O Debate Keynes VS Hayek na LSE

Um debate entre hayekianos e keynesianos que se revelou dinâmico, informativo, com humor e com alguns ataques menos “bonitos” por parte dos keynesianos. É igualmente de salientar a presença em força da comunidade liberal/libertária no evento mostrando que, apesar do zeitgeist estatizante, ainda há uma sociedade civil independente e activa no Reino Unido.

 

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7 pensamentos sobre “O Debate Keynes VS Hayek na LSE

  1. Ricardo Arroja

    Filipe,

    É uma pena que este tipo de debate, académico, não seja possível em Portugal, porquanto seria ridicularizado…Primeiro, porque só os “geeks” desajeitados (incluindo os convidados) compareceriam…Segundo, porque ninguém se prepararia…para defender um argumento intelectual.

    Em Portugal, por mais triste que seja, não há sociedade civil. Esquece.

    Um abraço,

  2. Ricardo,

    Percebo bem a tua “dor”. Penso que todos no insurgente a percebem. Porém, contra todas as actuais evidências no nosso país que descreveste, gosto de pensar que podemos almejar algo mais do que temos agora e que uma nova geração de intelectuais está a surgir, com outras referências, com outro tipo de educação (mts deles educados em países com outras normas sociais), com outros meios de acesso à informação (internet), com outra capacidade de organização e que é possível começar a ser empreendedor no mundo das ideias.

    Talvez este contraste de visões represente o eterno diálogo entre os mais pessimistas e os mais optimistas. Como considero que um empreendedor tem de ser um eterno optimista no sentido de acreditar que o risco (neste caso intelectual) compensa, talvez com uma saudável ingenuidade, quero acreditar que é possível fazer mais e principalmente melhor neste campo.

    Aliás, o regular trabalho de análise económica e política que o Ricardo faz na blogosfera mostra que a vontade e a qualidade já existem. E certamente não está sozinho.

    Quanto à recepção da opinião pública, bom, esta é volátil e muda com o tempo. Penso que há razões para acreditar em dias melhores apesar do cenário actual, quanto mais não seja porque não há grandes vantagens em pensar o contrário.

    Um abraço,
    Filipe

  3. “Porém, contra todas as actuais evidências no nosso país que descreveste, gosto de pensar que podemos almejar algo mais do que temos agora e que uma nova geração de intelectuais está a surgir, com outras referências, com outro tipo de educação (mts deles educados em países com outras normas sociais), com outros meios de acesso à informação (internet), com outra capacidade de organização e que é possível começar a ser empreendedor no mundo das ideias. ”

    o melhor modelo economico para Portugal foi é e será, o que foi implementado por Salazar e pela geração de ouro que o acompanhou! já foi aplicado, e teve resultados IMPRESSIONANTES!! basta imaginar como estava o país e como o deixaram…ja para não falar no contexto mundial que apanharam!!! como é que é possivel que esta geração de ouro que esteve com Salazar, ser tão desprezada…quando devia ser uma inspiração!!! das ruinas…criaram Industria, desenvolveram a agricultura, desenvolveram as pescas, estabilizaram e colocaram a economia a crescer sustentadamente e sem plano Marshall…uma sociedade e as gerações que a dominam ao desprezarem a geração de OURO que esteve ao lado de Salazar, que futuro se pode esperar dela?…

  4. Sophie

    Easy money (subprime) investments were not undertaken by the state.
    Interesting to note how Terry substitutes “easy money” for private sector (not state underwritten investments)
    A cowardly deflection.

    The implication being that private investors can be just as irrational as the state.

    Both Keynes and Hayek are wrong.

  5. Sophie

    Interesting point, Tric.

    There is much to be said for fascist economies. 🙂
    Politically insidious (who would want to live in a fascist country???) but economically stable!!

  6. Paulo Pereira

    Afinal pode-se debater economia com argumentos sérios em vez de com piadas bacocas e ignorantes.
    Mas deve ser só na LSE.

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