A Paixão dos Esquerdas pelos coitadinhos

Este vídeo explica-o muito bem:

A esquerda vê estes como os grupos privilegiados:

  1. Brancos
  2. Homens
  3. Heterossexuais
  4. Ricos
  5. Nativos
  6. Cristãos

Calha o azar de eu pertencer a todos estes grupos, pelo menos em termos relativos (no 4).

Assim, os grupos promovidos são, obviamente:

  1. Minoritários (apenas 93% da população mundial…)
  2. Mulheres (sobretudo FemiNazis ou Femi-Not-Sees)
  3. Não-binários, ou pelo menos homossexuais
  4. “Intelectuais”, na definição do PCP
  5. Imigrantes (desde que de países mais pobres)
  6. Árabes

Se cumprirem vários dos critérios, podem dizer os disparates de Linda Sarsour, e nunca terão problemas. Podem até violar menores. Se pertencerem aos 1os grupos, sejam mais rigorosos que Jordan Peterson ou serão logo… como é… sexistas, racistas e homofóbicos.

Bem, mas há coerência entre estes grupos? Claro que não. Mas são todos vítimas, por isso todos merecem “apoio”. Desde que na interseccionalidade deram prioridade a grupos de vítimas e não de privilegiados, como os judeus. E se a esquerda triunfar? Vamos assistir de bancada a Árabes assassinarem gays e outras “aberrações” para a Sharia. Mas pelo menos não terá sido um grupo de privilegiados a fazê-lo. Tudo menos isso. Ufa!

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Grid Girls comentam decisão da F1

Furiosas, grid girls se manifestam contra decisão “ridícula” da Fórmula 1

Grid girl

Uma decisão ridícula, a vários níveis.

Não só a roupa não é “escassa”, como não é “provocativa”: se isto é que é provocante, por favor juntem-se aos evangélicos mais radicais da década de 90 que ajudaram a eleger W na década seguinte (2000 e 2004) e que estas feministas tanto criticavam.

Além disso, a Rebecca e as colegas faziam isto de livre vontade. Onde está o Girl Power? Então agora as mulheres são tão incapazes de tomarem as suas decisões que têm de ser outras a tomar as decisões por elas.

E claro, o Wage Gap. Se querem que o grupo de todas as mulheres ganhe mais que o grupo de todos os homens, não ajuda acabar com empregos pagos acima da média, empurrando assim estas mulheres para empregos que paguem menos. Além de claro, retirar um emprego em que as colocava nos media e lhes dava acesso a outras carreiras (por exemplo, pilotar elas mesmas, como o exemplo no artigo).

Congrats women, you have just played yourselves…

Quando é que o Fascismo moderno vai começar a queimar livros e obras de arte?

No ponto em que já se vai na América: um quadro deve ser removido de exibição de um museu porque uma petição o considera “inapropriado” nesta época de prevalência do “assalto sexual”. Ora, o “assalto sexual” pode ser um fenómeno horrível, mas daí até dizer que 1) há uma epidemia do mesmo ou 2) que a remoção (ou destruição, já agora) de obras como esta iria ter algum efeito no número de assaltos sexuais – para ser simpático com os “Nova Iorquinos” preocupados que lançaram a petição – é ilógico.

Lembrou-me de um artigo de 2015 no Observer: The Real Reason We Need to Stop Trying to Protect Everyone’s Feelings, que pedia trigger warnings no The Great Gatsby e que tem um comentário curioso sobre o Fahrenheit 451.

Só uma nota final: eu cresci numa época em que era a direita evangélica ultra-religiosa que queria banir a sexualização da mulher, com as feministas e movimentos LGBT a promoverem “slut walks”, “love parades” e obras objectificadoras das mulheres.
Eu ainda não tenho 40. Será que ainda vou assistir a nova inversão, com os movimentos religiosos muçulmanos no ocidente a liderarem os esforços de censura, e os movimentos LGBT, gays e feministas a promoverem “slut walks”, “love parades” e a “livre expressão” do corpo? Se sim, façam-me só um favor: sem a música e a indumentária dos anos 80 😉

New Yorkers call for removal of Met painting that ‘sexualizes’ girl.

New Yorkers launched a petition demanding that the Metropolitan Museum of Art remove a 1938 painting of a young woman with her underwear exposed due to the “current climate around sexual assault” — but the Met refused Sunday.

The piece, “Thérèse Dreaming” by the French artist Balthus, “sexualizes” the girl by depicting her lounging in a skirt with her knee up on a chair, according to the petition, which was posted on the website Care 2.

(tenho que colocar o link abaixo pois o WordPress coloca as imagens atrás da citação)

O Feminismo mata mulheres – como homens agora evitam fazer CPR a uma mulher

Women are less likely to receive CPR ‘because people are reluctant to touch their breasts’, study finds (outros: Verge, US News, Elle UK)

Women are less likely than men to receive CPR from a bystander and more likely to die, a new study suggests.

Researchers believe it might be down to a general reluctance to touch a woman’s chest and move clothing out of the way for better access.

Only 39 percent of women suffering cardiac arrest in a public place were given CPR versus 45 percent of men, and men were 23 percent more likely to survive, the study found.

It involved nearly 20,000 cases around the country and is the first to examine gender differences in receiving heart help from the public versus professional responders.

Se virem uma mulher a precisar de CPR na rua, corram… na outra direção. Afinal, hoje simplesmente dar um beijo já pode ser considerado “violação”. Não é só a Bela Adormecida que hoje não seria salva (more) , são mulheres reais. Parabéns feministas.