Public Policy and Economics Summer Course – London

É já daqui a menos de um mês, na segunda metade de Julho e primeiros dias de Agosto, que terá lugar na St Mary’s University, em Londres, o Public Policy and Economics Summer Course que desenhei e dirijo conjuntamente com Philip Booth.

O curso faz parte de uma nova parceria de St. Mary’s com a Universidade de Warwick e terá lugar no campus da SMU em Strawberry Hill e entre os oradores convidados incluem-se o Chief Economist do Bank of England, Andy Haldane, a ex-Ministra britânica Ruth Kelly e Chris Snowdon e Stephen Davies do Institute of Economic Affairs. O programa inclui ainda uma palestra de George Akerlof, vencedor do Prémio Nobel da Economia em 2001.

O programa académico inclui visitas ao Bank of England, Houses of Parliament e Hampton Court. Mais informação disponível aqui.

Anúncios

Public Policy and Economics Summer Course in London

Na segunda metade de Julho e primeiros dias de Agosto terá lugar na St Mary’s University, em Londres, o Public Policy and Economics Summer Course que desenhei e dirijo conjuntamente com Philip Booth.

O curso faz parte de uma nova parceria de St. Mary’s com a Universidade de Warwick e terá lugar no campus da SMU em Strawberry Hill.

Entre os oradores convidados incluem-se o Chief Economist do Bank of England, Andy Haldane, a ex-Ministra britânica Ruth Kelly e Chris Snowdon e Stephen Davies do Institute of Economic Affairs. O programa inclui ainda uma palestra de George Akerlof, vencedor do Prémio Nobel da Economia em 2001.

O programa académico inclui visitas ao Bank of England, Houses of Parliament e Hampton Court. Mais informação disponível aqui.

Faith, reason and liberty

Um muito recomendável artigo de Alejandro Chafuen: The Forgotten Hayek: An Antidote For The New Populism?

Then as today the promoters of human freedom were divided in matters of faith and liberty. That division has been costly. F.A. Hayek, wrote about the dangers of separating them, “It is, I think, important that we fully realize that the popular liberal creed, more on the Continent and in America than in England, contained many elements which on the one hand led many of its adherents directly into the folds of socialism or nationalism and on the other hand antagonized many who shared the basic values of individual freedom but who were repelled by the aggressive rationalism which would recognize no values except those whose utility (for an ultimate purpose which was never disclosed) could be demonstrated by individual reason and which presumed that science was competent to tell us not only what is but also what ought to be.”

A solução final dos trabalhistas

Podia ser uma anedota mas é apenas a realidade. Vai ser animada a campanha dos neo-comunistas britânicos.

A senior aide to Len McCluskey has been installed at Labour HQ to oversee Jeremy Corbyn’s final push in the general election campaign.

Andrew Murray, chief of staff to the Unite general secretary, is heading up the Labour leader’s campaign team under a special secondment from the union, senior sources have confirmed to HuffPost UK.

Murray is a long-standing friend and ally of Corbyn and ex-chair of the Stop the War Coalition which led protests against the Iraq war. (…)

 

Amanhã em Lisboa: RBI em discussão

Amanhã estarei na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa para participar a partir das 14:30 numa mesa redonda dedicada ao tema “Introdução do RBI em Portugal: avaliação da sua necessidade e viabilidade”, integrada num workshop sobre RBI que decorre ao longo de todo o dia.

Os outros intervenientes no debate serão Carlos Farinha Rodrigues, Manuel Carvalho da Silva, Renato do Carmo, Martim Avillez Figueiredo, André Barata e Luís Teles Morais, sob moderação de Pedro Araújo.

Dia 18, no IEP-UCP

No próximo dia 18, no Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa: Seminário “Relançar o crescimento em Portugal: Reforma 2+2+2”.

Estoril Political Forum 2017 – “Defending the Western Tradition of Liberty Under Law”

XXV International Annual Meeting in Political Studies | Estoril Political Forum 2017 “Defending the Western Tradition of Liberty Under Law”
June 26-28, 2017

In 2017, the Estoril Political Forum, which evolved from the International Meeting in Political Studies launched in the Arrábida Convent in 1993, will celebrate its 25th anniversary. This year will also mark the 20th anniversary of the Catholic University’s Institute for Political Studies, whose founding in 1996/97 was inspired by the Arrábida meetings.
The title of this year’s meeting, “Defending the Western Tradition of Liberty Under Law” expresses the commitment that has animated both the Forum and the Institute since their inception. As always, the meeting will bring together a broad range of political perspectives. It will seek to address new challenges while recalling the old lessons bequeathed to us by the “Western Tradition of Liberty Under Law.”

