O Insurgente

Maio 26, 2012

Top posts da semana

Filed under: Blogosfera,Insurgentologia — André Azevedo Alves @ 15:16

Aqui fica o ranking dos posts d’O Insurgente mais votados dos últimos 7 dias. A lista foi obtida multiplicando o número total de votos de cada post pela respectiva classificação média:

1A Insustentável Leveza do Ser Libertário
2Pântano
3controladores de tráfego aéreo
4Já percebi!
5A Crónica Hipocrisia da Direita Instalada

Maio 23, 2012

Um verdadeiro espírito livre (3)

Filed under: Blogosfera,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 17:47
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Subsídios para a compreensão do spin doctoring situacionista. Por Samuel de Paiva Pires.

Leitura complementar: Um verdadeiro espírito livre (2).

Um país sem tradição de liberdade

Filed under: Blogosfera,Media,Portugal — Carlos Guimarães Pinto @ 08:31

Um tribunal determinou a suspensão de comentários num post do blog dos Precários Inflexíveis. Para memória futura, a empresa que acabou de dar um enorme tiro no pé ao pedir a suspensão chama-se Ambição International Marketing, também conhecida no mercado por Axes Market. Nos comentários do blog, diversas pessoas expõem as suas experiências com esta empresa de marketing directo, descrições essas que a empresa até hoje não desmentiu.
Os Precários Inflexíveis provavelmente terão ganho a lotaria mediática com esta condenação, o que é também uma pena, dada a demagogia ignorante que demonstram no seu website. Aliás, não deixa de ser irónico que uma associação como os Precários Inflexíveis, que luta contra a liberdade contratual, ande agora a ser perseguida por uma empresa que luta contra a liberdade de expressão. The good spirits meet.

Maio 22, 2012

Já percebi!

Filed under: Blogosfera,Economia,Política,Portugal — Maria João Marques @ 15:00

Hoje é, sem dúvida, um grande dia: percebi finalmente a razão – e que avassaladora esta é – de tanto se dizer que temos um governo liberal que segue uma política também ela impenitentemente liberal ou até mesmo ultra-liberal. Como porventura haja mais quem me tenha acompanhado nesta perplexidade de teimar em não ver liberalismo num governo apelidado de liberal, eu vou partilhar convosco o meu processo de raciocínio que me guiou até à iluminação.

Ora já havia eu reparado há uns anos que a gente de esquerda não precisava de seguir qualquer política que melhorasse o nível de vida da população (em especial da população mais pobre) para ser considerada de esquerda. De facto, inúmeras vezes (ou, melhor, todas as vezes) decidiram-se por políticas que provocavam a curto, médio ou longo prazo mais pobreza (a situação actual de bancarrota é um exemplo de entre muitos). A gente de esquerda não necessita de resultados eficazes na melhoria do nível de vida ou na diminuição da pobreza para ser gente inegavelmente de esquerda. Na realidade, a gente de esquerda só precisa de dizer que se preocupa com os pobres (essa categoria abstracta com a qual nunca se cruzaram se não nos livros de Manuel da Fonseca ou de Dickens), com a redistribuição de riqueza, com as prestações sociais, praticar uma diatribe ou duas contra os ricos ou os bancos para ser apelidada de esquerda. De seguida pode aumentar a carga fiscal, o que leva a contracções que levam à falência empresas e fazem explodir o desemprego e a pobreza, que não faz mal: a profissão de fé já havia sido feita. Carlos Magno – o senhor que agora vai decidir sobre o caso Relvas-Público – resumiu muito bem isto num comentário televisivo ao debate entre Sócrates e Pedro Santana Lopes (cito de memória): comentou o senhor que durante a apresentação de ideias dos dois candidatos não se percebia quem era o candidato da esquerda (i.e., o bom candidato), até que Sócrates disse algo como ‘alguém de esquerda nunca deixa de olhar para a pobreza’ e aí Magno decidiu-se a entregar o prémio ‘ser de esquerda’ a Sócrates; em suma, pelas políticas propostas, Magno não percebia o esquerdismo, mas não fazia mal, o que interessam as políticas?, o importante fora a profissão de fé das palavras de Sócrates. O que contam não são os actos, mas as intenções (declaradas).

Com a ajuda deste post do André, percebi que, afinal, para a direita liberal se passa algo simétrico. Um governo pode aumentar a apropriação pelo estado de recursos das empresas e de particulares (vulgo, aumento de impostos), pode patrocinar regimes fiscais totalitários (um exemplo, e nem é necessário relembrar as pretensões de Teixeira da Cruz com o enriquecimento ilícito), pode aumentar a despesa pública, pode criar leis higienistas que condicionem os comportamentos dos fumadores dentro dos seus carros, pode reduzir a liberdade contratual dos agentes económicos, pode tudo, que, novamente, as políticas efectivas não interessam. Desde que o governo diga que quer diminuir os impostos, que quer privatizar isto e mais aquilo, pode à vontade aumentar impostos e não privatizar nada, que será sempre um governo liberal. O que conta não são os actos, mas as intenções (declaradas).

