Todos os Carros Portugueses São Híbridos: Funcionam a Combustível e Impostos

Por cada litro de gasolina 95 que os portugueses colocam no depósito do seu automóvel e que custa 1,502€, os portugueses estão a pagar 0,923€ em impostos, cerca de 61%. Feitas as contas de outra maneira, sem impostos, um litro de gasolina custaria 0,579€; e com impostos este valor aumenta 160% para 1,502€ (mais do que duplica) (fonte).

Vistas as coisas ainda de outra forma: se um português colocar 50€ de gasolina simples 95 no seu automóvel, terá a satisfação de colocar no porquinho mealheiro de Mário Centeno a módica quantia de 31€, quantia esta que António Costa irá aplicar sem dúvida, de forma absolutamente parcimoniosa e extremamente rigorosa no bem de toda a sociedade.

Em relação ao gasóleo as contas não são muito diferentes. Por cada litro que custa 1,383€ os portugueses estão a pagar 0,744€ em impostos – isto é, cerca de 54%. Feita as contas de outra maneira, sem impostos, um litro de gasóleo custaria 0,639€; e com impostos este valor aumenta 116% para 1,383€ (mais do que duplica).

Os portugueses podem ainda rejubilar de felicidade ao saberem que não obstante os seus elevadíssimos salários, graças aos sublimes impostos lusitanos pagam (fonte):

  • a 15º gasolina mais cara do planeta
  • o 21º gasóleo mais caro do mundo
  • a 6ª electricidade mais cara do globo

Mas pronto, são as empresas petrolíferas e energéticas que são “gananciosas”. O estado é um bem-feitor que nunca tem por fim o lucro – tem apenas e sempre o interesse do bem estar da sociedade.

Anúncios

O Impostopoly Continua Em Recordes Históricos Em Portugal Em 2019

Em 2019 em Portugal, a carga fiscal vai manter-se nos 34,9%, o valor mais elevado de sempre.

Mas agradeçamos a benevolência do magnânimo governo socialista que prevê agraciar os contribuintes com a baixa de uma décima inteira no valor da carga fiscal em 2020. Em vez do valor intolerável de 34,9%, a carga fiscal passará a ter o valor negligenciável de apenas 34,8%. Vá lá – não gastem tudo de uma vez.

A noticia acima foi retirada daqui e o cartaz Impostopoly foi utilizado pela Iniciativa Liberal durante a sua campanha eleitoral para as eleições legislativas.

Parlamento Europeu Aprovou Resolução que Coloca Nazismo e Comunismo em Pé de Igualdade

À atenção especial dos partidos de esquerda em Portugal:

A União Europeia colocou comunismo e nazismo em pé de igualdade, depois do Parlamento Europeu ter aprovado em setembro uma resolução que condena os dois regimes ditadoriais.

[…] um balanço preciso e documentado das verdadeiras perdas humanas do comunismo. Os resultados foram esmagadores: cem milhões de mortos, quatro vezes mais do que o valor atribuído por esses mesmos historiadores ao regime de Hitler.

Partilho também o sentido do voto dos eurodeputados portugueses.


A notícia acima foi retirada daqui e o voto dos eurodeputados foi retirado daqui.

Academia Insurgente

IMG_1542

Na quinta-feira passada, na Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa, a nossa Graça Canto Moniz prestou provas de doutoramento, tendo sido aprovada por unanimidade, com nota máxima e louvor, por um exigente júri que incluiu três arguições. A Graça junta-se assim ao extenso quadro de honra de doutorados do Insurgente, sendo a primeira mulher insurgente a concluir com êxito provas doutorais. Em nome do coletivo Insurgente, parabéns!

Mais Alguns Arguidos e Talvez o PS Conseguisse a Maioria Absoluta

Retirado do programa de ontem Sexta às 9:

Com mais alguns arguidos; com mais familiares no governo; com uma carga fiscal ainda maior; com uma degradação ainda maior dos serviços públicos; com um crescimento económico menor; com cativações orçamentais maiores; com um investimento público ainda menor; e se António Costa lá conseguisse agredir o idoso que o confrontou; talvez o PS conseguisse a maioria absoluta. Fica aqui a dica.

A Longa Estagnação Portuguesa

Por mais patranhas historinhas que António Costa conte, o facto é que não só Portugal está estagnado há mais de 20 anos como tem sido sistematicamente ultrapassado por outros países que partiram de uma situação bastante mais desfavorável do que Portugal. Dados hoje publicados pelo Banco de Portugal confirmam que o nível de vida dos portugueses em relação à média europeia está abaixo dos níveis de 1995. (fonte)

Deixo também os mesmos dados, desta feita processados pelo jornal Público 

É surpreendente que nestes 25 anos Portugal parece não ter aprendido nada; e continuam-se a aplicar as mesmas receitas socialistas que conduziram a esta longa estagnação. Como terá dito Einstein: “Insanidade é continuar a fazer a mesma coisa e esperar resultados diferentes.

World Economic Forum Global Competitiveness Report 2019

Foi publicado ontem o estudo Global Competitiveness Report 2019 da World Economic Forum e que pode ser consultado aqui.  Este estudo analisa a competividade de 141 países através de 103 indicadores distribuídos por 4 categorias e 8 pilares.

O ranking é liderado por Singapura, Estados Unidos (que perdeu este ano o primeiro lugar), Hong Kong, Holanda, Suiça, Japão, Alemanha, Suécia, Reino Unido e Dinamarca.  No final do ranking estão Madagascar, Venezuela, Mauritânia, Burundi, Angola, Moçambique, Haiti, República Democrática do Congo, Iémen e Chade.

Portugal encontra-se em 34º lugar, mantendo a mesma posição relativamente a 2018.

Os detalhes de Portugal estão nas páginas 470-473 de onde o sumário abaixo foi retirado. Assinalo nos detalhes de Portugal a média do crescimento anual do PIB nos últimos 10 anos de uns míseros 0,4%.

Destaco também os piores indicadores de Portugal, sendo que três dizem respeito ao mercado de trabalho (pontos 1., 2. e 3. abaixo) e três são relativos ao sistema financeiro (pontos 4., 5. e 6.):

  1. Flexibilidade do mercado laboral: posição 121 entre 141 países analisados
  2. Mobilidade no trabalho: posição 120 entre 141 países analisados.
  3. Impostos sobre o trabalho: posição 115 entre 141 países analisados.
  4. Saúde da banca: posição 125 entre 141 países analisados.
  5. Crédito malparado: posição 121 entre 141 países analisados.
  6. Rácios de capital da banca: posição 123 entre 141 países analisados.