O Insurgente

Fevereiro 23, 2012

Um caminho alternativo para o ensino superior: concorrência, liberdade e responsabilidade

Filed under: Educação,Internacional,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 14:30

An OFFA top universities ought to refuse? Por Len Shackleton.

We should head in another direction. Our elite universities, beginning with Oxbridge but including great universities such as UCL, Imperial, Warwick, the LSE and so forth, should go independent of state funding for teaching. They could charge higher average fees than the £9000 currently on offer and develop their own means of attracting the best students. These would include all those prepared for serious high-level study and willing to work hard – including, but not specifically, those from disadvantaged backgrounds. A needs-based system of grants and bursaries, as in the leading American institutions, would surely develop.

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Fevereiro 22, 2012

Ron Paul’s libertarianism

Filed under: Internacional,Media,Política — André Azevedo Alves @ 23:00

Um ensaio razoavelmente equilibrado (considerando a fonte – a New Yorker) sobre Ron Paul: Party Crasher – Ron Paul’s unique brand of libertarianism

On December 16, 2007, on the two-hundred-and-thirty-fourth anniversary of the Boston Tea Party, Ron Paul, congressman and Presidential candidate, presided over a nationwide fund-raiser. This was a new tea party, with a new slogan: “Liberty is brewing.” In Boston, hundreds of Paul’s supporters marched to Faneuil Hall. Paul himself appeared in Freeport, Texas, where organizers had prepared barrels for him to dump into the Brazos River. One barrel read “United Nations”; another read “I.R.S.” The campaign raised more than six million dollars in one day, which was a record, and the event prefigured the protests that became common as the Tea Party movement coalesced, in 2009. The movement, with its focus on economic liberty and small government, sometimes seemed like a continuation of Paul’s campaign for the Republican nomination, during which he won a great deal of attention and a modest number of votes. It’s not much of a stretch to call him the “Godfather of the Tea Party,” as his campaign literature does, quoting Fox News. Ron Paul was ahead of his time.

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Sam Webb, chairman of the Communist Party USA, supports Obama

Filed under: Internacional,Política — André Azevedo Alves @ 22:00

Communist Party endorses Barack Obama for re-election

Argumentos musculados

O eterno presidente russo, Vladimir Putin revela os seus argumentos em artigo de opinião na Foreign Policy. Tem como título, Being Strong.

Leitura complementar: Aproximam-se eleições.

The ethics of war and cosmopolitan war

Filed under: Internacional,Justiça,Livros,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 09:30

Comentário do leitor H. ao post O caos e a bancarrota da Grécia não são responsabilidade de Israel (2):

A tese de que as guerras preemptivas são necessariamente injustas é que, sendo popular nos dias de hoje, nunca antes foi tida como aceitável por qualquer doutrina da guerra justa com alguma respeitabilidade. St. Agostinho – “a iniquidade da parte adversa é que impõe ao homem sábio que empreenda a guerra justa” – e St. Tomás ficariam estarrecidos com a ideia de que iniciar a guerra é moralmente reprovável; ditto para Vitória ou Suarez e mesmo Grotius.

Mesmo admitindo uma “presunção contra a guerra” como ponto de partida, iniciar uma agressão militar pode ser tão moralmente justo ou injusto como não o fazer.

Relativamente à discussão ética sobre conflitos armados, recomendo esta selecção de textos clássicos e contemporâneos, que inclui, entre muitos outros, textos de Tucídides, Platão, Aristóteles, Cícero, S. Tomás de Aquino, Maquiavel, Lutero, Vitoria, Molina, Suárez, Hobbes, Pufendorf, Kant e Anscombe: The Ethics of War: Classic and Contemporary Readings

Sobre o mesmo tema, e apesar de ainda não ter lido a versão final na sua totalidade, estou certo de que o novo livro de Cécile Fabre com publicação prevista para Maio deste ano será também uma leitura muito interessante: Cosmopolitan War.

