normalidade, a crónica de Alberto Gonçalves.

Alguns vultos do premiadíssimo cinema português juntaram-se à porta do Parlamento em protesto. A razão do protesto? Os vultos querem verba. O modo de protesto? A projecção de uma peça com 90 minutos e 400 pedacinhos de filmes indígenas.

É estranho que alguém tente legitimar as suas reivindicações através de uma prova cabal de que essas reivindicações não fazem sentido. Quanto menos o cinema português for visto, maiores são as possibilidades de alguém o financiar. Aliás, é isso que costuma acontecer, embora na ordem inversa: primeiro chega o financiamento (adivinhem de onde), depois a obscuridade.

Um artista comum, ávido de comunicar, talvez se incomodasse face a semelhante fatalidade. Os cineastas pátrios acolhem-na sem problemas. Um deles, Miguel Gomes, explicou a atitude: “O financiamento do Estado é condição para que os agentes culturais criem em total liberdade” e produzam “um cinema que não esteja sujeito do mínimo denominador comum”.

Por outras palavras, os cineastas dispensam a admiração ou a mera atenção do público, que é definitivamente imbecil e prefere o sr. Spielberg ao sr. Gomes. A única coisa que os cineastas desejam da ralé é dinheiro. Não admira que a grande ovação da vigília em S. Bento tenha ido direitinha para João César Monteiro, autor da perfeita metáfora do nosso cinema (Branca de Neve, uma fita que literalmente não se consegue ver) e da imortal frase “Eu quero que o público português se foda.”

Seria estranho que os cineastas se ofendessem com uma reacção recíproca. Mas, desde que lhes paguem a repugnância pelo materialismo, eles não se ofendem.

Maio 12, 2012

Solidariedade a 99%

As razões dos indignados recebem Jason Alexander de braços abertos.

A ONU e a internet

The International Telecommunication Union é uma organização que integra a ONU. Ao que tudo indica andou ao longo do último ano a estudar e a elaborar relatórios que procuram regular a internet. Como o Irão o faz parece-me um óptimo ponto de partida chegada.

Maio 11, 2012

Nacional-socialismo, a “nova” via da desgraça

Resource nationalism is condemned to join other “progressive” economic recipes in the dustbin of history. Sadly, for Latin America, many of its people will find out the hard way.

Muito para além do clipping

Filed under: Ambiente,Cultura,Energia,Justiça,Media,Política,Portugal,Saúde — ruicarmo @ 01:17

A versatilidade dos serviços secretos nacionais não tem fim.

Maio 10, 2012

A Primavera árabe é anti-cristã

A iniciativa religiosa é do Vaticano e reconhece a situação muito difícil em que (sobre)vivem os cristãos no Norte de África e no Médio Oriente.

Month of prayer for Christians in Egypt.

(…) Release has produced a prayer guide, focusing prayer throughout May on Egypt, Libya, Syria, Morocco, Yemen, Tunisia and Bahrain. Right now, the greatest concern is Egypt, where Christians are worried that persecution will increase following the presidential elections on May 23-24.

Boyd says that up to 100,000 Christians have already left the country since last year’s uprising, and persecution has increased as Islamist groups have grown in influence over the past two decades.

And he talks of Egypt’s Christian roots and heritage. Egypt in fact was a majority Christian country for more than 1,000 years. Last year’s parliamentary elections led to a huge victory for the Islamist parties, especially the Muslim Brotherhood and the hard-line Salafist Nour. Extremist groups want to introduce strict Sharia (Islamic) law across Egypt and have launched attacks on Christians, public officials and foreigners.

Those who argue that Sharia affects only the muslims, Boyd says, are wrong: Sharia affects Christians as well as it will not allow them to share their faith. Sometimes with tragic consequences.

And Boyd mentions the current situation in Nigeria where Christians are undergoing bloody attacks that are forcing many to flee their homes. (…)

“The more people I meet during my travels across the world for Release who are suffering persecution for their faith”, says Boyd, “the more I realise that they have an overcoming joy-filled faith and a love of freedom which we need to tak hold of. We need them more than they need us. They need us to stand with them to share our freedom and to share our resources, We need to capture thier overcoming spirit and their determination to make a stand and to be joyful witnesses to the Gospel of Christ. That’s their gift to us”.

