Os outros fumos negros do cristianismo

What does it say about our world when the election of a new Pope becomes front and centre in the media while the wiping out of an entire Christian neighbourhood, razed to the ground by a Muslim mob, gets little or no coverage?

Artigo de Tarek Fatah.

26 pensamentos sobre “Os outros fumos negros do cristianismo

  1. Luís Lavoura

    Note-se que o artigo parece no Toronto Sun, e não num jornal dos EUA.
    Enquanto estas coisas lindas ocorrem no Paquistão, o grande inimigo dos EUA é o Irão, e é esse país que passa o tempo a ser insultado por ser extremista e por maltratar quem não é muçulmano.
    Já agora, convem acrescentar que isto que agora se passa no Paquistão contra os cristãos, se passava não há demasiado tempo na Índia (no estado do Gujarat e com a conivência do seu governador) contra os muçulmanos.

  2. ruicarmo

    Luís Lavouro,

    por minhas óbvias insuficiências, sou incapaz de comentar o que escreveu. Muito menos o que quererá dizer.

  3. pois

    “What does it say about our world when the election of a new Pope becomes front and centre in the media” Full Stop.

    Temos que invadir o Paquistão e a Arábia Saudita. 🙂

  4. CN

    A estratégia ocidental libertadeira está apostada em fazer escalar a guerra de civilizações que conduz ao desaparecimento do cristianismo em países onde antes tinham alguma tranquilidade, e isso devia ser alvo de muita atenção, sim.

  5. ruicarmo

    Sem dúvida. A malta ocidental libertadeira é a responsável pela lei da blasfémia aplicada no Paquistão (e que algo sucedâneo seja aplicado no resto do mundo) e que originou a destruição do bairro, acompanhada de vivas e olés.

  6. pois

    1º invadir países muçulmanos e chamar-lhe de cruzada não ajuda, bem pelo contrário.
    2º Tem o mundo ocidental obrigação moral de intervir nas leis dos outros países?

  7. ruicarmo

    Presumo que os cruzados que habitavam o bairro paquistnês possam responder com mais propriedade à sua questão.

  8. ruicarmo

    Não. Apenas lhes redireccionei tão pertinente questão, uma vez que o post é sobre os acontecimentos que os afectaram. Claro que fazer humor com cruzadas é o máximo.

  9. pois

    Estou a ver o Rui Carmo não tem opinião.
    É preferível fazer humor com cruzadas do que usá-las como justificação para uma guerra.

  10. Rúben Lopes

    Já escolheram-no. Bem, espero que o padre irlandês do século XII estava correcto nas suas profecias.

  11. ruicarmo

    Um bairro no Paquistão, repleto de indígenas, é terraplenado e o feito, depois, festejado. A oinião boa é atribuir as responsabilidades às cruzadas ocidentais. A minha opinião foi vlaramente esmagada pela opinião do pois.

  12. pois

    Rui Carmo, sendo que eu não o impeço, pelo contrário até apelo, ainda não o vi manifestar nenhuma opinião.

  13. pois

    E o Rui Carmo percebeu perfeitamente o que eu quis dizer com as cruzadas, não vale a pena andar a disfarçar.

  14. ruicarmo

    Será diferente de “temos que invadir o Paquistão e a Arábia Saudita.” . Volto a dizer: atribuir as responsabilidades destes trágicos mas cada vez mais vezes repetidos acontecimentos às cruzadas ocidentais só pode ser uma forma de humor.

  15. pois

    Vamos lá a ver se a gente se entende. O Rui Carmo disse:”A malta ocidental libertadeira é a responsável pela lei da blasfémia aplicada no Paquistão” ao que eu respondi: “invadir países muçulmanos e chamar-lhe de cruzada não ajuda, bem pelo contrário.”
    Existe um lei da física que é a lei da acção-reacção, que curiosamente também funciona, não como lei mas como um princípio generalizado noutras áreas, como nas questões humanas por exemplo. O Rui Carmo nega que após as invasões do Iraque e do Afeganistão houve um endurecimento por parte das franjas mais fundamentalistas da comunidade muçulmana?

    “atribuir as responsabilidades” O Rui Carmo tem alguma teoria alternativa com a qual nos queira iluminar, e já agora soluções para a situação, se por acaso as tiver e queira partilhar connosco? Isto é um espaço de debate, não é?

