O Insurgente

Maio 27, 2012

Legalize It

Comentado pelo DavC, na caixa de comentários deste post:

Porque é que se há de manter uma actividade que é legítima ilegal? Porque é que eu não posso plantar cannabis e fazer disso um negócio? Porque é que o CEO da Unicer pode ser um respeitável senador da nação vendendo uma droga que é tão ou mais nociva do que a Marijuana? Sim, ninguém importuna o consumidor, mas importuna o produtor e distribuidor, e porque é que a produção e distribuição de certas drogas não pode ser um negócio respeitável?

A mercadoria se for legal não será oferecida aos adolescentes em maior quantidade do que já é, tal como o álcool é oferecido aos adolescentes independentemente de a idade ser legal ou não.

Eu não tenho que justificar a liberalização, os proibicionistas é que têm que justificar a proibição, essa é que implica uma tomada de posição do Estado. Mas eu justifico, porque liberalizar traria benefícios, económicos, sociais, fiscais e até de saúde pública. Seria possível ter um maior controlo estatístico sobre os consumos, seria mais fácil detectar problemas sérios e trata-los clinicamente, seria possível cobrar impostos sobre a venda, seria possível criar oportunidades de negócio para agricultores do interior, por exemplo…

Leitura Complementar: Uma Droga de debate

O TóZé, a Alemanha e a linha do Equador

Filed under: Economia,Internacional,Media,Política,Saúde,socialismo — ruicarmo @ 19:01

Ninguém acredita, por João Pereira Coutinho.

A Alemanha alimenta-se da desgraça dos outros, disse António José Seguro. E a que se deveu este arroubo de contornos vagamente xenófobos? Simples: a Alemanha emite dívida a juros baixos; o resto da Europa desunha-se a pagar muito mais. Como explicar este mistério

Não, com certeza, pelo facto de a Alemanha ter feito ajustamentos dolorosos (no tempo das vacas gordas) e ser um caso raro de crescimento no meio da estagnação geral, o que sempre consola os investidores. Para Seguro, a Alemanha paga pouco porque não quer ‘mutualizar’ a dívida, arcando parcialmente com as dívidas dos outros. Na cabeça de Seguro, a srª Merkel devia ignorar o seu eleitorado; rasgar a constituição do seu país; e ser mais amiga dos portugueses e gregos, desprezando os alemães. Seguro é ‘candidato’ a primeiro-ministro de um país que se situa a norte da linha do Equador. Mas, contado, ninguém acredita.

Síria, o quintal preferido

Da Rússia, Qatar, Arábia Saudita e Líbia. Parece que o processo de paz vai de vento em popa. Como tal, não tem havido muitas referências à entidade sionista para explicar os sucessos alcançados pelo país do senhor Assad.

O mundo é composto de mudança

Filed under: Ambiente,Cultura,Internacional,Media,Política,Portugal — ruicarmo @ 17:24

BE prepara saída de Anacleto Louçã.

Relvas é uma vítima no caso das secretas, afirma Marinho Pinto.

Chefe de gabinete de Mubarak condenado por corrupção.

Especulações sobre a sucessão de Chávez.

Quando o Prof. Marcelo se reformar já temos substituto

Filed under: Desporto,Internacional,Media,Política,Portugal — Ricardo Lima @ 15:01
Fernando Santos defende referendo na Grécia para decidir permanência na UE :
O seleccionador de futebol da Grécia, Fernando Santos, acredita que nas eleições de Junho haverá uma clarificação política, mas defende que deveria ser feito um referendo sobre se o país deve ficar na União Europeia ou não.

Falando à Lusa sobre a crise social, política e económica na Grécia, o treinador português afirma não ter dúvidas de que esta já se está a repercutir no futebol grego: «A crise reflecte-se não só na diminuição do número de adeptos, mas também nos patrocinadores, na capacidade dos clubes angariarem receitas. Nas próximas épocas isso vai ser mais notório».

Diz-se mesmo convencido de que «os clubes gregos vão deixar de ter capacidade para comprar jogadores. Até há bem pouco tempo, clubes como o Olympiakos e o Panathinaikos podiam facilmente ir a Portugal buscar um jogador de qualidade e hoje isso não me parece que seja possível», referiu Fernando Santos, para quem, todavia, a situação social está longe de ser de crispação.

