O melhor Janeiro de sempre

Se 2015 foi o melhor ano de sempre d’O Insurgente, a verdade é que 2016 começa também com novos recordes: depois de a página d’O Insurgente no Facebook ter superado a marca das 10.000 pessoas (com um reach semanal consistentemente acima das 300.000 pessoas), Janeiro de 2016 estabeleceu-se (por larga margem) como o melhor mês de Janeiro desde a fundação do blogue e o segundo melhor mês de sempre, com mais de 430.000 visitas contabilizadas no site.

Obrigado a todos os leitores pela preferência.

Assim se vê a força do pêcê II

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Edgar Silva, o candidato dos valores da justiça social, da defesa do trabalho com direitos, dos valores da independência nacional e da paz, tudo fez para afirmar a candidatura assente e ao serviço do propósito democrático popular de mudar a vida com vista à criação de uma outra sociedade. Os resultados eleitorais confiados pelos portuguesas e portuguesas  à candidatura do comunista são brutais. Para a história fica Edgar Siva como o maior vencedor de sempre (até às próximas vitórias do PCP).

Fica a dúvida: por quanto tempo durará o apoio dos comunistas e associados ao governo golpista da geringonça.

Leitura complementar: Assim se vê a força do pêcê.

Balanço do 2015 Insurgente

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2015 confirmou-se como o melhor ano de sempre d’O Insurgente. A marca dos 3 milhões de visitas no site num só ano foi superada pela primeira vez, sendo que o total do ano se aproximou inclusivamente dos 4 milhões, ficando acima de 3.750.000. Pela primeira vez nos 11 anos de vida do blogue, a média diária de visitas ao longo de todo o ano foi assim superior a 10.000.

Outubro de 2015 foi o melhor mês de sempre em termos de visitas no site – com perto de meio milhão de visitas num só mês – sendo que o recorde de visitas num só dia foi também batido em 2015, mais precisamente no dia 4 de Outubro, em que se registaram mais de 40.000 visitas no site.

Números tanto mais significativos quanto se registaram em paralelo com uma expansão igualmente sem precedentes d’O Insurgente por outros canais de divulgação: para além dos milhares de pessoas que seguem O Insurgente através dos mais variados readers e por email, a página d’O Insurgente no Facebook agrega já mais de 9.300 pessoas e o blogue conta também com cerca de 2.300 seguidores via Twitter.

A versão (beta) em inglês do blogue – The Portuguese Insurgent – regista como seria de esperar valores bastante mais modestos, mas atingiu já nesta fase embrionária um reach muito interessante, em especial pelo perfil dos leitores e pelos contactos e pedidos de informação adicionais que tem suscitado.

Pelo magnífico ano de 2015, termino este post de balanço com um agradecimento a todos os leitores e a todos quantos contribuem, ou contribuíram ao longo dos anos, para o extraordinário sucesso d’O Insurgente, com uma menção especial à nossa Elizabete Dias, que infelizmente partiu muito antes do tempo.

A telenovela do PCTP-MRPP merece o Emmy

Garcia Pereira

Os Liquidadores Alistaram-se como Lacaios da Cofina, pelo Camarada Arnaldo Matos.

A família Garcia Pereira, as duas sandrinhas, Domingos Bulhão e o Alberto da Damaia alistaram-se como lacaios ao serviço da Cofina. A de Odivelas já se tinha alistado há muito tempo, arrastando o pateta do marido para as páginas das revistas cor-de-rosa do Grupo, com a ideia de o transformar num socialite de calças do tipo Lili Caneças. Para quem não conhece o grupo mediático onde esta canalha acaba de assentar praça, cumprir-me-á esclarecer que a Cofina é a maior sociedade de gestão de participações sociais (holding) de títulos de imprensa da direita fascista em Portugal, proprietária de cinco jornais (Correio da Manhã, Record, Jornal de Negócios, Destak e Metro), de cinco revistas (Flash!, TVGuia, Máxima, Vogue e Sábado) e de um canal de televisão, o CMTV, além de participações menores dispersas por outros órgãos ditos de comunicação social, como o Expresso e a TVI.

Desde que resolvi denunciar os patifes que encabeçam a corrente pequeno-burguesa reaccionária dos liquidadores, já recebi – e recusei liminarmente – onze convites de diferentes órgãos da dita comunicação social para entrevistas, incluindo cinco convites do Grupo Cofina, três da Sábado.