 

Maio 9, 2012

Liberdade de imprensa, sempre II

How Journalists Allowed the Palestinian Authority to Fool Them, por Khaled Abu Toameh.

(…) The murder of Israeli Arab actor and film producer Julian Mar-Khamis in Jenin last year should have sounded an alarm bell among the media representatives. His killers have never been caught, sparking a wave of unconfirmed reports about the involvement of influential Fatah gangsters and Palestinian security officers in the case.

A Western journalist who wanted to do an investigative report into the case was warned by senior Palestinian security officers that she would be putting her life at risk if she insisted on carrying out this mission.

Last week, the truth about the situation in Jenin finally exploded in the faces of everyone: the local governor died of a fatal heart attack following an unsuccessful assassination attempt.

For the Palestinian Authority leadership, the assassination attempt was what lifted the veil: Palestinian leaders in Ramallah realized that they could no longer continue to hide the truth about what was really happening in Jenin.

Palestinian security forces have since arrested dozens of Fatah “outlaws” and police officers for various crimes — including murder, extortion, abductions, sexual harassment and armed robberies.

Radi Asideh, the security commander of the Jenin area, admitted that it was the Palestinian security establishment that was responsible for the anarchy and lawlessness. “There is a defect inside the security establishment and officers were responsible for this,” he revealed.

The biggest mistake, Asideh added, was that the Palestinian leadership had turned its back to the defect, allowing the situation to deteriorate at the expense of the people’s security.

Palestinians say that anarchy and lawlessness are to be found also in other areas in the West Bank where the Palestinian Authority claims to have imposed law and order. And, they add, in most cases it is the Palestinian Authority’s security forces that are responsible for the chaos and corruption.

If the Western journalists and donors continue to ignore the reality on the ground, the West Bank could soon fall into the hands of gangsters and armed clans, as has been the case in Jenin — among the main reasons the Palestinian Authority collapsed in the Gaza Strip in 2007, speeding the rise of Hamas to power.

Leituras complementares: Liberdade de imprensa, sempre, A Primavera policial.

Expropiar? A esquerda não leva a mal

Que o digam Hugo Chavez, Evo  Norales e Cristina  Kirchner.

(…)¿Por qué el Estado es un empresario tan rematadamente malo? Sencillo: porque lo dirigen los políticos. Los fines que éstos persiguen son diferentes y opuestos a los de los propietarios de los negocios que operan en un mercado regido por la competencia.

A los políticos, salvo a los más responsables y mejor formados, no les interesa la competitividad empresarial, la rentabilidad de la inversión y la obtención de utilidades para invertir y continuar creciendo, sino controlar los presupuestos para beneficiarse y beneficiar a sus partidarios. Tampoco les conviene enemistarse con los sindicatos, pidan lo que pidan o trabajen lo que trabajen. Es mejor complacerlos. Total: el dinero con que se remunera a los empleados públicos no proviene del bolsillo propio sino del nebuloso producto de los impuestos. Es lo que los españoles llaman “disparar con pólvora del rey”. Le cuesta a otro.

El negocio de los políticos es ganar elecciones. Es una especie voraz que se alimenta de votos, de aplausos y, cuando son deshonestos (algo que, afortunadamente, no ocurre siempre), del dinero ajeno. Por eso es un error poner un Gobierno a operar una fábrica de pan. Al cabo de cierto tiempo el pan no alcanzará, resultará carísimo y, encima, saldrá duro como una piedra.

Donde las sociedades son sensatas y las gentes quieren progresar y prosperar, en lugar de expropiar negocios y constituir ruinosos Estados-empresarios, lo que hacen los políticos más sagaces, impulsados por sus electores, es propiciar la incesante creación de un denso tejido empresarial privado que pague impuestos para beneficio de todos. (…)

Maio 8, 2012

Os megaplanos de construção e a aposta no “desenvolvimento”

A factura “cai” sempre no contribuínte. Uma boa reportagem de Carlos Enes.

