Thaler e a premissa omissa na agenda progressista

De regresso – ainda que ocasionalmente – ao Observador com algumas reflexões sobre Richard Thaler num artigo conjunto com José Manuel Moreira: Richard Thaler e o Estado como senhorio público

Trata-se de revelar a premissa omissa na agenda progressista: a noção de que o Estado se encontra investido da autoridade de um senhorio público com inquestionável poder de domínio sobre a sociedade.

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“The case for colonialism”: assim vai a liberdade académica no Ocidente…

The case for colonialism

WITHDRAWAL NOTICE

This Viewpoint essay has been withdrawn at the request of the academic journal editor, and in agreement with the author of the essay. Following a number of complaints, Taylor & Francis conducted a thorough investigation into the peer review process on this article. Whilst this clearly demonstrated the essay had undergone double-blind peer review, in line with the journal’s editorial policy, the journal editor has subsequently received serious and credible threats of personal violence. These threats are linked to the publication of this essay. As the publisher, we must take this seriously. Taylor & Francis has a strong and supportive duty of care to all our academic editorial teams, and this is why we are withdrawing this essay.

A importância de ter projecções fiáveis

A confirmar-se, será um belo exemplo da importância de ter projecções fiáveis: Passos foi enganado

O líder do PSD ponderou anunciar a não recandidatura na própria noite eleitoral. Quando lhe deram as projeções para Lisboa e para o resto do país. No final, descontando Lisboa e Porto, onde o PSD foi arrasado, o partido até cresceu mais de 30 mil votos no resto do país. Já foi tarde.

Sobre o assassino que vende t-shirts

Che Guevara: o homem que desprezava a humanidade, por Rui Ramos no Observador.

The Killing Machine Che Guevara, from Communist Firebrand to Capitalist Brand, de Alvaro Vargas Llosa.

Afro-matemática versus matemática racista

O marxismo cultural está bem e recomenda-se.

Graças ao Lula da Silva e à carteira dos contribuíntes brasileiros, a Universidade Federal do ABC (UFABC), criou duas novas disciplinas no curso de Licenciatura em Matemática: Estudos Étnicos-raciais e Afro-matemática como Transformadora Social. Não sei do que é que está à espera o Ministério da Educação da Geringonça para colocar um travão progressista ao racismo da matemática.

(…) A proposta foi criada pelo “Coletivo Negro Vozes” para “combater o racismo na matemática”. De acordo com o coordenador do coletivo, Jorge Costa, “a disciplina de matemática é uma das responsáveis pela exclusão de negros e negras das escolas e consequentemente dos cursos superiores nas áreas tecnológicas”.

Após objeções conceituais do Núcleo Estruturante da Licenciatura em Matemática da UFABC, a disciplina de “Afro-matemática” foi renomeada como Seminários em Modalidades Diversas em Matemática. A ementa e a bibliografia proposta pelo “coletivo”, entretanto, foi a mesma, o que foi comemorado por Jorge: “Este talvez seja o primeiro ou um dos primeiros cursos de licenciatura em matemática que se propõe a discutir o racismo de modo estruturante como uma obrigatoriedade da instituição”. (…)

Catalunha e Escócia

Madrid’s violent tactics will only push Catalans towards independence. Por Daniel Hannan.

To see how Madrid has destroyed that status quo, try to imagine London taking a similar line over Scotland. Suppose that, instead of agreeing terms for a referendum with Alex Salmond, David Cameron had had him prosecuted. Picture Tory politicians in London calling for Scots to be ‘Anglicised’, as a Partido Popular minister demanded the Catalans be ‘Hispanicised’. Try to visualise Met officers knocking pensioners aside as they carted ballot boxes out of schools.

Scots would rightly have felt that they were being dealt with not as fellow citizens, but as conquered vassals. Most Irish people felt the same way following the bloody repression of the 1916 rising, when Dublin was treated not as a British city, but as an enemy redoubt. Republicanism went overnight from being a fringe position to having clear majority support. Telling people that they are not allowed to leave turns out to be a pretty good way of ensuring that they do.