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Veterans for Ron Paul

Filed under: Internacional,Media,Política,Videos — André Azevedo Alves @ 09:00

Mais uma peça interessante no canal RT, provavelmente o mais entusiástico apoiante mediático de Ron Paul nos EUA, particularmente no que diz respeito às suas posições em matérias de defesa e política externa.

Troops March on White House for Ron Paul

Leitura complementar: RT (TV network) Allegations of pro-Kremlin bias.

Fevereiro 21, 2012

Desta vez, a vitória é o único caminho

Filed under: Desporto,Internacional,Portugal — André Azevedo Alves @ 23:19

Memórias de Manchester. Por Filipe Caetano. (mais…)

O exemplo que vem do Leste

Filed under: Ambiente,Educação,Internacional,Media,Política,Saúde,Teoria — ruicarmo @ 23:06

In order to defend ourselves in the future against other totalitarian regimes, we have to understand how they worked in the past, like a vaccine,” said Lukasz Kaminski, the president of Poland’s Institute of National Remembrance. Across Central and Eastern Europe, a consensus of silence appears to have ended, one that never muted all criticism and discussion but did muffle voices crying out for a long-awaited reckoning.

Mensagem para Abramovich

Filed under: Desporto,Economia,Internacional,Portugal — André Azevedo Alves @ 23:06

A cláusula de rescisão de Vítor Pereira é de apenas 18 milhões de euros e Portugal precisa de aumentar as exportações: Villas-Boas afunda-se em Nápoles.

Estatismo, a religião de Obama

Barack Obama’s Theory of Government, por Peter Wehner, na Commentary.

Jeffrey Anderson of the Weekly Standard points out that prior to Obama, our annual deficit spending had only exceeded 6 percent of GDP during the Civil War, World War I, and World War II. But during Obama’s four years in the White House, annual deficit spending will average 8.4 percent of GDP (the figure is higher – 9.1 percent – if you count 2009, which some argue you should because Obama’s $800 billion stimulus passed in February).

These numbers are important, but they need to be understood above all as a manifestation of a particular philosophy, which some have called reactionary liberalism. Barack Obama has an almost undiluted attachment for and belief in the wondrous powers of the federal government. He believes the role of the state is to redistribute wealth and level out differences. He would trade off greater prosperity in all classes and income brackets in order to narrow the gap in income inequality, which he considers to be a moral offense. Obama wants to punish wealth creators, empower unelected bureaucrats, undermine private enterprise and centralize power.

Beyond even that, Obama wants government to weaken, and eventually replace, civil society, create greater dependency, and expand the state’s reach into every nook and cranny of life, including into the internal life of the church. And at a time when Medicare in particular is driving us toward a Greece-like crisis, the president opposes any modernization of our entitlement state and savages those who are offering up reforms.

More than any president in our lifetime, Barack Obama identifies the state with society and wants society absorbed by the state.

Gingrich sobre Reagan

Filed under: Eleições EUA 2012,Internacional,Nanny State Watch,Política — Ricardo Campelo de Magalhães @ 19:59
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Gingrich archives show his public praise, private criticism of Reagan.

Este nunca me enganou. Para futura memória fica esta frase reveladora:

“The Reagan failure was to grossly undervalue the centrality of government as the organizing mechanism for reinforcing societal behavior.”

 E sobre a personalidade dele:
“When I say save the West, I mean that,” Gingrich said in a 1979 address to his congressional staff, preserved in the files. “That is my job. . . . It is not my job to win reelection. It is not my job to take care of passport problems. It is not my job to get a bill through Congress. My job description as I have defined it is to save Western civilization.”
Enfim…

Fevereiro 20, 2012

A reforma laboral em Espanha

Filed under: Economia,Internacional,Política,Teoria,Videos — André Azevedo Alves @ 23:13

Uma discussão interessante, com a participação do Angel Martín.

La Reforma Laboral del Partido Popular (2 de 2)

Leitura recomendada

Filed under: Ambiente,Internacional,Media,Política — ruicarmo @ 15:38

Autocrats vs. Despots, por  Steve Coll.

