Um recente estudo da Universidad Rey Juan Carlos revela que os fortes incentivos à produção de energia a partir de fontes renováveis terá implicado , por cada emprego directo, a perda de 2.2 empregos noutros sectores e cerca de 28.6 mil milhões de euros em custos adicionais aos consumidores entre 2000 e 2008. Por falta de dados do próprio governo os autores do estudo foram incapazes de determinar o montante gasto em subsídios directos.
Devido aos fortes incentivos à produção (que chegaram a atingir 575% do preço de mercado para os pequenos produtores e 300% para os maiores). de nos´últimos 4 anos a capacidade de produção através de energia solar terá crescido 20000%.
Perante o excesso de capacidade índuzido e o peso dos subsídios, o governo espanho foi forçado a diminuir drasticamente os os incentivos e a impor quotas para a criação de mais capacidade. Os empregos criados (maioritariamente na construção) estão a desaparecer e sem subsídios não se prevê que estas empresas sejam rentáveis.
ADENDA: A propósito do tema, recomendo a leitura do testemunho do Prof Michael J. Trebilcock acerca do Ontario’s Green Energy Act.
Mais uma. Espere para quando explodir a bolha da “educação”, já falta pouco.
Comentário por lucklucky — Abril 17, 2009 @ 15:30
Isto está bom é para mergulhadores
Aproveito o regresso para referir que espero que a Páscoa tenha sido boa.
Comentário por MC — Abril 17, 2009 @ 16:06
[...] e liderança” aponta a apostas nas eólicas feita em Espanha. Pois é. Pena que a chamada “bolha verde” não seja exemplo de nada disto. Deixe um [...]
Pingback por Estreia auspiciosa « O Insurgente — Julho 1, 2009 @ 11:30