A few weeks ago, I made this point to Raül Romeva, whom the Catalan Generalitat calls its foreign minister, at his exquisite headquarters in the 14th-century Cases dels Canonges, near Barcelona’s cathedral. The Gothic surroundings were magnificent, and his conversation was entertaining, so I had no desire to walk out. ‘But if I saw someone trying to lock me in, what do you think I’d do?’

Future Law – I Congresso Internacional sobre o Futuro do Direito

Mesmo não sendo o Direito a minha área principal de investigação, foi com muito gosto (e vontade de aprender) que aceitei o convite para integrar o Comité Científico do Future Law – I Congresso Internacional sobre o Futuro do Direito, que terá lugar no Campus da Foz, no Porto, da Universidade Católica Portuguesa, nos dias 7 e 8 de Junho de 2018.

O FUTURE LAW será celebrado na Universidade Católica Portuguesa, Escola de Direito do Porto, nos dias 7 e 8 de junho de 2018. Tem por objetivo reunir investigadores e professores de alta capacidade científica com o intuito de promover o debate, a troca de conhecimentos e a interação de ideias, a fim de difundir o conhecimento jurídico nas suas variadas vertentes. É com satisfação que se convida a comunidade académica a submeter propostas para apresentação nos painéis do congresso. O FUTURE LAW conta com a colaboração da Universidade de Verona, Universidade de Santiago de Compostela, Universidade de Salamanca e Universidade Europeia de Madrid.

Para potenciais interessados, aqui fica o Call for Papers.

Liberalismo, esquerda e direita

Pessoalmente, embora sem certezas absolutas neste domínio, sou mais céptico relativamente à dicotomia esquerda-direita, mas recomendo enfaticamente este texto: Esquerda e direita. Por Rui Albuquerque.

Poderíamos prosseguir, mas estes são já bons argumentos para mantermos a dicotomia «esquerda-direita» e para dizermos que o liberalismo se deve situar na segunda e nunca na primeira.

Não nos referimos, entenda-se, ao liberalismo histórico francês e afrancesado ou ao actual «liberalismo» americano, que eram e são manifestações de estatismo pueril, no primeiro caso, e de social-democracia moderna, no segundo. Referimo-nos a um liberalismo que se projecta no indivíduo, na propriedade, na cooperação, na criação e distribuição de riqueza sempre à margem ou para além do intervencionismo do estado, na justiça e numa igualdade social que advêm de uma sociedade mais próspera, mais rica e com mais oportunidades para um cada vez maior número de pessoas.

À esquerda nunca encontraremos quem defenda o conjunto destes valores. À direita ainda encontramos. Pensem nisso.

“Na América, está em curso um vigoroso renascimento conservador-liberal”

Carta da América. Por João Carlos Espada.

Na América, está em curso um vigoroso renascimento conservador-liberal. Conseguirá a vaga conservadora em gestação na Europa acompanhar a linguagem liberal e anti-estatista da sua congénere americana?

Nas últimas duas semanas, fiz uma pitoresca viagem americana, com início na jovial Universidade de Anchorage, no Alasca, e término na vetusta Universidade de Harvard, em Cambridge, MA. Por um lado, nada de novo: a cada passo, encontrei a vibrante sociedade civil e empresarial que sempre distinguiu a América. Por outro lado, algo de muito novo: emerge dessa sociedade civil uma profunda reacção conservadora-liberal contra a engenharia social politicamente correcta.

Esta reacção apresenta traços que também se vislumbram na Europa: reafirmação do patriotismo, oposição à imigração descontrolada, reafirmação das diferenças entre os sexos, recusa do abaixamento de padrões culturais e morais. Por outro lado, estes traços, que poderiam ser designados como conservadores, surgem profundamente associados à reafirmação das tradições liberais americanas: redução da área de intervenção do estado, liberdade de expressão e de religião, prioridade às instituições espontâneas da sociedade civil, forte crítica às organizações burocráticas e ao despotismo das suas regulamentações inovadoras.