Rajoy escuta, o Expresso está em luta

Filed under: Internacional,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 12:22

Livro de estilo. Por Helena Matos.

Rajoy defende reforma laboral, povo está em luta – Este título do Expresso online é um bom exemplo do estado das redacções ( e tb da particular afeição do Expresso pelo PSOE mas essa é outra conversa que no tempo de Aznar os levou a produzir as mais disparatadas notícias sobre a ETA ) Em Espanha aconteceram dezenas de manifestações nos últimos anos. (…) Não tinham interesse. Mesmo iniciativas com as das famílias de Mari Luz e Marta del Castillo pouco foram referidas em Portugal e contudo estas duas famílias conseguiram organizar manifestações em dezenas de cidades e organizar petições com milhões (sim, milhões) de assinaturas. Enfim deve estar no livro de estilo que aquilo não é apadrinhado pelos socialistas não deve ser noticiado ou então deve ser menosprezado.

Aproximam-se eleições

As promessas do senhor presidente.

Fevereiro 19, 2012

Síria: desenvolvimentos na repressão contra as forças imperiais

Quatro dezenas de agentes turcos treinados pela Mossad foram capturados pelas forças de Assad. Duas mãos cheias de moral e mensagens de paz chegaram ao porto sírio de Tartous. Estes desenvolvimentos são completamente inesperados.

Ideia prática para Sean Penn

Sean Penn should return his Malibu estate to the Mexicans, por  Tim Stanley.

(…) His continued occupation of Malibu is an unacceptable mockery of national self-determination. The Mexicans owned that stretch of real estate well into the early 19th century and it was stolen by the Americans in a naked act of imperialist aggression. America’s claim over Malibu is tenuous and rooted in patriarchy. Sean Penn’s house is a mocking reminder of that brute chauvinism, with its high white walls and spacious interiors. Its swimming pool is an insult to the honour of the Mexican people.

Now, I know that some will say that the Mexicans never actually lived on Sean Penn’s estate. But how many of them have worked there? Think of the maids, the cleaners, the butlers, the pool boys, the cooks, the gardeners. Think of the sweat that has dripped pouring Martinis, or the blood that was spilt pruning the roses. Truly, Sean Penn’s estate is part of Aztlan.

If diplomatic discussions break down, who could blame Mexico for resorting to military action to reclaim Mr Penn’s estate? Not I. Some might say that it would be an act without legal sanction or genuine historical cause. But that’s not the point. The people of Mexico want Sean Penn’s estate, so they should have it. Because stealing stuff from the rightful owners is the only way to combat colonialism.

Leitura complementar: Falklands, a causa “nova”.

Avanço civilizacional

Filed under: Ambiente,Cultura,Educação,Energia,Internacional,Media,Saúde — ruicarmo @ 12:19

Protege figura inviolável.

Fevereiro 18, 2012

As macaquices e os dogmas do politicamente correcto…

Filed under: Comentário,Cultura,Desporto,Internacional,Justiça,Portugal — André Azevedo Alves @ 17:09

Independentemente de eventuais cânticos menos próprios de alguns adeptos, a vulgarização das queixas (e pressões) com base em acusações de racismo é um sinal dos tempos: se há questões onde todos os insultos são permitidos – e não raras vezes até encorajados e subsidiados pelo Estado – (por exemplo, quando têm por alvo os cristãos, e em especial os católicos); outras há onde o mínimo indício de mau comportamento gera automaticamente ameaças, castigos e até condenações judiciais. Alguns tipos de racismo (real ou imaginado), as ideologias do género e LGBT e o anti-fascismo são os dogmas dos tempos modernos, com direito a protecção armada por parte do Estado.

Leitura complementar: A tirania do politicamente correcto; Se não quer arranjar problemas, nunca questione dogmas progressistas.