Ora, precisamente a Sábado da semana passada concedeu à família Garcia Pereira, Domingos Bulhão, à sobrinha Sandra Raimundo e ao desgraçado Alberto da Damaia a capa da revista e sete folhas profusamente ilustradas, onde a canalha pôde vomitar com avonde o seu ódio aos comunistas, à classe operária, ao PCTP/MRPP e à revolução portuguesa.

Quanto aos familiares de Garcia Pereira, que não são nem nunca foram militantes do PCTP/MRPP e nada têm a ver com o comunismo e com o movimento operário, cabe-me unicamente agradecer-lhes os insultos e calúnias que acharam dever bolçar sobre a minha pessoa, usando para local do vómito as páginas de uma revista fascista, controlada pelos Serviços de Informações Estratégicas de Defesa (SIED) – a nova Pide, nem menos – e um conhecido informador dessa polícia, encapotado de jornalista, o bufo Fernando Esteves, que também me pretendeu entrevistar e a quem mandei à merda, mandando também explicar–lhe que não falo com bufos da Pide.

Centro-me apenas em dois comentários, com relação às declarações do Domingos Bulhão e do triste Alberto da Damaia.

Domingos Bulhão era membro do comité permanente do comité central do Partido, responsável pelas contas, e desapareceu levando o dinheiro e os documentos do Partido, criando uma situação extremamente perigosa para a existência legal do PCTP/MRPP.

O Partido seguiu Bulhão até ao sítio onde ele se encontrou com o pide Fernando Esteves, no Centro Comercial Colombo, em Benfica. Domingos Bulhão saberá muito bem porque deveu encontrar-se com o pide clandestinamente. Em devido tempo, falaremos do caso, porque estamos a averiguar se Garcia Pereira, amigo íntimo de Bulhão, conhecia ou não estes encontros que já vêm de antes da sua suspensão do comité permanente do comité central.

No Centro Colombo, em encontro clandestino, Bulhão disse ao bufo Fernando Esteves que eu humilhara e enxovalhara Garcia Pereira, com uma carta que lhe enviei quando Garcia Pereira se preparava para abandonar as tarefas do Partido, fugindo para férias.

No meu modo de ver, não há nada de humilhante nem de enxovalhante na minha carta de 28.07.2015 a Garcia Pereira. Não passa de uma carta a um camarada sobre algumas divergências na preparação da campanha eleitoral, que estava realmente em perigo. E foi assim que ele, Garcia Pereira, a entendeu. Publico de seguida a minha carta a Garcia Pereira e a resposta de Garcia Pereira à minha carta, já que o pide Fernando Esteves, que com certeza terá as duas em seu poder, fornecidas por Bulhão, procurou manipular o caso.

Leitura complementar: Direito de resposta de Sandra Raimundo.

Nada III

Escreve, animado, o assessor de imprensa do ex-44, Nuno Fraga Coelho no Twitter.

 

Leitura complementar: Nada e Nada II.

 

 

9000 no Facebook

Foi já há alguns dias que a marca foi ultrapassada, mas não quero deixar de assinalar que a página d’O Insurgente no Facebook agrega já mais de 9.000 pessoas.

Obrigado a todos os leitores pela preferência.

Almas gémeas

Putin e Erdoğan quando estavam disponíveis para o amor e a paz.

Putin e Erdoğan quando estavam disponíveis para o amor e a paz.

As relações entre a Rússia e a Turquia após o abate de avião de guerra russo vivem um momento teen. A Santa Mãe Rússia protesta e bloqueia as importações de vegetais, galinhas e, imagina-se, de perús de origem turca. Um dos elos queixa-se que ele não devolveu a minha chamada. O outro continua à espera do pedido de desculpas. O primeiro faz birra e magoado avisa que o amor não pode brincar com o fogo. Longe vai o paraíso.

Leitura complementar: As voltas que o mundo dá.

“De maneira que isto, por aqui fora, era tudo putas”

joaosoares

Memorável forma de estar e ser de S. Exa. o Ministro da Cultura, por Margarida Bentes Penedo.

(…)

Foram os últimos a chegar, e vinham do lado de cima. Ouviam com atenção a aula de história que o presidente desenvolvia, gesticulando, parando para apontar, provocando gargalhadas espontâneas e acenos de cabeça. Pareciam um grupo de crianças, as gravatas a esvoaçar, os casacos desapertados como os bibes no recreio. “De maneira que isto, por aqui fora, era tudo putas”, foi a parte que ouvi quando já estavam a poucos metros.