O treinador português admitiu que há três, quatro meses, antes do último apoio financeiro da ‘troika’, viveu-se um período de “crispação, com manifestações e confrontos, sobretudo no centro de Atenas”, mas agora, garante, “as coisas acalmaram”.

O excesso de “agendas para o crescimento” faz mal à saúde da Europa

Filed under: Internacional,Política,Portugal,socialismo,União Europeia — André Azevedo Alves @ 10:00

Nem austeridade, nem crescimento. Por João Lamy da Fontoura.

Défice Oficial e Défice Contabilístico na América

Filed under: Economia,Internacional,Nanny State Watch,Política,Política Fiscal — Ricardo Campelo de Magalhães @ 08:23
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Já se sabia que o Défice Oficial Americano em 2011 foi de 1.3 Triliões (Americanos) de Dólares.

O que foi nestes dias divulgado foi o Défice Contabilístico de 2011
(assumindo as práticas da Contabilidade, ou seja, contando como défice também os “Entitlement Programs”).
E o valor do défice de 2011 foi de 5 Triliões (Americanos).

Ou seja, só em 2011 a Dívida Estatal Americana aumentou em 5.000.000.000.000 (ou 5 x 1012 ou 5 x 1.0004).

A notícia tem um detalhe engraçado. Tem a versão de um funcionário sobre porque o Défice Oficial é diferente do Défice Contabilístico:

Jim Horney, a former Senate budget staff expert now at the liberal Center on Budget and Policy Priorities, says retirement programs should not count as part of the deficit because, unlike a business, Congress can change what it owes by cutting benefits or lifting taxes.

“It’s not easy, but it can be done. Retirement programs are not legal obligations,” he says.

É um prazer ouvir uma pessoa que, tal como eu, gosta de dizer a verdade por mais dura que seja.
Só não gosto muito desta verdade. Mas já há algum tempo que ela é evidente…

Maio 26, 2012

Occupy Marketing! (in the Olympics)

Filed under: Desporto,Economia,Internacional,Política,Política Fiscal — André Azevedo Alves @ 17:00

Advertising in the Olympic Corporate State

Everyone knows the Olympics are an advertising bonanza for the event’s corporate sponsors. That’s been true since the 1984 games in Los Angeles. What isn’t as well known is that the urban authorities today do not merely promote the Olympics’ officially approved commercial speech; they suppress commercial speech that does not have the games’ approval.

AKB48

Filed under: Internacional,Política,Política Fiscal,Videos — André Azevedo Alves @ 13:00

O mais recente desenvolvimento na agenda para o crescimento, neste caso no Japão…

AKB48 Heavy Rotation

Japanese Girl-Band Wants You (To Buy Japanese Government Bonds)

The debt campaign will see AKB48 – comprising about 90 performers, ranging in age from early teens to mid-20s – joined by sumo wrestling’s champion Hakuho and female football star Homare Sawa, Japan’s Jiji press agency reported. The group’s bubblegum pop and synchronized dancing has proved a huge hit with young girls. Perhaps more disturbingly (and why Japan chose them maybe?) – running the gamut from girl-next-door to sultry temptress, the band also has a substantial male following – many of whom are older – who support a vast merchandising industry. Japan has the industrialized world’s worst public debt, amounting to more than twice its gross domestic product – topping hard-hit eurozone countries including Greece, which have drawn fire from foreign investors over their fiscal management. On the bright side, AKB48 have also promoted the government’s suicide prevention program and appeared in a farm ministry rice campaign.

Fundamentalismo Educacional – Quando se é presa por faltar às aulas

Filed under: Educação,Internacional,Justiça — Ricardo Campelo de Magalhães @ 08:58
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Uma aluna vê os pais separarem-se e fica sozinha a tomar conta da irmã (belos pais…).
Arranja um emprego e um part-time para pagar pelas despesas dela e da irmã enquanto estuda.
Como era de esperar, falha a muitas aulas, mas ainda assim consegue  ser uma das melhores. (!)
Mantém os empregos, para as contas, faz sempre os trabalhos de casa.
O que é que o sistema de Justiça faz? Persegue os pais, dirá o leitor…
Não. Prende a rapariga de 17 anos e faz dela um exemplo do que não se deve fazer.

