Há gravações mas não há dinheiro…

Mentiras e vídeo. Yanis Varoufakis confirma que gravou reunião de Riga
“Não há dinheiro” para pagar ao FMI em junho, diz ministro do Interior

Leitura complementar: O cenário do PS: entre Centeno e Varoufakis; Da espiral recessiva aos cantos do Syriza; Razões para ter esperança no Syriza; O socialismo europeu e o Syriza; A Grécia e o erro de Merkel.

O FMI e o triste fado português

Lacunas nacionais. Por Pedro Braz Teixeira.

É lamentável que tenham de ser instituições externas, como o FMI, a apontar o caminho das reformas para a nossa saúde económica.

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António Costa aprendeu com tontices do Syriza?

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António Costa. “Vitória do Syriza é um sinal de mudança que dá força para seguir a mesma linha” (Janeiro de 2015)

“Temos de travar um combate na UE de forma inteligente, não de forma tonta como o Syriza” (Maio de 2015)

Leitura complementar: O socialismo europeu e o Syriza; O cenário do PS: entre Centeno e Varoufakis; Da espiral recessiva aos cantos do Syriza; Razões para ter esperança no Syriza; O socialismo europeu e o Syriza; A Grécia e o erro de Merkel.

Pela marcha patriótica do aumento da produção socialista

Maduro

O governo bolivariano expande a planificação socialista em todas as empresas do estado. Um sonho tornado realidade, graças ao superior empenho do camarada/presidente Maduro.

Finlândia e Rússia: presente e passado

Aumento de tensão com Rússia. Finlândia mobiliza 900.000 militares na reserva

Note-se que a Finlândia não é um membro da Nato e é o segundo país na Europa, depois da Ucrânia, a ter a maior fronteira com a Rússia (com cerca de 1.335 quilómetros). Esta proximidade pode tornar o país vulnerável a agressões por pare do Governo de Vladimir Putin.

The Winter War of Finland and Russia

Uma segunda moeda para a Grécia?

Alemanha não defendeu, mas falou de moeda paralela para a Grécia

Wolfgang Schäuble admitiu que a Grécia poderá necessitar de uma moeda paralela se não houver progressos nas negociações com os credores. Quem o diz são fontes próximas do ministro alemão.

Leitura complementar: O cenário do PS: entre Centeno e Varoufakis; Da espiral recessiva aos cantos do Syriza; Razões para ter esperança no Syriza; O socialismo europeu e o Syriza; A Grécia e o erro de Merkel.

Os oportunistas

O meu artigo no Diário Económico de hoje.

Os oportunistas

Antes que continue a leitura deste artigo gostaria de informar o leitor das minhas reservas quanto ao actual rumo da União Europeia (UE). A minha análise assenta numa crítica à transformação do projecto europeu num monstro burocrático e planificador em vez de um mercado único, sem fronteiras e liberalizado, que permita aos cidadãos dos Estados-Membros trocarem livremente os seus produtos e serviços. A UE, procurando regulamentar a todo o custo os negócios e sendo dependente de uma estrutura política centralizada, tornou-se inimiga do comércio e colocou entraves ao crescimento económico, dando azo a um elevado nível de desemprego que atinge o continente.

Esta é, em linhas gerais, a crítica que também os britânicos dirigem a Bruxelas e que forçou David Cameron a encetar negociações para reformar União e a referendar a continuação do Reino Unido naquela estrutura. No entanto, nos últimos anos foi surgindo outro tipo de crítica às instituições europeias acusando-as de falta de solidariedade. Durante anos, Portugal aceitou sem pestanejar as directivas vindas de Bruxelas. Se analisarmos as vantagens de outrora e os defeitos de hoje, mais parece que a Europa solidária se reduzia ao envio de dinheiro que ajudava a fechar os olhos. É preciso não esquecer que os fundos vinham de Bruxelas para que a classe política os distribuísse, concedendo a esta um espaço de manobra ímpar. Sabíamos à época, como sabemos ainda melhor agora, que não da melhor forma: a par dos interesses que se tinham de preencher, o próprio conceito de estímulo económico subjacente aos subsídios europeus não ajudou.