Oikophobia

Filed under: Cultura,Double standards,Internacional,Nanny State Watch,Política,Videos — Ricardo Campelo de Magalhães @ 17:00
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O estilo é um pouco Americano demais para o meu gosto, mas ainda assim tem um ponto interessante de ouvir:

Mais: Wiki on Oikophobia, Example of Oikophobia in the left

Nem toda a corrupção se dá em Angola e Portugal…

Filed under: Internacional,Justiça,Política,Portugal,União Europeia — André Azevedo Alves @ 16:12

Ainda que seja de salientar que neste caso o desfecho acabou por ser a demissão do principal envolvido: Presidente alemão apresenta a demissão.

Uma peculiar “mensagem de paz e de amizade”…

Filed under: Internacional,Médio Oriente,Política — André Azevedo Alves @ 16:02

O Irão resolveu enviar “uma mensagem de paz e de amizade” aos países do Mediterrâneo fazendo uso para o efeito de navios de guerra. Faz sentido…

Ron Paul e o “Establishment”

Todos os que apoiam Ron Paul se queixam de que o establishment os maltrata. Mas desde 2008 muita coisa tem vindo a mudar…

Este artigo da Business Insider, Ron Paul Is Secretly Taking Over The GOP — And It’s Driving People Insane, fala de vários tópicos importantes para perceber o que está a acontecer.

1º, porque eles não gostam dos apoiantes do Ron Paul:

The (alleged) bias against Paul may also be the product of an organic opposition to the libertarian Congressman and his army of ardent fans. Paul volunteers tend to be young and relatively new to party politics, and their presence has many state GOP stalwarts feeling territorial. 

“People feel threatened — they don’t want to see a bunch of kids who may have voted for Barack Obama take over,” Wead said. “They feel a sense of ownership over the party — but there has to be an accommodation.” 

2º, o que eles fazem contra os Paulites:

Evidence is mounting that Mitt Romney’s 194-vote victory over Ron Paul was prematurely announced, if not totally wrong. Washington County canceled their caucus on Saturday on account of three inches of snow (hardly a blizzard by Maine standards), and other towns that scheduled their caucuses for this week have been left out of the vote count. Now, it looks like caucuses that did take place before Feb. 11 have also been left out of final tally. 

As the full extent of the chaos unfolds, sources close to the Paul campaign tell Business Insider that it is looking increasingly like Romney’s team might have a hand in denying Paul votes, noting that Romney has some admirably ruthless operatives on his side and a powerful incentive to avoid a fifth caucus loss this month.

3º, como respondem os Paulites:

But state party machinations are already starting to backfire. The Paul campaign believes it has won the majority of Maine’s delegates — and the perceived election fraud has galvanized Paul supporters to demand their votes be counted in the state’s straw poll ‘beauty contest.’

Caucus chaos has also proved to be fertile ground for Paul’s quiet takeover of the Republican Party. Since 2008, the campaign and Paul’s Campaign for Liberty PAC have made a concerted effort to get Paul sympathists involved in the political process. Now, tumult in state party organizations has allowed these supporters to rise up the ranks.

4º, por fim, como o establishment esrá a mudar:

The fruits of this labor are evident in Iowa, where Paul’s former state campaign co-chair A.J. Spiker was just elected as the new chairman of the Iowa Republican Party. Spiker replaces Matt Strawn, who stepped down over this year’s Iowa caucus dustup. In Nevada, the state chair has also resigned over caucus disaster, and several Ron Paul supporters are well-positioned to step up to fill the void. These new leaders not only expand Paul’s influence at the state level, but also help protect Paul and his hard-won delegates from state party machinations as the delegate-selection process moves to district and state conventions, and eventually the Republican National Convention this summer.

“We are always trying to bring people into the party,” Benton said. “I think that is a very positive thing for Republicans. Ron is the person who can build the Republican base, bring new blood into the party. That’s how you build the party.” 

In Maine, the caucus disaster has made the state GOP prime for a Ron Paul takeover. And that means that Paul’s hard-won delegates will be protected as the delegate selection process

“We are taking over the party,” Wead told BI. “That’s the important thing — and that is what we are doing in Maine.

