Make us poorer, again IV

trump

Vale a pena ler o artigo de opinião de Juan Ramón Rallo, Gobierno de Trump: los planes de Trump o cómo empobrecer a las clases medias de EE.UU.

(…)  Al respecto, el Peterson Instituteha estimado que una guerra comercial entre EE.UU., por un lado, y China y México, por el otro, provocaría que la economía estadounidense perdiera cinco millones de empleos hasta 2019: tanto las compañías locales que se dedicaran a exportar a China o México cuanto las empresas locales que distribuyeran mercancías importadas se verían enormemente penalizadas. Los sectores más afectados serían los manufactureros, con caídas del empleo potencial de hasta el 10%. A su vez, los estados más negativamente afectados serían Washington, California, Texas y también el cinturón industrial de EE.UU. (Michigan, Illinois, Wisconsin, Pensilvania u Ohio), los cuales sufrirían pérdidas de puestos de trabajo superiores al 4%.

En definitiva, quienes podrían salir más perjudicados de una escalada proteccionista entre EE.UU. y el resto del mundo son justamente aquellas clases trabajadoras cuyos intereses Trump dice querer defender: tanto sus rentas nominales cuanto su poder adquisitivo se verían muy negativamente afectados por una guerra comercial. Por supuesto, los habrá que piensen que el presidente republicano jamás tolerará que otros países dañen comercialmente a EE.UU., pero entonces deberá renunciar a uno de los principios expuestos en su (horrible) discurso de investidura: el aislacionismo. Recordemos que, de acuerdo con el magnate neoyorquino: “Buscaremos amistad y buenas relaciones con las distintas naciones del planeta, pero lo haremos entendiendo que todas las naciones tienen el derecho a anteponer sus propios intereses”. Si todas las naciones tienen derecho a anteponer sus propios intereses, ¿cómo rechazar que China o México represalien a EE.UU. castigando con aranceles a sus productos para así proteger a ciertas industrias locales? ¿O cómo frenar una carrera arancelaria global absteniéndote de intervenir en la política extranjera?

Una hora después de que Trump se convirtiese en presidente, la nueva Administración difundió un esbozo de las políticas que planea aplicar en energía, empleo, política exterior y comercio

Todos hemos salido ganando con la globalización de los últimos 30 años. Una guerra comercial a gran escala nos perjudicaría igualmente a todos y solo beneficiaría a los populistas nacionalistas que acceden al poder dividiendo, enfrentando y envenenando la concordia entre los distintos ciudadanos del planeta. ‘Make globalization great again‘.

O comércio gera riqueza e não é imoral, ao contrário do proteccionismo.

Leituras complementares: Make us poorer, again, Make us poorer, again IIMake us poorer, again III.

 

Anúncios

37 thoughts on “Make us poorer, again IV

  1. Rui Carmo, todos os dias são publicados dezenas de artigos críticos uns, ofensivos quanto baste outros contra Trump. Se se limitar a fazer copy-past de 1%, vamos chegar ao fim do ano com uma novela “make us poorer 365” o que será cansativo. Ou o meu amigo começa a pensar pela sua cabecinha e a publicar prosa oportuna ou aguarda e dá tempo ao homem para mostrar o que vale. Agora não transforme o insurgente num entreposto das “Women march against trump”, please.

  2. ruicarmo

    JC, a sua queixa já seguiu para o Provedor do Leitor.
    Posso garantir que o Rui Carmo será punido exemplar e duramente. Mais: a partir deste lamentável post, o autor seguirá religiosamente os pensamentos do leitor JC durante um ano e um dia..

  3. JC : “Agora não transforme o insurgente num entreposto das “Women march against trump”, please.”

    Não parece que seja “march against Trump” discordar de certos aspectos do que Trump diz e anuncia que vai fazer.
    É, muito em especial, o caso no que diz respeito ao comércio externo e à postura proteccionista de Trump.