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“Política orçamental: eficácia, sustentabilidade, equidade e controle democrático” – 26 de Setembro

No próximo dia 26 Setembro, a partir das 14:00, terá lugar na Nova School of Business and Economics a conferência “Política orçamental: eficácia, sustentabilidade, equidade e controle democrático”, na qual serão apresentados alguns resultados intermédios da investigação levada a cabo no âmbito do projecto “Orçamento, economia e democracia: uma proposta de arquitectura institucional”, coordenado pelo Professor Abel Mateus e em cuja equipa tenho tido o prazer de participar. Por me encontrar em Londres nesse dia devido a obrigações na St. Mary’s University, a apresentação da parte do projecto na qual trabalhei mais directamente estará a cargo da investigadora Catarina Leão, que colaborou comigo na sua elaboração.

Os restantes oradores da conferência serão Abel Mateus, Pedro Magalhães, José Tavares, Francesco Franco, Rita Calçada Pires, com comentários a cargo de Carlos Farinha Rodrigues, Orlando Caliço, Ricardo Reis, Teodora Cardoso, João Borges de Assunção e Rui Lanceiro.

A entrada é livre mas sujeita a inscrição. Mais informações aqui.

III Fórum Economia Social – 20 de Setembro, no Porto

No próximo dia 20 de Setembro serei um dos oradores (com Nuno Ornelas Martins e José António Pereirinha) no painel da manhã do III Fórum Economia Social, que terá lugar no Campus da Foz da Universidade Católica, no Porto. Mais informações e inscrições aqui.

At the Origins of Modernity: Francisco de Vitoria and the Discovery of International Law


At the Origins of Modernity: Francisco de Vitoria and the Discovery of International Law
Beneyto, José María, Corti Varela, Justo (Eds.)

Foi com muito gosto que contribuí primeiro para a conferência (em 2015) e depois para o livro (acabado de publicar) com o capítulo “Vitoria, the Common Good and the Limits of Political Power”.

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RBI em análise

Artigo no Jornal Económico sobre o RBI, para o qual contribuí com alguns comentários: Trabalho: E se todos tivéssemos um rendimento básico?

day by day and minute by minute (3)

The campaign to topple Oxford University’s Cecil Rhodes statue is too silly for words. Por Daniel Hannan.

“Every record has been destroyed or falsified, every book rewritten, every picture has been repainted, every statue and street building has been renamed, every date has been altered. And the process is continuing day by day and minute by minute. History has stopped. Nothing exists except an endless present in which the Party is always right.”
– George Orwell

day by day and minute by minute (2)

Parece uma piada de mau gosto mas não é: Toppling statues? Here’s why Nelson’s column should be next

“Every record has been destroyed or falsified, every book rewritten, every picture has been repainted, every statue and street building has been renamed, every date has been altered. And the process is continuing day by day and minute by minute. History has stopped. Nothing exists except an endless present in which the Party is always right.”
– George Orwell

day by day and minute by minute

“Every record has been destroyed or falsified, every book rewritten, every picture has been repainted, every statue and street building has been renamed, every date has been altered. And the process is continuing day by day and minute by minute. History has stopped. Nothing exists except an endless present in which the Party is always right.”
– George Orwell

Thomas Sowell

Thomas Sowell’s Legacy

His retirement is a loss to public discourse and the African-American community.

Nazismo e Comunismo

Deveria ser óbvio mas infelizmente para muita gente não é.

What this is about is bad ideas

Não sei se é por ser um gajo porreiro se é por ser um liberal que acha que todos, absolutamente todos, têm direito ao pensamento e expressão livre, sou amigo de gente from all walks of life e que professam (o termo é este mesmo) as mais variadas ideologias. Desde gajos que se acham fascistas, nazis, social-democratas, socialistas, conservadores, comunistas ao raio que os parta. E todos sem excepção são gente boa que aprecio e cuja amizade agradeço. Todos eles são capazes de discutir comigo, argumentar e debater, todos eles sabem do que falam, leram conhecem de Hegel e Fichte a Marx e Engels com os outros todos pelo meio. Só não consigo ser amigo de imbecis, isso não consigo nem tenho nenhum.