Le Pen, nacionalismo e “globalismo”

Celebrando a derrota de Le Pen… com interrogações europeístas. Por João Carlos Espada.

A primeira grande globalização da era moderna foi iniciada por um Estado-nação — e receio ter de recordar que era já nessa altura bastante antigo e se chamava Portugal. Em seguida, inúmeros estados-nação da Europa seguiram o caminho da globalização — incluindo a Espanha, a Holanda, a Inglaterra e a França, para citar apenas alguns. Depois da derrota da ilusão pós-nacional de Napoleão e depois do Congresso de Viena, em 1815, a Europa e o mundo experimentaram um período sem precedentes de comércio livre baseado em estados descentralizados — que só foi ultrapassado depois da queda do império soviético, em 1989.

Por outras palavras, não vejo qualquer razão empiricamente testável para dizer que o sentimento nacional se opõe necessariamente ao comércio livre e à globalização. Mas há razões para temer essa infeliz dicotomia entre “nacionalismo versus globalismo”: se as pessoas que sentem um legítimo orgulho nacional continuarem a ser confrontadas com essa dicotomia enganadora, podem acabar por escolher o protecionismo — pensando que estão a optar pelo sentimento nacional.

F. A. Hayek and intellectual humility

F.A.Hayek, Free-Market Think Tanks, And Intellectual Entrepreneurs. Por Alejandro Chafuen.

I still recall the first time I heard F.A. Hayek (1899-1992) deliver a major lecture: it was in 1981 at the main hall in the classic building of the old Argentine Stock Exchange. During his presentation, he defended unemployment insurance, especially for those in risky occupations. I was so “radical” at the time after having studied all the books of Ludwig von Mises, Hayek’s mentor and colleague. Hayek’s statement shocked me. I handed in a card with my question and to my surprise, the moderator read it out loud. I’d written, “Ludwig von Mises wrote that in a free and unhampered market occupations with higher risks for unemployment already get a premium in salary, wouldn’t that invalidate the reason you stated?” I was even more surprised when Hayek answered, “as usual, my master was right.” Throughout my life, I’ve had the privilege of meeting many important intellectuals. Intellectual humility is seldom one of their traits. Hayek was different. I decided to learn from his example and began focusing on reading every one of Hayek’s work available to me.

Salazar e Le Pen: a luta continua

Daqui se conclui com relativa evidência: tivesse Salazar tido a “lucidez” de chamar União Nacional Trabalhista ao seu partido único e de chamar às colónias “territórios de resistência ao imperalismo” teria podido contar com Cunhal como seu fiel ministro – tudo o resto seria o Estado Novo como o conhecemos: prisão de opositores (banal desde Lenine), censura prévia na imprensa (nada mais comum no Pacto de Varsóvia) e colonialismo (URSS, alguém?).

 

Isto e mais no Expresso online.

Forbidden Knowledge: Sam Harris entrevista Charles Murray

Vale a pena ouvir com atenção: Forbidden Knowledge – A Conversation with Charles Murray

In this episode of the Waking Up podcast, Sam Harris speaks with Charles Murray about the controversy over his book The Bell Curve, the validity and significance of IQ as a measure of intelligence, the problem of social stratification, the rise of Trump, universal basic income, and other topics.

Charles Murray is a political scientist and author. His 1994 New York Times bestseller, The Bell Curve (coauthored with the late Richard J. Herrnstein), sparked heated controversy for its analysis of the role of IQ in shaping America’s class structure. Murray’s other books include What It Means to Be a Libertarian, Human Accomplishment, and In Our Hands. His 2012 book, Coming Apart: The State of White America, 1960-2010 describes an unprecedented divergence in American classes over the last half century.

“Espaço Orçamental no Espaço Europeu”, amanhã no ISCTE

Amanhã a partir das 14:30 participarei na quarta edição do Economics Day do ISCTE-IUL, num debate sobre “Espaço Orçamental no Espaço Europeu”, juntamente com João César das Neves, da CLSBE, João Duque, do ISEG, Nuno Teles, do CES-UCoimbra e Rui Martinho, Bastonário da Ordem dos Economistas. A moderação estará a cargo de Rui Peres Jorge, do Jornal de Negócios.

