Há Dias em que a Globalização Não Morde

Globalization

Há Dias em que a Globalização Não Morde, por Guilherme Marques da Fonseca no Mises Portugal. Excerto:

Como sabem os políticos a cultura que os cidadãos querem “consumir”? E mesmo que soubessem, será que todos os cidadãos querem “consumir” a mesma cultura? Não querendo, serão posteriormente coagidos a pagar por essa cultura através da tributação?

É inconcebível pensar que o Estado pode, de real modo, saber que cultura as pessoas pretendem consumir – sendo isso, por si só, algo contrário à natureza humana. O Estado não apenas “não o sabe”, como nitidamente “não o pode saber” de modo algum.

Esse mesmo Estado poderá até tentar esboçar uma ideia “colectiva e agregada” dos gostos da população, mas isso já será entrar no campo da “pura previsão astrológica”. Indivíduos são indivíduos, não são agregados sem mente própria: Não dá para branquear tal facto.

Em entrevista ao Instituto Ludwig von Mises Brasil, André Azevedo Alves explica-nos facilmente essa mesma realidade:

“De um ponto de vista mais epistemológico, o equivalente seria a ideia de que quem produz, quem processa conhecimento – quem escolhe – em ultima instância, são pessoas. E as pessoas que escolhem são necessariamente limitadas. É uma ideia difícil de aceitar porque nós estamos de alguma forma ‘programados’ a achar que podemos saber mais do que efectivamente podemos saber.”

É preciso que se perca o preconceito de que a Globalização Cultural é mais um monstro dentro do guarda-fatos. Se o for, certamente que será do tamanho que os cidadãos quiserem que seja. Há mesmo dias em que a Globalização não morde…

Guilherme Marques da Fonseca no Mises Brasil

O Instituto Mises Brasil entrevista no seu 70º podcast Guilherme Marques da Fonseca, organizador da Conferência Liberalismo e Governação na Universidade Católica Portuguesa.

Neste podcast, o organizador do evento Guilherme Marques da Fonseca, estudante de economia e membro do Instituto Mises Portugal, explica os tópicos que serão discutidos e a razão pela qual decidiu realizar o evento. Guilherme também opina sobre o interesse dos portugueses pela Escola Austríaca. “As pessoas estão vendo que as teorias concorrentes do pensamento econômico falharam em suas soluções quando aplicadas na vida prática”.

Guilherme, que organizou em 2012 a primeira Conferência da Escola Austríaca de Portugal, também faz uma avaliação sobre os equívocos políticos do atual governo do primeiro-ministro português Pedro Passos Coelho, opina sobre de que forma o debate e a difusão da teoria Austríaca pode ajudar Portugal neste momento tão crítico e defende a manutenção do euro, concordando com o argumento do professor Jesús Huerta de Sotto em defesa da moeda única. O membro do Instituto Mises Portugal revela que o ambiente acadêmico no qual está inserido na Universidade Católica portuguesa é bastante amigável em relação à teoria Austríaca.

Liberalismo e Governação – Que Futuro para Portugal?

Uma conferência obrigatória para quem assistiu à 1ª Conferência organizada pelo Guilherme e quem não pode estar presente. Esta terá não só a presença dos Professores José Manuel Moreira e André Azevedo Alves, mas também do Deputado Michael Seufert (a.k.a. o Ron Paul Português).

Eu vou estar presente na assistência e quem quiser conhecer um pouco mais o Liberalismo e estiver no Porto creio que dará o tempo por bem entregue, não só pela qualidade dos oradores, como pela possibilidade de falarmos todos no fim. Façam já a vossa inscrição! (mail no poster)

Liberalismo e Governacao

Conferência Escola Austríaca da Economia – 29 Nov

Universidade Católica do Porto recebe dia 29 de Novembro um evento do Instituto Mises Portugal em que os dois representantes Portugueses na Mont Pelerin Society (logo, provavelmente os dois maiores académicos do Liberalismo Português) vão apresentar a Escola Austríaca da Economia.

Todos os interessados em aprender e debater um pouco esta escola em ascensão deverão inscrever-se (gratuitamente) enviando um mail para escola.austriaca.economia@gmail.com para garantir o seu lugar.