Da libra em Genebra às regras de Basileia

“A mudança que hoje se sente na actividade financeira, em particular na banca, é motivada pelas novas tecnologias, mas também pela regulação bancária.”

Destaque do meu artigo de hoje no ECO – Economia Online. Sobre as mudanças no sector financeiro e o financiamento da economia.

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“Palavra dada é palavra honrada”. Apesar do governo se ter comprometido em 2016 a manter a regra de redução de trabalhadores da função pública de uma entrada por duas saídas, o facto é que nesta legislatura o número de funcionários públicos aumentou 26.000 (fonte).

Deve ser isto o tal simplex e o tal aumento da eficiência do estado. Enviem lá a conta para o contribuinte.

Terrorismo Fiscal

A ler, Carlos Guimarães Pinto, no jornal Eco com o seu artigo “Terrorismo Fiscal“:

A Encyclopædia Britannica define terrorismo como o uso sistemático de violência de modo a incutir medo, obtendo efeitos psicológicos para além do círculo das vítimas, tendo em vista atingir um certo objetivo político. Nas últimas semanas ficamos a saber que a Administração Tributária estava a organizar cobranças de dívidas nas auto-estradas, inspecções a casamentos onde questionam os noivos, e uma equipa secreta para seguir e fotografar contribuintes. Tudo isto à margem dos tribunais e beneficiando do privilégio da execução prévia, ou seja, da possibilidade de executar dívidas antes de elas serem comprovadas pela justiça. As notícias destas iniciativas saíram todas no espaço de alguns dias. Algumas acabaram canceladas.

[…]

Com uma dívida pública a aumentar, uma população envelhecida e os jovens a deixar o país, a pressão para arrebatar impostos aos que ficam aumentará cada vez mais. Sem colocar um travão à despesa e ao poder discricionário do Estado, o terrorismo fiscal alimentado por radicais ideológicos continuará a aumentar. Esta opressão fiscal continuará a afastar investidores, empresários e trabalhadores altamente qualificados, precisamente as pessoas que o país precisa para sair da armadilha da pobreza em que as políticas socialistas o meteram.

PS = Partido do Saque

Nunca a carga fiscal foi tão elevada em Portugal. Ainda assim, a geringonça em geral e o partido socialista em particular, estão sempre à procura de aumentar impostos existentes assim como estão sempre à procura de novos impostos. Afinal de contas, socialista que é socialista, procura sempre um novo imposto para acrescentar à lista.

Na imagem abaixo, os contribuintes que foram brindados com o virar da página da austeridade, podem constatar em que consiste essa tal viragem.

Nunca satisteito, porém o partido socialista procura sempre novas maneiras de ir ao bolso do contribuinte. Como fica mal dizer “que se quer aumentar impostos”, a máquina de marketing do partido socialista prefere usar outro tipo de linguagem mais suave, por exemplo: “revisão dos benefícios fiscais“, “calibração do imposto“, “estudo do imposto“. Quando o caro leitor escutar este género de expressões, fique bem atento, porque lhe estão prestes a ir à carteira. Exemplo disso, é a intenção recente do Partido do Saque, para englobar mais rendimentos no IRS. O propósito é apenas um: aumentar os impostos. Estamos bem entregues, estamos…

Podem Começar Com o Benfica

Quando temos políticos sem a mínima noção de realidade; que nunca criaram um emprego que seja (a não ser no estado, e para familiares); e que não fazem a mínima ideia do que é gerir uma empresa; surgem ideias destas sob o desígnio da “igualdade” como se o trabalho e os trabalhadores fossem todo iguais.

Sugiro que comecem com o Benfica e que comparem o salário dos roupeiros com o salário dos jogadores.

Caros socialistas, pode ser uma novidade para vocês: mas a União Soviética já acabou!

A notícia acima foi retirada daqui.

 

Um País, Dois Sistemas: Sector Público vs Sector Privado

É muito bonito invocar a constituição, mas apenas quando convém.

A imagem abaixo, roubada à Iniciativa Liberal, revela as diferenças existentes em Portugal entre o sector público e sector privado. A iniquidade entre os dois sectores configura uma situação de injustiça maior considerando que é o sector privado que financia o sector público.

Depois de Draghi, a internet da moeda

“Depois de os Estados terem salvado os bancos da falência e de os Estados terem sido salvos pelos bancos centrais, receio que não haja quem venha a salvar os bancos centrais se tal for necessário.”

Destaque do meu artigo de hoje no ECO – Economia Online. Sobre as medidas não convencionais dos bancos centrais e a emergência das “altcoins”.