Desejo de morte I

Quando do fuzilamento do Ceaucescu e da Elena fiquei impressionado com o ar de espanto (mais que do medo) do ditadorzinho nas fotos que apareceram. Olhava os executores com o que me pareceu um sincero ar de espanto, de que não podia acreditar que aquilo lhe estava a acontecer, a ele que teria feito tudo pelos romenos que, por sua vez, lhe pagavam fuzilando-o. Não será caso único, os bolcheviques assassinados publicamente por ordem do Lenine e do Estaline devem ter sentido mais ou menos o mesmo. Vem isto a propósito de quê?
Por mais que o tempo passe, parece que há um desejo de morte atávico nas pessoas, não aprendemos nada. Não tenho qualquer espécie de dúvida que, com todos os defeitos, a democracia liberal como a conhecemos desde a WWII é o melhor sistema político que alguma vez existiu neste vale de lágrimas. Nunca fomos tão livres de pensar, dizer ou fazer o que quisermos. E sempre que houve um sistema político que permitia mais liberdade, as pessoas comuns acabaram a abomina-lo e, em consequência, levaram com coisas infinitamente piores. Agora não é diferente. Não faltam entusiastas dos autoritarismos/totalitarismos que vão de coisas como o Bloco, Podemos, Corbyn ou Siriza até ao Wilders, Le Pen ou AfD. O status quo democrata-liberal é uma merda não é?
Os vencedores das revoluções não costumam perdoar a quem os põe no poder. Por muito que os tais entusiastas dos totalitarismos se imaginem a comandar batalhões em parada calçados de botas de montar, ou se masturbem com julgamentos sumários dos capitalistas e burgueses, podem bem acabar com um picador de gelo espetado na testa ou pendurados em bombas de gasolina. É uma tradição dos que recusam a liberdade e lhe preferem a Nacinha ou a igualdade.
Meus caros, a liberdade que nos permite estar aqui a mandar bojardas, não é garantida. E é um bem demasiado precioso para andar com merdas, vejam lá se não vai o bebé com a água do banho, costuma ir.

 

Sobre sondagens e projecções em França

Acertaram quase ao milímetro (espantosamente considerando as naturais margens de erro, o facto de haver quatro candidatos à passagem à segunda volta e uma situação altamente volátil), ainda que quase ninguém fale disso.

A persistência do Estado-nação e do sentimento nacional

Eleições em França: A ilusão pós-nacional. Por João Carlos Espada.

(…) os dois partidos centrais da democracia francesa — os Republicanos, ao centro-direita, e os Socialistas, ao centro-esquerda — ficaram em ruínas. Nenhum dos seus candidatos estará na segunda volta. Em conjunto, não terão alcançado 30% dos votos. Isto merece uma análise ponderada, pois terá necessariamente consequências muito sérias para a democracia em França. E deve ser olhado em perspectiva comparada com o que sucedeu no Reino Unido e nos EUA.

No Reino Unido, uma ruptura política radical — a decisão de sair da UE — não afectou a solidez dos partidos tradicionais. O partido político que associou essa decisão a uma revolta popular contra “o sistema” — o Ukip de Nigel Farage — tem hoje 7% nas sondagens e não detém neste momento nenhum deputado no Parlamento britânico (o único que tinha acabou de se demitir).

Continue reading “A persistência do Estado-nação e do sentimento nacional”

Cegueira socialista

Fotografia: Juan Barreto, AFP.

O que vê o ilustre deputado Miguel Tiago, do pcp, nesta imagem? Uma senhora em frente a um blindado sem ninguém lhe fazer mal.

Por falar em cegueira, vale a pena recuperar o legado de Hugo Chávez ao mundo, segundo o chefe dos socialistas britânicos.

A Turquia e a democracia como negação do direito

Turquia: democracia (constitucional)? Por Catarina Santos Botelho.

Os traços de forte presidencialismo executivo, a existência diminuída do poder judicial, o intermitente perigo da violação da separação de poderes, a restrição dos freios e contrapesos (checks and balances) democráticos, não auguram boas notícias. Concomitantemente, num cenário de grande polarização mundividencial e política, o risco de populismo é exacerbado.

Resta-nos esperar que não se confirme o pior dos cenários: que esta revisão constitucional seja uma encenação, uma máscara diáfana que visa a perpetuação no poder de uma ideologia político-partidária. Sem a espada de Dâmocles da separação dos poderes, a democracia nada mais é do que a negação do direito.