Ficam com o artigo completo:

MONTGOMERY COUNTY, TX (CBS ATLANTA) -

An honor student in Texas was thrown in jail after she missed too many classes at her high school.

A judge issued Diane Tran, 17, a summons Wednesday for her excessive truancy after she missed class. She was arrested in open court.

Last month, Tran was issued a warning by the judge for missing school.

Tran said she works both full-time and part-time jobs, in addition to taking advanced and college level courses.

But the judge said Tran’s case was bigger than the individual situation of one student.

“If you let one run loose, what are you gonna’ do with the rest of ‘em?,” said Judge Lanny Moriarty. “Let them go too? A little stay in the jail for one night is not a death sentence.”

But Tran’s classmates said she had a lot more to juggle than the average teen.

“She goes from job to job from school. She stays up until 7 a.m. in the morning doing her homework,” said Devin Hill, a classmate and co-worker.

On top of that, Tran said her parents spilt up and moved away, leaving her to support her younger sister.

The judge admitted that he wanted to make an example of the teen. Tran had to spend 24 hours in jail and pay a $100 fine.

Fundamentalismo Ecológico – Quando um carrinho de mão é mecanização a mais

Há um incêndio que destrói os canos que alimentam de água uma população.
A população (sem pedir ajuda ao governo) começa a remendar o sistema.
O que faz o governo? Os guardas florestais viram a população a usar um carinho de mão (!) e conclui que a população está a usar “mecanização a mais” e proíbe a reconstrução até que sejam apenas usados cavalos e instrumentos de mão.

Artigo no site do Instituto Goldwater. Detalhes do caso.

Maio 25, 2012

There’s a Tax for That

Com os devidos agradecimentos ao Fausto Amaral por ter divulgado o vídeo.

Sinais

Filed under: Internacional,Política,Portugal,Sondagens,União Europeia — André Azevedo Alves @ 12:17

E, de repente, a lista de um comediante tornou-se no segundo partido de Itália

Maio 24, 2012

Do outro lado do Atlântico

O crescimento já apareceu.

Em nome do ambiente…

Filed under: Ambiente,Double standards,Humor,Internacional,Política — André Azevedo Alves @ 19:30

Oh the irony! The Voice judge Will.i.am turns up to climate change debate… in a huge gas-guzzling helicopter

Nada é definitivo

Filed under: Internacional,Sondagens — Miguel Noronha @ 12:36

No rescaldo do referendo que autorizou o aborto “a pedido” a esquerda, rejubilante, falava de um “avanço civilizacional” que Pacheco Pereira garantia ser “irreversível”. A propósito da evolução das posições a favor e contra o aborto nos EUA (gráfico supra) leiam a análise do Nuno Gouveia.

Maio 23, 2012

Por um planeta sem pessoas

The WWF’s Living Planet Report. Relatório eco-religioso descodificado.

Atenção ao crescimento desenfreado português, europeu, universal

Nem todo o investimento resulta. E quando o estado mete a mão (e o resto do corpo) visível, a tendência é de desgraça anunciada para as gerações futuras., especialmente quando se repetem as receitas – mais investimento estatal, aposta em vias de comunicação, novas tecnologias, energias renováveis e todas as outras prioridades – que nos trouxeram até este ponto critíco.

Vale a pena ler o artigo de Dan Mitchell.

I don’t want to burst anyone’s bubble or shatter any childhood illusions, but losses are an inherent part of the free market movement. As the saying goes, “capitalism without bankruptcy is like religion without hell.”

Moreover, losses (just like gains) play an important role in that they signal to investors and entrepreneurs that resources should be reallocated in ways that are more productive for the economy.

Legend tells us that King Canute commanded the tides not to advance and learned there are limits to the power of a king when his orders had no effect.

Sadly, modern journalists, regulators, and politicians lack the same wisdom and think that government somehow can prevent losses.

