A provinciana — mas só de espírito

Clara Ferreira Alves, personagem boçal e surreal que dedica a vida a decorar a cuspe citações de Alexandre O’Neill e a escarnecer Cavaco Silva, tem o mérito de conseguir, bastando para isso abrir a boca, despertar uma enorme solidariedade para com Cavaco, o que não é tarefa fácil.

Uma vez mais, Clara Ferreira Alves recorda-nos que Cavaco é um saloio. Curiosamente, acertou. É verdade, Clara. Cavaco é saloio. Cavaco é um tipo de Boliqueime — terra algarvia que as pretensas gentes de bem nem sequer sabiam que existia até, lá está, vir o saloio do Cavaco —, que ajudava o pai a cavar batatas. Depois estudou, trabalhou, esforçou-se, chegou a assistente, professor auxiliar, associado e catedrático, trabalhou no Banco de Portugal, depois 1º Ministro, Presidente da República, e é isto que enerva profundamente a esquerda caviar, que partilha com a direita ultramontana a proximidade com o berço — é que o saloio deu-vos 10 a 0. Não sabe distinguir o copo do vinho do copo de água, mas fez mais na vida dele que vocês, os vossos filhos e os vossos netos alguma vez farão. É como o fidalgo que nasce com a sua fortuna e vê o pobre a tornar-se burguês, a usar fato, e a ir passar férias onde o fidalgo, embora abastado, nunca foi.

Custa, não custa?

O nojento pseudo-moralismo de Ana Drago

Em que é que o Bloco acredita?

  • na culpa por associação;
  • na inversão da presunção de inocência para ‘culpado até prova de inocência’;
  • na conspurcação do bom nome das pessoas;
  • na demonização dos ricos e dos bancários, na demonização da direita.

Ana Drago e o Bloco de Esquerda são uma vergonha para a política Portuguesa. A falsa autoridade moral, o riso de quem estupidamente julga que fazer generalizações discriminatórias é uma vitória.

Interessante como os partidos que se declaram como defensores da liberdade, são tão bons no assassínio de carácter…

por Miguel Nunes Silva, do PsicoLaranja.

A autoridade moral desta esquerdalha caviar que defende os assassinatos de Lenine e seus comparsas, que pensa ser possível viver numa sociedade de direitos sem deveres, e que defende que há cidadãos de primeira (também conhecidos como “contratados”) e cidadãos de segunda (também conhecidos como “independentes”, onde eu me incluo)…
O Miguel chama-lhe uma vergonha. Eu acho hipócrita mais exacto.

O espírito Comunista – Um exemplo com um Génio

Um dia um agricultor encontrou uma lâmpada num terreno seco para além da sua propriedade. Ao esfregá-la saiu de lá um génio que, agradecido, lhe disse:

“Por me teres salvo, vou conceder-te um desejo. Podes-me pedir qualquer coisa, mas seja o que for que me peças, o teu vizinho tê-lo-á em dobro. Tens até amanhã para decidir.”

O agricultor voltou para casa a pensar no assunto. Comeu a pensar no assunto. Mal dormiu a pensar no assunto. O que pediria?

O agricultor nunca se havia dado muito bem com o vizinho e só não estalava uma luta porque ambos tinham muito terreno. E o agricultor pensava: “Se eu pedir uma loja na cidade, o meu vizinho terá 2 e poderá fazer-me concorrência feroz”. “Posso pedir um grande monte de sementes, mas nesse caso ele terá 2 montes de sementes e produzirá o suficiente para invadir o mercado da cidade e a minha produção nada valerá”. “Posso até pedir um pote de moedas de ouro, mas nesse caso o meu vizinho terá 2 e o meu pote não valerá muito”. “Posso ainda pedir algo para me beneficiar como inteligência, sabedoria ou beleza, mas o meu vizinho terá sempre o dobro e vencer-me-á sempre…”. O homem pensou e pensou e pensou e passou a noite a conjecturar.

Chegou o dia seguinte e o agricultor na hora combinada voltou a esfregar a lâmpada. O que pediu ele?

“Arranque-me 1 olho!”