Da Turquia

Para os amigos da Palestina unida, com amor.

Hamas Coup Against Abbas Foiled.

A large scale operation mounted from May to August by the IDF and Israel Security Agency (ISA or Shin Bet) foiled a Hamas network’s plot to carry out a coup in the Palestinian Authority (PA) in Judea and Samaria.

The news about the operation was under a gag order until today.

The Hamas infrastructure in Judea and Samaria was controlled by a Hamas HQ in Turkey. The plot was to carry out a series of cruel terror attacks against Israel and create a situation of security instability, then take advantage of that situation to take over the PA.

Israel announced that 93 Hamas terrorists were arrested in the operation. Of these, 46 were taken to interrogation by the ISA. Hamas terror funds amounting to over 600,000 shekels (about $170,000) were confiscated and weapons including 54 guns, 6 handguns and 7 RPGs were seized.

The network was assisted by an additional array in Jordan and on carriers, who carried funds amounting to over 2 million NIS into Judea and Samaria for the purchase of weapons and hideout apartments.

The military infrastructure was headed by Riad Nasser, 38, of Deir Kadis in the Binyamin region, who has served several stints in jail for Hamas terror activity.

Nasser was recruited by Saleh Alaruri, 47, who is in charge of the Hamas infrastructure in Judea and Samaria, and who is currently in Turkey. Nasser’s interrogation revealed a carefully crafted plan for toppling the PA government of Mahmoud Abbas.

Um ano depois da guerra justa

Church

Contra os tipos a soldo da CIA e da Mossad.

One Year after Historic Attacks, Egypt Has Yet to Aid Christians

Few church buildings restored as Copts struggle to rebuild their lives.

One year after the attacks, Mina Thabet can still see the ruins in his mind; a seemingly endless series of scorched, hollowed-out church buildings, schools, homes and businesses stretching out across Egypt.

On Aug. 14, 2013, thousands of Muslims began a four-day rampage throughout the country seeking revenge for the military-backed, popular ouster of the Islamist president Mohamed Morsi. They attacked anything remotely associated with Christ, Christians or Christianity.

When it was over, Thabet, a well-known Coptic human rights activist, went to survey the damage. He said it was a life-changing experience.

“I visited Minya – it was awful,” he said. “When I got to the Corniche area, I saw how much damage had been done, and I saw the bathroom that had what remained of two people who were burned alive inside.”

A year has passed since the attacks, but Mina and others say that Christians are still struggling to rebuild their lives. After the first day of attacks, then-Defense Minister Abdel Fattah El-Sisi, now the nation’s president, publicly promised that the army would restore all church buildings destroyed in the attacks. Only five of the 32 destroyed church buildings have been rebuilt.

More importantly, Mina and others said, Christians have received no government assistance to replace more than 100 homes, businesses and other personal property lost in the attacks.

“There were three stages for rebuilding and renovating churches,” Mina said. “Of the three stages, they haven’t finished the first step, which doesn’t even include 10 churches. They haven’t done anything to help the people.”

Alcança, quem não cansa

Mas é capaz de ser mais prudente esperar sentado.

El Vaticano pide a los líderes musulmanes que condenen la violencia y persecución que sufren cristianos, yazidíes, y otras minorías religiosas y étnicas en Irak.
En una declaración, el Pontificio Consejo para el Diálogo Interreligioso pide a líderes religiosos, sobre todo a los musulmanes, que condenen abiertamente la violencia y den un paso contra los yihadistas y sus actos críminales. No hacerlo dañaría la credibilidad de cualquier religión, de sus seguidores y líderes,asegura la declaración
El documento también subraya que ningún motivo ni religión puede justificar esta violencia, e incluye una lista con los crímenes cometidos por los yihadistas que pretenden imponer un Estado islámico.
Entre ellos destacan la decapitación y crucifixión por motivos religiosos; la conversión forzada al Islam, o el pago de un impuesto en su lugar; los secuestros de mujeres y niñas, y la destrucción de lugares de culto.
 El documento reconoce que la mayor parte de instituciones religiosas y políticas musulmanas se oponen a los yihadistas. Sin embargo, aclara, esta oposición no ha evitado más ataques. (…)

Referendos

Referendo

 

Por forma a aplicar as mesmas regras universais às relações internacionais, Vladimir Putin acede a fazer mais um referendo, desta vez no Leste da Ucrânia. Polónia, Finlândia, Moldávia, países bálticos, Geórgia e Azerbaijão são os países que se seguem na “short list” onde a Rússia deseja prosseguir a democracia. A questão é: “Considera prioritário o envio de ajuda humanitária suiça?”