But perhaps that’s unfair. They probably understand that losses sometimes happen, but they want to provide bailouts so that nobody ever learns a lesson about what happens when you touch a hot stove.

Government-subsidized risk, though, is just as foolish as government-subsidized success.

Debate Murphy – Krugman

Filed under: Economia,Eleições EUA 2012,Internacional,Política Monetária,Teoria,Videos — Ricardo Campelo de Magalhães @ 18:01
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Robert Murphy faz hoje anos. Assim, nada melhor do que relembrar a ideia do Debate Murphy – Krugman. Basicamente, quem quiser pode comprometer-se a pagar uma pequena importância para uma instituição de caridade que só será descontada quando Krugman aceitar a proposta de debate de Robert Murphy.

Site da PropostaSite do Compromisso de CaridadeLançamento da CampanhaVídeos. Vídeo Principal:

   

(mais…)

Maio 22, 2012

O Ultra-Neo-Anarco-Liberalismo do FMI

Dizem os “fáxistas” sobre o Reino Unido:

The Government should consider cutting VAT or National Insurance and increasing state investment in infrastructure to boost growth if the economic situation worsens, the International Monetary Fund (IMF) said.

Officials also said that the Bank of England should act now to inject some vigour into a “flat” economy by printing money in a new round of quantitative easing or even cutting the 0.5% base interest rate below its current historic low.


Deus, O outro do Paraíso de Paris

Sócrates ameça processar quem invocar o seu nome em vão.

Adenda: Mesmo correndo o risco de não ser compreendido pelo estudante de filosofia de Paris, reproduzo a notícia do site IF: Freeport: Sócrates ameaça quem abusivamente invocar o seu nome e o do Pinóquio.

A Insustentável Leveza do Ser Libertário

Ser um Libertário não implica a concordância com tudo que de estúpido e imbecil as pessoas fazem a si próprias e entre si, voluntariamente. É aceitá-lo, mesmo não respeitando e admitir tais actos como consequências necessárias, ainda que por vezes desagradáveis, da existência de um mundo de homens livres, com prazeres, saberes e ambições que diferem. E ainda bem que diferem. Aos olhos de tantos, a igualdade não é mais que a estandardização do comportamento humano, condicionado, na preferência destes, segundo padrões tradicionais ou científicos, segundo livros sagrados ou estudos académicos. O libertário não é um extremista, do meu ponto de vista. Extremismo é a censura inquisitorial, provinciana, ignorante e feia, muito feia, com que muitos encaram a crença aparentemente radical, quase terrorista de que o Homem, essa complexa criatura antecessora de toda e qualquer forma de proto-organização política, nasce livre. E a gravidade adensa-se quanto na admissão de que o Homem nasce efectivamente livre, se considera que o Estado, construído por ele para assegurar, através das forças de segurança que o protegem do seu vizinho, através do exército que o protege da nação vizinha e através do tribunal que julga as suas disputas,  a sua liberdade, pode ser ele próprio o condicionador da mesma. É o futuro distópico em que o Homem, tendo construído a máquina para o servir, vê essa mesma máquina ganhar força, inteligência própria e é, no final da história, escravizado por ela. É surpreendente que a intolerancia, essa assassina de sonhos e vontades ao longo da história – e quase sempre no sentido literal da palavra – não só tenha sobrevivido à Era do Conhecimento, como se tenha expandido, alargado, adaptado aos meios coercivos que o futuro lhe foi deixando à disposição. E no centro do tabuleiro, o libertário, essa vil criatura amante de uns quantos filósofos defuntos que, diga-se de passagem, lançaram as bases para o mundo moderno onde hoje grassam, sem repressão, os que fazem da intolerância, da extorsão e da propaganda o seu programa político. O mundo deve mais ao pensamento libertário do que realmente imagina. Já o libertário, este não exige nada do mundo, não deve nada ao mundo e não guarda em relação ao mundo que o rodeia nada mais que um simples e incompreendido desejo: que este o deixe em paz.

Maio 21, 2012

Respeito primaveril pela propriedade privada

Aconteceu na Tunísia. O sector do turismo está a mudar de paradigma.

