O Azeredo?

Temos então o Azeredo. O Azeredo que quando foi meu professor não saía de casa sem casaco sem pedir autorização à sua mãezinha. O Azeredo que se sabe ter sido escolhido para a ERC pelo seu carácter dócil, cordato e flexível para com o poder que o escolheu. O Azeredo, caramba. A tese é agora, então, que o Azeredo, esse portento de proactividade, iniciativa e autonomia, esse rebelde imortalizado em poses desafiadoras com fartas madeixas de cabelo ao vento, tomou nas suas mãozinhas as rédeas da salvação da honra da pátria e, sem dar conhecimento ao Costa, aprovou um plano simulado de recuperação do material roubado em Tancos? O Azeredo do coletinho de malha? O Azeredo sabia de tudo sem dizer ao Costa? O Azeredo? O Azeredo? A sério? Ó pá, vão-se mas é encher de moscas.

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E Agora, Para Algo Completamente Diferente… (2)

Pegando no post do João, se instado a comentar o evento de Tancos, Pedro Silva Pereira poderia perfeitamente dizer: se o paiol não existisse, também não teria ocorrido um roubo de material militar nesse paiol.