Visionamento recomendado

Apesar dos especiais cuidados que os meios de comunicação social devem ter na abordagem ao tema do terrorismo, aconselho o visionamento do trabalho da Vice, o primeiro orgão de comunicação “embedded” com o grupo terrorista Estado Islâmico.

The Islamic State (Part 3)- O passeio com a polícia da virtude e dos bons costumes islâmicos.

The Islamic State (Part 2)- A doutrinação de crianças na moral do grupo terrorista.

The Islamic State (Part 1)- O jornalista Medyan Dairieh inicia a reportagem na cidade de Raqqa (Síria), onde o grupo jihadista procura dominar a resistência oferecida pelo exército do ditador Assad.

 

Compreender o putinismo III

Em boa verdade, o fenómemo não assenta em grandes novidades.

Putin’s ‘Russian Spring’ Idea was Invented by Russian Fascists in 1920s.

Leituras complementares: Compreender o putinismoCompreender o putinismo IIA anexação de Putin e o estado da russofoniaAbaixo a Guerra Fria.

O “bully” enfraquecido

(Artigo publicado no Diário Económico de ontem)

Num artigo no Sunday Times, o primeiro-ministro britânico afirmou que “é altura” dos países europeus tomarem uma posição firme contra a Rússia caso se confirmem as responsabilidades russas no desastre do voo MH17. Cameron tem razão, mas duvido que uma ameaça europeia e americana de isolar a Rússia, caso esta não cesse o seu apoio à insurreição no leste da Ucrânia, viesse a alterar o comportamento de Putin: é por sentir que a Rússia está já isolada que Putin age como age. Toda esta crise é um produto do enfraquecimento russo: nos anos 80 e 90, com a incapacidade do império de manter o controlo sobre as várias “nacionalidades” que o compunham; e recente, com a aproximação ucraniana à NATO e à UE.

Longe de ser a “afirmação do poderio russo” que por aí se anuncia, a desestabilização do leste ucraniano surge da percepção de que esse poder é cada vez menor. A Rússia é um país que vê os vizinhos quererem fugir da sua “esfera de influência”, numa gravíssima crise demográfica, e com um orçamento de Defesa quase insignificante quando comparado com os EUA. E a circunstância do regime ser (como escreveu Fraser Nelson) “uma gigantesca empresa energética com um exército” pode ter enriquecido os seus corruptos líderes, mas também os fragilizará, à medida que os EUA começarem a usar o emergente sector do gás de xisto para baixarem os preços no mercado energético global: não só verão a sua riqueza diminuída, como se arriscam a que uma economia atrofiada lhes retire o apoio popular.

Mas com as suas tropelias na vizinhança, Putin une os russos em torno do líder que os “protege” de um “Ocidente moralmente decadente” e dos “nazis” da Ucrânia. Sanções mais pesadas serão talvez a resposta necessária ao que se passou. Mas não deixarão de servir a Putin para conquistar apoio interno. Lidar com o Putin é como lidar com um “bully”: se ignorarmos os seus tormentos, estes continuarão porque ninguém lhes vai pôr fim. Se respondermos, estaremos a reagir como ele sempre quis. Façamos o que fizermos, jogaremos sempre o jogo dele.

O fabuloso destino de Ana Drago

Passa pela esquerda e pela eterna soma de divisões canhotas

A ex-dirigente do Bloco de Esquerda Ana Drago assumiu, esta quarta-feira, a criação de uma plataforma política de esquerda que congregue “movimentos que já estão no terreno” que tenha a “seriedade e humildade” de ser colocada “perante os votos dos portugueses”.

 

O Ranking das Esquerdas Mais Convergentes sempre esteve ultrapassado pela realidade interventiva d@s cidadad@s que querem tacho e pela natureza das coisas.

É provável, que à data da publicação do artigo tenham surgido de forma espontânea, outros movimentos de convergência da esquerda portuguesa. Assim sobrem pessoas e se redescubram causas. Afinal, precisamos de mais esquerdas por forma a tornar mais difícil a vida aos comediantes e a reinvenção permanente com um verdadeiro efeito multiplicador das petições on-lne.

