Ao contrário do que fazia José Sócrates, Pedro Passos Coelho responde às perguntas que lhe são feitas. Concorde-se ou não com o que homem diz, ao menos ele não trata as pessoas como parvas.
Junho 30, 2011
7 Comentários »
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Dê-lhe tempo…
Comentário por Ricciardi — Junho 30, 2011 @ 16:29
Infelizmente, temo que tenha razão.
Comentário por Bruno Alves — Junho 30, 2011 @ 16:32
O Estado Português, tem que sair o mais rapidamente do Euro! A produção nacional tem que crescer o mais rapidamente possivel, já que não querem taxar os produtos não nacionais…estas medidas só atacam a produção nacional! o Socrates I, cometeu o erro de acreditar que o Euro iria nos proteger das ondas da crise iniciada nos EUA, o Socretino II acredita piamente que a salvação da nossa economia para resistir à actual crise está em fazer tudo para Portugal se manter no Euro…em suma, Portugal não deve nada ao Euro, o Euro é que nos deve uma Banca-Rota…
Comentário por tric — Junho 30, 2011 @ 19:14
Gostei particularmente da resposta do Pedro Passos Coelho quando foi interpelado por dois deputados (PCP e do BE) a responder qual seria o impacto na dívida e nas contas públicas das novas medidas para facilitar o despedimento. Não respondeu, embora se tenha dirigido a um e remetido a mesma resposta ao outro. Mas a resposta nem vê-la!
Comentário por Zé Povinho — Junho 30, 2011 @ 19:46
Aldrabão e socialista, mas dialogante. Temos Guterres.
Comentário por Carlos Guimarães Pinto — Junho 30, 2011 @ 20:23
[...] 800 milhões de euros que ele aparentemente não consegue cortar do lado da despesa como prometeu. Discordando do Bruno e concordando com a Maria João o que é senão tratar os portugueses como parvos esta história de [...]
Pingback por Sabe a pouco (2) « O Insurgente — Junho 30, 2011 @ 20:43
[...] O aumento da carga fiscal não criou um emprego que fosse. É tempo para recordar que este governo devia servir para mudar de rumo , não fugir às responsabilidades, e reduzir a despesa pública, a despesa corrente. Face à realidade em que se encontra o país, não tratar as pessoas por parvas é apenas insuficiente. [...]
Pingback por Começamos mal II « O Insurgente — Junho 30, 2011 @ 22:22