Quando de Bruxelas passaram a vir medidas impopulares, acompanhadas de uma ‘troika’ que tutelava a aplicação das mesmas e o pagamento das contas, parte do país passou a olhar a Europa de lado. É muito interessante este ponto porque revela o que se tem entendido por solidariedade europeia. Houve um momento, durante o processo de integração, em que o fito da comunidade deixou de ser o da criação de um espaço comunitário, de entendimento pacífico entre os povos, para ser um meio de mero envio e recepção de fundos em troca de soberania nacional.

Pela parte que me toca gostaria que Portugal e a Europa fossem mais que a simplificação oportunista com que alguns pretendem governar. O centralismo político converteu a outrora comunidade num lugar asfixiante porque a boa vontade individual dos homens, que compram e vendem, foi trocada por um conceito de solidariedade que, dizendo-se colectiva, não existe. Olhar para o projecto europeu de uma forma séria e ambiciosa não é fácil. Na verdade, haverá algo mais ambicioso que a construção de um espaço de trocas comerciais, de liberdade, e de reduzida intromissão política?

Google, Twitter e Facebook em russo

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É do interesse universal que parem de violar a censura as leis russas. A santa mãe Rússia deu-se ao trabalho de os avisar, antes do envio dos “homens verdes”.

Adenda: Pavel Durov explica o processo de “nacionalização” da sua empresa.

E se o fantasma da troika não for suficiente?

Porque é que só Cavaco Silva e Evans-Pritchard estão preocupados? Por Rui Ramos.

O regime não está incomodado. Já ninguém lê os relatórios do FMI. Por enquanto, há dinheiro barato. E para o futuro, os sábios esperam que as perspectivas difíceis descritas por Evans-Pritchard, só por si, imponham responsabilidade e disciplina aos partidos do chamado “arco da governação”. No fundo, confia-se no fantasma da troika, isto é, na pressão externa sobre uma pequena economia aberta. A oligarquia não imagina outra base de governo em Portugal. A questão é esta: para aquilo que é preciso fazer, bastarão o medo e o cinismo? Não serão precisos também alguma visão, alguma esperança?

Leitura complementar: O guião do regresso ao passado.

No Fio da Navalha

O meu artigo de hoje no jornal ‘i’.

A doença europeia

Depois da sua vitória eleitoral, David Cameron pretende cumprir o prometido e permitir que os britânicos referendem a continuidade do Reino Unido na União Europeia. Os alarmes soaram em Bruxelas, já a braços com a possível saída da Grécia da zona euro, ao mesmo tempo que se deseja que o referendo britânico, com uma vitória do “não”, ponha um ponto final na indecisão e insatisfação britânica.

Numa entrevista esta semana ao “Guardian”, Graeme MacDonald, chefe-executivo da JCB, uma multinacional britânica que é a terceira maior fabricante mundial de equipamentos para construção, defendeu a saída do Reino Unido da União Europeia, se Cameron falhar a negociação para reduzir a burocracia europeia que prejudica as empresas britânicas.

Admitindo ser, por vezes, mais fácil vender para a América do Norte do que dentro da própria Europa, MacDonald bate num ponto essencial: a União Europeia foi criada para derrubar barreiras, não para as erguer. E o que se passa é que o projecto europeu, tendo sido mais político que económico, tem ido ao desencontro do seu objectivo inicial, que é a criação de um mercado comum, logo aberto.

Claro que os riscos são imensos. Mas estes não advêm apenas de uma possível saída do Reino Unido, mas da dificuldade que é reformar a União. A teia burocrática é de tal forma gigantesca e contorcida que uma diferença natural entre os povos facilmente se torna uma disparidade crónica entre os Estados.