Da um caso em que se merece uma cobertura de alcatrão e penas

Também venho aqui opinar sobre a gente maravilhosa e, sobretudo, liberal, a propósito das medidas verdes que o ministério do ambiente quer implementar. Em boa verdade nem vale a pena gozar com isto do ‘liberal’, porque Moreira da Silva era aquele senhor que nos congressos do PSD reagia indignado face às maldosas acusações ao PSD de que este seria um ‘partido liberal’ e, além disso, Moreira da Silva tem escrito na testa ‘sou um socialista retinto’ e só ainda não tinha reparado quem esteve muito distraído.

Não vale a pena gozar mais com esta gente, porque o José Meireles Graça já a cobriu do que merece: de ridículo (em dois takes). E os Andrés também já disseram coisas pertinentes.

Venho, por isso, apenas aludir aqui à dimensão da loucura desta gente que nos governa. E pego nos sacos de plástico e na taxa proposta de 0,10€ para cada saco.

Na minha empresa durante muito tempo comprámos sacos iguais àqueles usados nos supermercados à razão de centenas de milhar por ano. O custo dos sacos andava à volta de 1$00 – meio cêntimo de euro. Isto era o preço de venda das empresas que produzem estes produtos. O custo com cada saco era, evidentemente, inferior. Os supermercados – pequenos ou grandes – comprarão uma quantidade bastante maior em cada ano e este é o tipo de produto que o aumento da quantidade embaratece o custo individual. Assim, mesmo aceitando que preço destes sacos de supermercado aumentou consideravelmente (não faço ideia se foi assim), por cada saco as empresas de distribuição não pagarão mais de 1 cêntimo por saco. Again: o custo dos sacos para as empresas produtoras – e este custo evidentemente incorpora a quantidade de matérias primas usada na produção – será ainda inferior.

As empresas que cobram aos clientes cada saco costumam vendê-los por 5 cêntimos – o que é uma roubalheira mas só compra quem quer – e as outras que não cobram diretamente pelos sacos evidentemente incorporam esse custo no preço daquilo que vendem.

Como o estado – que de facto tem em Moreira da Silva um digno representante – nunca tem vergonha de ir além daquilo que é uma roubalheira nas empresas privadas, propõe uma taxa de 10 cêntimos para cada saco de plástico. Sim: temos um governo que propõe uma taxa sobre um produto que é mais de dez vezes o custo desse produto. Custo esse que, repito, inclui a porção de recursos usados na sua produção.

Além de só gente doida varrida propor uma taxa que é várias vezes o preço do produto taxado, há que ter em consideração que os sacos de supermercado são geralmente reutilizados como sacos para o caixote do lixo. (Eu, durante anos, usei-os também para vedar cheiros das fraldas das minhas crianças.) Pelo que se os consumidores deixassem de trazer sacos do supermercado, iriam comprar o mesmo número de sacos para colocar nos caixotes do lixo ou para fraldas ou para outra coisa qualquer, gastando-se assim o mesmo número de sacos e de matérias primas usadas para produzir sacos. A diferença é que os consumidores teriam de gastar mais dinheiro em sacos.

Por isso o estatista Moreira da Silva que não pretenda com esta medida qualquer benesse ambiental. Quer, como sempre, desviar custos dos consumidores para o estado. Resta-nos a esperança de que o CDS honre o voto de muitos, inviabilize estas maluquices ambientais e faça Moreira da Silva perceber que o melhor outlet para as suas ambições de justiceiro ambiental é criar num canto de sua casa um altar para rezar a Al Gore.

 

As propostas da Comissão para a Reforma da Fiscalidade Verde

O meu artigo desta semana no Observador: O próximo aumento de impostos será verde.

No documento são elencadas várias prioridades nacionais, como a reforma do tratamento fiscal dado às bicicletas já que “não vigora no sistema (…) português qualquer incentivo fiscal à aquisição de bicicletas, quer em sede de tributação do rendimento quer de tributação do consumo” (salvaguardando no entanto que deverá ser fiscalmente distinguido o uso de bicicletas como meio de transporte “diário” dos usos realizados “com intuito de lazer ou desportivo, sendo neste segundo caso menos intensas as vantagens ambientais gerais geradas pelo comportamento do indivíduo”).

Mas o que mais se destaca nas conclusões da Comissão são mesmo as várias propostas de aumento de impostos.

O resto do artigo pode ser lido aqui.