Jack Straw seu opressor!

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Via Jihad Watch

15 pensamentos sobre “Jack Straw seu opressor!

  1. Cristina Ribeiro

    Elise,perante isto o que é que se pode dizer?Ficar-se mais angustiada com as perspectivas de um futuro negro,como as roupagens destas mulheres…

  2. Elizabete Dias

    Cara Cristina, a tendência é para piorar, admito. Mas temos de discutir este assunto, tal como Jack Straw pretendia. Abraço!

  3. Cristina Ribeiro

    É verdade,Elizabete,tenho vergonha por ceder demasiadas vezes a este sentimento de desesperança.Tenho de me lembrar do desespero daquela mulher afegã que teve de RETOMAR a burqa para se ESCONDER de quem a queria obrigar a casar contra a sua vontade.Estas muçulmanas que assim se manifestam em Londres,notóriamente não vivem essa realidade!

  4. De quem passou mais de 1 ano num país árabe, ouvi, que as mulheres lhe tinham dito que a burca lhes dava liberdade porque lhes permitia, num mundo absolutamente machista, ter uma vida sexual (fora do casamento) sem dar nas vistas. Que lhes permitia liberdade de movimentos sem serem reconhecidas. Uma espécie de transparência …

    Será que é isso que uma das manifestantes quer dizer com “the veil is women’s liberation”?

  5. Cara Cristina, acredito francamente que estas mulheres nem sequer sabem ler (inglês) os posters que estão a segurar.

    Comenta-se que é possível detectar extremistas pela forma como as suas familiares se vestem.

  6. Elizabete Dias:
    “Range o Dente, nesses países basta um rumor sobre a honra de uma mulher para ela ser assassinada pelos seus familiares. Um mero rumor.”

    Foi basicamente o que contrapus. Mas a pessoa manteve a história, explicando que, naquele país árabe havia também essa postura.

    Por exemplo, explicou que, por debaixo da burca, as mulheres a que se referia andavam vestidas como uma ocidental (não sei exactamente de que tipo de burca, talvez não fosse exactamente a do Afeganistão, aliás, a coisa não se tinha passado lá) e que, mal entravam em casa despiam a burca e parecia que se estava no ocidente. E não se tratava de prostituição.

    A pessoa explicou também que, de facto, havia execuções regulares (não explicou como nem porquê e eu não perguntei).

    A minha observação não se destinava a mostrar que havia alguma espécie de liberdade, somente que a coisa tem aspectos ainda mais torpes do que pode parecer.

  7. Sim, Range o Dente. Por baixo do chador, as mulheres vestem-se à ocidental, usam lingerie, etc, etc.

    Mas cito exemplos que já deves conhecer: na Arábia Saudita, nas famílias mais ricas, há o hábito de afogar a jovem ou a mulher desonrada na piscina da família.
    Na Palestina as jovens sofrem acidentes estranhos, que envolvem queimaduras fatais de 3º grau ou envenenamentos. Na Turquia rural, as jovens são fechadas num quarto durante dias a fio, com uma arma ou um copo com veneno – o suicídio não vai levantar suspeitas na polícia.

    E estas mulheres que vemos na foto e que vivem no Ocidente , protegidas pelas nossas leis, recusam-se a discutir ou a denunciar seja o que for…

    Mas nós não nos calamos!

  8. # Elizabete Dias:
    “Mas nós não nos calamos!”

    É bom que assim seja.

    Já várias vezes fiquei gelado por ver mulheres portuguesas a justificarem aquilo que a Elizabete denuncia, com o argumento de “ser a cultura delas”.

  9. agora defendem as mulheres islâmicas???? as atrocidades de que leas são alvo???
    então os muçulmanos não são os maus que estão a invadir a europa??? que estão a destruir paris por dentro???
    que estão a minar a cultura europeia???
    que estão a preparar a invasão da Al-qaeda à europa????

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