Vai ser bonito o dia em que o establishment seja na sua maioria pro-Ron, anti-Romney…

Fevereiro 17, 2012

Exigência fotográfica tunisina

Leva à prisão três jornalistas por ofensa à moral. Aconteceu na pátria da Primavera árabe.

Os festejos do valente

Uma desgraça nunca vem só.

Despite his age and speculation over his health – word is that he falls asleep during cabinet meetings – Mugabe has declared himself eager for the polls. To relinquish power now, after more than three decades in power, would be “an act of cowardice”, he said recently.

Not everyone will be celebrating the president’s birthday. The largesse was condemned by the Movement for Democratic Change (MDC), whose power-sharing agreement with Zanu-PF is perpetually under strain.

“This is a total waste of taxpayers’ money and typical of the attitude of Zanu-PF,” said Douglas Mwonzora, an MDC spokesman. “Right now we are faced with a situation of food shortages in some parts of the country. This needs to be addressed and Zanu-PF isn’t doing that. Instead they are spending a million dollars on the birthday of an 88-year-old president.

“The money could be spent on food and books. Mugabe is totally out of touch with reality. He has a bloated ego and he thinks Zimbabweans like what he is doing.”

Mugabe’s example compares unfavourably with that of other countries, Mwonzora said. “I think he is the only president in the world who spends so much money on his birthday. I don’t think President Obama or Prime Minister Cameron do it. Mugabe is the president of a poor African country and should be condemned.”

Fevereiro 16, 2012

Falklands, a causa “nova”

Filed under: Ambiente,Cultura,Energia,Internacional,Política — ruicarmo @ 23:51

A ideia do actor Sean Penn passa pela devolução das Falklands à Argentina, como pretendia a ditadura militar no poder daquele país sul americano em 1982. Deste homem da paz, não se pode esperar muito mais pois não?

Relax mediático

Como é o senhor Assad como pai?

Uma televisão paga com o dinheiro dos contribuintes ou apenas não critiquem o nosso porno.

Fevereiro 15, 2012

Chávez de volta à Terra

Campanha de opinião rotula adversário político do querido líder venezuelano como maricas e judeu. É um patamar tão bom como outro qualquer para discutir questões e diferenças políticas.

Quem venceu Maine?

Como pode um Estado tão pequeno ter tanta fraude nos seus resultados?

5 Pistas de Esquerdismo Profundo

Você sabe que sofre de Esquerdismo profundo se tem diversos dos seguintes sintomas:

1. Personificação de Colectivos - Culpa os males do mundo a entidades que não existem como “A Sociedade”, “A Economia de Mercado”, “O Mercado de Trabalho”, “A Pobreza” ou “Esses Capitalistas” (que eu nem sei quem são, pois se há inimigos do capitalismo são esses que geralmente são referidos nestas situações). Se chega ao ponto de usar estes substantivos colectivos como sujeitos de frases, tipo “O Mercado de Trabalho é que obrigou o Joaquim a aceitar aquelas condições” ou “A Pobreza existente neste país levou a que ele ter de trabalhar em 2 empregos”, então… Obviamente estas frases são apenas destinadas a esconder os verdadeiros culpados, desresponsabilizando-os, e não permitindo atacar verdadeiramente o problema. Ou por preguiça intelectual, ou por incapacidade de compreensão da situação.

2. Atracção pelos Paradoxos - Ciências que lidem com fenómenos a escalas muito pequenas ou muito grandes (física, química, astronomia, entre outras) muitas vezes chegam a resultados contrários ao que parecia a uma pessoa simplesmente usando o senso comum. Aparentemente, isto preparou a mente de algumas pessoas para aceitar que eventos muito mais banais e à escala humana também deverão na verdade ser explicados por uma teoria contrária à percepção comum. Aceitar o senso comum traz consigo o rótulo de ingénuo, enquanto que preparação para o contrariar é a marca do sofisticado.
Exemplos: Punição não desincentiva, Casamento é como Prostituição, Machos são inerentemente iguais a Fêmeas, Indivíduos a livremente realizarem contratos estão a ser coagidos mas adquirir sapatos do único fornecedor numa loja soviética era liberdade, a inteligência é irrelevante para o sucesso na vida e qualquer aluno pode atingir qualquer nível se o seu professor acreditar que ele pode, dar dinheiro a mulheres por terem filhos ilegítimos desencoraja-as de terem filhos ilegítimos, taxar algo – como o trabalho – leva a que haja mais disso, Estaline e Che Guevara eram tipos porreiros.