A Social-Democracia é uma coisa confusa

Filed under: Blogosfera,Política,Portugal — Ricardo Lima @ 14:09

E além de confusa, certamente não é de Direita, seja ela qual for.

Impurezas

Filed under: Blogosfera,Comentário,Double standards,Economia,Media,Política,Portugal,socialismo — André Azevedo Alves @ 13:57

Se o Rodrigo Moita de Deus tiver razão, já não deve tardar a privatização da RTP, da RDP, da Lusa e o encerramento da RTP Açores e da RTP Madeira. Mal posso esperar.

Se se concretizar, serei o primeiro a elogiar o Governo – incluindo o ministro da comunicação social – pelo histórico contributo para a liberdade (e o equilíbrio das contas públicas) em Portugal. Mas temo que num mundo com tantas impurezas ideológicas, ainda não seja desta que as boas e puras intenções privatizadoras se vão concretizar nesse domínio. Cá estaremos para ver.

Um verdadeiro espírito livre (2)

Filed under: Blogosfera,Double standards,Media,Política,Portugal,socialismo — André Azevedo Alves @ 13:50

O Rodrigo Moita de Deus sente-se, compreensivelmente, pressionado, mas da minha parte não tem nada a temer. Lido com blogues e bloggers há quase uma década. Se fosse pessoa para fazer o que o Rodrigo Moita de Deus teme, já todos – até o próprio o Rodrigo Moita de Deus – teriam dado por isso.

Leitura complementar: O caso Miguel Relvas e a crónica hipocrisia da direita instalada (num sítio mal frequentado); Um sítio mal frequentado, já dizia Eça; A direita hipócrita e Miguel Relvas; A Crónica Hipocrisia da Direita Instalada; Uma oportunidade para Passos Coelho; A improvável demissão de Miguel Relvas e a fragilização da posição de Pedro Passos Coelho.

Máximas para um país onde não faltam rastejantes

Filed under: Blogosfera,Comentário,Double standards,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 00:01

Mudam-se os tempos, mudam-se os abrantes.

Maio 21, 2012

Um verdadeiro espírito livre

Filed under: Blogosfera,Double standards,Economia,Justiça,Política,Portugal,Religião — André Azevedo Alves @ 20:43

Coisinhas simples. Por Rodrigo Moita de Deus.

Miguel Relvas lida com jornais e jornalistas há mais de uma década. Se fosse pessoa para fazer o que acusam já todos teríamos dado por isso.

Já que estou numa de contrariar aproveito para esclarecer o resto. Por Rodrigo Moita de Deus.

Só hoje li a entrevista de Vasco Rato à sábado por causa da ongoing. Sobre o assunto tenho uma opinião diferente da maior parte do pais. Caso fique provado que silva Carvalho utilizou o SIED para beneficiar empresas portuguesas em negócios internacionais acho que o serviço merece uma condecoração da presidência da republica.

Liberdade de imprensa. Por Rodrigo Moita de Deus.

Tenho para mim que a liberdade é o mais importante dos valores. E defenderei sempre a liberdade em qualquer circunstância. Sempre que a liberdade estiver ameaçada.

Maio 20, 2012

O caso Miguel Relvas e a opção pela auto-descredibilização

Filed under: Blogosfera,Double standards,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 16:44

Tudo fenómenos compreensíveis, mas que nem por isso deixam de ser lamentáveis: Do contorcionismo à fragilização do governo e da blogosfera de direita. Por Samuel de Paiva Pires.

Leitura complementar: O caso Miguel Relvas e a crónica hipocrisia da direita instalada (num sítio mal frequentado); Um sítio mal frequentado, já dizia Eça; A direita hipócrita e Miguel Relvas; A Crónica Hipocrisia da Direita Instalada; Uma oportunidade para Passos Coelho; A improvável demissão de Miguel Relvas e a fragilização da posição de Pedro Passos Coelho.

O caso Miguel Relvas e a crónica hipocrisia da direita instalada (num sítio mal frequentado)

Filed under: Blogosfera,Comentário,Double standards,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 11:22

No que diz respeito ao caso Miguel Relvas, concordo com isto e com isto, mas, infelizmente, concordo ainda mais com isto.

Sendo certo que há algum oportunismo neste post do Sérgio Lavos, importa reconhecer que no essencial ele tem, no essencial, toda a razão.

O problema não é só que há quem prefira o rastejar à verticalidade: é que há muitos figurões e figurinhas do regime que só sabem rastejar e desconhecem em absoluto a própria noção de verticalidade.

