Grandioso Passatempo Insurgente – Legislativas 2009 (Update 1)

Até agora participaram 17 pessoas no grandioso concurso Legislativas 2009.
De acordo com a média das apostas até agora, o resultado será:

PS – 32.9%
PSD – 31.8%
BE – 11.6%
CDU – 9.4%
PP – 9.1%
MEP – 1.2%

Neste momento aquele que mais se aproxima deste resultado é o leitor JMCerdeira e o mais distante é o leitor João Sousa.

Dos 17 apostadores, 9 acreditam na vitória do PS, 7 na vitória do PSD e um leitor de nome esquisito acredita que irão empatar. Todos acreditam numa maioria de esquerda no parlamento (ou seja, ninguém acredita que o CDS possa eleger metade dos deputados). O Luis Lavoura ainda não votou.

O concurso continua na mesma caixa de comentários.

7 pensamentos sobre “Grandioso Passatempo Insurgente – Legislativas 2009 (Update 1)

  1. “ou seja, ninguém acredita que o CDS possa eleger metade dos deputados”

    Essas previsões são compativeis com uma maioria parlamentar do CDS – desde, claro, que em vários circulos haja uma grande abstenção e os únicos 4 eleitores nesses circulos sejam do CDS…

  2. Carlos Guimarães Pinto

    “Pode esperar sentado que eu vote…”

    Espere até ver o prémio que temos reservado para o vencedor…

  3. «Todos acreditam numa maioria de esquerda no parlamento (ou seja, ninguém acredita que o CDS possa eleger metade dos deputados).»

    bem, e mesmo assim dependeria dos dias, ou dos assuntos. Por exemplo, bastava falar-se de agricultura e teríamos unanimidade de esquerda.

  4. Cirilo Marinho

    Tava mesmo a pensar que esse gajo do nome esquisito era o Lavoura. E logo a seguir tu dizes que ele não votou… Num se faz!

  5. Manuel LRB

    A sondagem de hoje da Universidade Católica dava 38% ao PS.

    Se porventura o PS prolongar esta tendência crescente e consiga chegar aos 40% / 42%, ainda vamos assitir a uma coligação entre PS e CDS!

    E faz sentido:

    – O programa do CDS é bem mais próximo do programa do PS, do que o programa do BE.

    – Paulo Portas não é homem de rejeitar um cargo ministerial, sobretudo “neste momento difícil onde o que está em causa é a estabilidade da acção governativa, num período de grave crise económica”;

    – Será, de longe, muito mais fácil um acordo programático e muito mais assertiva uma convivência entre Portas e Sócrates do que um acordo programático entre Loução e Portas (a convivência entre ambos, na minha opinião, nem sequer é um cenário que considere viável).

    Esta campanha tem sido fértil em casos, casinhos e reviravoltas… vamos ver as surpresas que nos esperam até ao final!

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