Letter to My Younger Self – Edison Cavani

Letter to My Younger Self. Por Edison Cavani.

What you have right now, at nine years old, is something that I miss very much at 31 years old.

You don’t have a hot shower. You don’t have a dollar in your pocket. Man, you don’t even have cool hair yet.

But you have something else. Something that does not have a price.

You have your freedom.

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Licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais – IEP-UCP

Apresentação Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa

Está em curso a 1ª fase de candidaturas à melhor Licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais em Portugal – a do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa, em Lisboa.

O concurso aos cursos da UCP é local, pelo que a opção “Universidade Católica Portuguesa” não está incluída no concurso nacional, devendo a candidatura ser feita directamente junto da UCP.

Leitura complementar: The U.S. Declaration Of Independence: Its Foundations As Key For Better U.S.-European Understanding.

IEP-UCP na Forbes

Alex Chafuen, na Forbes, sobre patriotismo e cosmopolitanismo num artigo inspirado pelo Estoril Political Forum, organizado pelo Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa: The U.S. Declaration Of Independence: Its Foundations As Key For Better U.S.-European Understanding. Por Alejandro Chafuen.

At most programs I attend in Western Europe there is a lack of diversity. There is adequate country representation but scant ideological differences among speakers. Conspicuously absent are views from most free-market think tanks of the United Kingdom or the United States. An important exception to this takes place at the Estoril Political Forum, which is currently the largest political studies meeting in Portugal.

Jordan Peterson vs. “Social Justice Warriors”

Stossel: Jordan Peterson vs. “Social Justice Warriors”

Liberdade separatista

A Catalunha transformou-se, por magia, num paraíso libertário. Na Catalunha, os separatistas não apreciam a obra de Cervantes e não aprovam a realização de uma iniciativa política do Ciudadanos.

 

Maio de 68

Maio de 68: um nada que gerou alguma coisa. Por Miguel Morgado.

Muita apologia da originalidade e da espontaneidade, mas dos lugares-comuns do marxismo ninguém estava disposto a prescindir, e isso colocava limites ao que se podia dizer sobre a economia e a sociedade. Em grande medida, a sujeição intelectual ao marxismo que ainda persistia em 68 circunscreveu as possibilidades do movimento dos estudantes. Havia coisas que, apesar de tudo, eram mesmo proibidas. Poucos anos mais tarde, em meados da década de 70, e nalguma medida e paradoxalmente devido ao choque de Maio, o marxismo estaria intelectualmente morto em França, e devidamente enterrado por alguns dos intelectuais que nasceram com Maio ou com outros que o admiraram, como Michel Foucault.

Não deixa de ser irónico que um movimento tão contestário do legado da “civilização ocidental” tivesse como efeito mais expressivo a radicalização – dir-se-ia até caricatural – do projecto especificamente moderno dessa mesma “civilização ocidental”.

Conferência: RBI – Rendimento Básico Incondicional – Univ. Lusófona, 24 de Maio

Na próxima Quinta-feira, dia 24 de Maio, a partir das 17 horas estarei no primeiro painel desta conferência sobre RBI na Universidade Lusófona, em Lisboa. Mais informações aqui.

Pode haver argumentos a favor da eutanásia, mas o da liberdade não é um deles

Eutanásia (II). Por Adolfo Mesquita Nunes.

Pode haver argumentos a favor da eutanásia, mas o da liberdade não é um deles, precisamente porque mesmo os mais fervorosos adeptos públicos da eutanásia consideram que ela tem de ser limitada, que nem todos podem aceder a ela em todas as circunstâncias.

Mas não há, não devia haver, essa liberdade de decidir pôr termo à nossa vida? Como pode um liberal não aceitar essa derradeira liberdade, sem limitações, radical?

Essa é uma questão dilemática, complicadíssima, a que a sociedade ocidental, inspirada em princípios liberais, tem respondido com a descriminalização do suicídio de forma tentada, defendendo ativamente que ninguém pode ser penalizado por se tentar matar, respeitando essa vontade e impedindo a estigmatização de quem tenta, ou dos herdeiros de quem o logra. Trata-se de um respeito, que em nada se confunde com incentivo, que se inspira precisamente nessa liberdade derradeira que não podemos eliminar.

O que distingue a eutanásia do suicídio, então?

A eutanásia não pressupõe apenas que alguém peça para ser morto, pressupõe que alguém, ou um sistema, tenha a obrigação, o dever, de dar seguimento a esse pedido, de matar. Ao contrário do suicídio, a eutanásia não é uma liberdade individual apenas, é uma imposição perante terceiros, perante o Estado, cria um dever de matar se reunidos determinados requisitos.

The ‘Intellectual Dark Web’

I Was Liberated by the ‘Intellectual Dark Web’. Por Max Diamond.