Leitura complementar: Um sítio mal frequentado, já dizia Eça; A direita hipócrita e Miguel Relvas; A Crónica Hipocrisia da Direita Instalada; Uma oportunidade para Passos Coelho; A improvável demissão de Miguel Relvas e a fragilização da posição de Pedro Passos Coelho

Maio 19, 2012

Top posts da semana

Filed under: Blogosfera,Insurgentologia — André Azevedo Alves @ 15:59

Aqui fica o ranking dos posts d’O Insurgente mais votados dos últimos 7 dias. A lista foi obtida multiplicando o número total de votos de cada post pela respectiva classificação média:

1A cultura ignorante
2Mário Soares, o Arauto do Austeridade
3Uma breve história dos manifestos de esquerda
4O porquê da falta de empreendedores em Portugal
5A propósito de “oportunidade”, Passos Coelho perdeu uma de estar calado

Maio 16, 2012

Uma breve história dos manifestos de esquerda

Filed under: Blogosfera,Humor,Portugal,socialismo — Carlos Guimarães Pinto @ 08:56

Tudo começou em 2009, enquanto alguns começavam a avisar para os perigos do crescimento da dívida pública, uns economistas de esquerda inauguraram a moda dos manifestos com o “Manifesto pela Despesa Pública”. Mais tarde, já em plena crise da dívida soberana, alguns membros desse grupo lançaram o “Manifesto dos economistas aterrados”. Alguém que interpretasse o título de forma mais literal poderia depreender que o manifesto fosse um pedido de desculpas em forma de sacrifício físico. Mas não, a única coisa que aqueles economistas tinham enterrada era a cabeça na areia, porque continuavam a pedir exactamente o mesmo tipo de políticas que tinha despoletado a crise.

O hábito dos manifestos de esquerda espalhou-se entretanto. Alguns com títulos muito específicos como o “Portugal necessita de investimento público estratégico. Parar é sacrificar o futuro” ou o “Manifesto contra a directiva de retorno”, outros menos como o “Manifesto para um mundo melhor” (como não assinar).

2011 foi um ano grande para os manifestadeiros, mas, a certa altura, passaram-se quase 3 dias sem manifestos e a esquerda ficou impaciente lançando de imediato o “Manifesto contra a resignação”. Seguiram-se manifestos elitistas do bloco de esquerda como o “Manifesto de 51 economistas e cientistas sociais” que, qual nightclub da moda, restringiu logo no título o número e tipo de pessoas que poderiam participar. O PCP respondeu de imediato com o manifesto “E o povo, pá?”. Mas não é só de lutas à esquerda que se faz a história dos manifestos. Quando todos os meses do ano tinham já acordado assinar um armistício, surgiu o manifesto “Abril não desarma”, colocando de lado qualquer esperança de paz entre os meses.

A cultura é o tema preferido dos manifestadeiros. Tivemos o “Manifesto – Por Uma Cultura Para o Século XXI” e umas dezenas de manifestos em específicos para o cinema em Portugal, entre os quais um com o nome criativo de “Manifesto pelo cinema português”. Claro que a cultura não vive de manifestos, mas de acção (é preciso levantar o rabo do sofá e ir ver esses nacos de cultura que se querem ver subsidiados). Talvez com receio da acusação de preguiça, foi lançado o “Manifesto em defesa da cultura (o manifesto que quer ser movimento)”.  Não sei ao certo se o manifesto obteve as suas pretensões, mas espero que sim.

Mas a criatividade que muitas vezes escasseia entre os nossos agentes culturais subsidiodependentes, não falta aos manifestadeiros. Alguns manifestos têm títulos irónicos, como aquele manifesto aprovado por meia dúzia de sem-abrigo no Rossio que visava contrariar os resultados de umas eleições onde tinham votado 5 milhões pessoas, ao qual resolveram chamar “Manifesto plural”. Alguns rimam, como o “Manifesto contra a escalada neoliberal, por uma nova agenda sindical”. Com Portugal em êxtase pela declaração do fado como património mundial, a esquerda aproveitou para lançar o  “Manifesto pela desclassificação do Douro como Património da Humanidade”. Foi nesta altura que meio país se começou a questionar como é que a malta de esquerda tinha tanto tempo para escrever manifestos. Eles trataram de dar a resposta – imagine o leitor como – com o “Manifesto dos sem emprego”.

Mais recentemente, quando um grupo de fanáticos benfiquistas homenageou o seu presidente baptizando todas as ruas de Lisboa com o seu nome (“Rua Vieira”, lia-se um pouco por todo o lado), a esquerda não se ficou e de imediato lançou o manifesto “A rua é nossa”.

