A Paixão dos Esquerdas pelos coitadinhos

Este vídeo explica-o muito bem:

A esquerda vê estes como os grupos privilegiados:

  1. Brancos
  2. Homens
  3. Heterossexuais
  4. Ricos
  5. Nativos
  6. Cristãos

Calha o azar de eu pertencer a todos estes grupos, pelo menos em termos relativos (no 4).

Assim, os grupos promovidos são, obviamente:

  1. Minoritários (apenas 93% da população mundial…)
  2. Mulheres (sobretudo FemiNazis ou Femi-Not-Sees)
  3. Não-binários, ou pelo menos homossexuais
  4. “Intelectuais”, na definição do PCP
  5. Imigrantes (desde que de países mais pobres)
  6. Árabes

Se cumprirem vários dos critérios, podem dizer os disparates de Linda Sarsour, e nunca terão problemas. Podem até violar menores. Se pertencerem aos 1os grupos, sejam mais rigorosos que Jordan Peterson ou serão logo… como é… sexistas, racistas e homofóbicos.

Bem, mas há coerência entre estes grupos? Claro que não. Mas são todos vítimas, por isso todos merecem “apoio”. Desde que na interseccionalidade deram prioridade a grupos de vítimas e não de privilegiados, como os judeus. E se a esquerda triunfar? Vamos assistir de bancada a Árabes assassinarem gays e outras “aberrações” para a Sharia. Mas pelo menos não terá sido um grupo de privilegiados a fazê-lo. Tudo menos isso. Ufa!

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Israel não é Politicamente Correcto

Sinal dos tempos este artigo no The Jerusalem Post: FRENCH GROUPS TO PROTEST NETANYAHU ATTENDANCE AT PARIS HOLOCAUST CEREMONY. Exemplo:

The president of the French Palestinian Solidarity Association (AFPS), Bertrand Heilbronn, dismissed the rationale behind Netanyahu’s attendance at the ceremony in a joint letter with French-Jewish historian Dominique Vidal.

“In what way does this event concern Israel? The state didn’t exist at the time [of the Holocaust]. Israel cannot present itself as the sole inheritor of the victims of the Holocaust,” the letter read.

“The head of the Israeli government, who is from the Right, the far-Right of Israel, has no place at the commemoration of the roundup at Vel’ D’Hiv,” concluded the letter.

99457897

E para quem acha que este fenómeno é exclusivo de organizações radicais, aqui fica um artigo de opinião no “respeitável” e “centrista” New York Times: I’m Glad the Dyke March Banned Jewish Stars. Excerpto:

One of the women who was asked to leave the Dyke March, Eleanor Shoshany Anderson, couldn’t understand why she was kicked out of an event that billed itself as intersectional. “The Dyke March is supposed to be intersectional,” she said. “I don’t know why my identity is excluded from that. I felt that, as a Jew, I am not welcome here.”

She isn’t. Because though intersectionality cloaks itself in the garb of humanism, it takes a Manichaean view of life in which there can only be oppressors and oppressed. To be a Jewish dyke, let alone one who deigns to support Israel, is a categorical impossibility, oppressor and oppressed in the same person.