Assim se vê a força do PC

Durante o dia, o Povo Venezuelano sai às ruas para agradecer a solidariedade do socialismo. Foto: EFE,
Durante o dia, o Povo Venezuelano agradece a solidariedade do socialismo.  Foto: EFE.

No meio do caos socialista, os comunistas portugueses na “Jornada Mundial de Solidariedade com a Venezuela” –  reafirmam o ” apoio à luta do povo venezuelano” e exigem “o fim das ameaças e ingerências externas.”

A solidariedade internacional do PCP já está a dar frutos e o sonho marxista de acabar com o capitalismo foi uma vez mais alcançado: a Venezuela não tem dinheiro suficiente para imprimir notas.

De regresso à realidade, o Povo venezuelano sai para a rua para festejar o apagão diário a que têm direito, apesar da capital Caracas permanecer sem essa conquista social que cobre 75 por cento do país.

Erdogan é paz e amor

erdogan

Se ouvir alguém a insultar o Presidente turco, só tem de reportar os factos ao consulado turco na Holanda.

We ask urgently for the names and written comments of people who have given derogatory, disparaging, hateful and defamatory statements against the Turkish president, Turkey and Turkish society in general.

A fuga do paraíso cubano

AP Photo/Hans Deryk
AP Photo/Hans Deryk

E em números crescentes.

De forma surpreendente, o destino de quem escolhe escapar ao paraíso comunista não é a Venezuela nem a Festa do Avante.

Leitura complementar: Cuba jovem e revolucionáriaA homenagem da geringonça ao ditador Hugo Chávez.

Cuba jovem e revolucionária

Castrojovem

O Presidente de Cuba tem 84 anos. Raúl Castro anuncia que irá deixar o cargo em 2018 e sugere que os líderes do abençoado Partido Comunista Cubano sejam sub-70.  Graças a um curto período de transicão sugerido por si mesmo, Raúl Castro irá permanecer como Presidente daquela organização mafiosa por mais cinco anos.

Entretanto, o facínora mais velho, fo apanhado a falar com o coronel Chávez na Amadora.

Não sei se Cuba aguentará tanto sangue novo e mudanças tão abruptas.

A geringonça dá nov@s mund@s a@ mund@

EduCabrita

Depois da geringonça mudar  o nome do cartão de cidadão, o próximo passo é acabar de vez com o opressor nome da Carta dos Direitos do Homem.

Compreender o putinismo XL

crimeiaescocia

Pacificação final do referendo na Crimeia.

One of Russia’s most senior law enforcement officials has said that dismissing thnder which Crimea joined Russia should be a crime equal to extremism.

Crimea was controversially annexed from the territory of Ukraine in 2014 as well-armed, but unmarked, fighters who appeared to be Russian special operations forces seized government buildings. Pro-Russian authorities then set up an internationally unrecognized referendum in Crimea on joining Russia, after which the region was incorporated into the Russian Federation.

According to Alexander Bastrykin, head of Russia’s Investigative Committee, questioning the legitimacy of the referendum should be considered “extremist activity” for “falsifying reports of historical events and facts.”

Leitura complementar: Compreender o putinismo XVI.

Mais depressa se apanha um Centeno que um coxo

Centendo beiço

PSD: Mário Centeno mentiu na comissão de inquérito ao Banif

PSD apresenta um email do BCE que contradiz as declarações do ministro das Finanças na comissão de inquérito. Centeno terá pedido ao BCE para persuadir Bruxelas a aceitar proposta do Santander.

A homenagem da geringonça ao ditador Hugo Chávez

chacezamadora
Alfragide faz História. O momento glorioso da profunda união e irmandade que une os povos de Portugal e da Venezuela nas pessoas da Presidente da Câmara Municipal da Amadora, Carla Tavares e do Embaixador venezuelano.

Um dia antes da útil inauguração da estação de metro na Reboleira (temos de aprender a viver sem carro) que liga os comboios da linha de Sintra à rede de Metro, a Câmara Municipal da Amadora, descerrou a placa toponímica Praça Hugo Chávez, na freguesia de Alfragide. A cerimónia que animou os admiradores de ditaduras populares -mesmo os mais adormecidos-, foi abrilhantada pelo senhor Embaixador da Venezuela em Portugal, o General en Jefe Lucas Rincón Romero.