Entretanto parece que há aí outro manifesto, que só consegui ler no Arrastão porque quando me enviaram para o e-mail foi apanhado no filtro de spam: chama-se “Manifesto por uma esquerda livre”. Livre de manifestos, esperamos todos.

Maio 15, 2012

Onde nunca esperei ver o messias

 

Obama in History.

World Changing Events You Didn’t Know Obama Played A Part In

Maio 13, 2012

res publica totius orbis

Filed under: Blogosfera,Cultura,Insurgentologia,Internacional,Política,Portugal,Teoria — André Azevedo Alves @ 23:59

Agradeço a simpática referência de Pedro Arroja a’O Insurgente. Além de simpática, parece-me também genericamente adequada: um blogue de homens (e mulheres) do povo e com o nível intelectual mais aceitável nos erros que vai cometendo.

Enigma revolucionário

Filed under: Blogosfera,Portugal — Carlos Guimarães Pinto @ 06:40

O que é que acontece quando os 37 elementos do 5 Dias se reunem e trazem os parentes de primeiro grau?
Isto: Cerca de 800 pessoas marcharam em Lisboa contra a precariedade e austeridade

Maio 12, 2012

Top posts da semana

Filed under: Blogosfera,Insurgentologia — André Azevedo Alves @ 17:24

Aqui fica o ranking dos posts d’O Insurgente mais votados dos últimos 7 dias. A lista foi obtida multiplicando o número total de votos de cada post pela respectiva classificação média:

1O lugar do lixo
2No Fio da Navalha – No país dos sovietes
3“o público português que se foda”
4Socialistas fora do governo, já!
5Dívida pública, bailouts e asfixia fiscal

Maio 9, 2012

Liberdade de imprensa, sempre II

How Journalists Allowed the Palestinian Authority to Fool Them, por Khaled Abu Toameh.

(…) The murder of Israeli Arab actor and film producer Julian Mar-Khamis in Jenin last year should have sounded an alarm bell among the media representatives. His killers have never been caught, sparking a wave of unconfirmed reports about the involvement of influential Fatah gangsters and Palestinian security officers in the case.

A Western journalist who wanted to do an investigative report into the case was warned by senior Palestinian security officers that she would be putting her life at risk if she insisted on carrying out this mission.

Last week, the truth about the situation in Jenin finally exploded in the faces of everyone: the local governor died of a fatal heart attack following an unsuccessful assassination attempt.

For the Palestinian Authority leadership, the assassination attempt was what lifted the veil: Palestinian leaders in Ramallah realized that they could no longer continue to hide the truth about what was really happening in Jenin.

Palestinian security forces have since arrested dozens of Fatah “outlaws” and police officers for various crimes — including murder, extortion, abductions, sexual harassment and armed robberies.

Radi Asideh, the security commander of the Jenin area, admitted that it was the Palestinian security establishment that was responsible for the anarchy and lawlessness. “There is a defect inside the security establishment and officers were responsible for this,” he revealed.

The biggest mistake, Asideh added, was that the Palestinian leadership had turned its back to the defect, allowing the situation to deteriorate at the expense of the people’s security.

Palestinians say that anarchy and lawlessness are to be found also in other areas in the West Bank where the Palestinian Authority claims to have imposed law and order. And, they add, in most cases it is the Palestinian Authority’s security forces that are responsible for the chaos and corruption.

If the Western journalists and donors continue to ignore the reality on the ground, the West Bank could soon fall into the hands of gangsters and armed clans, as has been the case in Jenin — among the main reasons the Palestinian Authority collapsed in the Gaza Strip in 2007, speeding the rise of Hamas to power.

Leituras complementares: Liberdade de imprensa, sempre, A Primavera policial.

Maio 8, 2012

Dia do Consumidor ou Dia do Trabalhador

Existem 2 visões opostas sobre o 1º de Maio:

1. A visão de uma esquerda de mentalidade retrógrada, presa ao passado, com propostas inadaptadas ao actual mercado de trabalho e que grita os mesmos slogans do século XIX, usando o povo simplesmente como legitimador do seu poder. Grita pelo “trabalhador” que pretende mais direitos e menos deveres que, se fosse brioso, teria conseguido essas mesmas benesses por si. Enquanto vive à grande.

2. O povo que, pressionado por um Estado esmagador, sem o apoio de uma Economia que também soçobrou perante o peso crescente do Estado na mesma, e sem poupanças pois vem de uma fase em que acreditava ser rico e não precisar de poupanças, tem dificuldade em pagar as contas e agradece promoções, descontos e outras oportunidades de aumentar o seu escasso poder de compra.

Como será o 1º de Maio de 2013? Nas ruas ou nas lojas? Do trabalhador ou do consumidor? Você decide!

