The Mob

I Was the Mob Until the Mob Came for Me

I drive food delivery for an online app to make rent and support myself and my young family. This is my new life. I once had a well paid job in what might be described as the social justice industry. Then I upset the wrong person, and within a short window of time, I was considered too toxic for my employer’s taste. I was publicly shamed, mobbed, and reduced to a symbol of male privilege. I was cast out of my career and my professional community. Writing anything under my own byline now would invite a renewal of this mobbing—which is why, with my editor’s permission, I am writing this under a pseudonym. He knows who I am.

In my previous life, I was a self-righteous social justice crusader. I would use my mid-sized Twitter and Facebook platforms to signal my wokeness on topics such as LGBT rights, rape culture, and racial injustice. Many of the opinions I held then are still opinions that I hold today. But I now realize that my social-media hyperactivity was, in reality, doing more harm than good.

Um testemunho interessante, com uma história pessoal de alguém que é um exemplo vivo do adágio “Quem com espada mata, com espada morre”, versão digital.

Este é muito diferente do caso de Scarlett Johanson, caso em que “the mob” começou por criticar, depois conseguiu que ela abdicasse, e agora arriscam-se a que o filme nem seja feito – a menos que queiram fazê-lo apenas para ganhar aqueles prémios europeus que são tão relevantes que nem sei o nome deles.

The Mob.pngOs testes de pureza da esquerda estão a chegar. Eu gosto de ver. É uma espécie de Hunger Games mas com a carreira das pessoas. E as vítimas são agora cada vez mais as pessoas da esquerda – afinal, os de direita já estão perdidos e já…

Para a esquerda, já sabem: Don’t Mess with The Mob 😉

 

 

Ben Shapiro sobre Star Wars

No, ‘Star Wars’ Isn’t Failing Because Of Hateful Trolls. It’s Failing Because Kathleen Kennedy Has Done A Garbage Job.

Why all this effort to blame the fans for the series’ troubles? Because we must never – ever, under any circumstances – blame Kathleen Kennedy. Kennedy, you see, is woke. The Lucasfilm story group is entirely female. Their goal, according to The New York Times: “They wanted to tell beautiful stories, fulfill the expectations of loyal fans and create meaningful female characters.” The Times gushes, “Today, the Lucasfilm story group is a diverse outlier in Hollywood: five of its members are people of color, and the team includes four women and seven men. … A new, unpublished analysis of Star Wars films shows striking progress in their representation of gender and race.”

Now, Kennedy could have had these priorities and created good movies. Instead, she didn’t. She created a bunch of goop. The Force Awakens is garbage; The Last Jedi is double-garbage. That’s because Kennedy had two choices upon being granted the helm of the Star Wars universe: (1) fast-forward fifty years, beyond the original characters, and reboot, losing the nostalgia of the original characters but gaining freshness; (2) recast the original characters and pick up where Return of the Jedi left off. Instead, in fully risk averse fashion, she chose door (3): leech off the nostalgia while introducing new characters a few years in the future. This led her to the idiotic decision to murder off all the original beloved characters in increasingly stupid fashion — and then to the doubly idiotic decision to go back and create new movies around those now-dead characters. She pissed off all of us who grew up on Star Wars, and in doing so, destroyed whatever good will existed among us for the newer batch of characters. Solo and Rogue One are good movies — but Han Solo was killed by JJ Abrams in The Force Awakens after being turned into a loser drifting around the galaxy in his iconic Millenium Falcon, the equivalent of a deadbeat dad who abandoned his family in the 1970s to trek the country in his bug van; Rogue One revolved around a set of characters who all die.

And then even the new movies were chained to the most risk averse strategy: instead of teaming Rey up with Kylo Ren (the only moment of The Last Jedi anyone liked) or killing off Finn for effect, Kennedy’s team saved Finn and essentially rebooted the series to Episode IV by splitting Kylo and Rey. All the SJW antics of the new stuff (from Solo’s odd droid-rights narrative to The Last Jedi’s class warfare-animal rights jaunt) are ancillary to the fact that Kennedy has wildly botched the landing on Star Wars.

sjwPessoalmente, o Episódio 7 era fraco mas pelo menos a fandom tinha hipóteses e teorias interessantes para fazer dezenas (centenas, milhares…) de vídeos sobre os pais de Rey, quem é Snoke, porque Luke se refugiou, como se revoltou Finn, onde estava a mulher de Luke, … (Outra visão). Agora, depois do 8? Todas as histórias foram fechadas e todos os personagens ridicularizados. Fechou até nova gerência tomar o espaço. Solo, que perdeu 50 a 80 milhões (algo novo em SW), foi vítima dos SJW. Veremos o que decide a Disney.