George Galloway à fartazana

Galloway numa animada actividade da organização de caridade Viva Palestina

Galloway numa animada actividade da organização de caridade Viva Palestina

George Galloway referred to police by MP expenses watchdog after complaint by former PA

George Galloway’s use of parliamentary funds has been referred to the police by an expenses watchdog following a complaint by his former assistant.

The Independent Parliamentary Standards Authority (Ipsa), which oversees MPs’ business costs and their use of public money, has investigated claims made by Aisha Ali-Khan.

She had lodged an official complaint alleging that while she worked for Mr Galloway, she spent a large amount of time on non-parliamentary duties including underwear shopping, making preparations for his wedding and helping the Viva Palestina charity.

Não correu como o esperado

Arrested for reporting on Qatar’s World Cup labourers

O esforço de relações públicas das autoridades do Qatar. Também nesta área, não existem soluções mágicas e se existem, são de desconfiar.

O jornalista da BBC Mark Lobel foi convidado a vistar o país do Médio Oriente que organizará o Campeonato do Mundo de futebol de 2022 e que tem tido alguns problemas de imagem provocados pelas más condições de trabalho dos imigrantes envolvidos na preparação do evento.  Mark Lobel (e o resto da equipa) acabou por ser preso por se ter aventurado em fazer o  trabalho por sua conta e risco, fora do controlo das autoridades.

O disparate de canalizar recursos públicos para novos centros de congressos

Subscrevo a preocupação e também espero que prevaleça o bom senso e não se avance para a construção de mais elefantes brancos: Europarque é do Norte. Por Emídio Sousa.

É com base nessa moderação e bom senso que me preocupam as notícias sobre novos centros de congressos. Aconselho os decisores políticos a refletirem. Manter e recuperar o que já está construído parece-me bem. Sem bairrismos bacocos, construir novos centros de congressos parece-me um perfeito disparate e espero que em momento algum o Estado ou os fundos comunitários financiem esse tipo de despesa.

Outros mares de imigrantes II

38 Cuban migrants intercepted last month as they tried to reach America are STILL stranded on Coast Guard cutter as Cuba refuses their re-entry.

 

Regresso ao passado em Portugal

O meu artigo de hoje no Observador: O guião do regresso ao passado.

Se a tendência dos últimos tempos se mantiver, o filme que se perspectiva para depois das legislativas é uma sequela em tons cinzentos do que conduziu ao pedido de resgate em 2011. Tal como acontece na maioria das sequelas, o filme arrisca-se a ser de ainda pior qualidade do que o original, mas num aspecto não devem restar dúvidas: o final será muito semelhante. Caso venha a ser colocado em prática, o guião do regresso ao passado será uma receita para o desastre depois das próximas legislativas.

O artigo pode ser lido na íntegra aqui.

A quadratura do círculo na Grécia

Bruxelas. Atenas deve entregar uma “lista de reformas completa e credível”
Tsipras promete aos gregos não ultrapassar linhas vermelhas nas pensões e salários

Leitura complementar: O cenário do PS: entre Centeno e Varoufakis; Da espiral recessiva aos cantos do Syriza; Razões para ter esperança no Syriza; O socialismo europeu e o Syriza; A Grécia e o erro de Merkel.

Primavera no Egipto…

Ex-presidente Mohamed Morsi condenado à morte no Egito

O antigo presidente egípcio, Mohamed Morsi e cerca de uma centena de membros da Irmandade Muçulmana foram condenados à pena de morte este sábado por um tribunal egípcio. Em causa estão crimes de espionagem e de evasão, durante a revolta de 2011 que aconteceu no contexto da Primavera Árabe.

Syriza: chegou a vez das embaixadas…

Governo grego obriga embaixadas a entregar fundos

Ordem foi emitida com data desta quinta-feira com o número da conta do Banco da Grécia. Se não puder ser feita transferência bancária, o dinheiro pode ser enviado por mala diplomática.

Leitura complementar: O cenário do PS: entre Centeno e Varoufakis; Da espiral recessiva aos cantos do Syriza; Razões para ter esperança no Syriza; O socialismo europeu e o Syriza; A Grécia e o erro de Merkel.