Obrigado ao leitor Nuno Granja pela imagem. Leituras complementares: O último independente, Micro-sondagemGrotesco,
Hoje, como ontem, Portugal continua a ser o paraíso dos inimigos da liberdadeQuando é que a Esquerda passou a Odiar o Povo?.

PS: Obviamente que eu não concordo que isto seja levado a votos, preferindo a solução presente neste post do Miguel Noronha:

Espero, sinceramente, que no próximo 1º de Maio os sindicatos e os partidos se possam manifestar livre e pacificamente. Da mesma forma, espero que quem assim o desejar possa ir trabalhar, fazer compras ou exercer a sua liberdade para fazer o que lhe apetecer sem ser ameaçado ou impedido pelo governo ou pela CGTP.

Maio 6, 2012

Top posts da semana

Filed under: Blogosfera,Insurgentologia — André Azevedo Alves @ 00:45

Aqui fica o ranking dos posts d’O Insurgente mais votados dos últimos 7 dias. A lista foi obtida multiplicando o número total de votos de cada post pela respectiva classificação média:

1Hoje, como ontem, Portugal continua a ser o paraíso dos inimigos da liberdade
2O último independente
3Grotesco
4O Insurgente banido na Assembleia da República
5Micro sondagem

Vale a pena também assinalar que o post Hoje, como ontem, Portugal continua a ser o paraíso dos inimigos da liberdade foi partilhado no Facebook mais de 500 vezes e que o post O último independente foi partilhado no Facebook mais de 1000 vezes.

Maio 5, 2012

Um país cheio de idiotas (5)

Filed under: Blogosfera,Humor,Insurgentologia,Política,Portugal — Miguel Botelho Moniz @ 13:33

Na típica escalada irracional de quem não tem argumentos, depois da patética associação de Soares dos Santos a Salazar, o Carlos Botelho brinda-nos com a associação a Pinochet. Se seguir a expectável progressão, com a sofisticação e sensibilidade paquidérmica que o caracteriza, não deve faltar muito para Mussolini e Hitler. Tudo isto por causa de uma promoção de supermercado. E qual o crime que motiva tal animosidade anti-Insurgente? Termos criticado aqui os argumentos idióticos e posições hipócritas dos críticos do Pingo Doce e da sua promoção de 1 de Maio. Aparentemente quem não concorda com o Carlos Botelho (misticamente, porque ele não se sente na obrigação de justificar os seus pontos de vista) é por inerência «imaturo», «analfabeto político e moral» e «ignorante histórico». Isto depois de já ter anteriormente acusado quem não «percebe» as suas etéreas opiniões de «má-fé» e «ignorância», incluindo nestes o seu colega de blog Nuno Gouveia, com quem trocou comentários do nível paquidérmico já aqui referido.

Não vou repetir aqui as razões pelas quais vários Insurgentes e eu discordamos completamente das críticas que têm sido feitas ao Pingo Doce; para não falar nas declarações públicas de membros do governo que infelizmente já nos habituaram a ouvir disparates demagógicos. Estão espalhadas por aqui em baixo, à disposição de quem quiser ler.

Maio 4, 2012

Um país cheio de idiotas (4)

Filed under: Blogosfera,Humor,Insurgentologia,Política,Portugal — Miguel Botelho Moniz @ 16:11

O Carlos Botelho não gosta do dedo indicador de Alexandre Soares dos Santos. Chama-lhe depreciativamente o «dedo moral». Como onde está o Beavis tem de surgir o Butt-head, nos comentários surge o Fernando Martins a compará-lo ao dedo do Salazar. Não sei que recalcamento justifica tal sentimento para com uma pessoa que não lhes deve ter feito mal algum e que não demonstra no seu comportamento público qualquer espírito ou inclinação “salazarenta”. Cheira-me à congénita antipatia que muitos portugueses têm pelo sucesso e, pior dos males, pelo lucro (específicamente o dos outros). Claro que como a consistência é um atributo indesejável nos filósofos da social-democracia logo depois o Carlos Botelho protesta a falta de «escrutínio moral» da terrível afronta do Pingo Doce aos direitos humanos. Aqueles que mais desconfortáveis se sentem com a liberdade dos outros, especialmente no que toca à iniciativa empresarial e ao capitalismo, são os que menos consciência têm da semelhança que esse seu desconforto tem com a aversão que o dito Salazar tinha às mesmas.

Maio 3, 2012

Pingo Doce vs. 1º de Maio no Twitter

Filed under: Blogosfera,Economia,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 23:58

O Dia em que o Pingo Doce “Raptou” o 1 de Maio no Twitter. Por Bruno Ribeiro.

