Se o disparate pagasse imposto não havia défice

«Nuno Magalhães argumentou, por outro lado, que “qualquer europeu médio, independentemente das suas escolhas políticas” ficará “perplexo” com o facto de a “Europa ainda não tenha sido capaz de, com independência dos governos, para ser credível, criar uma agência de notação europeia”

Leitura complementar: Death by committee.

2 pensamentos sobre “Se o disparate pagasse imposto não havia défice

  1. Luís Lavoura

    Bem, se a China tem uma agência de rating, por que não poderá a Europa ter uma?

    Pode-se argumentar que a agência chinesa não é credível, e que a europeia também não o seria. Mas

    (1) As agências americanas já cometeram erros tão clamorosos, que também elas não são credíveis.

    (2) A credibilidade atual das agências americanas não é genuína, na medida em que ela é imposta por variadas restrições legais, que impõem que diversos fundos só possam investir em títulos com boa classificação atribuída por essas agências.

  2. lucklucky

    E é este o Líder Parlamentar do CDS! Pobre Portugal.
    Esta gente só aprenderá alguma coisa à força.

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