    Para o seu escritório oval na Casa Branca, Donald Trump terá escolhido uma secretária de madeira que foi anteriormente utilizada por Ronald Reagan e alguns outros presidentes.
    Numa entrevista dada à Fox News disse que o fez porque gostou da mobilia mas deu a entender que o fez sobretudo em homenagem a Ronald Reagan.
    Trump : “Eu gosto do Reagan. Discordo dele em algumas coisas. Principalmente quanto ao comércio externo (“trade”). Nisto ele não foi tão forte como eu acho que ele deveria ter sido. Tudo bem. Ele representou-nos muito bem.”
    Fox News : “Qual foi o Presidente que mais admirou ?”
    Trump : “Bom, eu gostei do Reagan. Não gostei dele no que diz respeito ao “trade”. Mas, à parte este aspecto, eu gostei muito dele. E ele até foi bom (“ok”) quanto ao “trade”. Mas não foi muito bom (“great”).”
    Tipicamente Trump !… Como conseguir nesta fase perceber exactamente o que ele pensa e sobretudo o que ele vai efectivamente fazer na área do “trade” e noutras áreas ?…
    Mas faz sentido dizer, inclusivé adoptando a linguagem simples e directa de Trump, que até se pode gostar do Trump que gosta de Reagan e igualmente não gostar do Trump que discorda de Reagan.

    Do meu ponto de vista, o enorme balão de Trump sobre “trade” e sobre outros aspectos do seu programa, sobretudo na parte económica (por exemplo, o gigantismo do programa de infra-estruturas), vai-se esvaziar bastante à medida que for sendo confrontado com a realidade, incluindo nela a posição dos congressistas e senadores republicanos, tradicionalmente favoráveis à liberdade de comércio interno e externo e hostis a um forte aumento dos gastos do Estado federal (com a excepção da defesa).

  4. 2015 – o trump vai falhar
    2016 – o trump vai falhar
    2017 – o trump vai falhar
    2018 – o trump vai falhar
    2019 – o trump vai falhar
    2020 – o trump vai falhar
    2021 – o trump vai falhar
    2022 – o trump vai falhar
    2023 – o trump vai falhar
    2024 – o trump vai falhar

  5. JOSEPHVSS (@JOSEPHVSS)
    O SEU COMENTÁRIO AGUARDA MODERAÇÃO.

    Anti-Trumpista pa cacete 🙂 é so ler … ja parece o árbito d’hoje a gamar o Vitoria isento paca!

  6. Os “green card holders” que não podem entrar nos EUA são os naturais dos 7 ou 8 países árabes/islâmicos que estão na lista negra do Trump devido ao terrorismo.

    Um “green card holder” da Europa, América do Sul, Rússia, Austrália, Índia, Israel, Japão, China, etc, pode entrar à vontade.

    É um ligeiro pormenor que faz toda a diferença.

  7. Pelo que vejo, só os escardalhos colectivistas marxistas e seus afins (comunistas, socialistas, sociais.democratas, democratas-cristãos e outros estatistas chulos) estão contra Donald Trump. É bom sinal.

  8. Fernando, adicione, entre outros, a Arábia saudita à lista de países autorizados; eu sei, é estranho e ilógico, se calhar sabem de factos alternativos ou estão a preparar alguns…

  9. O tempo dirá quem está certo sobre Trump.
    Trump é uma matrioska. No caso dele, o primeiro objecto, uma boneca, não será igual à segunda, e assim sucessivamente. É um processo mais elaborado do que parece. Ilude, perturba e conquista.
    Um pormenor: um homem de negócios nunca será um isolacionista.

  10. Já manifestei a minha sobre a globalização em anterior post do Rui Carmo. Não me vou repetir.
    Só quero realçar um aspecto de todo este debate: o comunista presidente da China veio defender a globalização.
    Que os comunistas chineses venham defender a globalização dá que pensar, não?