Change

Filed under: Internacional,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 17:00

Muito dependerá das opções e métodos de implementação, mas considerando as condições objectivamente existentes no terreno, é perfeitamente razoável que deixe de se insistir em ignorar a realidade linguística de Timor-Leste e que haja uma alteração de curso: Taur Matan Ruak propõe que Português seja ensinado como língua estrangeira

Taur Matan Ruak já tinha afirmado em entrevista ao PÚBLICO que o Português, como língua oficial, tinha sido uma opção política que veio para ficar. Nesta segunda-feira salientou-o de forma oficial, já como Presidente da República, perante Cavaco Silva e a comunidade portuguesa que se encontra no seu país. E disse-o de forma absolutamente inequívoca.

“Para que não restem dúvidas: nós fizemos uma opção política, estratégica e identitária. O Português está para ficar”, afirmou numa recepção que Cavaco Silva ofereceu à comunidade lusa em Timor, precisamente na escola Ruy Cinatti, a escola portuguesa de Díli.

O Presidente de Timor-Leste tinha, porém “um reparo crítico”, mas “com genuíno espírito construtivo” a fazer. “Nesta fase, e para que numa década o panorama linguístico esteja, de facto, alterado, o ensino do Português deve assumir características de ensino de língua não materna, de língua estrangeira. Não pode nem deve ser administrado como língua mãe.”

É a primeira vez que Taur Matan Ruak assume politicamente esta posição, que, a concretizar-se, significaria uma alteração completa no ensino do Português no país, onde frequentemente surgem polémicas sobre se a língua de Camões deve ou não ser a língua oficial.

O Presidente de Timor não explicou como o processo seria feito. Se, por exemplo, o ensino deixaria de ser todo feito em Português e este passaria a ser uma disciplina.

(mais…)

Bolhas no ensino superior

Filed under: Economia,Educação,Internacional,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 13:30

Uma coisa é certa: admitindo que nos EUA, com um regime de empréstimos, existe de facto uma bolha, então em Portugal, com um regime assente essencialmente no financiamento por via de despesa pública, essa bolha será muito pior: As Novas Oportunidades e a bolha educativa

Nos EUA em particular, os diferentes subsídios e incentivos atribuídos pelo governo federal, de acesso a crédito bancário para financiar a frequência universitária, levaram já à formação de uma bolha monstruosa de um milhão de milhões de dólares (1 trillion). Não é assim de estranhar que se verifique um fenómeno crescente de incumprimento dos graduados que não conseguem empregos (quando conseguem) com uma remuneração suficiente que lhes permitam pagar as dívidas contraídas.

(…)

Em Portugal, como em outros países, essa bolha também existe. Não sabemos quantificar é o tamanho dela, pois o ensino superior público, apesar das propinas, é quase “gratuito”. Os números verdadeiros estão algures “enterrados” na dívida pública.

Maio 20, 2012

Sexismo progressista

Filed under: Cultura,Double standards,Internacional,Media,Política — André Azevedo Alves @ 20:00

Reproduzo de seguida um texto enviado pelo leitor Fernando Gomes da Costa:

Sexismo de rosto progressista

Segundo o JN, o actor e realizador norte-americano Sean Penn apelou, este sábado, durante uma cerimónia em Cannes, às mulheres presentes para fazerem greve de sexo em solidariedade com todas as mulheres no Haiti. (mais…)

Anatomia de um gozo especial

Pessoas há que gostam de manter os outros na ignorância. Departamentos do estado há que fazem, com indisfarçável orgulho, disso uma profissão invejável.  O Kuwait Times leva-nos numa viagem ao interior de uma dessas pessoas. A eleita trabalha com afinco numa instituição governamental de excelência e considera-se como pertencendo ao grupo das pessoas mais educadas. Acredito. A felicidade plena está ali, ao virar de uma página de um livro infantil, científico, sobre política, religião ou tão somente impresso em Israel.