No Fio da Navalha

O meu artigo de ontem no jornal ‘i’.

Perdoar não é esquecer

No passado domingo, Raúl Castro foi recebido pelo Papa Francisco. O encontro é de saudar, pois o Papa preside a uma igreja que tem como uma das suas principais mensagens a não exclusão do próximo. Se um Papa deve ter missão política, deve ser precisamente essa: a de estabelecer pontes, entendimentos.

Mas há algo no encontro com o Papa que me fez impressão e que foi a imagem de homem bom e complacente que Raúl Castro quis passar. E, como todos os ditadores e homens brutais, fê-lo com um certo atrevimento.

Primeiro quando, a seguir ao encontro, Castro disse que, se o Papa continuasse assim, ele voltaria à igreja e a rezar. Di–lo como se fosse o Papa que tivesse de mudar; di-lo como se fosse o Papa a ter de o aceitar. Di-lo não percebendo, ou fazendo de conta que não percebe, que o Papa, mais que pretender que ele volte a rezar, quer é que ele deixe o povo cubano ser livre.

O outro atrevimento raia a hipocrisia dos homens maus. Tratou-se da entrega ao Papa de um quadro de um artista cubano com uma grande cruz, feita com vários barcos, e uma criança a rezar diante dela. De acordo com o artista, que também esteve presente no encontro, a intenção foi aludir à tragédia dos milhares que sofrem no Mediterrâneo para chegar à Europa. Uma oferta destas, vinda do líder de um regime que forçou milhares a atravessar um oceano pejado de tubarões para chegar à América, é, no mínimo, ofensiva. Podemos perdoar, mas o sofrimento das vítimas não nos deixa esquecer.

Outros mares de imigrantes

Emigrantes de Rohingya. Foto: Christophe Archambault/Agence France-Presse — Getty Images

Emigrantes Rohingya. Foto: Christophe Archambault/Agence France-Presse — Getty Images

A avaliar pelas reportagens a Malásia e a Indonésia estarão a planear uma resposta, um sistema de quotas para acolher os imigrantes.

Entradas no dicionário

O meu texto de ontem no Observador.

‘Há duas tiras de quadradinhos em que a Mafalda, de Quino, introduz uma explicação para as desavenças no mundo: o facto de metade do mundo estar a almoçar quando a outra metade está a dormir. E termina ditando ao Filipe uma carta ao secretário-geral da ONU sugerindo que o que divide o mundo afinal não é a política mas o sono.

Às vezes tenho uma desconfiança prima desta quanto à esquerda e à direita: que o que as divide não é tanto os valores ou os caminhos políticos; é o dicionário. É que não se aventa outra explicação para usos tão exóticos de certas palavras.

Um exemplo: sucesso. António Costa há poucos dias afirmou, num evento sobre educação, que ‘este governo não foi capaz de conviver com nenhuma das marcas de sucesso da governação socialista’. Uau. O país inteiro vive encadeado com tanto sucesso socialista, efeito de resto agudo por estes dias quando se preenche a declaração para o IRS.’

O resto está aqui.

Podemos de droga em droga

Em Espanha, o Podemos pretende acabar  de vez com a “intoxicação neoliberal“, através  da criação de “escolas de espectadores” com o objectivo de formar bons e “novos públicos”.

A nível externo, segundo reza um relatório militar boliviano, o partido progressista espanhol foi financiado por Hugo Chávez. Para apimentar a relação ibero-americana, a união ideológica estendia-se igualmente ao tráfico de droga, funcionando o Podemos como o braço amigo do tráfico venezuelano.

epa04490774 Leader of Spanish Podemos party, Pablo Iglesias (C), reacts following his election as the party's Secretary General during the closing ceremony of the constituent assembly in Madrid, Spain, 15 November 2014. It was announced during the assembly that Pablo Iglesias would become the left leaning Spanish Podemos party's first Secretary General after he and his team won by a large majority of votes in the online election which took place between 10 to 15 November.  EPA/CHEMA MOYA

Imagem: EPA/CHEMA MOYA

“Labour as we know it will never rule again” (2)

David Miliband defende o regresso ao New Labour e critica o irmão

Após a derrota do Labour, houve quem se interrogasse se o partido tinha optado pelo irmão errado. David não quis entrar directamente nesse tipo de análise, na entrevista que deu na segunda-feira à BBC. Os trabalhistas não perderam devido a um problema de “personalidade” mas de “orientação política”.