De seguida, deram-se as apresentações. Trocaram-se apertos de mão e os vereadores trocaram olhares cúmplices e divertidos. De pé, todos dispostos em bateria, semicerraram os olhos e fizeram silêncio por uns segundos, contemplando os rectângulos de tinta colorida, concentrados a apreciar. Da boca socialista do presidente que, apesar de calado, nunca tinha chegado a fechá-la, saiu uma decisão: “Vermelho está fora de questão. Epá, para vermelho já me basta as gajas uma vez por mês”.

Aturdida com a sensibilidade do poeta, com o coração enaltecido por sentir os destinos da cidade entregues a este homem enorme, distraí-me das razões que levaram à exclusão da outra cor. Mas foi assim que em Lisboa, ao fundo do Parque Eduardo VII, para servir a Feira do Livro e os aflitos do ano inteiro, nasceu um edifício de casas de banho da cor das flores dos jacarandás.”

Prémio hot para o deputado socialista da legislatura

TBR

O senhor deputado socialista Tiago Barbosa Ribeiro não está habituado ao escrutínío sobre o que escreve nas redes sociais. De seguida, apresento um “best of” de como as coisas saem nas redes sociais ao promissor deputado, no calor da discussão.

Cavaco, a lástima irresponsável.cavaco a lastima irresponsavel

Calvão, o abjecto.

Calvao o abjecto

Cavaco, o irresponsável.cavaco o irresponsavel

Cavaco, a lástima.

Cavaco, a Lástima

Passos, o molusco.

Cavaco, o Gangster

Jornalistas, os palhaços.jornalistas os palhacos

José Rodrigues dos Santos, o pulha reincidente.JRS javardo pulha

Martins da Cruz, o miserável.Martins o miserável

Paulo Portas, o irredutível mentiroso.Portas o irredutivel mentiroso

Rangel, o bonzo

Rangel o bonzo

Raposo das cavernas.

Raposo das caverna

Sérgio Monteiro, o mafioso.

sergio o mafioso

Paris, Teerão e os eternos culpados

Substituam Estado Islâmico por Israel e encontrarão o culpado pelos atentados no mundo, esclarece Mohammad Reza Naqdi.

Substituam Estado Islâmico por Israel e encontrarão o culpado pelos atentados no mundo, esclarece Mohammad Reza Naqdi.

Esqueçam Churchill, as cruzadas, o Jesus, a saga Guerra das Estrelas, as constantes viagens de Star Trek e da Lua no Espaço 1999 bem como as mudanças que levaram ao fim dos impérios e à extinção dos dinossauros. A culpa do terrorismo é do imperialismo americano, de Israel e da islamofobia.

“If we write the word Israel instead of ISIL, the behind the scene of the recent events in France will come into light; the ISIL is the infantry unit of the US and the usurper Zionist regime since they don’t have fighters today anymore and have lost power to fight, and they have created the ISIL by making investment on the fools,” Naqdi said on Wednesday.

“Such events should happen in Europe in order for the US and its hirelings to be able to justify their presence in the region and escape from criticisms,” he added.

Naqdi also described Saudi Arabia as the dealer of the recent incidents, and said Riyadh has founded the ISIL stream and as long as the US is unable to fill the banking accounts of its arms companies with the Saudis’ money, these wars and cruel massacres will continue.

He also warned that the western states seek to spread Islamophobia in Europe and the US by creating fear and horror among the European and American people.

In relevant remarks on Saturday, Deputy Chief of Staff of the Iranian Armed Forces Brigadier General Massoud Jazzayeri warned Washington and its European allies not to replay the September 11 theatre to pressure and attack Muslims by misusing the Friday night’s terrorist events in Paris.

Jazzayeri made the remarks after a series of bombings and shootings in the French capital left over 150 people dead and scores of others injured following which certain western media attempted to blame all Muslims for the attacks.

“The French people paid the price for their government’s support for the ISIL and the Takfiri terrorism,” he said. (…)

Leitura complementar: Alcançado o inovador patamar de moderação.

 

3.000.000

Confirmando 2015 como o ano com mais visitas de sempre d’O Insurgente a marca dos 3 milhões de visitas no site num só ano foi superada pela primeira vez, e quando falta ainda mais de um mês para o final do ano.

