Vídeo: Liberalismo e os Partidos em Portugal

Deixo aqui o vídeo da tertúlia organizada pelo Instituto Mises Portugal no IEP-UCP no passado dia 22, com o nosso André Azevedo Alves com o convidado e o Vice-Presidente do IMP, Bernardo Blanco, na moderação.

Clique na imagem para aceder ao vídeo.

 

 

 

 

 

Conferência Call for Liberty II

Depois do sucesso de Conferências como “Conferência do Liberalismo Clássico” e “Call for Liberty“, o Instituto Mises Portugal organiza este Sábado a “Call for Liberty II“.

A conferência é no próximo Sábado (27 de Junho) na Nova School of Business and Economics, em Lisboa. Das 14 às 20h, estarão em debate os temas:

  • Croney Capitalism vs Free Market Capitalism – por Helio Beltrão (Pres. Mises-BR)
    (Austrian Scholars Conference, Google+ sobre Mises-BR, 1º Hangout Mises.BR)
  • A Cultura Intervencionista no Brasil – por Bruno Garschagen (Mises-BR) (Vídeos)
  • Portugal 2016: Como Encolher o Estado – por Miguel Botelho Moniz, Mário Amorim Lopes e Ricardo Campelo de Magalhaes (O Insurgente)
  • Bitcoin: As Criptomoedas como Foco de Liberdade – por Carlos Novais (Causa Liberal) e Pedro Cunha (1º Português a transaccionar um imóvel em Bitcoin)

A conferência na Nova é gratuita, bastando para isso inscreverem-se no evento de Fb.

Call for Liberty - Mises Portugal

Liberty Calling

A não perder, a 2ª Conferência de Liberalismo Clássico “Call For Liberty” no próximo dia 1 de Novembro às 13h30 na Universidade Católica do Porto organizado pelo Instituto Ludwig von Mises Portugal.

O evento conta com a participação de Carlos Novais, Carlos Albuquerque, Mário Amorim Lopes, José Manuel Moreira, Guilherme Marques da Fonseca, André Azevedo Alves, Ricardo Miguel Valente, José Bento da Silva, Juan Ramon Rallo e Daniel Lacalle.

Os temas a serem abordados no evento, incluem: uma crítica ao intervencionismo estatal; a emergência do Bitcoin; Finanças públicas; Ética; Liberalização das Drogas; e, um “passeio pelos Mercados financeiros.”

A entrada é gratuita e a inscrição pode ser efectuada aqui.

CallForLiberty

Há Dias em que a Globalização Não Morde

Globalization

Há Dias em que a Globalização Não Morde, por Guilherme Marques da Fonseca no Mises Portugal. Excerto:

Como sabem os políticos a cultura que os cidadãos querem “consumir”? E mesmo que soubessem, será que todos os cidadãos querem “consumir” a mesma cultura? Não querendo, serão posteriormente coagidos a pagar por essa cultura através da tributação?

É inconcebível pensar que o Estado pode, de real modo, saber que cultura as pessoas pretendem consumir – sendo isso, por si só, algo contrário à natureza humana. O Estado não apenas “não o sabe”, como nitidamente “não o pode saber” de modo algum.

Esse mesmo Estado poderá até tentar esboçar uma ideia “colectiva e agregada” dos gostos da população, mas isso já será entrar no campo da “pura previsão astrológica”. Indivíduos são indivíduos, não são agregados sem mente própria: Não dá para branquear tal facto.

Em entrevista ao Instituto Ludwig von Mises Brasil, André Azevedo Alves explica-nos facilmente essa mesma realidade:

“De um ponto de vista mais epistemológico, o equivalente seria a ideia de que quem produz, quem processa conhecimento – quem escolhe – em ultima instância, são pessoas. E as pessoas que escolhem são necessariamente limitadas. É uma ideia difícil de aceitar porque nós estamos de alguma forma ‘programados’ a achar que podemos saber mais do que efectivamente podemos saber.”

É preciso que se perca o preconceito de que a Globalização Cultural é mais um monstro dentro do guarda-fatos. Se o for, certamente que será do tamanho que os cidadãos quiserem que seja. Há mesmo dias em que a Globalização não morde…

Guilherme Marques da Fonseca no Mises Brasil

O Instituto Mises Brasil entrevista no seu 70º podcast Guilherme Marques da Fonseca, organizador da Conferência Liberalismo e Governação na Universidade Católica Portuguesa.

Neste podcast, o organizador do evento Guilherme Marques da Fonseca, estudante de economia e membro do Instituto Mises Portugal, explica os tópicos que serão discutidos e a razão pela qual decidiu realizar o evento. Guilherme também opina sobre o interesse dos portugueses pela Escola Austríaca. “As pessoas estão vendo que as teorias concorrentes do pensamento econômico falharam em suas soluções quando aplicadas na vida prática”.

Guilherme, que organizou em 2012 a primeira Conferência da Escola Austríaca de Portugal, também faz uma avaliação sobre os equívocos políticos do atual governo do primeiro-ministro português Pedro Passos Coelho, opina sobre de que forma o debate e a difusão da teoria Austríaca pode ajudar Portugal neste momento tão crítico e defende a manutenção do euro, concordando com o argumento do professor Jesús Huerta de Sotto em defesa da moeda única. O membro do Instituto Mises Portugal revela que o ambiente acadêmico no qual está inserido na Universidade Católica portuguesa é bastante amigável em relação à teoria Austríaca.

Conferência Escola Austríaca da Economia – 29 Nov

Universidade Católica do Porto recebe dia 29 de Novembro um evento do Instituto Mises Portugal em que os dois representantes Portugueses na Mont Pelerin Society (logo, provavelmente os dois maiores académicos do Liberalismo Português) vão apresentar a Escola Austríaca da Economia.

Todos os interessados em aprender e debater um pouco esta escola em ascensão deverão inscrever-se (gratuitamente) enviando um mail para escola.austriaca.economia@gmail.com para garantir o seu lugar.