Na América, Soy Boys ladram, rolam e dão a patinha junto à estrela de Trump

A esquerda Americana não desilude. Vocês podem achar que eles já chegaram ao fundo, mas eles lá estão para nos provar que a estupidez da esquerda não conhece limites.
Desta vez, um conjunto de Soy Boys respondeu a um anúncio que dizia simplesmente:

“Male Caucasians for Human Dogs
Male/Female People of Color to be Dog Walkers
Male/Female LGBTQ to be Dog Walkers

To submit for a role in this project, please RSVP and DM us asap and tell us a little about yourself, as spots are expected to fill up fast. Tag your friends!!!”

O resultado pode ser visto em diversos vídeos da internet. Por exemplo:

Podem ver o grupo todo aqui:

Dogsbark at Trump Star.jpeg

Fonte: Blog Gateway Pundit.

Aqui está o PS

No seguimento da polémica entre Francisco Assis e Tiago Barbosa Ribeiro, o primeiro responde hoje num artigo no Público

O autor deste texto, publicado nas redes sociais, é um jovem dirigente socialista portuense destinado a exercer a muito curto prazo altíssimas responsabilidades no plano local. Se o cito é porque descortino no seu pensamento algumas das principais características configuradoras da identidade de uma corrente política que me suscita enorme apreensão, pelas razões que passo a apresentar: insuportável arrogância moral, indisfarçável propensão para o simplismo doutrinário, preocupante valorização de uma linguagem emocional em detrimento da argumentação racional, inquietante incompreensão da realidade contemporânea. Se virmos bem, estamos perante um discurso construído a partir de clichés, de antagonismos puramente retóricos, de proclamações quase integralmente vazias.

Regresso às origens

Tiago Barbosa Ribeiro, um ex-bloquista convertido ao sócratismo, reage violentamente à entrevista de Francisco Assis e defende que a vitória de António Costa implica a adopção de várias “bandeiras” da extrema-esquerda:

Porque a «proximidade ideológica» que Assis vê entre PS e PSD é para mim um mistério. Eu quero um PS concentrado na recusa do Tratado Orçamental, numa reforma fiscal que pese mais no capital do que no trabalho, numa revisão profunda do Código de Trabalho, na recuperação da iniciativa estatal, na regulação económica sobre sectores-chave, na renegociação da dívida impagável. E isto não é retórica, é mesmo para ser feito.

O potêncial de desilusão é tremendo.