Médicos Cubanos revoltam-se

Cuban Doctors Revolt: ‘You Get Tired of Being a Slave’

“When you leave Cuba for the first time, you discover many things that you had been blind to,” said Yaili Jiménez Gutierrez, one of the doctors who filed suit. “There comes a time when you get tired of being a slave.”

Cubanos a acordarem: wow!

 

 

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Escravos não podem deixar a senzala

Mais uma sobre os médicos cubanos no Brasil, 2 dias depois de eles chegarem no Brasil, conforme publicado na Revista Veja: “a vice-ministra da Saúde de Cuba, Márcia Cobas, deu ordens expressas para que os médicos não deixem os locais onde estão hospedados para fazer qualquer tipo de atividade de lazer.”

Liberdade? Troca de culturas? Lazer? Tudo conceitos capitalistas, certamente…

Adenda: para quem queira compreender o negócio, o Implicante explica.

Cuba para os seus médicos

O Brasil contratou um exército de 4.000 médicos cubanos para fazer face a “necessidades” no interior Brasileiro (podem ler por toda a internet como o Brasil NÃO precisa desses profissionais e é dos países com mais médicos por habitante: 1 por 543, face aos 1 por 1000 mínimos recomendados). Mas Dilma pediu médicos e Cuba forneceu.

O Brasil paga por cada médico 10.000 Reais. Nada mau para um médico Cubano. Mas o médico vai receber apenas… 7%. Assim, não correm o risco de se habituar a um nível de vida que os corrompa, presumo. Mas podem ainda comparar os seus salários com os colegas com quem trabalham, por isso Cuba tomou a medida adicional de “reter a família” para impedir o asilo, pois alguns podem perder o fascínio com a revolução ao conhecer as possibilidades que existem no exterior.

Fontes: Sebadiniz, Ciência BrasilDiário do Poder, Iguatu, o direito médico, taiadaweb, Nota do Conselho Federal de Medicina.