O Imbecil é uma espécie em expansão, o Imbecil não pensa, “sente”, o Imbecil, de tanto amar a Humanidade é incapaz de amar uma pessoa. O Imbecil não vê pessoas, vê conjuntos. O Imbecil é perfeitamente capaz de concordar comigo se eu disser “cada pessoa é única e insubstituível” e que não se substituiu um pai, uma mãe, um filho, um amigo. Mas, logo a seguir, o Imbecil defende o extermínio de uma categoria qualquer, seja ele cristão, judeu, muçulumano, nazi, fascista, comunista, capitalista ou “inimigo do povo”, só porque sim. O Imbecil vive num organismo borg com dificuldades sinápticas e encontra-se cada vez mais entre social-democratas, SJWs e tolerantes, dos que se dizem fartos de intolerância. Dois exemplos: um amigo meu americano, boa gente p’a caralho, com tendências leninistas, está exasperado com a intolerância com isto dos supremacistas de Charlottesville e, no Facebook, oferece ajuda a quem precisar, excepto a homens brancos heterossexuais. É incapaz de pensar em pessoas, tudo se resume a categorias que são o que define as características de cada um. Para ele, por definição, um homem branco heterossexual não merece ajuda. Ainda por definição, homem branco heterossexual (como ele próprio) é culpado seja lá do que for que lhe apeteça. Outro exemplo é o da foto acima. No tempo em que participava do twitter este gajo era um tipo razoável, socialista, um gajo porreiro. Vem agora apelar que se matem os que ele acha que são nazis. A ver: que se matem pessoas por causa de diferenças ideológicas, diz que é legítima defesa. Noutro tweet bloqueia uma das melhores pessoas que conheço, meu amigo, liberal, porque diz ele, se comparam nazis e “estalinistas”, uma maneira de ele próprio (reduzido à imbecilização) e de forma pouco subtil, branquear o comunismo que foi a menção que o meu amigo fez devidamente contextualizada.

Enfim, a imbecilização em curso é com certeza uma coisa muito humana. Não sei porquê chateia-me, não consigo aturar O Imbecil e cada vez há mais. A este ritmo morro sem amigos. Já agora, ide, ide ler este artigo do Jeffrey Tucker de onde retirei o título:

The Violence in Charlottesville

De caminho recomendaria o extraordinário (sou o rei das hipérboles)

“Freedom and Its Betrayal: Six Enemies of Human Libertydo Isaiah Berlin

talvez lendo consigam olhar-se ao espelho e ter vergonha na cara, sejam vocês social-democratas, fascistas, nazis, socialistas, comunistas ou o raio que vos parta. E perceber porque arriscam a serem vocês próprios a encarnação d’O Imbecil.

Remaking Latin American Politics

Uma perspectiva excessivamente conspirativa (a extrema-esquerda tende a projectar nos outros uma replicação dos seus próprios padrões de organização) e muito marcada ideologicamente, mas ainda assim interessante sobre o notável trabalho de Alejandro Chafuen e da Atlas Network na defesa e promoção da liberdade por todo o mundo: Sphere of Influence: How American Libertarians Are Remaking Latin American Politics.

Mises, o economista

Ironicamente, o economista mais importante do Séc. XX não é considerado economista por muitos dos economistas dos dias de hoje, o que explica também (em parte) que seja possível fazer uma licenciatura em Economia sem sequer ouvir o seu nome: Afinal Mises era economista ou não? Por Pedro Almeida Jorge.

Nova Cidadania 62

Está à venda o nr 62 da revista Nova Cidadania, que inclui um dossier especial sobre comércio internacional para o qual eu e Carlos Guimarães Pinto fomos dois dos autores que contribuíram.

Nancy MacLean e James Buchanan

MacLean on James Buchanan: Fake History for an Age of Fake News. Por David Gordon.

