Lido o mais recente report do #veryveryvcoselyislamwatch, conclui-se que a culpa é do David Cameron.
Maio 23, 2013
Maio 22, 2013
Ainda assim são brandos os soldados de Alá

De acordo com o clérigo Anjem Choudary, o tornado que afectou o estado de Oklahoma com violência, foi uma resposta de Alá à opressão sofrida pelos muçulmanos.
Maio 21, 2013
Sinais saudáveis da teocracia
No Irão, à medida que se aproximam as eleições presidenciais, torna-se mais complicado o acesso à internet.
Maio 20, 2013
Maio 19, 2013
Leitura dominical
Primitivos com causa, a crónica de Alberto Gonçalves no DN.
De facto, os tempos são de mudança. Em 1974, Richard Nixon caiu após, entre outras habilidades, as tentativas de encobrimento de um assalto à sede dos democratas no complexo de edifícios Watergate, em Washington. Em 2013, o presidente dos EUA afirma impávido que ignorava a generalizada perseguição do fisco às organizações ligadas aos libertários do Tea Party (em europeu, os “radicais” do Partido Republicano) e depara com uma imprensa disposta a engolir a patranha. Woodward e Bernstein, que recomendam moderação nas comparações, reformaram–se? Al Sharpton não se reformou: o pastor, radialista, activista e político tem gozado de abundante tempo de antena para expor a tese de que o envolvimento de Obama na história do IRS é uma invenção de “supremacistas brancos”, incapazes de aceitar um preto na presidência. Parece um argumento sólido, quiçá o argumento de um filme.
Maio 16, 2013
Em Inglaterra nem a bandeira escapa aos “cuidados”
Council vetoes flag of St George after concerns raised about links to Crusades.
A local council decided against flying the flag of St George after concerns were raised that it would offend the town’s 16 Muslim residents.
Maio 14, 2013
Stand-up comedy na ONU
As pessoas devem passar a comer mais insectos por forma a matarem a fome, equilibrarem a alimentação e reduzirem a poluição. Mas isso será algo que não se aplicará à malta da Assembleia Geral da ONU.
Maio 13, 2013
A paz está mesmo ali ao lado

Estão em marcha acelerada os preparativos da enésima conferência internacional para a paz regressar à Síria.
Maio 12, 2013
Leitura dominical
A liberdade sob Cavaco, a crónica de Alberto Gonçalves no DN.
O Bloco de Esquerda (BE) é um acérrimo opositor da iniciativa privada em quase tudo, excepto no que lhe cheirar a “transgressão”. Ou a haxixe. Num momento em que o País está mais para lá do que para cá, o BE fez o que se impõe a um partido responsável e apresentou no Parlamento uma proposta que visava legalizar o cultivo doméstico da canábis e a sua venda em clubes da especialidade.Por mim, acho óptimo que cada cidadão tenha o direito a plantar e a vender o que quiser e acho encantador que o BE tome, enfim, uma posição amiga do livre-arbítrio. Mas também acho tontinho que o faça motivado por um desejo pueril de confrontar um imaginário “sistema”. Que idade tem o dr. Semedo? Se a resposta for dezassete anos, tudo bem. Acima disso, a coisa começa a resvalar para o ridículo.Em qualquer dos casos, tudo isto poderia ser uma iniciação do BE e do eleitorado do BE às agruras do ramo empresarial. Em circunstâncias ideais, esses hippies requentados saltariam da exploração da canábis para a produção têxtil ou o sector dos transitários e, num ápice, estariam a rebelar-se contra o que importa, leia-se o peso do Estado. Infelizmente, da canábis não se salta para nada, excepto para o sofá entre risinhos. Aliás, a proposta parlamentar acabou rejeitada e os interessados provavelmente nem notaram..
Maio 9, 2013
Maio 8, 2013
Maio 6, 2013
Maio 5, 2013
Leitura dominical
O que o povo quer, crónica de Alberto Gonçalves, no DN.
