Vídeo: Liberalismo e os Partidos em Portugal

Deixo aqui o vídeo da tertúlia organizada pelo Instituto Mises Portugal no IEP-UCP no passado dia 22, com o nosso André Azevedo Alves com o convidado e o Vice-Presidente do IMP, Bernardo Blanco, na moderação.

Clique na imagem para aceder ao vídeo.

 

 

 

 

 

Conferência Escola Austríaca da Economia – 29 Nov

Universidade Católica do Porto recebe dia 29 de Novembro um evento do Instituto Mises Portugal em que os dois representantes Portugueses na Mont Pelerin Society (logo, provavelmente os dois maiores académicos do Liberalismo Português) vão apresentar a Escola Austríaca da Economia.

Todos os interessados em aprender e debater um pouco esta escola em ascensão deverão inscrever-se (gratuitamente) enviando um mail para escola.austriaca.economia@gmail.com para garantir o seu lugar.

UE precisa de “desregulamentação radical”

O Telegraph publica uma carta aberta com 16 signatários, cada um representando o seu respectivo país, sobre a crise e a necessidade de reformas urgentes na UE. A carta é também citada neste artigo sobre Cameron, onde se inclui uma referência ao IEA. Um dos signatários da carta é André Azevedo Alves, PhD pela London Schoool of Economics e professor da Universidade de Aveiro e da Universidade Católica Portuguesa, a quem me cabe a distinta tarefa de dar os Parabéns pela honra que lhe foi atribuída.

O texto da carta é o que se segue:

As economists from 16 EU states, we don’t all hold the same view on whether the euro was a good idea, nor any particular view on David Cameron’s veto of a possible EU treaty. However, we are staunch believers in the free movement of goods, services, people and capital as enshrined in the Treaty of Rome. 

Though only one person from each country has signed this letter, our views are not far out of line with those of many fellow economists. The EU should not focus on Mr Cameron’s actions. It should, instead, look at the underlying arguments about the future of the EU and the euro. 

Unless there is radical deregulation of the labour and product markets and lower taxation, the euro can never work and the EU can never be a thriving economic area again.
These are the challenges, but the EU and its member governments are moving in the wrong direction. We see no sign that those discussing how to deal with the euro crisis understand the actions that need to be taken. 

Whether or not the euro survives, this attitude will lead to gradual decline and increased social conflict within the EU. It may ultimately lead to the disintegration of both the single currency and the EU. 

Prof Pascal Salin
University Paris-Dauphine, France

Prof Pedro Schwartz
Universidad San Pablo CEU, Spain

Prof Philip Booth
Institute of Economic Affairs, UK

Prof Roland Vaubel
University of Mannheim, Germany

Prof Sean Barrett
Trinity College, Dublin, Ireland

Dr Christian Bjørnskov
University of Aarhus, Denmark

Dr Fredrik Erixon
European Centre for International Political Economy, Sweden

Prof Barbara Kolm
University of Dona Goriza and Friedrich von Hayek Institute, Austria

Dr Piotr Zientara
University of Gdansk, Poland

Dr André Azevedo Alves
Universidade de Aveiro, Portugal 

Dr Alberto Mingardi
Istituto Bruno Leoni, Italy

Rūta Vainienė
Lithuanian Free Market Institute, Lithuania

Prof Gabriel Mursa
University of Iasi and Friedrich von Hayek Institute, Romania

Dr Žiga Andoljšek
Katoliški Inštitut, Slovenia

Petri Kajander
Libera, Finland

Svetla Kostadinova
Institute for Market Economics, Bulgaria