O ditador imortalizado na placa de Alfragide levou à miséria o seu país regressou em espírito a Portugal e calou os pessimistas que o apontam como o responsável máximo pela falência de um país rico em petróleo, onde se deixou de trabalhar às Sextas para poupar energia, em que os supermercados oferecem prateleiras vazias a quem os visita – vencidas as enorme bichas – e onde a inflacção galopa alegre e a bom ritmo para os quatro digitos.
A sua herança é, sublinhe-se,  a todos os níveis, memorável: perseguição e existência de presos políticos, golpes progressistas, marcação cerrada e fecho dos media que ousam noticiar a realidade. Em jeito de conclusão: este enviado do socialismo merece todas as homenagens de quem não tem vergonha alguma.

Cabala atlântica

lulas

Sócrates diz que o seu processo e o de Lula visaram impedir candidaturas presidenciais.

Compreender o putinismo XXXIX

fururo

Passa pelo entendimento do que é a verdadeira inovação. É preciso um meio de comunicação ao serviço do estado, das pme’s russas e do povo russo que noticie o desenvolvimento por parte do Ministério do Desenvolvimento Económico de uma plataforma de e- commerce, sugerida pelo eterno Presidente Putin em Dezembro passado. Agora entendo as mais justas pessoas (de liberais puros a comunistas mais ou menos disfarçados) que defendem os esquemas a visão progressista de Vladimir Putin y sus muchachos.

Bloggar continua a fazer mal à saúde

Samad

Secular activist who criticised Islamism killed in Dhaka

Nazimuddin Samad, whose family live in London, was hacked to death by at least four assailants after posting on Facebook

Samad foi a décima pessoa a ser assassinada no Banglandesh por expressar opiniões nas redes sociais.
Recordo o que escrevi no ano passado, a propósito das ameaças dos moderados  iranianos à feira do livro de Frankfurt:
Salman Rushdie foi condenado à morte por ofender o Islão. A gota de água que fez em 1989 Sayyid Ruhollah Musavi Khomeini “soltar” a fatwa condenatória foi o livro Versículos Satânicos. Nela, o responsável iraniano convidava todos os muçulmanos devotos a executar Salman Rushdie como exemplo para quem se atreve a insultar o Islão. O convite estava lançado. Quem se atreve a insultar o Islão, sabe com o que conta.
Salman Rushdie é obrigado a viver sob protecção policial. Passados todos estes anos os intelectuais mais pacifistas continuam a encontrar “razões” que levam à “compreensão” da fatwa que condenou à morte Salman Rushdie mais os seus editores e tradutores. Por certo, partilharão o repúdio  demonstrado pelo ministro iraniano.

Geringonça offshore

geringonca

BE, PCP e PEV exigem fim do “offshore” da Madeira, PS rejeita “pedidos inexequíveis”.

 

Leitura recomendada

Escritora saudita questiona como reagiriam muçulmanos se terroristas cristãos se fizessem explodir no meio deles.

A autora é Nadine Al-Budair, saudita. A tradução é de Romeu Monteiro.

(…) “Imaginem um jovem ocidental a vir aqui e a levar a cabo uma missão suicida numa das nossas praças públicas em nome da Cruz. Imaginem que dois arranha-céus haviam colapsado numa capital árabe, e que um grupo extremista cristão, vestindo roupas do milénio passado, haviam assumido responsabilidade pelo evento enquanto destacavam a sua determinação em ressuscitar ensinamentos cristãos ou decisões cristãs, de acordo com a sua percepção, para viver como no tempo [de Jesus] e dos discípulos, e para implementar certos edictos de teólogos cristãos…

“Imaginem ouvir as vozes dos monges e dos padres nas igrejas e lugares de oração, dentro e fora do Mundo Árabe, gritando em altifalantes e fazendo acusações contra muçulmanos, chamando-os de infiéis, e cantando: ‘Deus, elimina os muçulmanos e derrota-os a todos.’

“Imaginem que havíamos oferecido a um número incontável de grupos de estrangeiros vistos de turismo e residência, cartões de identidade, cidadania, bons empregos, educação gratuita, cuidados de saúde modernos gratuitos, segurança social, e por aí fora, e depois disso um membro de um desses grupos surgia, consumido por ódio e por sede de sangue, e matava os nossos filhos nas nossas ruas, nos nossos prédios, nos escritórios dos nossos jornais, nas nossas mesquitas e nas nossas escolas. (…)

ADSE: alargamento ou fim ?

Pelo alargamento da ADSE. Por Mário Amorim Lopes.

Leitura complementar: ADSE para todos; A ADSE e o princípio da igualdade.

Compreender o putinismo XXXVIII

AP Photo/Alexander Zemlianichenko
AP Photo/Alexander Zemlianichenko

Vladimir Putin disse basta à opressão das agências de rating que como sabemos se encontram ao serviço das potências estrangeiras que desejam o mal à Santa Mãe Rússia e decide criar a sua própria agência de rating. Não sei como ninguém da geringonça imita o pequeno czar.