Grande Anna Muzychuk!

 

Grandmaster chess Anna

A partir do Facebook dela:

In a few days I am going to lose two World Champion titles – one by one. Just because I decided not to go to Saudi Arabia. Not to play by someone’s rules, not to wear abaya, not to be accompanied getting outside, and altogether not to feel myself a secondary creature. Exactly one year ago I won these two titles and was about the happiest person in the chess world but this time I feel really bad. I am ready to stand for my principles and skip the event, where in five days I was expected to earn more than I do in a dozen of events combined. All that is annoying, but the most upsetting thing is that almost nobody really cares. That is a really bitter feeling, still not the one to change my opinion and my principles. The same goes for my sister Mariya – and I am really happy that we share this point of view. And yes, for those few who care – we’ll be back!

Ou seja, uma Campeã legítima não só perde o campeonato que não disputa (normal, apesar de isto já de si ser criticável, pois a Arábia Saudita não deveria ter sido feito lá, mas enfim ok), como também perde 2 títulos que tinha ganho anteriormente (!). Ridículo.

Faz hoje 1 Ano

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Hillary Clinton perdeu a eleição mais surreal, mais absurdamente cara, e mais ridícula que eu me lembre.

Donald Trump nunca foi o meu candidato preferido (preferiria Ron Paul ou, dos disponíveis em 2016, Rand Paul), mas foi um candidato muito melhor que Hillary.

Que os apoiantes de Hillary tenham sido tão desligados da realidade que não tenham visto a real possibilidade de ela perder, só torna a sua derrota mais engraçada.

E que os mesmos apoiantes tenham reagido de forma tão exagerada, tão sentimentalista, tão irracional, tão Over The Top, só tornou a sua derrota Hillary…ante! 😀

Fiquem com as melhores compilações e as melhores reações.

Continue a ler “Faz hoje 1 Ano”

Contratando uma SJW

Riam. Ou chorem. Mas sobretudo aprendam a comportar-se (!)

Só não percebi uma coisa: aos 3:58, quando ela diz que não vai ser contratada por ser uma mulher… ela não tinha dito anteriormente que era não-binária e “coronel”? Se não é mulher, como é que é descriminação contra mulheres? Ou não é “Ms.”, mas é mulher? Todas estas micro-agressões estão a tornar conversas com esta malta um jogo de “Damas” (para não dizer xadrez, e usando a ambiguidade da palavra damas).

Laci Green – A ex-líder Feminista

Laci Green1Laci Green já foi uma das mais famosas e seguidas feministas do planeta. Nesta lista por exemplo, aparece em 2º lugar atrás da inesquecível Anita Sarkeesian. Era presença frequente em seminários, legacy media (inc MTV), e todo tipo de grupos económicos com interesse em virtue signalling.

Mas não mais. Este ano já debateu com Blaire White (transgênero anti-feminista), mas depois de uma pausa lançou este vídeo e aí sim começou o descalabro, aqui comentado pela própria.

Laci Green Sargon of Akkad

Resultado? Há todaumasériedeartigos de abusos que ela tem recebido de ex-amigos, todos muito aceitantes e compreensivos de todas as opiniões anteriores dela, mas que agora a atacam ferozmente de forma vil e persecutória – no fundo terminando o processo de “Red pilling” começado no carregamento do vídeo inicial.

A foto ao lado é com Sargon of Akkad. Sargon of Akkad. Um dos maiores anti-SJW e anti-feministas. O mesmo a quem Anita Sarkeesian esta semana na VidCom 2017 chamou de Garbage Human sem ele ter sequer dito nada (Sargon, Tim Pool, outro, mais outro)

Tudo isto é muito bom sinal. Há aqui uma abertura a uma discussão aberta, franca, e sem atribuição a priori de rótulos que quase me faz acreditar num futuro melhor. Porque todos temos os nossos momentos misóginos, misándricos e até sexistas (para um lado ou outro), mas tudo seria melhor se argumentássemos calmamente antes de partir para a rotulagem.