3. Sentimento de Missão - Inveja, Culpa, Identificação com o Fraco, a Perspectiva de Gerir a Máquina Estatal, … muitas podem ser as causas para desejar expandir o Estado. E claro desejar ser quem o faz, ou pelo menos estar próximo de quem o faça. Este sentimento é fundamental e, claro, tem que ser tudo menos racional, resistindo a todo e qualquer argumento sobre as falhas do Estado.

4. Sentimento de Revolta - Sem o correspondente desejo de resolver a situação por si, claro. A culpa da sua situação não é sua (como visto no ponto 1). A riqueza existente neste mundo é fixa (o crescimento económico não existe e o crescimento do PIB é só devido à Inflação) e portanto alguém ficou com a sua parte. Provavelmente uma daquelas pessoas que têm muito dinheiro e que não faz mais nada senão receber juros do mesmo – sendo ele cada vez mais rico e os outros cada vez mais pobres. Sim, é mesmo isso. Até porque os camaradas (que percebem tanto de criação de riqueza como a “vítima”) confirmam.

5 – O que é meu, é meu. O que é teu, é nosso. - Obviamente. Dúvidas?

Por fim, fica um pequeno estudo da Anatomia de um verdadeiro “Avantis Camaradis”.

Sobre o Ponto 2, deixem-me só acrescentar: os sexos parecem ser diferentes, portanto são o mesmo; homens e mulheres parecem ligar-se devido a emoções profundas, por isso a sua ligação é meramente comercial; sexo com outro homem é nojento e repulsivo para heterossexuais, por isso uma personalidade heterossexual é igual à homossexual; as línguas ocidentais são fonéticas, por isso devem ser ensinadas por imagens, como se fossem Chinês; o Capitalismo levou à prosperidade onde quer que foi usado, por isso deve ser mau – o Socialismo nunca funcionou, por isso deve ser bom; ninguém força ninguém a assinar contratos, por isso eles não são livres; sobre o Socialismo, não somos autorizados a escolher nada, por isso somos livres; todos temem morte, dor e perda de propriedade, portanto ameaças de morte, dor e perda de propriedade não afectam o comportamento; algumas pessoas não percebem certos conceitos por mais detalhada e lentamente que eles lhes sejam explicados, por isso a culpa é de quem lhes explica; as pessoas ficam desmoralizadas quando aquilo que é deles lhe é retirado, por isso aumentar impostos fazem-nas trabalhar mais (curva de Laffer invertida =]); Estaline e Che Guevara mataram milhões de pessoas dos seus próprios povos, por isso seriam bons chefes.

Referências: Michael Levin, The Era of Deadly Error (MP3), Anatomias (Recomendo fortemente!)

Fevereiro 14, 2012

Está para muito breve

Um@ re@cção prim@veril  d@ @rrast@o, jugul@r ou mesmo d@s c@m@r@d@s d@ 5 di@s,

Gays threaten the continuation of the human race, Libya’s delegate told a planning meeting of the UN Human Rights Council today, reported the Geneva-based UN Watch monitoring group. It was the first appearance in the 47-nation body by the post-Gaddafi government, whose membership was restored in November following Libya’s suspension in March.

Estrelas, a última fronteira socialista

A missão revolucionária a Marte é a próxima etapa. Como seria de esperar, as políticas progressistas continuam com os resultados esperados: falta de liberdade, de comida, energia e água.

No outro lado do mundo, o líder de um país desértico incentiva a nação a jogar hóquei em gelo.