Reunião no Brasil

Reunião de emergência, pelo pessoal da Porta dos Fundos. A reunião teve lugar em 27 de Junho de 2013. Como é claro, não tem nada a ver com o PT e restantes Metralhas associados.

O mensalão segundo Snowden

Mais de 100 mil dólares são mensalmente depositados numa conta bancária em Nassau.
Mais de 100 mil dólares são mensalmente depositados numa conta bancária em Nassau.

Bin Laden vive nas Bahamas com pensão completa, paga pela CIA, afirma Edward Snowden. O material proveniente do Afeganistão continua a provocar os efeitos procurados.

Compreender o putinismo XXXVII

VladPutin

Coisas que acontecem naturalmente.

Another Defector Dead in Washington

A former member of Putin’s inner circle has died violently and mysteriously in our nation’s capital

Ética segundo Lula da Silva

LulaSócrates

Vale e Azevedo aceita ser Ministro e por mero acaso alcança a desejada imunidade judicial.

A ADSE em debate na RTP3

Mais logo, pelas 21:00, participarei num debate sobre a sustentabilidade e futuro da ADSE na RTP3, com Álvaro Almeida, da Faculdade de Economia do Porto, e José Abraão, secretário geral do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública. A moderação estará a cargo de José Rodrigues dos Santos.

Garry Kasparov e o autoritarismo

TrumpPutin

Depois do socialsmo de Sanders, Kasparov escreve sobre o autoritarismo de Donald Trump e Putin.

Putin and Trump share an authoritarian spirit

(…) I resist most comparisons between Trump and Putin for one simple reason: power. Putin has it and Trump does not. When comedian Louis CK called Trump “Hitler in the 1920s” last week it echoed my labeling of Putin as “Hitler in the 1930s.” Of course Putin isn’t Hitler and Trump isn’t Putin, but this doesn’t mean we shouldn’t pay very close attention to anyone who sounds like Donald Trump, especially when he’s leading the Republican primary. We want to learn from history instead of repeating past mistakes.

Trump doesn’t talk much about policy and is incoherent when he does. This makes it difficult for the pundits to make useful policy contrasts with the other candidates. This is by design. When Trump’s lies and flip-flops are pointed out, he presses on twice as loudly as before. What Trump does talk about relentlessly, instead of policy, are simple words with positive connotations. “Strength”, “power,” “greatness”, “energy”, “winning”, “huge”, “amazing.” Trump delivers these words, over and over, with the bravura of a carnival barker and the righteous anger of the oppressed, the trademark combination of the populist demagogue.

Trump also refers regularly to how he will demolish any and all critics and obstacles, from entire nations like Mexico to elected officials like Speaker Paul Ryan. He doesn’t talk about boring things like legality or procedure or how any of these threats and promises will be carried out. Before anyone can even ask, he’s on to the next audacious claim. “It will be taken care of!” “He’d better watch out!” “We’ll take the oil!” “They’ll pay for it all!” “It will be amazing!” Bold, decisive, fact-free, impossible, who cares? His followers love it.

I resist most comparisons between Trump and Putin for one simple reason: power. Putin has it and Trump does not. When comedian Louis CK called Trump “Hitler in the 1920s” last week it echoed my labeling of Putin as “Hitler in the 1930s.” Of course Putin isn’t Hitler and Trump isn’t Putin, but this doesn’t mean we shouldn’t pay very close attention to anyone who sounds like Donald Trump, especially when he’s leading the Republican primary. We want to learn from history instead of repeating past mistakes.

Trump doesn’t talk much about policy and is incoherent when he does. This makes it difficult for the pundits to make useful policy contrasts with the other candidates. This is by design. When Trump’s lies and flip-flops are pointed out, he presses on twice as loudly as before. What Trump does talk about relentlessly, instead of policy, are simple words with positive connotations. “Strength”, “power,” “greatness”, “energy”, “winning”, “huge”, “amazing.” Trump delivers these words, over and over, with the bravura of a carnival barker and the righteous anger of the oppressed, the trademark combination of the populist demagogue.

Trump also refers regularly to how he will demolish any and all critics and obstacles, from entire nations like Mexico to elected officials like Speaker Paul Ryan. He doesn’t talk about boring things like legality or procedure or how any of these threats and promises will be carried out. Before anyone can even ask, he’s on to the next audacious claim. “It will be taken care of!” “He’d better watch out!” “We’ll take the oil!” “They’ll pay for it all!” “It will be amazing!” Bold, decisive, fact-free, impossible, who cares? His followers love it.

