Entretanto nas ruas de Paris…

Um vídeo breve recolhido por um jornalista activista americano nas ruas de Paris. Se quiserem ver mais, podem ver os últimos vídeos do canal onde há por exemplo um vídeo de mais de 3 horas com ele no meio dos protestos.

Eu diria que este país está tramado, quer com Macron quer com Le Pen, mas como estamos a falar da França, não preciso de reforçar a ideia.

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Imaginem que era Trump e não Obama

“No more deportations”, gritava o sujeito.
O vídeo fala por si. Deixem nos comentários o que diriam de Trump se fosse ele.

Protestos na América pela vitória dos Democratas nas Midterms

Hillary Clinton nas suas próprias palavras

Para quem não conhece bem Hillary Clinton, e acha que ela é uma santa, gostaria de relembrar algumas palavras dela sobre…

… a comunidade afro-americana:  Hillary Clinton on “superpredators” (C-SPAN)
e as suas consequências. E quem não se lembra daquela mentira descarada?
Clinton acabou com 88% do voto afro-americano, abaixo dos 93% de Obama.

… apoia o Complexo Militar Americano.
E tem o apoio daquele

… o plano dela para o Coal Country (onde ela precisava de ganhar, e perdeu): We Are Going To Put A Lot Of Coal Miners & Coal Companies Out Of Business.

… sobre a morte de 4 Americanos em Benghazi: What difference does it make?

… sobre a morte de Kadafi: We came, we saw, he died.

Não vou defender Trump. Ele não me merece isso. Mas santificar uma pessoa com este compasso moral? Please…

MAGA ESMAGA?

Hillary Clinton leaves door open for 2020 run: ‘I’d like to be president’.

Espero que sim. por favor, Hillary, concorre.
Se já perdeste com todos os líderes democratas, todos os líderes republicanos, todos os media, todos os líderes do complexo industrial, todos os magnatas de Wall Street, todos os membros do pântano de Washington,…
… adorava que concorresses outra vez. Por favor, por favor.
Se Hillary concorre, será hilariante. Se ela concorrer de novo e obter a nomeação democrata, então poderemos dizer com certeza: MAGA esMAGA!
Garantia de MAGAlhães 😉

Hillary quer ir de novo.png

Regina Cruz

Regina da CruzO Insurgente fez mais uma contratação de luxo para o colectivo: a minha correligionária minhota Regina Cruz – uma mulher com um enorme apreço à liberdade, apenas igualado pelo seu generalizado desprezo pelo estado. Sê bem-vinda Regina!

A máquina de fazer carneiros

Lendo Mafalda Anjos da Visão, no seu artigo, A máquina de fazer fascistas, o leitor pode ler que o YouTube (sim, o Politicamente Correcto YouTube, dirigido por uma feminista extrema) é uma fábrica de fazer “fascistas”.

https://www.pinterest.pt/pin/437060338817340816/
https://www.pinterest.pt/pin/437060338817340816/

Como a Mafalda Anjos não sabe usar a aplicação YouTube Kids, facilmente acessível, a snowflake fica chocada porque ao buscar a princesa geradora de snowflakes (há qualquer coisa de Freudiano nesta escolha) encontrou “Elsas vilãs, Elsas doentes com altos na cabeça e cabelo a cair, Elsas feias, porcas e más”. Como ela não conhece a aplicação Kids, o artigo parece sugerir que se eliminassem todas estas Elsas da aplicação (ou do sítio) principal (como a da imagem ao lado, presumo). Para proteger as crianças, claro!

Com base neste único exemplo, a conclusão é óbvia: “Não é, pois, de estranhar que, com este padrão de funcionamento, o YouTube seja o ponto de partida para o recrutamento da extrema-direita um pouco por todo o lado.” Wow, esta situação escalou depressa! Como versões negras da Princesa Elsa

Mas a directora de um órgão de legacy media (distribuído em papel!) a seguir revela ao que vem: “No ano passado estive a fazer a cobertura das eleições alemãs junto de um grupo militante da AfD, o partido de extrema-direita que conquistou então 13% dos votos e entrada no Parlamento alemão e que voltou a ter um resultado histórico este fim de semana na Baviera, e nunca mais esqueci a frase que ouvi: “Sem a internet isto nunca tinha sido possível.”“. Há mudanças na sociedade a acontecerem sem o aval da Mafalda e dos outros legacy media? O lápis azul da censura da Mafalda e dos seus amigos está a perder poder? Ora, nós não podemos aceitar isso, pois não, Mafalda?

Depois de 2 parágrafos de scaremongering, o artigo acaba com uma questão: como podamos sair daqui? A solução dela? Educação. Informação. Claro que sim, digo eu. Mas para mim estas palavras têm significado diferente. Para a Mafalda, elas significam censura, ignorância, e desconhecimento. Assim, a história irá repetir-se, mas pelo menos a Mafalda mantém o seu salário por mais uns anos (e a sociedade que se dane). Para o Ricardo, informação significa transparência, significa expor os internautas a tudo e educação serve para depois comentar as consequências negativas de certas opções. De como a censura só pode acabar na queima de livros, de como a falta de informação só pode acabar na repetição de erros, e em como a falta de informação só pode acabar num povo encarreirado como os carneiros.

Que queira manter o seu emprego apesar de ele obviamente estar condenado nos moldes actuais, aceito. Que faça isso enquanto pede Censura, com todas as possíveis consequências que daí pode advir, não aceito. A melhor estratégia para combater o fascismo é a luz e a sua desconstrução, não a censura. Pela Liberdade de Expressão, Sempre!