E se sairmos do euro?

Uma eventual saída do euro passará sempre por um imposto encapotado sobre os depósitos. Palpita-me que nem os depósito em moeda estrangeira ficariam a salvo.

Convém também dizer que com um eventual regresso ao escudo os governos passariam a resolver todos os problemas com recurso a “desvalorizações competitivas” o que significa sucessivos impostos sobre os incautos que insistirem em fazer poupanças em moeda nacional. Para quê fazer reformas estruturais ou reduzir o défice? Seria o regresso ao decénio 75-85.