A Monarquia como berço do Parlamentarismo

No próximo dia 20 de Abril serei o orador convidado no jantar-tertúlia da Juventude Monárquica de Lisboa, que terá como tema “A Monarquia como berço do Parlamentarismo”.

Mais informações e inscrições aqui.

O campeonato da vitimização

Vítimas de todo o Mundo, repousai!

O problema de Greer, Murray e Adichie é que não estão bem posicionadas no Campeonato da Vitimização, a competição que classifica os argumentos, não consoante os seus méritos, mas consoante a dimensão dos traumas dos seus proponentes. Greer e Murray são mulheres e, por isso, recebem um ponto de vítima. Adichie, mulher e africana, soma dois pontos. Mas não têm hipótese contra transexuais, bastante acima no ranking por serem oprimidos em mais critérios. (No topo está a mulher negra, transexual, lésbica, cega e hindu, o Cristiano Ronaldo da vitimização. Ganha por capote. Além das classes oprimidas que representa, pertence a uma religião que acredita na transmigração das almas, de maneira que pode afirmar que foi discriminada noutras reencarnações. Uma espécie de vidas infinitas, como nos jogos de computador, mas em que as vidas, além de ilimitadas, são oprimidas). Um debate é ganho, não por argumentos, mas pela identidade. Por isso, não interessa ter razão, interessa pertencer a uma minoria. Quanto mais traumatizada, mais virtuosa é.

Vacarias de todo o mundo, uni-vos

As vacas que voam são um valor seguro.

O espírito construtivo que reina no país e na Geringonça que é capaz de colocar vacas a voar é o mesmo que no progressista Zimbabwe, um dos expoentes do socialismo de rosto africano, tem feito milagres nos sectores económico e financeiro.

Commercial banks in Zimbabwe will soon be compelled to accept livestock such as cattle, goats and sheep as collateral for cash loans to informal businesses under a new law presented to parliament Tuesday. (…)

Vehicles, television sets, refrigerators, computers and other household appliances will become acceptable as collateral once they are evaluated and registered in the central bank’s register, according to Chinamasa.

“As minister in charge of financial institutions, I feel there is need for a change of attitude by our banks to reflect of our economic realities,” he said. Banks are “stuck in the old ways of doing things and failing to respond to the needs of our highly informalized economy.”

Uma saudação especial para o Ministro das finanças português, por se recusar -apesar das oito tentativas de cariz fascizante- a revelar o valor actual líquido do empréstimo ao Fundo de Resolução. Ao não responder, o sondado-para-o-Eurogrupo, Mário Centeno reforçou a confiança dos portugueses em relação às instituições, à democracia e ao Universo. Afinal de contas, para quê que os contribuíntes desejariam saber qual foi o perdão de dívida ao certo quanto dinheiro emprestaram à banca e qual o montante que esta irá pagar? Aprendamos que o gado em forma de contribuínte passivo, não tem preço.

The new age of Ayn Rand?

The new age of Ayn Rand: how she won over Trump and Silicon Valley

As they plough through their GCSE revision, UK students planning to take politics A-level in the autumn can comfort themselves with this thought: come September, they will be studying one thinker who does not belong in the dusty archives of ancient political theory but is achingly on trend. For the curriculum includes a new addition: the work of Ayn Rand.

It is a timely decision because Rand, who died in 1982 and was alternately ridiculed and revered throughout her lifetime, is having a moment. Long the poster girl of a particularly hardcore brand of free-market fundamentalism – the advocate of a philosophy she called “the virtue of selfishness” – Rand has always had acolytes in the conservative political classes. The Republican speaker of the US House of Representatives, Paul Ryan, is so committed a Randian, he was famous for giving every new member of his staff a copy of Rand’s gargantuan novel, Atlas Shrugged (along with Freidrich Hayek’s Road to Serfdom). The story, oft-repeated, that his colleague in the US Senate, Rand Paul, owes his first name to his father Ron’s adulation of Ayn (it rhymes with “mine”) turns out to be apocryphal, but Paul describes himself as a fan all the same.

Not to be left out, Britain’s small-staters have devised their own ways of worshipping at the shrine of Ayn. Communities secretary Sajid Javid reads the courtroom scene in Rand’s The Fountainhead twice a year and has done so throughout his adult life. As a student, he read that bit aloud to the woman who is now his wife, though the exercise proved to be a one-off. As Javid recently confessed to the Spectator, she told him that if he tried that again, he would get dumped. Meanwhile, Daniel Hannan, the Tory MEP many see as the intellectual architect of Brexit, keeps a photograph of Rand on his Brussels desk.

