Cassie Jaye – The Red Pill Movie

CassieJayeCassie Jaye era uma feminista. Agora deixou de ser, como podem comprovar neste vídeo memorável. Agora dá entrevistas a Stefan Molyneux e ao Rubin Report. O que aconteceu? Simplesmente foi procurar MRA (men right activists) para provar a existência da patriarquia e odiadores de mulheres… e acabou a fazer um documentário muito interessante sobre o enviesamento da sociedade em favor das mulheres, que recomendo fortemente.
The Red Pill Movie (SITEwiki, imdb, YT) pode ser visto na net. Aqui fica o trailer alargado:

PS: Nem comento todos os protestos e cancelamentos forçados de exibição, sobretudo na Austrália. Lamentáveis.
O super-Feminismo vigente, que nem sequer aceita discussões, começa a perder o seu monopólio no espaço público.

Laci Green – A ex-líder Feminista

Laci Green1Laci Green já foi uma das mais famosas e seguidas feministas do planeta. Nesta lista por exemplo, aparece em 2º lugar atrás da inesquecível Anita Sarkeesian. Era presença frequente em seminários, legacy media (inc MTV), e todo tipo de grupos económicos com interesse em virtue signalling.

Mas não mais. Este ano já debateu com Blaire White (transgênero anti-feminista), mas depois de uma pausa lançou este vídeo e aí sim começou o descalabro, aqui comentado pela própria.

Laci Green Sargon of Akkad

Resultado? Há todaumasériedeartigos de abusos que ela tem recebido de ex-amigos, todos muito aceitantes e compreensivos de todas as opiniões anteriores dela, mas que agora a atacam ferozmente de forma vil e persecutória – no fundo terminando o processo de “Red pilling” começado no carregamento do vídeo inicial.

A foto ao lado é com Sargon of Akkad. Sargon of Akkad. Um dos maiores anti-SJW e anti-feministas. O mesmo a quem Anita Sarkeesian esta semana na VidCom 2017 chamou de Garbage Human sem ele ter sequer dito nada (Sargon, Tim Pool, outro, mais outro)

Tudo isto é muito bom sinal. Há aqui uma abertura a uma discussão aberta, franca, e sem atribuição a priori de rótulos que quase me faz acreditar num futuro melhor. Porque todos temos os nossos momentos misóginos, misándricos e até sexistas (para um lado ou outro), mas tudo seria melhor se argumentássemos calmamente antes de partir para a rotulagem.