Some, like Weiss, worry that we are now living in a culture “where there are no gatekeepers at all”—where there are no longer people who are clearly beyond the pale and who ought not to be given a platform. Weiss criticizes the intellectual dark web for not acting as gatekeepers and drawing such boundaries. But hoping that other people take the burden of drawing intellectual boundaries takes that responsibility off of the individual. The point of becoming educated is to become intellectually free: capable oneself of judging a Jordan Peterson from a Milo Yiannopoulos from a Jared Taylor, and more simply, of distinguishing a well-evidenced and well-reasoned idea from a bad one. The intellectual dark web influenced me less in regard to specific propositions and far more in my ability to reflect upon my own assumptions. That is, these thinkers have helped me become educated so that I can decide for myself what is reasonable without the aid of “guardians”—whether professors, mainstream journalists, college students, or Paul Krugman. When college protesters silence speakers, the concern is not they have the drawn boundary of reasonable speech too thin, but rather that they are undermining individuals’ ability to become educated: to learn, and to decide for themselves what are reasonable and unreasonable ideas.

O retrato de Pedro Arroja

Validado pelo próprio: o retrato. Por Pedro Arroja.

“Using Voter-choice Modeling to Plan Final Campaigns in Runoff Elections” – 10 de Maio em Lisboa

Na próxima, Quinta-feira, dia 10 de Maio, mais um seminário da Arrow Workshop Series, uma iniciativa conjunta do CIEP e do CUBE da Universidade Católica Portuguesa.

Suarez, Hobbes e a noção de contrato social

Suarez, Hobbes (and Master Mo), and Two Kinds of Social Contract

Open letter to protest Mr. Trump’s proposed tariffs

Uma excelente e muito importante iniciativa: Open Letter to Ph.D. Economists on Tariffs. Por Walter E. Block.

I am writing to you in behalf of a committee organizing an open letter to protest Mr. Trump’s proposed tariffs on steel and aluminum, in particular and his protectionist policies in general. The committee consists of me, Walter Block, Loyola University New Orleans, Deirdre McCloskey, Emerita, University of Illinois at Chicago, Michael Munger, Duke University and Vernon Smith, Chapman University (Nobel Prize in Economics, 2002).

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“A Educação em Portugal” – Alexandre Homem Cristo, IEP-UCP, 2 de Maio

“A Educação em Portugal” por Alexandre Homem Cristo
02 Maio | 18h30-20h00
Sala de Exposições – Piso 2 Edf. BJPII

Na vida precisamos de conta-passos…

Um excelente artigo de Nuno Crato: O meu Conta-Passos.

Ao contrário dos românticos, que pensam que ter vontade e trabalhar ou estudar com gosto é o que basta para progredir, a psicologia e a gestão mostram que a avaliação é fundamental para o progresso.

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Open Day IEP – 18 de Abril

The precipitous decline in deaths from interpersonal violence in the USA

More Americans Are Dying From Suicide, Drug Use And Diarrhea

Americans are dying in different ways than they used to. As of 2014, more were dying from drug use than in years past, even as deaths from alcohol had largely remained unchanged. Deaths resulting from interpersonal violence were on the decline, but fluctuations (and a recent increase) in deaths from suicide meant that violence was still a relatively common cause of death.

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Síria: a verdade luminosa e a verdade embriagada

Fonte fidedigna (como nenhuma outra, sublinhe-se) assegura-me e aos povos que ontem, na Síria “as luzes da noite foram os 93% de mísseis derrubados”. Os crentes dariam graças, com a ajuda da força das orações. O pragmático detentor da verdade, ao som de um hino pimba nacionalista em louvor a Assad, Putin e aos teólogos iranianos, revela que quem ” espalhou o caos entre os enxames de mísseis violadores do Direito Internacional e do sono dos povos” foi um tal de “anjo da guarda das nações pobres” o  Pantsir-S1, a arma de defesa anti-aérea russa.
Graças a Eles, o “ataque americano (foi) reduzido ao ridículo pela defesa anti-aérea russa e síria. Acabou o tempo dos bombardeamentos impunes. O povo sírio de parabéns.”
Falta mesmo pouco para o regresso eminente da paz que teima em fazer-nos esperar por dias gloriosos e ordeiros, já lá vão sete anos.

Compreender o putinismo LXXXV

Estão finalmente explicados os fenómenos da santidade e do excepcionalismo  russo.

No que toca à santidade – algo que pode ser alterado a qualquer momento, assim queira o chefe Putin -, para além da verborreia propagandística, a Santa Mãe Rússia opta por nada fazer acerca do segundo ataque militar aliado (EUA, Reino Unido e França) durante a administração Trump à Síria, país que se encontra em guerra há sete anos.

A grande novidade no que toca ao ponto central do excepcionalismo russo é que os russos sob a sábia direcção de Vladimir Putin  possuem, em regime de exclusividade para o planeta Terra, a capacidade sobre-humana de ir e regressar do futuro.

