O aumento da carga fiscal não criou um emprego que fosse. É tempo para recordar que este governo devia servir para mudar de rumo , não fugir às responsabilidades, e reduzir a despesa pública, a despesa corrente. Face à realidade em que se encontra o país, não tratar as pessoas por parvas é apenas insuficiente.
De um passado tão presente como negro para as futuras gerações, fica a receita que tão maus resultados deu: Este é o tempo para ter confiança.
E acrescento, sem pedir licença: acredito na bondade intrínseca dos institutos públicos e de todo e de cada uma das partes que compõem o sector empresarial do estado. Neste particular, destaco a parte do orgulho em ter uma transportadora área nacional -como voariamos sem ela?- e um sector de comunicação que seria muito mais pobre e defecitário sem a existência RTP 1, 2, RTP-N, RTP-Memória; RTP Internacional e RTP-África, a Antena 1,2,e 3. Fico até com saudades, dos tempos que a TV Guia fazia parte daquele mesmo grupo. Desejo com a mesma força mais auto-estradas, construções, eventos que levem longe o nome de Portugal e avanços tecnológicos – como o magalhães e a aposta ganha em energias renováveis – em parecerias público-privadas que tão bons frutos têm dado a esta e às futuras gerações. Vejam todos a luz!Leitura complementar: O vídeo e os comentários do post E em menos de cinco minutinhos.
Confesso que já li textos pseudo-apologéticos menos auto-contraditórios.
Uma vez que o menino Jesus não dá tudo, há que optar.
Chuva no nabal e Sol na eira, não está ao alcance de Passos Coelho, nem de Sócrates … nem do divíno menino.
Será que o autor deste texto conhece a ladaínha encantatória que provoca tal milagre? Avance!.
Comentário por JS — Junho 30, 2011 @ 23:22
O lado da receita não teve fim para os governos socialistas, com os bons resultados que o comentador deve conhecer.
O emagrecimento do défice deve ser feito pelo lado das despesas.
Comentário por ruicarmo — Junho 30, 2011 @ 23:38