  11. ruicarmo

    Demonstram apenas que são seres racionais, ao contrário de quem é liberal e defende o proteccionismo.

  12. André Miguel

    Shiri, só dá que pensar a quem anda distraído. A China prova que as pessoas desde que tenham liberdade económica para prosperar estão-se borrifando para a liberdade política. No ocidente ainda julgamos que depositar papéis numa urna é o auge da liberdade…

  13. “Que os comunistas chineses venham defender a globalização dá que pensar, não?”

    Os “comunistas” chineses já não são “comunistas” : aderem a uma forma de capitalismo de Estado assente num poder politico autoriário (do comunismo apenas conservam a ditadura politica e o neopotismo económico).
    Foram precisamente a abertura da China ao exterior (a entrada na “globalização”) e as reformas económicas (privatização do património e liberalização de mercados) que transformaram a China actual numa sociedade mais capitalista do que comunista.
    É por isso natural que a classe dirigente chinesa defenda agora uma globalização que mais lhe convém contra qualquer evolução mais proteccionista desencadeada pelos EUA.
    Quanto aos EUA, a grande interrogação é a de saber até onde pode ir o proteccionismo anunciado por Trump Se se ficar pela renegociação de alguns acordos comerciais, como eu espero e admito que venha a acontecer, as consequências poderão ser limitadas no plano mundial. Se for mais longe, por exemplo impondo unilateralmente taxas elevadas na importação e praticando o chamado “patriotismo economico”, então é provável que outros paises, por retaliação ou por imitação, adoptem uma postura equivalente e, nesta eventualidade, as consequências sobre a economia mundial serão mais importantes e poderemos então falar num retrocesso na globalização.
    O que é certo é que um retrocesso na globalização teria a prazo consequências negativas sobre a maioria dos paises pelo mundo fora, sem dúvida sobre a China mas também sobre … os EUA !!

  14. @Pedro Dias
    “Pelo que vejo, só os escardalhos colectivistas marxistas e seus afins (comunistas, socialistas, sociais.democratas, democratas-cristãos e outros estatistas chulos) estão contra Donald Trump. É bom sinal.”, é engraçado, mas o proteccionismo faz parte da ideologia da extrema esquerda, algo que o BE e PCP defendem.
    Quem é que esquerdalho afinal?
    Dizer que Trump é de direita é a mesma coisa que dizer que Pacheco Pereira é um neo-liberal!
    Trump não é de esquerda ou de direita, é apenas ignorante.

  15. mariofig

    Pedro Dias, como não és obviamente um desses escardalhos, confundes-me. Porque uma coisa é apoiar Trump em questões de política doméstica, como é o caso da imigração ilegal ou a sua conhecida posição pró-vida. Ainda apoiar o seu estilo umas vezes corrosivo, outras assertivo, parece-me normal. Ainda que nos dias de hoje onde o legitimo combate ao politicamente correcto, tem infelizmente levado a um certo extremo. Outra bem diferente é apoiar a sua mensagem anti-globalização e comércio livre.

    És hipócrita por convicção ou só mesmo por ignorância?

  16. Mas a que título o Trump é “anti-globalização” pelo simples facto de querer travar um pouco a imbecilidade da imigração islâmica e a concorrência da trampa chinesa?

    Ele é global com o que presta e quer proteger-se do que apenas serve para espatifar EUA e UE.
    Assim fizessem todos.
    Acaso algum de v.s sabe como funciona a máfia chinesa mesma nas grandes empresas?

    Não sabem. Nem imaginam sequer mesmo em Wall Street. É simples- espatifam todos os grupos porque arranjam sempre um indiano ou inglês, ou qualquer outro desgraçado que não seja chinês para fazer o trabalho deles. E eles não fazem nada. Funcionam como mafias. Em indo um para chefe depois só contrata chineses.
    Os tipos estão a rebentar tudo e até em Londres já há grandes empresas que pura e simplesmente os não aceitam.
    E não estou a falar de cor.
    Os gajos ou nascem para escravos ou esclavagistas. O mito de serem grandes trabalhadores é mentira- perdem tempo porque nem criativos são; baldam-se, e atiram com as responsabilidades para todos os que estão em equipa sem serem chineses.

