A Paixão dos Esquerdas pelos coitadinhos

Este vídeo explica-o muito bem:

A esquerda vê estes como os grupos privilegiados:

  1. Brancos
  2. Homens
  3. Heterossexuais
  4. Ricos
  5. Nativos
  6. Cristãos

Calha o azar de eu pertencer a todos estes grupos, pelo menos em termos relativos (no 4).

Assim, os grupos promovidos são, obviamente:

  1. Minoritários (apenas 93% da população mundial…)
  2. Mulheres (sobretudo FemiNazis ou Femi-Not-Sees)
  3. Não-binários, ou pelo menos homossexuais
  4. “Intelectuais”, na definição do PCP
  5. Imigrantes (desde que de países mais pobres)
  6. Árabes

Se cumprirem vários dos critérios, podem dizer os disparates de Linda Sarsour, e nunca terão problemas. Podem até violar menores. Se pertencerem aos 1os grupos, sejam mais rigorosos que Jordan Peterson ou serão logo… como é… sexistas, racistas e homofóbicos.

Bem, mas há coerência entre estes grupos? Claro que não. Mas são todos vítimas, por isso todos merecem “apoio”. Desde que na interseccionalidade deram prioridade a grupos de vítimas e não de privilegiados, como os judeus. E se a esquerda triunfar? Vamos assistir de bancada a Árabes assassinarem gays e outras “aberrações” para a Sharia. Mas pelo menos não terá sido um grupo de privilegiados a fazê-lo. Tudo menos isso. Ufa!

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Na União Soviética eles também não existiam!

putin-1O parlamento russo, ou a dúbia entidade proto-democrática que se assemelha a um parlamento na Rússia, votou massivamente (434-0) a favor de uma lei da autoria de Vladimir Putin que torna ilegal dizer às crianças que existem homossexuais ou tão simplesmente dizer que eles são idênticos, em matéria de direitos, aos heterossexuais. As consequências para tamanha desfaçatez serão coimas, prisão ou mesmo deportação da terra mãe. Nada que se compare, contudo, ao vil vitupério de uma sexualidade diferente.

Tal notícia só causará espanto aos mais incautos. É já uma tradição secular russa, bem executada durante a União Soviética, a de dar sumiço aos homossexuais. Como se torna difícil albergá-los a todos, opta-se pelo sumiço virtual. Orwell está mesmo em voga.

Será também curioso observar a reação (ou ausência dela) do PCP a esta notícia.