No que diz respeito a outros canais de divulgação, para além das muitas pessoas que seguem O Insurgente através dos mais variados readers e por email, a página d’O Insurgente no Facebook agrega já mais de 8.700 pessoas e o blogue conta também com mais de 2.200 seguidores via Twitter.

Obrigado a todos os leitores pela preferência.

Avisos ao Bataclan

Paris’ Bataclan Theater was BDS and terrorist target for years.

Adenda: Pascal Laloux, um dos antigos proprietários do Bataclan, revela que vendeu a casa em Setembro e zarpou para Israel.

Leitura recomendada

Falta António Costa, o homem que destroi muros e une Estaline e Trotsky.

Falta António Costa, o homem que destroi muros e une Estaline e Trotsky.

 Os “anti-comunistas” que ainda não abandonaram a utopia, por Rodrigo Constatino.

Há um tipo de “crítico” do comunismo que considero extremamente perigoso. Falo daqueles que “condenam” os regimes comunistas, vistos como exemplos do “socialismo real”, mas porque teriam sido desvirtuados, desviados de sua essência, de sua verdadeira proposta.

Eles não abandonaram a utopia e não entendem que as consequências nefastas foram resultado inexorável das premissas adotadas. Eles acham que o comunismo é uma boa ideia que foi colocada em prática pelas pessoas erradas. Nada mais falso! (…)

Claro que não! Mas os “moderados” que “criticam” os “excessos” do “socialismo real” não querem largar o osso, abandonar o sonho, a utopia assassina. Para eles, se ao menos aquela ideia “linda” de “igualdade” fosse colocada em prática por pessoas melhores, tudo seria maravilhoso. É muita cegueira ideológica mesmo, não perceber que o mal está na ideologia igualitária, não em sua execução.

O “sonho igualitário”, que de democrático nunca teve nada, simplesmente não combina com a natureza humana. Por isso essa gente quer criar o “novo homem”, um sujeito “abnegado”, “altruísta”, que não tenha ganância alguma e coloque o coletivo acima de seus interesses sempre. Não entendem que forçando a transformação do homem numa abelha eles sempre vão causar morte e escravidão, além de miséria.

 

Exclusivo: as linhas do acordo entre comunistas e socialistas

PCP

Econoima e Aparelho Produtivo.

Soberania, Política Externa e Defesa.

Pertence ao actual secretário-geral comunista a frase:  “valeu e vale a pena empunhar estas bandeiras, hoje e sempre por Portugal, pelos portugueses, com Portugal e com os portugueses. Também assim e agora a rasgar as alamedas do futuro no chão alicerçado por Abril.”  A frase é retirada da parte final do discurso de Jerónimo de Sousa, em 2006,  no Pavilhão Atlântico, na campanha das Presidenciais.

O Partido Comunista Português (PCP) – o mais moscovita-estalinista dos partidos comunistas da Europa, há muito que não ganha qualquer eleição a concorrer enquanto PCP. As que tem  “ganho”, aconteceram no âmbito autárquico como FEPU, APU e com a actual CDU. Enquanto partido conservador- comunista, o título do seu programa político não podia ser e estar mais adequado. Intitula-se “Uma   Democracia Avançada – Os Valores de Abril no Futuro de Portugal”. Presume-se que o Abril, se reporte ao moderno ano de 1974.

Após a falência e derrocada do comunismo na Europa de Leste,  houve necessidade de purgar os elementos menos ortodoxos, cabendo a alguns deles a abertura de novos movimentos de participação cívica-comunista-na-realidade-mas-com-outro-nome ou mesmo  a integração de outros dissidentes em partidos neo-comunistas como o PS..

Tendo em conta as primeiras linhas do acordo político que O Insurgente revela entre os derrotados das últimas eleições legislativas, enganaram-se todos aqueles que afirmavam que seria impossível firmar um acordo da Frente Unida de Esquerda. Ou que seria mais plausível um acordo de legislatura baseado no entendimento democrático e popular com o governo da Coreia do Norte do que com qualquer outro movimento de esquerda mais reaccionário. O Presidente da Câmara de Loures poderia até ter dado uma mãozinha solidária naquela “germinação”. No futuro próximo, oportunidades não faltarão.

Avante, camaradas de todas as estirpes o palco é vosso. A falência será nossa.

Com a internet perde-se o bom hábito de dizer mal pelas costas

O meu texto de ontem no Observador.

