Parlamento Cubano evolui

Parlamento cubano inicia debate sobre nova Constituição que elimina a palavra “comunismo”

Por outro lado, o artigo 21 do novo texto submetido a debate reconhece “outras formas de propriedade, como a cooperativa, a propriedade mista e a propriedade privada”, e admite o investimento estrangeiro como “uma necessidade e um elemento importante de desenvolvimento”.

PC Cubano a ultrapassar PC Português pela direita?

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Médicos Cubanos revoltam-se

Cuban Doctors Revolt: ‘You Get Tired of Being a Slave’

“When you leave Cuba for the first time, you discover many things that you had been blind to,” said Yaili Jiménez Gutierrez, one of the doctors who filed suit. “There comes a time when you get tired of being a slave.”

Cubanos a acordarem: wow!

 

 

Rápido, rumo a Cuba!

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Bolivia, Equador, El Salvador, Guiné Equatorial, Namibia, Nicarágua, Venezuela e Zimbabwe são alguns dos países cujos Chefes de Estado estarão presentes no funeral de Fidel Castro. Farolins da democracia, da liberdade, do desenvolvimento e da prosperidade, a que se juntam outros portentos como a Grécia, representada por outro febeu da política, Tsipras.

Dada a participação deste ramalhete de cânones da democracia e o voto de pesar pela morte de Fidel submetido ontem à Assembleia da República pelo Partido Socialista, deixa-me algo perplexo que o sr Primeiro Ministro, António Costa, e o Cicerone da República, Marcelo de Rebelo de Sousa, não se apressem a entrar no primeiro avião que rume a essa ilha, com escala nos EUA para comprarem um iPad em desconto, prestando assim sentida homenagem a esse grande homem revolucionário — pese embora alguns pequenos erros cometidos, como os milhares de dissidentes políticos que foram executados por sua ordem —, que foi Fidel Castro.

O legado económico de Fidel Castro

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Tinha 14 anos, embora jurasse ser dois anos mais novo. Empunhou a caneta e escreveu uma carta ao então Presidente dos Estados Unidos da América, Franklin Delano Roosevelt, com um pedido insólito: queria uma nota de 10 dólares. Nunca tinha visto uma, e gostaria de a ter. «O seu amigo, Fidel Castro» — rematou. Indelevelmente, este pedido marcaria o legado de Fidel Castro. A Cuba revolucionária e socialista havia de se comportar como um ‘mendincante’, ora suplicando pela ajuda da União Soviética, ora suplicando pelos favores da Venezuela, desta forma suprindo as suas necessidades económicas.

O meu ensaio sobre o legado económico de Fidel Castro no jornal ECO.

Neocuba

Welcome. We're open for business.
Welcome. We’re open for business.

Este artigo publicado na New Yorker sobre uma nova Cuba, uma Cuba emergente, merece uma reflexão daqueles que, em pleno 2015, ainda duvidam dos méritos da liberdade económica para a prosperidade e criação de riqueza. Bastaram tímidos esforços de Raúl Castro no sentido de estabelecer direitos de propriedade para que os resultados comecem a brotar.

To a visitor, Havana appears much the same as it has for decades––people at loose ends, distressed buildings—but there has been an explosion of small private enterprises and, with them, pockets of encouraging prosperity. For the first time since the sixties, when Castro declared a “revolutionary offensive” to “eliminate all manifestations of private trade,” Cubans are being allowed to take charge of their material lives. People are better dressed; there are more cars on the road; and everywhere there are new restaurants and bars and hostels, where Cubans rent rooms to foreign visitors. In early April, Airbnb announced the launch of Cuban operations.”

Isto demonstra aquilo que muitos teimam em não aceitar — a melhor forma de combater a pobreza não é com o assistencialismo do Estado Social. Isso apenas a perpetua. É deixando as pessoas saírem da pobreza. E para isso o Estado tem de sair da frente.

Créditos: artigo sugerido por José Manuel Fernandes na mailing list do Observador.

Pelo fim do embargo a Cuba

“Trade Will Lead to Freedom” de Douglas Irwin (WSJ)

President Obama’s announcement that he wants to restore diplomatic relations between the U.S. and Cuba immediately brings up the U.S. trade embargo of that country. Mr. Obama and the new Republican Congress now have a historic opportunity to lift the embargo. The trade ban has been in effect for more than 50 years. It has been a complete failure to promote any positive change in the country. Instead, it has strengthened the Castros’ grip on the country by giving them a ready-made excuse for their disastrous economic policies.(…)

Trade will unleash winds of change that will upset the status quo. As Ronald Reagan understood, there is nothing more unsettling to repressive regimes than allowing the exchange of goods and people, ideas and information, to flow freely between countries. Commerce is a conduit for this exchange and can upend the balance of power in closed societies.(…)