David Miliband é um homem do New Labour, a bandeira política de Tony Blair (primeiro-ministro entre 1997 e 2007) que reescreveu o manifesto do partido retirando-lhe premissas antigas (uma visão do socialismo) e cortando os laços com as estruturas tradicionais de apoio, como, por exemplo, os sindicatos. Nas respostas que deu à BBC, David Miliband, que foi ministro dos Negócios Estrangeiros de Blair, disse que a chave para o fracasso trabalhista foi um regresso ao passado, ou pelo menos o apagar das orientações do New Labour que, na sua opinião, têm mais que ver com a sociedade actual e com as aspirações do eleitorado.

“Penso que o veredicto do eleitorado é muito claro e se o Labour não adoptar uma política que desafie as bandeiras tradicionais que dominaram a política durante tanto tempo, abraçando uma política de ambição e inclusão, não vai ganhar”, disse David Miliband. “Não vale a pena culpar o eleitorado ou dizer que os eleitores não perceberam a mensagem. Eles simplesmente não quiseram o que o partido lhes propôs.”

Leitura complementar: “Labour as we know it will never rule again”.

Momento WTF

No site do Jornal de Negócios, há um link para um video da Bloomberg onde discutem vários assuntos brevemente, entre os quais a possibilidade de saída do Euro por parte da Grécia. O título é “Será mais fácil a Grécia sair do euro com uma moeda forte“. O conteúdo do video não tem nada a ver.

Sobre os resultados das eleições no Reino Unido

O meu artigo de hoje no Observador: “Labour as we know it will never rule again”.

Neste contexto a exit poll que apontava para a vitória dos conservadores, ainda que a alguma distância de uma maioria, caiu como uma bomba. Muitos apressaram-se a garantir que só podia estar errada. E a verdade, como se confirmou depois de contados os votos, é que estava mesmo errada, mas em sentido contrário, já que o Partido Conservador não só ganhou como garantiu uma maioria absoluta. O choque foi tão grande que alguns dos principais jornais portugueses optaram por quase ignorar a notícia, certamente para poupar os seus leitores.

Syriza: desilusão e irritação

Apoio dos gregos ao Governo está em queda

Se em fevereiro, apenas 6,8% dos gregos inquiridos mostrava desilusão face à expectativa que se seguiu à vitória do Syriza nas eleições de janeiro, agora, em maio, esse número sobe para 47,6%.

Dijsselbloem: “Houve uma explosão de irritação” no último Eurogrupo

O presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijssebloem, diz que os credores e a Grécia ainda não estão perto de conseguir um acordo, apesar de terem sido alcançados progressos e diz que os problemas nas negociações não estão limitados à relação com o ministro das Finanças grego. Na reunião de Riga, na Letónia, diz que houve uma “explosão de irritação” à devido falta de progressos.

Leitura complementar: O cenário do PS: entre Centeno e Varoufakis; Da espiral recessiva aos cantos do Syriza; Razões para ter esperança no Syriza; O socialismo europeu e o Syriza; A Grécia e o erro de Merkel.

A irrelevância dos Lib Dems

How can the Liberal Democrats justify their existence now? Por Mark Littlewood.

Once the LibD ems had taken the step of entering government, they may have had the opportunity to define themselves as a genuinely classical liberal party, seeking to shift power in every area of life away from the state and towards individual men and women. But they fluffed it. They retreated to their comfort zone of not really saying anything distinguishable. And – as a result – they fell off the edge of an electoral cliff.

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