Para a extrema-esquerda caviar, o povo só é suportável como alegoria

Filed under: Blogosfera,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 22:00

À semelhança da generalidade dos seus camaradas da extrema-esquerda caviar, o Sérgio Lavos é, como não podia deixar de ser, um tipo genial. No entanto, infelizmente para ele e para o mundo, há extremistas que insistem em não compreender essa profunda e fecunda genialidade, que gera verdadeiras maravilhas do pensamento de esquerda como esta. Assim se prova, mais uma vez, que a extrema-esquerda caviar está cheia de génios incompreendidos pela brutalidade das massas. Uma cambada de zombies, é o que é: I Rest My Case. Por Renato Teixeira.

E por falar em momentos geniais da extrema-esquerda caviar, estranhamente não vi nenhuma referência no Arrastão ao facto de O Insurgente ter estado banido na Assembleia da República com direito a anúncio nas redes sociais por um elemento do Bloco de Esquerda. Nem sequer alegórica.

Leitura complementar: A extrema-esquerda caviar e o povo; Como o Bloco de Esquerda vê o povo; A extrema-esquerda sedenta de sangue; Quem é Daniel Oliveira?

É agora, Obama?

Mais coisa, menos coisa, este é a carta- modelo que contém as respostas a todas as questões, aprovadas pelo Partido. :)

The Party has approved a form letter to be used in answering all queries regarding economic issues. It explains our positions and proposed solutions to problems in a clear, concise manner and is suitable for framing. With minor changes (prior approval from the Ministry of Truth required), it will also form the basis of a good newspaper article or broadcast copy suitable for the professional state-approved media.

Novíssimo Recorde Insurgente!

Filed under: Blogosfera,Comentário,Insurgentes nos media,Insurgentologia,Nanny State Watch — Ricardo Campelo de Magalhães @ 00:20
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Ontem quebramos o recorde: de 7714 para 9216.
Quebramos as barreiras dos 8.000 e dos 9.000.

Hoje, quebramos de novo. De 9216 para 17.302.
Quebramos as barreiras dos 10.000, 11.000, 12.000, 13.000, 14.000, 15.000, 16.000 e dos 17.000. Voltou a haver um 7 nos milhares.
A todos, o nosso Muito Obrigado. Outra vez.

 Amanhã podem vir 50.000: por mim não há post de comemoração.
E como ontem fizeram piadinhas com as nossas caras, hoje ficam com esta imagem do conjunto Insurgente.

O Insurgente banido na Assembleia da República (2)

Filed under: Blogosfera,Insurgentologia,Justiça,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 00:04

Caro Gabriel, ser banido na Assembleia da República com direito a anúncio nas redes sociais por um elemento do Bloco de Esquerda não é para quem quer. É para quem pode. Quanto ao resto, integralmente de acordo.

Maio 2, 2012

O Insurgente banido na Assembleia da República

Filed under: Blogosfera,Insurgentologia,Justiça,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 16:22

Depois de um dia em que foi batido o recorde de visitas do blogue, alguém que creio ser um dos funcionários parlamentares do Bloco de Esquerda informou via Twitter nos termos acima reproduzidos que O Insurgente havia sido banido pelo filtro da Assembleia da República.

Pelas últimas informações de que disponho, creio que a situação já foi, entretanto, desbloqueada, mas fica o registo, tanto do evento como da elucidativa reacção, para memória futura.

Como o Bloco de Esquerda gostaria de ver o povo

O tipo de festejos e de participação cívica que  a extrema-esquerda mais aprecia.

Adenda: Imagens da loucura progressista de Seattle.

Leitura complementar:  Como Bloco de Esquerda vê o povo.

Como o Bloco de Esquerda vê o povo

Filed under: Blogosfera,Cultura,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 12:35


Um texto para guardar e recordar: O dia dos mortos-vivos. Por Sérgio Lavos.

A rede de mercearias que recentemente decidiu mudar a sua sede fiscal para a Holanda teve um dia em cheio. Numa provocação aos sindicatos que convocaram uma greve, decidiu oferecer cinquenta por cento de desconto aos clientes que fizessem compras de cem euros. O departamento de marketing do grupo está de parabéns: a maioria das lojas ficou em estado de sítio com a horda de zombies consumistas que esvaziaram prateleiras e lutaram por um pedaço do sonho proporcionado pelo magnânimo Alexandre Soares dos Santos, um dos pais da pátria. Estão todos bem uns para os outros: a rede de mercearias pode até ter tido prejuízo hoje – a prática de dumping (venda de produtos abaixo do preço de custo) é probida por lei mas ninguém reclamou; contudo, a publicidade gratuita que está a conseguir irá repercurtir-se por muitos dias. Para além disso, parte do prejuízo será assumido pelos fornecedores – cada campanha dos grandes grupos é sempre em parte financiada por quem coloca lá os seus produtos, numa perversão das leis da concorrência que torna a posição negocial destes grupos incontestável. Mas também os zombies estão de parabéns: os milhares (milhões?) de clientes que hoje gastaram dinheiro em mercadorias a granel – é para isso que estes estímulos ao consumo desenfreado servem – não chegarão a perceber que parte daquilo que compraram não era absolutamente necessário e por isso viverão felizes na ignorância dos estúpidos. Mas os sindicatos que andaram a fazer campanha contra as cadeias de hipermercados que abriram também não ficam bem na fotografia. A verdade é que os trabalhadores desta rede vão receber a triplicar e terão um dia de férias a mais. E o “povo”, essa entidade que, quando quer, sabe comportar-se como uma horda de zombies, esteve literalmente a borrifar-se para a crise e para os direitos dos trabalhadores. As coisas são como são.