A prova, imune a fake news, para os cépticos:

(…) Russian Foreign Minister Sergei Lavrov said citing data from the Swiss laboratory that the BZ toxin was used in the poisoning of the Skripals, adding that the chemical has been in the possession of the US and the UK, but has never been produced in Russia. Specialists from the laboratory finished examining the samples on April 27.(…)

Pedófilos na creche, Síria na ONU

Não virá grande mal ao mundo nem à ONU (vénia ao engenheiro Guterres), a Síria, um país com uma história, um presente e um futuro tão ricos quanto pacíficos contribuir para o desarmamento químico e nuclear do Planeta.

Syria to chair UN disarmament forum on chemical & nuclear weapons

Liberalismo iliberal, populismo e nacionalismo

Recusando o tribalismo. Por João Carlos Espada.

Muito diferente desta ideia de “viver e deixar viver” é a ideia de um certo liberalismo iliberal — que John Gray designa, na esteira de Raymond Aron, como “religião secular”. Este liberalismo iliberal entende a liberdade como conformidade com um modo de vida “correctamente liberal”. Este seria o modo de vida radicalmente autónomo, “libertado” de todo e qualquer vínculo particular — à comunidade local, à religião, à nação, a regras de conduta tradicionais (e, seguramente também, a normas clássicas de cortesia e de vestuário).

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A esquerda “anti-fascista” e o fascismo

A esquerda “anti-fascista” tem muito em comum com os fascistas originais. Por Antony Muller.

No final, comunismo, socialismo, nazismo e fascismo são rótulos que se unem sob o estandarte do anti-capitalismo e do anti-liberalismo. São contra o indivíduo, contra a propriedade privada, e contra a liberdade empreendedorial.

Seminário “A evolução da família portuguesa”, por Manuel Braga da Cruz

Seminário Adérito Sedas Nunes “A evolução da família portuguesa”, por Manuel Braga da Cruz.
11 Abril | 18h30-20h00
Sala de Exposições – Piso 2 Edf. BJPII – Universidade Católica Portuguesa

Jordan Peterson on Donald Trump’s IQ

Jordan Peterson on Trump’s Intelligence

Não somos todos marxistas

Não somos todos marxistas. Por João Carlos Espada.

Ao contrário do que costuma ser dito sobre Marx, o que é distintivo da sua doutrina não é o impulso moral de indignação perante a pobreza das classes trabalhadoras. Esse impulso moral existiu em vastos movimentos sociais não marxistas e anti-marxistas, vários aliás de forte inspiração cristã. (…) O que foi distintivo do marxismo foi a atribuição de um carácter alegadamente científico à teoria da luta de classes. Marx reclamou ter descoberto as leis do desenvolvimento histórico, à semelhança das leis do desenvolvimento da natureza orgânica conjecturadas por Darwin. O marxismo seria por isso uma “doutrina científica” que explicava toda a história da humanidade com base em leis inexoráveis. Daí decorria que o socialismo e o comunismo sucederiam inexoravelmente ao capitalismo, da mesma forma que este sucedera inexoravelmente ao feudalismo, como este sucedera ao regime esclavagista e este, por sua vez, sucedera ao “comunismo primitivo”.

As Crises Económica e Política à Luz da Escola Austríaca de Economia – 4 de Abril no Porto

Para quem esteja pelo Porto no próximo dia 4 de Abril, uma oportunidade a não perder para ouvir o Professor Ubiratan Iorio, Professor da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) e Diretor Académico do Instituto Mises Brasil.

Mais informações aqui.

O memorando da troika e o Tribunal Constitucional

Uma linha de argumentação discutível, mas interessante: Um erro histórico? Por Francisco Pereira Coutinho e Teresa Violante.

Se o memorando da troika é direito da União Europeia vinculativo – como o próprio Tribunal Constitucional assumiu –, então este não podia decidir sobre a constitucionalidade das medidas nele previstas

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Public Policy and Public Finance Summer Course – London

Depois da experiência bem sucedida do ano passado, na segunda metade de Julho e primeiros dias de Agosto terá lugar na St Mary’s University, em Londres, o Public Policy and Public Finance Summer Course que desenhei e dirijo conjuntamente com Philip Booth.

O curso faz parte de uma parceria de St. Mary’s com a Universidade de Warwick e terá lugar no campus da SMU em Strawberry Hill, no Sul de Londres.

Entre os oradores convidados incluem-se o Chief Economist do Bank of England, Andy Haldane, a ex-Ministra britânica Ruth Kelly e Chris Snowdon e Stephen Davies do Institute of Economic Affairs. O programa académico inclui ainda visitas ao Bank of England e às Houses of Parliament.

Mais informação disponível aqui: Public Policy and Public Finance Summer Course.

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“Porquê a Teologia? Na universidade e espaço público”, 19 de Março na UCP

“O Estado Providência em Portugal”, 14 de Março, IEP-UCP

Uma excelente oportunidade para ouvir Miguel Gouveia, um dos melhores especialistas nacionais neste tema.