Christie 2012 (ou 2016)

Filed under: Eleições EUA 2012,Internacional,Política,Videos — André Azevedo Alves @ 08:00

Governor Christie and Mayor Booker: Don’t Worry, We’ve Got This

Maio 19, 2012

“We’re Entering the Age of Ron Paul”

Filed under: Eleições EUA 2012,Internacional,Política,Videos — Ricardo Campelo de Magalhães @ 17:22
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A importância dos Independentes nas Eleições Americanas de 2012

Filed under: Eleições EUA 2012,Internacional,Sondagens,Videos — Ricardo Campelo de Magalhães @ 16:59

Basicamente:
1- Pouco importantes para o Congresso (maioria dos lugares são “seguros”);
2 – A considerar para Romney e Obama em alguns estados-chave.

A miséria da população como sinal de uma governação falhada

Filed under: Internacional,Justiça,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 15:50

Não é bom sinal quando, dez anos depois, o que mais impressiona é o estado de miséria em que vive grande parte da população. Ainda para mais considerando os vastíssimos recursos naturais de que o país dispõe e os fluxos de financiamento internacionais que têm sido dirigidos para Timor-Leste: Cavaco emocionado e impressionado com a pobreza em Timor

Bastou a Cavaco Silva viajar entre o Aeroporto de Díli e o Palácio de Lahan, num percurso de cerca de dez quilómetros, para perceber a dimensão da pobreza em Timor. O Presidente da República elogiou os progressos feito pelo país em dez anos de independência, mas ficou impressionado com os miseráveis bairros da capital timorense.

(mais…)

Catastroika – Humor Negro Grego

Filed under: Economia,Humor,Internacional,Nanny State Watch,União Europeia,Videos — Ricardo Campelo de Magalhães @ 14:48

Os Gregos estão num problema sério que eles próprios criaram.

Depois de entrar na Zona Euro – forjando os números – criaram lugares sem sentido na função pública (o caso dos motoristas é risível), aumentaram todo o tipo de subsídios à população, ofereceram todo o tipo de serviços de borla (o caso dos transportes de Atenas), atribuíram reformas crescentes (quando a demografia estava contra eles) e sobretudo geriram tudo mal, muito mal. Crentes que viviam  na era da abundância, todo o tipo de favores era pedido ao Estado Grego e este todos concedia. Com base em crédito e numa expectativa de prosperidade futura tão irrealistas que só podia correr mal.

E correu.

Então e depois? Depois começou a busca dos culpados. Os partidos do poder foram castigados, pois falharam com as suas promessas (como era possível que não falhassem?!?), mas o problema é que o país precisa de fundos. A toda a hora e em quantidade.

A Merkel, o Durão Barroso e o Trichet acharam que aquilo tinha salvação. Havia de se dar um jeito para salvar a face Europeia! E caíram no erro: em vez de fechar a torneira e obrigá-los a ter Défice 0 no ao seguinte, protelaram a situação, investiram dinheiro de todos nós – até Português – e permitiram a uma certa esquerda que vive do engano das populações ligar a crise não aos próprios Gregos, não à “gestão” dos dinheiros estatais Gregos, mas sim à Merkel e aoBCE e ao FMI.

A culpa é de quem empresta! Foi o sector privado que provocou a crise! – Esta é demais…

A culpa é de quem obriga a passar parte da economia de gestores inqualificados (como o mostraram) para outros.

A culpa é dos neo-Liberais, esses malvados. Ataquem as pessoas, repitam o mantra, ignorem detalhes.

Apetece dizer: “Se cada vez que o Livre Mercado fosse responsabilizado por erros cometidos por governos, eu seria um cineasta rico com um boné de basebol”…

Ficam aqui com o modo como os gregos estão a tentar racionalizar as asneiras que fizeram:

Evitar que Timor se torne um Estado falhado

Filed under: Comentário,Economia,Internacional,Justiça,Política — André Azevedo Alves @ 13:02

Numa altura em que se comemoram os dez anos de uma independência lutada e sofrida, é importante levar a sério esta preocupação expressa pelo novo Presidente de Timor-Leste: Taur Matan Ruak: “Com pobreza não há arma que garanta a segurança”

Combate à pobreza e mudança das mentalidades dos que esperam que o Estado lhes dê tudo são as prioridades do novo Presidente de Timor-Leste. Taur Matan Ruak, que hoje toma posse à meia-noite (16h em Portugal), a hora em que, há dez anos, foi restaurada a independência do país, não quer olhar para o passado.

