Vargas Llosa, um homem com juízo

Vargas Llosa: «En España no hay ningún partido liberal en el poder»

(…) «El nacionalismo es un monstruo, una ideología antidemocrática. En Cataluña se ha creado ese monstruo, a través fundamentalmente de la educación, inoculando esa ideología tóxica según la cual Cataluña estaría mucho mejor si se independizara de España», ha sostenido. De ahí que «si hay un brote de nacionalimso, hay que combatirlo», como hicieron «cientos de miles de catalanes» en la manifestación que tuvo lugar el pasado 8 de octubre en Barcelona y de la que Vargas Llosa no se va a olvidar «nunca». «Mi esperanza es que Cataluña vuelva a ser otra vez la vanguardia de España, que este fenómeno haya quedado atrás y el “seny” se imponga», ha destacado.

Volviendo la vista a América Latina, el escritor ha defendido que para poder juzgarla «conviene comparar la de hoy con la del pasado»: «Tenemos que reconocer que hay un progreso muy notable. Dictaduras tenemos Cuba y Venezuela, el resto son democracias imperfectas y algunas van camino de la prosperidad, de la civilización». No obstante, Vargas Llosa ha advertido que «lo que ocurre en Venezuela debería servir de ejemplo preventivo a los países latinoamericanos». «Esas elecciones -en relación a las presidenciales venezolanas del 22 de abril- van a ser una farsa. Sólo se puede esperar un fraude monumental y no creo que haya gente tan ingenua como el expresidente español José Luis Rodríguez Zapatero que invoca a ir a votar a una mentira tan flagrante», ha concluido al respecto. (…)

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6 pensamentos sobre “Vargas Llosa, um homem com juízo

  1. Luís Lavoura

    no creo que haya gente tan ingenua como el expresidente español José Luis Rodríguez Zapatero que invoca a ir a votar a una mentira tan flagrante

    Acho que Vargas Llosa não tem razão. Não ir votar é contribuir para que não se possa, de boa fé, denunciar que houve manipulação eleitoral. Note-se que a oposição ao regime fascista português nunca fez isso – sempre apresentou candidatos, na medida do que lhe era admitido, e sempre apelou à participação nas eleições, mesmo sabendo que elas seriam falsificadas. Verdadeiros democratas nunca podem apelar à não-participação em eleições.

  2. Luís Lavoura

    Vargas Llosa é muito pronto a condenar o nacionalismo catalão, mas deveria ser igualmente pronto a condenar o nacionalismo espanhol que se lhe opõe. É que estamos perante um choque de nacionalismos, em que ambos são condenáveis. Não vale dizer que o nacionalismo catalão é bom, mas que quem se lhe opõe não é também nacionalista.

  3. Penso que a atitude mais anti-nacionalista seria:

    a) contra o nacionalismo espanhol, defender o direito à autodeterminação da Catalunha (ou de Ayamonte) – ou seja, o direito a se realizar um referendo ou coisa parecida

    b) contra o nacionalismo catalão, defender que nesse referendo os catalães votem “não”

  4. Caro Miguel.

    Sério ?

    Deve precisar de óculos, porque eu todos os dias vejo notícias desse género nos noticiários.

    A crise da Venezuela é o principal tópico dos noticiários desde há uma década.

    Contrariamente a outras crises ainda piores que há pelo mundo e que apenas merecem um tratamento jornalístico esporádico.

    Porque será ?

    A própria crise humanitária venezuelana dos anos 80, embora com muitas semelhanças a esta, passou relativamente desapercebida porque foi desencadeada pelo FMI.

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