The Mob

I Was the Mob Until the Mob Came for Me

I drive food delivery for an online app to make rent and support myself and my young family. This is my new life. I once had a well paid job in what might be described as the social justice industry. Then I upset the wrong person, and within a short window of time, I was considered too toxic for my employer’s taste. I was publicly shamed, mobbed, and reduced to a symbol of male privilege. I was cast out of my career and my professional community. Writing anything under my own byline now would invite a renewal of this mobbing—which is why, with my editor’s permission, I am writing this under a pseudonym. He knows who I am.

In my previous life, I was a self-righteous social justice crusader. I would use my mid-sized Twitter and Facebook platforms to signal my wokeness on topics such as LGBT rights, rape culture, and racial injustice. Many of the opinions I held then are still opinions that I hold today. But I now realize that my social-media hyperactivity was, in reality, doing more harm than good.

Um testemunho interessante, com uma história pessoal de alguém que é um exemplo vivo do adágio “Quem com espada mata, com espada morre”, versão digital.

Este é muito diferente do caso de Scarlett Johanson, caso em que “the mob” começou por criticar, depois conseguiu que ela abdicasse, e agora arriscam-se a que o filme nem seja feito – a menos que queiram fazê-lo apenas para ganhar aqueles prémios europeus que são tão relevantes que nem sei o nome deles.

The Mob.pngOs testes de pureza da esquerda estão a chegar. Eu gosto de ver. É uma espécie de Hunger Games mas com a carreira das pessoas. E as vítimas são agora cada vez mais as pessoas da esquerda – afinal, os de direita já estão perdidos e já…

Para a esquerda, já sabem: Don’t Mess with The Mob 😉

 

 

Contratando uma SJW

Riam. Ou chorem. Mas sobretudo aprendam a comportar-se (!)

Só não percebi uma coisa: aos 3:58, quando ela diz que não vai ser contratada por ser uma mulher… ela não tinha dito anteriormente que era não-binária e “coronel”? Se não é mulher, como é que é descriminação contra mulheres? Ou não é “Ms.”, mas é mulher? Todas estas micro-agressões estão a tornar conversas com esta malta um jogo de “Damas” (para não dizer xadrez, e usando a ambiguidade da palavra damas).