Nancy MacLean’s book was published only a short time ago, but already it has attracted considerable attention. She has uncovered, she tells us, a conspirator against the public interest. James M. Buchanan, the winner of the Nobel Prize for Economics in 1986, was at the center of a nefarious campaign to reverse the needed social changes, supported by the vast majority of Americans, that followed the Supreme Court’s decision in Brown v Board of Education in 1954. Buchanan devised a scheme to privatize Virginia’s schools, in order to maintain segregation. This failed, but Buchanan did not abandon his reactionary campaign. To the contrary, he continued throughout his long life his efforts to destroy popular programs like Social Security. He took time off from his Herculean labors to help shore up the Pinochet regime in Chile. Later, ensconced at George Mason University, he helped train other soldiers of reaction.

I have hesitated to review the book, because many writers have already exposed the most important of its numerous errors. Although MacLean is a well-known historian who teaches at Duke University and has garnered many honors in her career, she makes mistakes that would disgrace a tyro.

Licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais – IEP-UCP

Está em curso a 1ª fase de candidaturas à melhor Licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais em Portugal – a do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa, em Lisboa.

O concurso aos cursos da UCP é local, pelo que a opção “Universidade Católica Portuguesa” não está incluída no concurso nacional, devendo a candidatura ser feita directamente junto da UCP.

Eu, Sebastião Pereira

Dou a boa-nova que a colega Fernanda Câncio já descobriu quem pagou as contas das férias em Formentera.

O Exame

Public Policy and Economics Summer Course – London

É já daqui a menos de um mês, na segunda metade de Julho e primeiros dias de Agosto, que terá lugar na St Mary’s University, em Londres, o Public Policy and Economics Summer Course que desenhei e dirijo conjuntamente com Philip Booth.

O curso faz parte de uma nova parceria de St. Mary’s com a Universidade de Warwick e terá lugar no campus da SMU em Strawberry Hill e entre os oradores convidados incluem-se o Chief Economist do Bank of England, Andy Haldane, a ex-Ministra britânica Ruth Kelly e Chris Snowdon e Stephen Davies do Institute of Economic Affairs. O programa inclui ainda uma palestra de George Akerlof, vencedor do Prémio Nobel da Economia em 2001.

O programa académico inclui visitas ao Bank of England, Houses of Parliament e Hampton Court. Mais informação disponível aqui.

O sistema político português – 8 de Junho

Public Policy and Economics Summer Course in London

Na segunda metade de Julho e primeiros dias de Agosto terá lugar na St Mary’s University, em Londres, o Public Policy and Economics Summer Course que desenhei e dirijo conjuntamente com Philip Booth.

O curso faz parte de uma nova parceria de St. Mary’s com a Universidade de Warwick e terá lugar no campus da SMU em Strawberry Hill.

Entre os oradores convidados incluem-se o Chief Economist do Bank of England, Andy Haldane, a ex-Ministra britânica Ruth Kelly e Chris Snowdon e Stephen Davies do Institute of Economic Affairs. O programa inclui ainda uma palestra de George Akerlof, vencedor do Prémio Nobel da Economia em 2001.

O programa académico inclui visitas ao Bank of England, Houses of Parliament e Hampton Court. Mais informação disponível aqui.

Faith, reason and liberty

Um muito recomendável artigo de Alejandro Chafuen: The Forgotten Hayek: An Antidote For The New Populism?

Then as today the promoters of human freedom were divided in matters of faith and liberty. That division has been costly. F.A. Hayek, wrote about the dangers of separating them, “It is, I think, important that we fully realize that the popular liberal creed, more on the Continent and in America than in England, contained many elements which on the one hand led many of its adherents directly into the folds of socialism or nationalism and on the other hand antagonized many who shared the basic values of individual freedom but who were repelled by the aggressive rationalism which would recognize no values except those whose utility (for an ultimate purpose which was never disclosed) could be demonstrated by individual reason and which presumed that science was competent to tell us not only what is but also what ought to be.”