  17. A Zazie põe a mão na ferida.
    Os epítetos dados ao Trump não vão ter conta.
    As interpretações abusivas às palavras e acções de Trump são expectáveis. As lamechas sulistas dos pigs enternecem.
    Há razões para temer o futuro. Há.
    Sem o Trump talvez houvesse ainda mais.
    Veremos os resultados a médio prazo.

  18. Eu não faço ideia se vai dar asneira ou não.
    Mas o histerismo que por ai anda é imbecil. Levam tudo aos extremos.
    Um tipo tenta travar a enxorrada chinoca e vá de dizerem logo que se acabou a globalização.

    O tipo trava a imigração islâmica e vá de ficarem histéricos porque não é liberal e isso faz mal à economia.

    O problema dos escardalhos e neotontos é que desconhecem o mundo real, não admitem que haja sentido de territralidade nos povos e que seja preciso que um governo governe o seu povo em vez de cumprir uma cartilha utópica teórica

  19. Mas o que disse da máfia chinoca é com conhecimento e acontece mesmo na City, em Wall Street e em grandes internacionais.

    Não estou a falar da ideia de chinocas que por cá se tem da loja chinesa.

  20. André Miguel

    Zazie, 100% verdade. Falo de Angola que conheço bem, em empresa chinesa não há trabalhadores angolanos ou estranheiros, é tudo chinês, desde o pedreiro ao motorista do camião. Contratar nacionais é para as empresas ocidentais, desde petrolíferas a construtoras, essas que o Jornal de Angola está sempre a morder a mão…

  21. É isso. Nem vou dizer nomes porque depois mandam bocas que estou a esnobar mas é literalmente isso e ponha aí dentro desse exemplo os chineses que trabalham na finança e como rebentam com todos os grupos por funcionarem assim- máfias.
    E é mentira que produzam muito. Não produziem- são repetitivos e fazem dos outros escravos
    Posso afirmar que há empresas onde já nem os aditem nas entrevistas.
    Isto nada tem de político ou de racismo mas pura e simplesmente reacção de sobrevivência de quem não quer ver o seu grupo a espatifar-se e a empresa a perder balúrdios à conta da máfia chinoca.

  22. Portanto, era mais útil pensarem o que falhou na cartilha porque o tipo é bimbo mas foi eleito por motivos que não se limitam a gente racista, xenófoba ou que não suporta o politicamente correcto.
    Foi eleito por quem está a perder e para quem o mito do paraíso terrestre com tudo de mão dada está a falhar.

    Para os que estão a ganhar com isso, é óbvio que agora marinham pelas paredes- sejam chinocas, sejam lgbts, sejam onzeneiros sem pátria ou senhores das armas muito amigos da globalização democrática e primaveril à bomba.

  23. A globalização que conhecemos é um projecto de poder global:
    – Acordos de comercio bi e multilaterais ( nada de comercio livre)
    – Concentração de poder crescente de alguns sobre a espécie humana
    – controle das pessoas á escala global ( e consequente escravização
    – Jornalismo global como estrutura de controle através do PC (polit. correcto)
    – Dir-nos-ão que fazer , que ver ,que ouvir , que dizer , que comer , que vestir …
    – Acabarão com o dinheiro “cash” , só electronico , e teremos o controle total ,
    nao havendo mais intimidade , privacidade , liberdade , pois todos os passos
    ficarão registados.

    Nota : Tudo isto com a melhor das intenções .
    Será o “triunfo dos porcos”

  24. A.R

    Então mas cidadãos israelitas com cadastro limpo não podem entrar nos países vetados por Trump e em mais outros 10 países e não há uma indignação nem que seja pequenina para disfarçar?