Primeiro de Maio. À porta de supermercados em funcionamento, pequenas manifestações da CGTP contestam a obrigação de alguns trabalhadores trabalharem no dia que lhes é dedicado. A ideia percebia-se melhor caso a CGTP não contestasse também o trabalho em, digamos, qualquer outro dia do ano. Se não é o 1.º de Maio são os outros feriados, se não são os feriados é o domingo, se não é o domingo são os dias úteis que a CGTP deseja tornar inúteis por força de greves, etc. Nas palavras do grande Arménio Carlos, todos os dias são dias de luta. Donde se deduz que nenhum é, ou devia ser, dia de trabalho. No fundo, com um altruísmo raro nos tempos que correm, os sindicalistas apenas aspiram para quem trabalha o ócio de que eles próprios usufruem. E se criticam os números do desemprego, é por estes lhes parecerem baixos: quando, graças à sua inestimável ajuda, os números chegarem a valores aceitáveis, a CGTP avisa. Ou pré-avisa.
Maio 3, 2013
Maio 2, 2013
Abril 30, 2013
Ficção made in Irão

Quem nunca usou bruxedos para atacar o Irão que atire a primeira pedra.
Mehdi Taeb, who is close to Iranian Supreme Leader Ali Khamenei and heads Khamenei’s Ammar Base think tank, said in April 2013 that the Jews are the most powerful sorcerers in the world today, and that they have used their powers to attack Iran – for instance by turning the U.S. into their tool and getting it to impose sanctions on Iran, and also through attempts, albeit failed, to interfere in the 2009 elections. He added that while Iran has so far withstood their assaults, they have not yet used the full scope of their powers against it.
In March 2013, the Rasanews.ir website, which is associated with the religious seminaries in Qom, posted an article about the status of sorcery and numerology in Jewish mysticism. According to this article, Jews cherish the knowledge of sorcery, pass it down from generation to generation, and believe that it can be used to control mankind, nature and even God’s decisions.
Abril 28, 2013
Leitura dominical
Uma religião de paz, a crónica de Alberto Gonçalves no DN.
Por puro acaso, estava em Nova Iorque no momento dos atentados e passei por Boston dois dias depois dos atentados. Mesmo que não tivesse estado ou passado, o acesso à Internet e aos canais estrangeiros do “cabo” permitir-me-iam dar uma boa notícia: a idiotia, a má-fé e o medo não são um exclusivo português.
É verdade que em Portugal um jornal diário produziu um título sobre os dois assassinos da maratona que rezava assim: “Os irmãos Tsarnaev: um pugilista sem amigos americanos e um jovem com um “coração de ouro”". E é verdade que, numa luta titânica contra as evidências, uma conhecida “jornalista” da nossa televisão negou cabalmente qualquer proximidade do pugilista e do Coraçãozinho Dourado ao islamismo. E é ainda verdade que as ponderadas “redes sociais” dos meus compatriotas ou se encheram de desculpas para o crime ou de garantias de que os criminosos eram, cito um exemplo de inquebrantável devoção à palermice humana, “cristãos ortodoxos”.
Mas também é verdade que a atitude de diversos media ou anónimos americanos não andou longe desse frenesim desesperado por desprezar o óbvio: quem matou quatro inocentes e feriu com gravidade variável outros 200 foram dois crentes em Alá. Se se percebe que certos muçulmanos menos dados a massacres tentem evitar a conotação, custa um bocadinho perceber que tantos ocidentais procedam de igual modo. E as desvantagens das generalizações não servem de atenuante.
O Ocidente, ou a parte irremediavelmente obtusa dele, não teria nenhum problema em generalizar caso os psicopatas em causa militassem, como inúmeras criaturas chegaram a desejar intensamente, em bandos de extrema-direita. Ou integrassem uma facção fundamentalista do cristianismo. Ou defendessem o direito de Israel a existir. Com ou sem generalizações, o Ocidente nem se importaria que os psicopatas fossem hindus, budistas, xintoístas, animistas ou sportinguistas. O que não convinha era que fossem seguidores do Profeta.
A maçada é que os factos não se interessam pelas conveniências. Se a memória não me falha, é raro que nos tempos actuais cristãos, judeus, hindus, budistas e tal andem pela América e pela Europa a explodir infiéis em nome da supremacia religiosa. Por peculiar regra, essa é uma prerrogativa de muçulmanos, ditos “extremistas” e, de acordo com a opinião dominante, nada, nada, nada representativos de uma fé dedicada à harmonia universal. E até o “extremismo” beneficia de legitimação e explicações.