Diz que os heróis já foram homenageados e que agora Timor não tem “tempo para olhar para trás”. Critica os governantes por não terem envolvido os timorenses nas suas decisões, especialmente os que vivem nas zonas rurais, que considera estarem “totalmente esquecidos”.

Na entrevista ao PÚBLICO na sua casa, situada no topo de uma colina de Díli, com uma vista extraordinária para o mar e para a cidade, o quinto presidente de Timor-Leste desde a declaração unilateral da independência em 1975, diz que outra grande mudança a realizar no país é nas mentalidades. “As vezes as pessoas pensam que o estado resolve tudo e isso não é verdade. Os cidadãos têm de se envolver mais.”

Os vastos recursos associados ao petróleo e os volumosos pacotes de financiamento internacionais que têm chegado a Timor têm fomentado práticas de clientelismo interno e externo, desperdício de recursos, corrupção, dependência face ao Estado e impedido em larga medida o desenvolvimento económico.

Se o rumo dos últimos anos não for invertido e continuar a predação dos recursos colectivos de Timor-Leste tanto por grupos internos como por parasitas externos, é de temer o pior, nomeadamente que a situação em Timor degenere a ponto de o território se poder vir a tornar um Estado falhado. Dez anos depois da independência, essa deveria ser a principal preocupação subjacente às comemorações.

A primavera saudita é composta por mudança

O uso do inglês técnico e comercial bem como o calendário gregoriano foram banidos pelas autoridades sauditas. No entanto, as autoridades locais ficam com o direito de usar o calendário gregoriano sempre que se justificar.

Maio 18, 2012

Abram alas para o crescimento, versão Obama-Hollande…

Filed under: Economia,Internacional,Política,Política Fiscal,Política Monetária — André Azevedo Alves @ 23:57

Obama e Hollande defendem crescimento na Cimeira do G8
Obama anuncia financiamento de 3000 milhões para segurança alimentar em África
Turbulência europeia domina cimeira do G8

Will Smith sobre o aumento de impostos de Hollande: “God Bless America !”

Filed under: Cultura,Double standards,Economia,Internacional,Media,Política,Política Fiscal,Videos — André Azevedo Alves @ 20:00

Will Smith stupéfié par la taxation de Hollande

Endgame

Filed under: Economia,Internacional,Política,socialismo,União Europeia — André Azevedo Alves @ 19:52

O dia em que não mais será possível fugir ao confronto com as consequências das políticas fiscais e orçamentais irresponsáveis aproxima-se: Governo grego diz que Merkel sugere referendo sobre o euro, chanceler desmente

A invenção de países e a ignorância histórica

Filed under: Comentário,Educação,Internacional,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 18:11

Não haveria lugar para tanto choque se os chocados lessem alguns bons livros de história em vez de se limitarem a cartilhas de extrema-esquerda. Assim se prova mais uma vez que há poicas coisas mais difíceis de vencer do que a ignorância: Era uma vez a Grécia. Por João Miranda.

A ideia deve ter sido inventar uma herança cultural para os gregos do século XIX. Como outros lhes inventaram uma língua. Até a população foi um bocadinho inventada. Bem, no século XIX inventaram-se e reinventatam-se muitos países. Só damos atenção à Grécia porque os gregos resolveram inventar as contas públicas.

Maio 17, 2012

Droga, a guerra perdida

Filed under: Ambiente,Internacional,Justiça,Media,Política,Saúde — ruicarmo @ 18:29

A The Atlantic revela através de uma foto-reportagem que, em seis anos, a guerra da droga ceifou 50 mil vidas.  Para se conseguir ter uma ideia mais aprofundada do problema, vale a pena visitar  Mexico under siege, The drug war at our doorstep – um trabalho jornalístico sem igual do Los Angeles Times, com conteúdos que remontam a Junho de 2008.

Aviso: as imagens e vídeos dos media norte-americanos são muito duras mas não representam mais do que a realidade de uma guerra que não pode ser ganha.

Regulation Nation

Filed under: Economia,Internacional,Media,Nanny State Watch,Política,Teoria,Videos — Ricardo Campelo de Magalhães @ 16:55
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