  25. mariofig

    “Um tipo tenta travar a enxorrada chinoca e vá de dizerem logo que se acabou a globalização.”

    Não podes reduzir as políticas anunciadas de Trump apenas a qualquer protecção contra uma ameaça económica vinda da China. O que aliás seria facilmente defensável, pela forma negativa como a China conduz a sua política comercial. Não tenho bem presente na memória, mas penso ainda não ter visto um único texto aqui no Insurgente a comentar negativamente os planos de Trump para travar a apelidada “Invasão Chinesa”.

    As políticas que Trump se propõe a implementar são bem mais do que isso e incluem sobretaxas de importação específicas para empresas americanas que se deslocalizam para o exterior dos USA. Se isto não é ser anti-globalização e contra o comércio livre, vou ali e já volto. Outras medidas virão, uma vez que o homem já revelou o seu pendor proteccionista. Vamos esperar para ver, no entanto, se agrava ou melhora esta imagem.

  26. mariofig

    “Falo de Angola que conheço bem, em empresa chinesa não há trabalhadores angolanos ou estranheiros, é tudo chinês, desde o pedreiro ao motorista do camião. Contratar nacionais é para as empresas ocidentais, desde petrolíferas a construtoras, essas que o Jornal de Angola está sempre a morder a mão…”

    A situação é ainda mais grave do que isso.

    A China conseguiu, em trocas de empréstimos financeiros ao estado Angolano, um acordo que derruba praticamente quaisquer barreiras alfandegárias à importação. Assim uma empresa Chinesa pode mandar vir qualquer material ou matéria prima da China ou outro país e está isenta de quaisquer taxas à chegada a Angola. Mas até uma empresa Angolana que importe da China terá de pagar as ditas taxas.

    No mesmo acordo, ficou também definida a capacidade de facilitar vistos de entrada de Chineses em Angola e a isenção de empresas Chinesas de qualquer dimensão terem de operar com sócios angolanos.

    Tudo junto, o que é que isto deu? Uma autêntica invasão empresarial da china em Angola que praticamente destruiu a capacidade de empresários locais operarem nos mesmos sectores de actividade. É por causa disso, por exemplo, que não existem fábricas de bloco (o tijolo angolano, feito de areia e cimento) nas mãos de Angolanos. É impossível a uma empresa Angolana competir com os preços Chineses quando estes não pagam um cêntimo pela importação de cimento.

    Tal como em Angola, a China tem nos últimos 20 anos entrado agressivamente nos mercados do terceiro mundo e em países em desenvolvimento a troco de avultados acordos financeiros. O prometido desenvolvimento nacional nunca acontece porque é logo barrado pela corrupção típica destes países e onde os Chineses navegam muito bem. Mas por outro lado eles não querem saber se os seus empréstimos são bem empregues ou não. O que lhes interessa é criar uma imensa dívida externa do país e assim poder negociar novos acordos ainda mais vantajosos e ao mesmo tempo aumentar a sua influência diplomática no mundo, por via da dívida e da dependência.

    A dívida actual de Angola à China é absolutamente gigantesca. Não se sabe o valor exacto. Mas calcula-se nos triliões de dólares. No entanto, o país encontra-se quase na mesma de quando o deixei nos anos 90. Entre a gigantesca corrupção no país e má aplicação de fundos, é só escolher as causas. E agora com a crise gerada pela queda dos preços do petróleo, Angola está bem pior. E os Chineses, muitos já foram embora com os bolses recheados. Mas a dívida astronómica de Angola á China fica. E limita as suas opções no mercado externo para aquisição de nova dívida, gera dependência de Angola à China e obriga a um alinhamento de Angola a qualquer iniciativa diplomática de China no mundo.

    Este é o modelo económico da China. E a razão porque tem de ser derrubado.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s