So the devotion of Toryboys, in both their UK and US incarnations, is not new. But Rand’s philosophy of rugged, uncompromising individualism – of contempt for both the state and the lazy, conformist world of the corporate boardroom — now has a follower in the White House. What is more, there is a new legion of devotees, one whose influence over our daily lives dwarfs that of most politicians. They are the titans of tech.

Continue reading “The new age of Ayn Rand?”

Trumpices e putinismos

Os EUA atacaram com 59 mísseis Tomahawk a base aérea síria de al-Shayrat, localizada perto da cidade de Homs como resposta ao uso de armas químicas em Idlib. Para lá dos aspectos militares, o ataque norte-americano representa uma enorme mudança da política da Administração Trump, facto que irritou o Primeiro-Ministro russo e que terá dado novos contornos à curvatura da espinha dos trumpistas portugueses.

“That’s it. The last remaining election fog has lifted. Instead of an overworked statement about a joint fight against the biggest enemy, Isis (the Islamic State), the Trump administration proved that it will fiercely fight the legitimate Syrian government, in a tough contradiction with international law and without UN approval, in violation of its own procedures stipulating that the Congress must first be notified of any military operation unrelated to aggression against the US. On the verge of a military clash with Russia. (…)

Lidas as palavras de Dmitry Medvedev, fica uma vez mais demonstrado que as guerras da santa mãe Rússia contra a Geórgia e a Ucrânia respeitaram e respeitam na íntegra as aprovações da ONU e demais códigos legais e de conduta internacionais.

 

 

Salvem os cardumes do Mar Morto, Jeremy Corbyn e o ódio a Israel

Mar Morto, fotografado por David Shankbone (Wikipedia)

Se pensa que a  salinidade extrema do Mar Morto impede o desenvolvimento de vida  pescável nas suas águas, está enganado. A petição intitulada Stop Israeli apartheid against Dead Sea fishermen – make Israel give them a fair deal, dirigida ao chefe dos socialistas britânicos, prova a existência de uma invejável existência de cardumes. E de passagem um sintomático e hilariante ódio a Israel.

#SaveTheDeadSeaFish #SaveJeremyCorbyn

Hayek taught us humility

Excelente artigo de Philip Booth: Hayek was not a conservative. But conservatives should be Hayekians

We often hear Conservatives such as Dan Hannan praise the UK system of common law. Such praise is due. Unfortunately, the recent move away from common law principles has been so dramatic that reclaiming the ground may prove impossible – though it is still a battle worth fighting.

Especially since the 1980s (ironically under Mrs. Thatcher), there has been a replacement of both common law and primary statute law principles by the use of secondary legislation and statutory bodies producing regulation at will. These are exactly the sort of trends Hayek thought dangerous.

Common law involves judges applying established legal principles to new situations as they arise. The judge does not invent the law, of course, but applies accepted legal principles to new cases. This has been replaced by bodies of ‘experts’ who believe they know in advance, and in extraordinary detail, what rules and regulations will better our lives.

(…)

There is much more that could be discussed. What would Hayek have thought of the ‘Big Society’? What would have been his attitude to Brexit? But each one of the above points is relevant to the future direction of the country. The implications of Hayek’s thought are rich, but the starting point is simple. As Hayek put it: “The curious task of economics is to demonstrate to men how little they really know about what they imagine they can design.”

Hayek taught us humility. We should continually remind politicians, church leaders, and economists that the one thing that we do know is how much we don’t know.

Sobre a tradição do “consenso” em Portugal

O consenso. Por Vasco Pulido Valente.

Nem sempre se chamou consenso. Teve vários nomes: conciliação, partilha, fusão, pastel, marmelada, amalgação, convivência, juste milieu, regeneração e união nacional (muito antes do Estado Novo). E conduziu invariavelmente às piores catástrofes, quando não conduziu ao longo monopólio do poder de um único partido.

Compreender o putinismo LXV

O putativo agente da CIA.

Algumas horas após o atentado terrorista que teve lugar em São Petesburgo, está encontrado o culpado: a CIA.  Não entendo a razão de existir da interrogação do mítico Pravda.

CIA engaged in St. Petersburg terror act?