Mas tenhamos uma coisa em mente: nas alegorias políticas em forma de filme de zombies de George Romero, os mortos-vivos acabam quase sempre por ganhar consciência e tomar conta de tudo. Os neoliberais contentinhos com o êxito passageiro de Soares dos Santos poderão ser os humanos do futuro, carne para os zombies de agora. Nada dura para sempre.

Não falta nada, nem sequer o desejo explícito de uma revolução violenta e sangrenta protagonizada (?) pelas pessoas que tão evidentemente a extrema-esquerda caviar sempre desprezou, despreza e desprezará.

Daniel Oliveira, mais batido nas técnicas de propaganda, foi suficientemente esperto para disfarçar o desprezo da extrema-esquerda caviar pelos “zombies consumistas”. Com o tempo, Sérgio Lavos aprenderá certamente a seguir as pisadas de Daniel Oliveira, mas fica para a posteridade um raro momento de honestidade, clareza e frontalidade no discurso político bloquista.

Leitura complementar: A extrema-esquerda sedenta de sangue; Quem é Daniel Oliveira?

O efeito Pingo Doce

Filed under: Blogosfera,Insurgentologia,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 12:20

Como o Ricardo já aqui salientou e ilustrou, o 1º de Maio foi um dia de audiência em recorde para O Insurgente. Foi superada pela primeira vez desde que o blogue está alojado no WordPress a barreira das 9000 visualizações no site (às quais haverá que acrescentar as feitas por outros canais de distribuição), sendo que uma parte substancial das visitas foi motivada pela promoção do Pingo Doce.

Não oferecemos descontos de 50%, mas também não houve filas de espera. Obrigado e voltem sempre.

Novo Recorde Insurgente!

Filed under: Blogosfera,Comentário,Insurgentes nos media,Insurgentologia,Nanny State Watch — Ricardo Campelo de Magalhães @ 00:27
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Como podem ver, ontem, Dia do Trabalhador, O Insurgente teve o seu dia com mais visitas na sua história: 9216!

A todos os que visitaram O Insurgente desde o seu início, o nosso Muito Obrigado!

Olhando para a lista de artigos, só podemos dizer: Obrigado Pingo Doce!

O Insurgente é hoje uma referência na blogosfera Portuguesa.
Provam-no as visitas, as referências por toda a web, os convites a Insurgentes para tomadas de posição nos mais diversos assuntos da sociedade Portuguesa.
Numa sociedade onde parte da sociedade não tem interesse em discussão política, parte defende a posição fácil do “gaste-se sempre, agrade-se a todos os grupos de interesse” e a outra parte não é convicta o suficiente para defender publicamente os seus ideais, O Insurgente e outros blogs que lhe são próximos esforça-se por manter a defesa das causas difíceis. Aparentemente com sucesso.

Volte sempre!

(Nem imaginam como é difícil reunir todos os Insurgentes. Talvez se o Pingo Doce tivesse feito um pré-aviso XD )

Maio 1, 2012

Filosofia Liberal – O Liberalismo definido

Para quem não sabe o bê-a-bá do Liberalismo:

Versões:
Philosophy of Freedom: Flash (PTESFREN), SiteDownload & Youtube (PTESFREN)
Podem ver este e diversos outros recursos interessantes na minha página de links.

Abril 30, 2012

Da preguiça intelectual

Filed under: Blogosfera,Insurgentologia,Política — Miguel Botelho Moniz @ 16:09

Se o Filipe Castro não fosse tão preguiçoso ao ponto de achar que não vale a pena ler e ouvir aqueles que critica, não cairia no ridículo de dizer que os “randianos” gastam mais do que os socialistas quando se apanham no governo. Nem assumiria que lá por ter sido um admirador de Ayn Rand há mais de meio século, que Alan Greenspan de algum modo represente a filosofia “randiana”. Bastaria ler o que Greenspan escreveu nos anos 60 para perceber o contraste diamétrico com as suas decisões à frente da Federal Reserve.