 

Fevereiro 13, 2012

No Fio da Navalha

Filed under: Insurgentes nos media,Internacional,Política,Portugal,União Europeia — André Abrantes Amaral @ 09:55

O meu artigo para o jornal i deste fim de semana.

A força do Atlântico

Depois de David Cameron ter vetado a proposta de alteração dos tratados europeus, o “Wall Street Journal” publicou, no final do ano passado, um artigo que defendia uma aproximação entre o Reino Unido e os EUA. Os seus autores, ambos norte-americanos, entendem que a integração do Reino Unido na Europa foi feita à custa dos laços naturais que partilha com os EUA e demais países de língua inglesa. Foi algo que trouxe benefícios aos britânicos, mas, com a crise do euro e as propostas de aprofundamento da União Europeia, implica um custo muito elevado.

A CEE, dentro da qual o primeiro- -ministro Edward Heath conseguiu fazer admitir o seu país, que visava um mercado de livre circulação de pessoas, bens, serviços e capitais, e sem um poder supranacional não eleito, já não existe. Pelo contrário, transformou-se num muro que cerca a Europa, por se ter querido fazer dela um paraíso kantiano fechado a quatro chaves. A União Europeia, pressionada pela crise do euro e pelas decisões políticas de Merkel e Sarkozy, caminha para a criação de um megaestado centralizado, que visa controlar a vida política dos países-membros. O que sucede na Grécia e na Itália, onde o governo eleito foi substituído por líderes próximos de Bruxelas, o desejo de colocar em Atenas um comissário europeu que vistorie as contas gregas, aprove ou chumbe as decisões do seu governo, apontam para o possível fim das democracias e das soberanias nacionais. Que estados recentes como a Grécia e a Itália, habituados ao longo da sua curta história a vergar-se à vontade de potências estrangeiras, aceitem as imposições que lhes estão a ser feitas, não é de estranhar. Mas que outros, como a Espanha e o Reino Unido, o façam, já será muito difícil. Se o aprofundamento e o alargamento da União foi conseguido com relativo sucesso quando havia dinheiro, o que se quer levar a cabo para salvar o euro conduzirá o velho continente ao desastre. Uma federação criada numa época de crise, em que a capacidade negocial é mínima, em que qualquer solução é imposta, não tem futuro. Só criará ressentimentos que conduzirão ao colapso daquilo que tantos anos levou a construir.

Continuando o raciocínio do artigo referido no primeiro parágrafo, a solução preconizada não é assim tão descabida. Na verdade, o Reino Unido tem outras soluções além da Europa. Bem vistas as coisas, a Europa também. Aliás, a resolução dos problemas europeus foi sempre encontrada noutros continentes. O que foram os Descobrimentos senão uma abertura dos europeus ao mundo, buscando outras formas de obter os produtos de que necessitavam? O que foi o desbravamento de novos territórios senão a procura de espaços para se viver? O que seria da Europa sem a entrada dos EUA nas duas guerras mundiais? Onde está hoje a força de alguns países europeus, se não entre os países que falam as suas línguas? Que seria de Portugal sem o Brasil, Angola e Moçambique? Do Reino Unido sem os EUA, o Canadá e a Austrália? Da França sem a sua influência no Magrebe, no Sudeste Asiático e no Pacífico? Da Espanha sem o continente sul-americano?

O presidente do Parlamento Europeu, Martin Schulz, afirmou há dias que, com a procura de investimento angolano, o futuro de Portugal é o declínio. Apesar de não agradar a forma como os empresários angolanos fazem dinheiro, para alguns países europeus o regresso ao Atlântico é uma alternativa natural. Por isso já há tantos portugueses em Angola. Durante anos o aprofundamento dos laços com o Brasil foi preterido devido ao risco que tal implicava para a Europa, como aconteceu com a obtenção dos vistos. Precisamos todos de dinheiro e sangue novo. Uma vez mais, ele está lá fora e vai ter profundas implicações no equilíbrio europeu. Quais, não podemos prever. Como no passado, o mundo bateu à porta da Europa e vamos ter de a abrir.

