Antifa kills Meme

Extra: “O” Cântico.
PS: eu colocava aqui o NPC meme, mas não quero o twitter deste blog eliminado, por isso peço-vos que goglem “NPC” e vejam por vocês a esquerda a colapsar mentalmente.

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Google e a sua interferência nas eleições

Terminator goes full woke

“Get Woke, Go Broke”, diz o ditado na América.
Ou seja, quem vá pelo caminho completamente PC (politicamente correcto), sofrerá a repercussão financeira natural de quem afasta os fãs e atrai um público que, na verdade, não gera receitas.

Depois de “Ghostbusters” e do “Ocean’s 8” falharem, eis que é agora a vez da série “Terminator” tentar o sucesso financeiro com um cartaz apenas com mulheres. Insano. E para cereja no topo do bolo, 2 das 3 mulheres (as “brancas”) são apresentadas o mais assexuadas possível. E avózinhas, o que é estranho num filme de ação. Bem, mais um filme para não ver e para contribuir para a crise de Hollywood.

#WalkAway

Existe desde final de Maio um movimento que anda a desgastar a base de apoio do Partido Democrata. Tal como o movimento #NeverTrump desgastou o Partido Republicano em 2016, o movimento #WalkAway desgasta agora o Democrata em 2018 (porque o 1º passou dezenas de vezes nos Legacy Media portugueses e este 2º não passa, deixo à vossa consideração).

Far Right.jpgA ideia é simples: o Partido democrata assenta hoje numa política do medo. A intolerância, a inflexibilidade, o ódio, a hipocrisia, o racismo invertido, o sexismo invertido e a ameaça são a norma. Quem apoia Trump ou tem as posições erradas é perseguido (ao ponto de um gay num dos vídeos da campanha afirmar que saiu de um armário sexual para entrar num armário político!). A hierarquia de vitimização é agora uma hierarquia de poder político e quem não é vítima, que se cale. Quem não estiver no canto da “esperança e do amor”, é extrema direita. Nesta fase, já nem Bernie Sanders é de Esquerda!

Vejam aqui o vídeo que originou a campanha:

Sublinhe-se que quem sai dos Democratas geralmente fica Independente, tornando-se swing voter. O ponto aqui é sair da “plantação” – onde os democratas “escravizaram” o seu voto – e ser um espírito livre, que pense pela sua cabeça, e que depois do seu “Red Pill moment” já não acredite em tudo o que os Legacy Media lhe empurram pela goela abaixo.

Devo dizer que vejo com bastante esperança movimentos destes. Se virem os vídeos do canal, são todos de indivíduos interessantes que acordaram recentemente e que baixam agora os decibéis da gritaria para se juntarem a uma discussão calma e lógica sobre alguns dos grandes temas do momento. Deixo aqui por exemplo um para perceberem do que falo – mas aconselho a que ouçam os mais que possam deste canal de YouTube:

Face a isto, como reagem os legacy media ligados aos democratas? Não vão acreditar: são Bots russos! Same old, same old. Podem ver no Salon “Russian bots are back: #WalkAway attack on Democrats is a likely Kremlin operation” ou na CNN “Russian bots are using #WalkAway to try to wound Dems in midterms” ou até no Washington comPost “The #WalkAway meme is what happens when everything is viral and nothing matters“. Quando a realidade magoa, culpem-se os Russos. Depois de Obama ter em 2012 atacado Romney por achar Rússia era o papão, e de ter relançado a relação com a Rússia em 2009, creio que esta história da Rússia está a ir longe demais. Mas hey, é ainda assim a melhor narrativa que eles têm. O desespero tem destas coisas.

Unhinged

O “Partido da tolerância” está assim em 2018.
Para derrotar o fascismo, promove práticas fascistas.
Para atacar um presidente “desequilibrado”, tem cabeças de cartaz desequilibradas.
Para atacar a linguagem de Trump, usa linguagem pior.
Para contrariar as mentiras de Trump, mente.
Para impedir a reeleição de Trump, prefere uma economia em cacos.

Fica aqui um bom resumo feito pelo RNC, daqueles que não verão na RTP.

Esta capa é ridícula

Time Trump child

Trump tem defeitos e cada um pode gostar dele ou não por diversos motivos. Tem aspectos que eu gosto (anti-politicamente correcto) e que e não gosto (política proteccionista que lhe rendeu a Casa Branca no Rust Belt).

Agora, colocar na capa um tema de 2014 como se fosse novo, absolvendo Obama e nazificando Trump, que é essencialmente um problema legislativo e que o Partido Democrata não quer resolver pela via legislativa (Nazis também?) é mau jornalismo.

A situação só se agrava quando se sabe a foto da história da capa:
A criança é hondurenha, a mãe deixou as outras 3 crianças com o pai, pediu asilo por motivos políticos sem base real para tal, nunca foi separada da filha, e o choro deve-se a cerca de 3 minutos de conversa da mãe com um polícia, por acaso latino. Ah, e mãe e filha estão juntas. Podem ver Ban Shapiro sobre esta foto no seguinte vídeo:

Para quando uma oposição séria com base em verdades?
PS: E as lágrimas a pedido da Rachel “mad dog” Maddow? Triste.

E a malta diverte-se…

Era impossível ganhar as primárias…
Era impossível ganhar as eleições…
Era impossível resistir à destituição…
Era impossível fazer regressar empregos…
Era impossível reunir com a Coreia do Norte…
Acho incrível como tantos nos Legacy Media ainda têm emprego.
Confio mais em astrólogos e cartomantes.