O termo “neoliberal” é um homem-de-palha inventado pela falta de argumentos. Já o tinha ouvido aplicado a Milton Friedman e a F.A. Hayek, o que em si mesmo é uma demonstração da preguiça intelectual de quem usa o termo. Hayek, especialmente, detestava qualquer conotação com o termo “liberal”, dada a crescente (na altura) associação do termo à esquerda americana; algo que o próprio Filipe Castro deveria enteder bem, se vive no Texas há 14 anos. Mas para isso era preciso ler coisas que ele a priori considera «possidónia[s], lambida[s], infanti[is], pomposa[s] e dramática[s]».

Neo-Coisos (2)

Filed under: Blogosfera,Humor,Insurgentologia,Política,Portugal — Miguel Botelho Moniz @ 15:41

Quem tem medo do neoliberal, neoliberal, neoliberal?

Não é dragão, Ricardo. É mesmo lobo mau.

Abril 28, 2012

Top posts da semana

Filed under: Blogosfera,Insurgentologia — André Azevedo Alves @ 19:26

Aqui fica o ranking dos posts d’O Insurgente mais votados dos últimos 7 dias. A lista foi obtida multiplicando o número total de votos de cada post pela respectiva classificação média:

1Israel está de parabéns
2Empreendedorismo tributário
3Acabar com o feriado do 25 de Abril e preservar o 1º de Dezembro
4No Fio da Navalha – Décroissance
5Para subsidiar abortos não falta dinheiro… (2)

Abril 21, 2012

Anatomia de um troll

Filed under: Blogosfera — André Azevedo Alves @ 20:00

Pelas caixas de comentários d’O Insurgente habitam algums sub-espécies autóctones com características específicas ainda mais bizarras, mas este perfil geral está muito bem delineado: O anónimo infeliz

- O anónimo infeliz é masoquista. Todos os dias, várias vezes por dia, lê e comenta blogs que diz serem uma merda. Diz que o faz por ter o direito de ler o que bem lhe apetecer. O anónimo infeliz é, obviamente, burro e não sabe dar uso à liberdade que tem. Mesmo quando se enfada e diz que não volta mais, bastam cinco minutos para reincidir no crime. E assim continua, muitas vezes durante meses;

(mais…)

Abril 12, 2012

O pensamento macroeconómico que ignora o mundo que nos rodeia

Filed under: Blogosfera,Economia,Política,Portugal — Miguel Botelho Moniz @ 14:33

Em resposta a este artigo do Henrique Raposo, escreve Priscila Rêgo:

«Ou seja: na prática, e pelo menos ao nível do problema demográfico, não há rigorosamente nenhuma diferença entre um sistema contributivo e um sistema de capitalização. No primeiro, os trabalhadores cedem uma parte do seu salário aos pensionistas, sob a promessa implícita de que irão, no futuro, aceder a uma parte do PIB proporcional às suas contribuições; no segundo, cedem as suas poupanças a empresas (acções) ou Estados (obrigações), na esperança de ter direito a uma parte da produção destas entidades no futuro.»

Há um pequeno “pormaior” que escapa a este argumento: O sistema contributivo assenta em pagamentos coercivos que um determinado estado consegue impôr aos seus cidadãos. Ou seja, está limitado geograficamente à população residente num território bem definido. Se esse território estiver em decadência demográfica, e/ou económica, azarito. Um sistema de capitalização (além de ter associado capital acumulado, como refere o João Miranda) tem a liberdade de investir em activos nos mais variados territórios, presumivelmente que não padeçam da mesma decadência; com isto consegue diversificação de risco.

Apenas num cenário de envelhecimento global e declínio económico (sem aumentos de produtividade) se poderia afirmar a igual insustentabilidade dos sistemas de contribuição e capitalização.

Isto sem tecer considerações sobre a ética de um ou outro sistema, que já seriam outros quinhentos…

Abril 10, 2012

Prioridade comunista explicada aos pequeninos

Enquanto o regime prepara o lançamento de um foguetão, 150 mil norte-coreanos estão presos em campo de concentração.

U.S. alleges the camp holds political dissidents of ‘political repression’

Documents cases of infanticide and forced abortions

‘Whole families kept in camp’ due to ‘crimes’ by relatives

North Korea denies existence of camp – but it is visible on Google Earth

Leitura complementar: Paixão comunista explicada aos pequeninos.

Abril 7, 2012

A sorte

Dois bloggers apanharam sete anos de prisão porque colocaram nas suas páginas do facebook  caricaturas de Maomé. Graças a Deus, são de um país primaveril, com um governo moderadamente islâmico.

Adenda: A Autoridade Palestiniana continua a prender pessoas que a critiquem politicamente  ou que denunciem casos de corrupção. Em ambos os casos, aplicam-se as  palavras de Thomas Jefferson: our liberty depends on the freedom of the press, and that cannot be limited without being lost.

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