  16. ruicarmo

    Deve ter-lhe escapado mas no que cita já tem a resposta tão procurada. É a parte da (…) lei da blasfémia aplicada no Paquistão”.
    O Iraque, o Afeganistão, a reconquista da Península Ibérica são justificações para?

  17. pois

    Portanto, nega que houve um endurecimento do fundamentalismo após as ditas invasões?
    Sim, também não concordo com as leis de blasfémia, sou por estados laicos. No meu votarei e lutarei para que o continue a ser, e acredito até que ainda deveria ser mais laico, concordatas e outras que tais por ex. Tem alguma sugestão para o problema da lei da blasfémia no Paquistão, deveria ser levada a votos, banida? Ou isto e meramente mais um exercício para demonizar todos os islamitas?

    “reconquista da Península Ibérica são justificações para?” Eu curiosamente conheço alguns muçulmanos e, embora gostem de cá vir passar umas férias, e ter uns affaires amorosos, nenhum deles quer reconquistar a península Ibérica.

  18. ruicarmo

    A lei da blasfémia no Paquistão – e que esteve na origem de mais uma tragédia – é algo que só aos paquistaneses diz respeito. As consequências da sua aplicação estão à vista neste post, acompanhados pela sustentada desertificação de cristãos pelo Médio Oriente e pelos ventos das Primaveras árabes.

  19. pois

    “…é algo que só aos paquistaneses diz respeito.” Ah pronto, assim já nos entendemos. Não se esqueça disso.
    Sendo que eu até acredito que diz respeito a toda a humanidade, mas no final, só a eles cabe decidir.

  20. pois

    Mas ainda subsiste uma dúvida, “As consequências da sua aplicação estão à vista neste post, acompanhados pela sustentada desertificação de cristãos pelo Médio Oriente e pelos ventos das Primaveras árabes.” As primaveras Árabes são resultado das leis de Blasfémia? Os Ventos da Primavera são maus?Os muçulmanos não deveram votar?

  21. lucklucky

    É o jornalismo que temos. De Esquerda.
    E é só a profisssão mais incompetente ao cimo da terra. Pela bitola da qualidade do jornalismo as pontes caíriam, os navios afundavam, os aviões caíriam. Um jornalista não precisa de fazer qualquer coisa funcionar, de lutar contra a natureza e mesmo assim falham muito mais.

    “Irão, e é esse país que passa o tempo a ser insultado por ser extremista e por maltratar quem não é muçulmano.”

    Precisamente, onde está mentira? O Irão é extremista e maltrata quem não é muçulmano. Qual a duvida?

  22. A. R

    Há quem conviva muito bem com todas as bestialidades do Islão. Pois os Cruzados foram muito maus: o médio oriente era todo ele habitado por gente pacífica que ali chegou num longo trajecto a distribuir rebuçados sem deixar quase 200 milhões de mortos pelo caminho. E então o Irão que enforca homossexuais, mata apóstatas, amputa dedos, mãos e pés, vergasta as mulheres e prende e condena à morte os cristãos é um modelo para muitos. Quanto aos muçulmanos sabemos que são uns santos: à parte antipatias com os sufis, com os cristãos, com os hindus, com os animistas, com os ateus, com os agnósticos, com os apóstatas e alguma intranquilidade com a escultura, a televisão, a dança, a música, a literatura, a ciência e algum incómodo com cães e porcos, com algumas ressalvas com aquilo que comemos, bebemos e vestimos, com a excelente humanidade com que matam os animais que consome, o excelente hábito de encerrar metade da população dentro de sacos de batatas e estuprar raparigas de 16 anos brancas 96 vezes num fim de semana, explorar e assediar mulheres europeias à descarada, viver á custa dos contribuintes europeus … tudo o resto é paz, harmonia e enriquecimento multicultural.

  23. ruicarmo

    “…é algo que só aos paquistaneses diz respeito.” Ah pronto, assim já nos entendemos. Não se esqueça disso.”
    Claro. Já me parece um tanto abusivo querer impor uma lei de blasfémia universal via ONU a toda a gente, conhecendo os brilhantes resultados obtidos.

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