Repare-se nalgumas: Tamerlan, o mais velho dos amorosos irmãos Tsarnaev, não conseguia fazer amigos; Tamerlan fora pugilista e, por isso, talvez sofresse de encefalopatia traumática crónica; Tamerlan, coitadito, sentia-se descontente com o estereótipo que relaciona o islamismo com a violência. De modo a desmontar um estereótipo tão absurdo, Tamerlan rebentou com duas centenas de transeuntes. Ou procedeu da forma que procede qualquer lutador de boxe e rebentou com duas centenas de transeuntes. Ou procurou estabelecer amizades rebentando com duas centenas de transeuntes. E o mano Dzhokhar, uma jóia de moço, naturalmente seguiu-o.
É um sintoma quase comovente do ecumenismo da nossa civilização que se desça aos abismos da estupidez a fim de obscurecer o papel do fanatismo islâmico nos actos e nas vítimas de Boston. Só é pena que a vocação ecuménica não encontre reflexos suficientes no lado “deles”, que demonstra uma vontade de destruir proporcional à vontade de muitos de nós em abdicar. Não digo que a destruição possa ser sempre prevenida: digo que é desaconselhável ser incentivada. Perder no masoquismo é pior do que perder a maratona.
Abril 19, 2013
Abril 17, 2013
Abril 15, 2013
Leitura dominical
A caminho do Estado “social“, crónica de Alberto Gonçalves no DN.
Nos campos da internet onde apascenta a extrema-esquerda, reina a felicidade graças à morte de Margaret Thatcher, vulgo “a fascista”. A aplicação do epíteto, em Portugal de resto muito desprendida, é elucidativa do tipo de estrutura mental que o aplica. A sra. Thatcher venceu três eleições populares? Fascismo. A sra. Thatcher desembaraçou o Reino Unido do jugo sindical que a generalidade da população não elegera? Fascismo. A sra. Thatcher encolheu o peso do Estado em prol da escolha individual? Fascismo. A sra. Thatcher modernizou económica e socialmente o Reino Unido? Fascismo. A sra. Thatcher venceu nas Falkland uma guerra iniciada por uma ditadura decidida a vergar a autodeterminação da comunidade local? Fascismo. A sra. Thatcher ajudou a derrubar os totalitarismos do Leste europeu? Fascismo, fascismo, fascismo.
Se bem percebo, um governante “fascista” é aquele que favorece a democracia, promove a liberdade, desampara a vida dos cidadãos e, se possível, combate regimes fascistas a sério. Em contrapartida, um líder “antifascista” que se preze desrespeita eleições, professa a submissão dos cidadãos, arrasa a economia e, se adicionar uns pozinhos de culto da personalidade e o adequado castigo dos dissidentes, parece-se imenso com um fascista de facto. Ou a extrema-esquerda é ainda mais tresloucada do que aparenta ou a ciência política anda redondamente enganada há largas décadas. Por mim, aposto na segunda hipótese.
Abril 11, 2013
Choques tecnológicos
Fixem este nome: The Aryayek Time Traveling Machine. É tão só a primeira máquina do tempo, responsabilidade do Centro Estratégico de Invenções do estado iranianiano. Mas os avanços civilizacionais temporais não se ficam por aquele assinalável feito. Dentro de quatro meses, chega o Basir. Esqueçam o Google Earth que como é do conhecimento geral não passa de um reles instrumento ao serviço das agências de espionagem ocidentais.
Abril 10, 2013
Stand up na Unesco
Se já era conhecida a eleição da Síria para a comissão executiva da UNESCO, é arrebatador que integre o comité que analisa as queixas contra os estados.
“Having the Syrian regime of Bashar al-Assad as a global judge of human rights is like appointing a pyromaniac to be a firefighter,” said Neuer. “UNESCO is allowing the Assad regime to strut in Paris as a U.N. human rights arbiter — it’s immoral, indefensible and an insult to Syria’s victims.” Syria is an elected member of the UNESCO executive board, and in 2011 was also elected — after the Assad regime’s massacre of its citizens already began — to two of its human rights committees: the Committee on Conventions and Recommendations, which rules on individual human rights complaints against governments, and meets today and tomorrow; and the 23-member Committee on Non-governmental Partners, which oversees the work of human rights groups, and meets tomorrow.