Maio 7, 2012

Alemães que não votaram em Hollande não o querem subsidiar ainda mais

De acordo com a agência Reuters

“Germans could end up paying for the Socialist victory in France with more guarantees, more money. And that is not acceptable,” her ally Kauder said. “Germany is not here to finance French election promises.”

Percentagens e sentenças mediáticas

De acordo com o livro de estilo da BBC, 0,2% fazem toda a diferença. A vitória de Boris Johnson que obteve 51.5% na eleição para a CML(ondres) é considerada como “tight margin” . O novo presidente francês, Francois Hollande Alcançou  51.7%. Ou seja,  ”won a clear victory”.  Não deixa dúvidas.

Maio 6, 2012

Au revoir, Sarko (6)

Filed under: Internacional,Política,Saúde — ruicarmo @ 20:34

Hollande abre uma janela de oportunidade para o final das ideias da senhora Merkel. A partir de hoje, será a França a determinar as ideias e erguer uma nova doutrina. Entre elas, a ideia certeza de que o crescimento económico europeu (e mundial) será uma certeza absoluta. Como? Com a nova receita que nos trouxe até este ponto.

Au revoir, Sarko (5)

Filed under: Internacional,Política,Portugal — ruicarmo @ 20:21

O Partido Socialista português é um dos grandes vencedores das eleições presidenciais francesas. O seu candidato ganhou-as e vai aplicar aos franceses o programa político de José António Seguro.

Au revoir, Sarko (4)

Filed under: Internacional,Política,Religião,União Europeia — ruicarmo @ 20:16

A vitória de Hollande é um renascer da esperança. Os tempos de austeridade acabaram.

Leitura dominical

Filed under: Media,Portugal — ruicarmo @ 11:52

O povo saíu à rua (e entrou no supermercado), a crónica de Alberto Gonçalves.

Rumores indicam que as promoções do Pingo Doce não ficarão por aqui. Os supermercados rivais ameaçam reagir à altura. A 2 de Maio, o Ikea aplicou o desconto de 50% em 300 artigos. A Ryanair inspira-se na campanha da Jerónimo Martins para publicitar os seus saldos permanentes. E até os preços dos combustíveis exibem vestígios de queda (infelizmente, em percentagem bastante inferior). Onde é que isto vai parar? Um dos raros prazeres inerentes às crises é a possibilidade de nos queixarmos com razão de que a vida está pela hora da morte. Se a moda pega e os preços desatam a cair proporcionalmente à subida dos impostos, as queixas perdem fundamento e graça.

Claro que podemos imitar os sindicatos, os produtores, os fornecedores, os fabulosos técnicos da ASAE e a excelentíssima ministra da Agricultura e queixarmo-nos dos preços baixos, ou dumping em jargão socialista. Mas, não sei porquê, não soa tão bem. Se, por exemplo, desembolsar dez ou quinze euros por um bilhete de avião representa uma humilhação do consumidor, à semelhança do que se disse a propósito dos saldos do Pingo Doce, julgo que, de modo geral, o consu- midor incauto prefere ser simbolicamente humilhado por capitalistas gananciosos a materialmente roubado por um Estado paternal.

Em simultâneo, outro aborrecimento ligado à potencial epidemia das rebaixas é o condicionamento de escolhas do consumidor esclarecido, aquele que não foi na estratégia do sr. Soares dos Santos e nunca irá em manobras de marketing destinadas à ralé. Não vi uma única arenga contra a campanha do Pingo Doce que não terminasse com a promessa do autor de que não voltaria a pôr lá os pés.

A acreditar na promessa (e a acreditar que tais sujeitos costumavam frequentar uma cadeia dirigida às massas brutas), o consumidor esclarecido arrisca, em nome da coerência, interditar a própria entrada numa excessiva quantidade de estabelecimentos. No exemplo das viagens aéreas, será por enquanto livre de pagar na TAP dez vezes o que pagaria na Ryanair. Nos bens essenciais, porém, a coisa começa a restringir-se perigosamente às lojas gourmet e ao comércio tradicional, doravante os refúgios dos que não se deixam enganar e estão dispostos a pagar caro por isso.

Maio 5, 2012

Propaganda subsidiada

O Photoshop não é uma ciência exacta para a propaganda iraniana.

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