Da página do protesto Geração à Rasca no facebook:
Protestamos:
- Pelo direito ao emprego! Pelo direito à educação!
- Pela melhoria das condições de trabalho e o fim da precariedade!
- Pelo reconhecimento das qualificações, competência e experiência, espelhado em salários e contratos dignos!
PEDIMOS QUE TRAGAM UMA FOLHA A4 COM O VOSSO MOTIVO PARA ESTAREM PRESENTES E UMA PROPOSTA DE SOLUÇÃO. AS FOLHAS SERÃO RECOLHIDAS E ENTREGUES NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA.
Em três palavras, o protesto quer direitos, privilégios, subsídios. Sócrates já veio hoje dizer que compreende que os jovens se manifestem e “exprimam a sua frustração”, e que o governo está a defender os seus interesses, adoptando “políticas de modernidade” e “para o futuro”.
A única mensagem/solução que me ocorre deixar numa folha A4 é «Por favor não me ajudem mais».
Lá estará também a JSD:
http://www.publico.pt/Sociedade/jsd-associase-a-manifestacao-de-geracao-a-rasca_1484366
A mim ocorre-me numa folha A4, diminuir a classe política, começando por extinguir governadores civis, reduzir número de deputados, por consequência também assessores, diminuir o número de autarquias, autarcas eleitos e assessores nomeados, extinguir boa parte das Direcções-gerais, Institutos e afins, reduzir subsídios do Estado a empresas públicas, iniciando um processo com vista à privatização das mesmas…
Comentário por António de Almeida — Março 12, 2011 @ 12:49
a entrevista do Mário Crespo ao Jel ontem foi pavorosa – “meter as pessoas à frente do lucro” e banalidades como essas
gostei especialmente quando se declarou “libertário” (depois de ter estudado) – o coitado não faz ideia do que diz…
Comentário por AA — Março 12, 2011 @ 12:50
Muito bem.
Comentário por André Azevedo Alves — Março 12, 2011 @ 13:00
É a Cantilena do BE/PCP nesta nova mimetização.
Comentário por A. R — Março 12, 2011 @ 14:47
Geração da Escola Soci@lista à Rasca.
Comentário por lucklucky — Março 12, 2011 @ 15:16
Por aqui se vê, de forma insofismável, que o estatismo socializante é a peçonha a combater. A todo o aderente a este tipo de palavras de ordem como ao indigente Manifesto dos “à rasca” devia ser obrigatório ler “Economia numa única lição” de Harry Hazlitt e, de seguida, ser sujeito a uma prova oral (para evitar que se socorram das novas tecnologias na laboração de uma recensão crítica…), com carácter eliminatório, para atestar da sua qualificação intelectual.
Comentário por Eduardo F. — Março 12, 2011 @ 17:04
muito bom o texto
Comentário por Daiane — Março 12, 2011 @ 17:56
[...] complementar: Uma folha A4; O manifesto da “Geração à Rasca”; Um protesto indefensável e uma expulsão [...]
Pingback por O papel dos filhos de Boaventura na “geração à rasca” « O Insurgente — Março 12, 2011 @ 19:28
Ao direito ao emprego de quem tem um curso, a quem corresponde o dever de os empregar com ordenados e regalias definidos pelo Estado?
Comentário por Joaquim Amado Lopes — Março 12, 2011 @ 21:47
@ elisabetejoaquim:
Subscrevo totalmente!
«Por favor não me ajudem mais»!
Fora o Socialismo (de direita, esquerda, ou qualquer outra variação!)
Fora o Euro e a Ditadura Europeia!
Viva a Liberdade de empreendedorismo e troca voluntária!
Viva uma Moeda Honesta (com base em metais preciosos)!
Viva um Estado reduzido ao mínimo e limitado nos seus poderes!
Comentário por José Ninguém — Março 13, 2011 @ 09:11
[...] complementar: Uma folha A4; O manifesto da “Geração à Rasca”; Um protesto indefensável e uma expulsão justificada; O [...]
Pingback por A “Geração à Rasca”, os filhos de Boaventura e o Estado « O Insurgente — Março 13, 2011 @ 23:01