‘Agora que tanto se esbraceja com as tradições parlamentares e democráticas, informo que me tenho por cada vez menos tradicionalista. Não vejo qualquer sentido manter uma tradição só porque é tradição. Não me convence o argumento ‘devemos fazer assim porque sempre [e o ‘sempre’ na maioria das vezes é coisa de poucas décadas] se fez assim, resistiu à passagem do tempo, tralalá’. As tradições devem-se usar e manter só tanto quanto sejam justas e façam sentido no mundo atual.

Mas também não vale a pena embirrar com as tradições só porque são tradições. As maneiras e a educação, por exemplo, são tradições pelas quais valeria a pena declarar, em sendo necessário, várias fatwas (isto se fôssemos dados às tradições iranianas). E nas ‘maneiras e educação’ pontifica o não incomodarmos as outras pessoas – sobretudo aquelas que não conhecemos ou com quem ainda não partilhámos meia dúzia de gins tónicos e de confidências pós-gins – com as nossas opiniões acintosas.

Esclareço: não digo para não darmos a nossa opinião – nos últimos anos na blogosfera pouco mais tenho feito que verter sarcasmo para cima de umas quatro dúzias e meia de personagens que atormentam as populações para os lados dos partidos ou dos jornais – nem sequer para não fazermos humor, ironia ou o tal sarcasmo. Mas acaso nos apeteça insultar alguém, então que tenhamos a delicadeza de o fazer nas costas dessa pessoa e de não a importunar com a nossa exuberância opinativa.

Antes, na era pré Mark Zuckerberg, os insultos públicos ou eram feitos presencialmente ou através dos jornais e televisões. Mas, na era d.M.Z., com as redes sociais toda a gente contacta com toda a gente. Assim o insulto, em vez de ficar com os familiares ou no grupo de amigos, é dito a alguém que não se conhece e que teve a ousadia de proclamar uma opinião polémica ou, simplesmente, de que o excitadinho das redes sociais discorda.

Repito a ideia: acho ótimo que as pessoas vociferem violentamente nas redes sociais. É uma catarse tão boa como qualquer outra. Precisam, no entanto, de aprender essa coisa saudável que é respeitar as fronteiras das outras pessoas, e permanecerem, enquanto insultam, nas quatro paredes das suas casas digitais em vez de invadirem as dos insultados.’

O resto está aqui.

“They always run out of other people’s money” (3)

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O meu artigo desta semana (Não há dinheiro para pagar mais socialismo) ultrapassou as 3.300 partilhas, passando a ser o mais partilhado entre todos os que escrevi até agora para o Observador.

Como já referi ontem, creio que boa parte do sucesso se deve ao gráfico que o Jorge Costa gentilmente me autorizou a usar e espero que esse sucesso sirva também de incentivo adicional para o Jorge regressar o mais rapidamente possível aqui a’O Insurgente.

“They always run out of other people’s money” (2)

grafico_jorge_costa

O meu artigo desta semana no Observador (Não há dinheiro para pagar mais socialismo) vai já com cerca de 2.000 partilhas, sendo que suspeito que boa parte do sucesso se deve ao gráfico que o Jorge Costa gentilmente me autorizou a usar.

Espero que sirva também de incentivo para o Jorge regressar o mais rapidamente possível aqui a’O Insurgente.

470.000 visitas em Outubro

O recorde registado em Setembro durou apenas um mês, sendo que foi fixado novo máximo histórico em Outubro, com mais de 470.000 visitas registadas no site, o que equivale a uma média diária de visitas superior a 15.000.

No que diz respeito a outros canais de divulgação, para além das muitas pessoas que seguem O Insurgente através dos mais variados readers e por email, a página d’O Insurgente no Facebook agrega já mais de 8.300 pessoas e o blogue conta também com mais de 2.100 seguidores via Twitter.

Obrigado a todos os leitores pela preferência.

A ditadura do politicamente correcto, versão bloquista

Não tenho dúvidas de que há comportamentos persecutórios em todos os quadrantes partidários, mas a canalhice de que foi alvo o LA-C figura entre as mais lamentáveis: Zelotas. Por Luís Aguiar-Conraria.

Acabaram de enviar um email, com anexos que reproduziam duas entradas minhas no Facebook e que aqui reproduzo, para o presidente da minha escola, com CC para mim e para o Ministério do Ensino e da Ciência. Reproduzo o email na íntegra. Sinceramente, olha que há cada palhaço!