Fevereiro 12, 2012

As forças imperiais como explicação para o que acontece na Síria

Um ano e dois dias depois da revolução golpe militar no Egipto, o que permanece, pelos piores motivos, na ordem do dia da política internacional do Médio Oriente é a carnificina a que se assiste na peculiar Primavera árabe síria. Apesar de algumas almas progressistas acreditarem que se trata de uma repressão contra as forças imperiais (cuja duração irá completar o primeiro aniversário em breve), confesso não ter tamanha confiança na bondade humana em geral e, muito menos, na personificada pelo senhor Assad. Apesar da complexidade que envolve a questão e salvo melhor opinião, a Síria é o palco principal de uma guerra que opõe xiitas a sunitas. No meio deste palco, aparecem quem mais paga, os espectadores: os mortos, feridos e oprimidos. São as gerações perdidas.

Ficam algumas sugestões de leitura:

A Primavera árabe; O apoio divino a Assad; As duas faces da mesma moeda e as ligações externas: I, II, III,IV e V.

Fevereiro 11, 2012

Krugman Vs The World

Um artigo da Business Week sobre o “insult comic” Paul Krugman.

Vídeo viral sobre “Parenting for the troubled teen”

Filed under: Educação,Internacional,Videos — Ricardo Campelo de Magalhães @ 22:25
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14 milhões de visualizações em 3 dias.

Facebook (do pai).

Deixem a vossa opinião sobre o caso nos comentários (mas evitem acusações aos outros comentadores: esses comentários poderão não ser aceites!)

E lembrem-se que é um caso real, em que têm acesso ao pai da miúda e tudo…

Hipocrisia Repulsiva de Obama

Repulsive progressive hypocrisy.

Excerto do último parágrafo:

I’ve often made the case that one of the most consequential aspects of the Obama legacy is that he has transformed what was once known as “right-wing shredding of the Constitution” into bipartisan consensus, and this is exactly what I mean. When one of the two major parties supports a certain policy and the other party pretends to oppose it — as happened with these radical War on Terror policies during the Bush years — then public opinion is divisive on the question, sharply split. But once the policy becomes the hallmark of both political parties, then public opinion becomes robust in support of it. That’s because people assume that if both political parties support a certain policy that it must be wise, and because policies that enjoy the status of bipartisan consensus are removed from the realm of mainstream challenge. That’s what Barack Obama has done to these Bush/Cheney policies: he has, asJack Goldsmith predicted he would back in 2009, shielded and entrenched them as standard U.S. policy for at least a generation, and (by leading his supporters to embrace these policies as their own) has done so with far more success than any GOP President ever could have dreamed of achieving.

Eu nunca gostei do Bush II. Infelizmente, Obama é mais e mais Bush III.

Fevereiro 10, 2012

Nem tudo são rosas

No mundo social media.

Fevereiro 9, 2012

Um bom exemplo vindo de Angola

Filed under: Cultura,Educação,Internacional,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 19:52

Uma tomada de posição exemplar e muito bem fundamentada: Jornal estatal angolano rejeita Acordo Ortográfico.

“Escrevemos à nossa maneira, falamos com o nosso sotaque, desintegramos as regras à medida das nossas vivências, introduzimos no discurso as palavras que bebemos no leite das nossas Línguas Nacionais”, defende o editorial, acrescentando que “do ‘português tabeliónico’ aos nossos dias, milhões de seres humanos moldaram a língua em África, na Ásia, nas Américas”.

(mais…)

Martin Schulz, um socialista imperialista

Filed under: Internacional,Política,Portugal,União Europeia,Videos — André Azevedo Alves @ 15:42

Presidente do Parlamento Europeu diz que o futuro de Portugal é “o declínio”
Martin Schulz garante que não quis interferir na política externa de Portugal

Farage: What kind of President Schulz are we going to get?

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Tema: Rubric. Blog em WordPress.com.

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