8000 no Facebook

A página d’O Insurgente no Facebook agrega já mais de 8.000 pessoas, com um reach semanal actualmente acima das 200.000 pessoas.

Obrigado a todos os leitores pela preferência.

João José Cardoso (1959-2015)

Morreu o João José Cardoso. Todos os textos de amigos seus que li lhe reconhecem o mau feito e, na blogosfera, o Insurgente era alvo preferencial. Estávamos em campos (quase) totalmente opostos no campo das ideias e não cometerei a indelicadeza – que o próprio certamente não apreciaria – de forçar elogios de circunstância.

Não obstante as muitas diferenças e divergências, acabámos por escrever juntos no BiTri, um projecto de adeptos do FC Porto – uma paixão comum – de que o João José Cardoso foi um dos fundadores e impulsionadores. Colaborámos também ocasionalmente há alguns anos atrás numa outra causa comum.

Lamento a sua morte e desejo que descanse em paz.

Tiques ditatoriais na Turquia

zaman

A liberdade é um bem escasso na Turquia. Bülent Keneş, o editor do jornal Zaman foi preso por insultar o Presidente Tayyip Erdogan no Twitter.

Os críticos dos cartoons têm um peso considerável na Turquia. Em Março último, dois cartoonistas foram condenados a 11 meses de prisão mas acabaram com uma multa, graças à boa conduta em Tribunal. Deu-se como provado o insulto a Erdogan por sugerirem que o Presidente era gay.

Em 2014, a lei turca alargou as competências das actividades dos serviços secretos. O novo enquadramento legal permite às agências de segurança interceptar conversações telefónicas, aceder a dados pessoais armazenados em instituições privadas e públicas e fornece aos agentes do estado uma imunidadade legal alargada.

A lei prevê ainda a aplicação de penas de prisão até 10 anos para os jornalistas que ousem publicar informação considerada como confidencial. A urgência legislativa foi apenas a última das medidas das autoridades turcas que incluem um controlo apertado da comunicação social, da internet e das redes sociais.

Em 2013, recorde-se, a Turquia alcança a proeza de ultrapassar o Irão e a China no número de jornalistas presos. Os mais indesejados foram mesmo acusados de terrorismo e por outros crimes contra o Estado.

 

 

Síria: back to basics XXV

siria

Cartoon de Akram Raslan.

Os trabalhos do grande líder sírio. Ou tão só algumas das razões da revolta.

‘They were torturing to kill’: inside Syria’s death machine

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Como o Ricardo Campelo de Magalhães já aqui deu conta, ontem foi batido o recorde de visitas num só dia n’O Insurgente.

Quase 40.000 visitas num só dia é obra e faz-me recordar quando eu e o Miguel Noronha – nos primeiros meses de vida do blogue e com algumas escassas centenas de visitas diárias – discutíamos se alguma vez seria possível atingir as 1.000 visitas num só dia. Parece que foi, Miguel.

Parabéns a todos quantos contribuíram para o extraordinário sucesso do dia de ontem, sendo que desta vez estou particularmente à vontade para o fazer já que estive ausente do blogue em virtude de ter andado a comentar por aqui.

Uma baixa de peso na equipa de assessores do @FuturoPMCosta

O melhor mês de sempre d’O Insurgente

O anterior recorde era apenas de Julho de 2015 mas foi já batido em Setembro, que se estabeleceu assim como o melhor mês de sempre em termos de audiências n’O Insurgente. O mês terminou com mais de 380.000 visitas registadas no site, com a média diária de visitas a superar pela primeira vez a marca das 12.000.

No que diz respeito a outros canais de divulgação, para além das muitas pessoas que seguem O Insurgente através dos mais variados readers e por email, a página d’O Insurgente no Facebook agrega já mais de 7.800 pessoas e o blogue conta também com mais de 2.000 seguidores via Twitter.

Aproveito para recordar que amanhã será dia de uma grande noite eleitoral Insurgente.

Obrigado a todos os leitores pela preferência.

António Costa a syrisar até ao fim

De acordo com a agência Lusa, António Costa diz que o PS procurará na Europa “caminho alternativo ao do senhor Schäuble”.

PASSyrisa

Mas afinal o caminho não tinha sido encontrado? A vitória do Syriza a partir de quando é que deixou de ser um sinal de mudança que dá força para seguir a mesma linha”?

Imagem do blogue Câmara Corporativa.