All of these rhetorical habits are quite familiar to me and to anyone who has listened to Russian media—all state controlled—in the past decade. The repetition of the same themes of fear and hatred and racism, of victimhood, of a country beset by internal and external enemies, of how those enemies will be destroyed, of a return to national glory. How the Dear Leader apologizing or admitting error shows weakness and must never be done. Inspiring anger and hatred and then disavowing responsibility when violence occurs. It’s a match. As is the fixation with a leader’s personal strength and weakness, intentionally conflated with national strength and weakness.

There lies the clearest and most dangerous similarity between Trump and Putin: the authoritarian instinct, the veneration of power over the values that direct it. Trump has repeatedly praised not just Putin himself for his “strength,” but other tyrants as well. In 1990, in an interview with Playboy, Trump criticized Mikhail Gorbachev for not having a “firm enough hand” and spoke with admiration for the Chinese government’s massacre of protesters in Tiananmen Square. (…)

Americans cannot say they didn’t know. Trump has appeared in eleven debates during this campaign (eleven more than Putin has participated in during his entire life). Many Americans are fearful and angry today, unsatisfied with the weak excuses and vague proposals provided by their establishment politicians. Audacious plans and unorthodox candidates are attractive under these conditions, no matter how utopian or menacing their proposals are. This is how ideologies like socialism and fascism gain traction in democracies. But burning it all down isn’t any more of an answer than putting the government in charge of everything. And if you think liberals like big government, just wait until you see an authoritarian! Trump’s first war would be on the Bill of Rights. (…)

 

A vanguarda na Inspecção do Trabalho

Inspecção do Trabalho quer usar drones para localizar trabalhadores.

Via leitor André Miguel.

Compreender o putinismo XXXVI

VPutin

Vladimir Putin declara que os objectivos da Rússia na Síria foram atingidos. A acreditar no maior defensor dos cristãos do Médio Oriente e arredores, o Estado Islâmico foi destruído pelos Mig’s e mísseis russos. Agora os soldados russos podem reclamar o merecido descanso na Ucrânia Crimeia. Parece que o dinheiro continua a fazer falta e o gigante russo não aguenta duas guerras.

Entrou Lula, saiu polvo III

LulaSócrates

Brasil. Pedida prisão preventiva de Lula da Silva.

Ministério Público brasileiro pede prisão preventiva de Lula devido às investigações no tríplex de Guarajá. Este caso soma-se às alegadas ligações ao esquema de corrupção da Petrobras.

Leituras complementares: Entrou Lula, saiu polvoEntrou Lula, saiu polvo II.

Garry Kasparov e o socialismo de Bernie Sanders

Hey, Bernie, Don’t Lecture Me About Socialism. I Lived Through It, por Garry Kasparov.

(…) My goal was to remind people that Americans talking about socialism in the 21st century was a luxury paid for by the successes of capitalism in the 20th. And that while inequality is a huge problem, the best way to increase everyone’s share of pie is to make the pie bigger, not to dismantle the bakery. Much to my surprise, my little rant went viral, as the saying goes. Instead of the usual few hundred Facebook shares, this paragraph quickly reached tens of thousands. By the next morning it had reached several million people, more than any of the day’s political posts by the leading candidates. A week later and it has over 3000 comments, 57,000 shares, and a 9.3 million reach that is in the category usually reserved for photos of pop stars and kitten videos. (…)

My conclusion that “the idea that the solution [to inequality] is more government, more regulation, more debt, and less risk is dangerously absurd” apparently had great resonance, and I think I know why. There is a growing consensus that America has deep troubles, and no one can agree on solutions. Everyone agrees that Washington should change, and some want the government to do much more while others want it to do much less. Many of the traditional economic numbers say that America is doing fine, and yet polls say that Americans—especially Sanders supporters—are angry about the present and fearful about the future.

I often talk about the need to restore a vision of America as a positive force in the world, a force for liberty and peace. The essential complement to this is having big positive dreams at home as well, of restoring America’s belief in ambition and risk, of innovation and exploration, of free markets and free people. America transformed the 20th century in its image with its unparalleled success. American technology created the modern world while American culture infused it and American values inspired it.

In recent decades that storyline has flipped. The tireless work ethic and spirit of risk-taking and sacrifice have slowly eroded. This complacency was accelerated by the end of the Cold War and it has proved very difficult to overcome in the absence of an existential enemy to compete with. The booming innovation engine of job creation has fallen behind the accelerating pace of technology that replaces workers. The result has been slower growth, stagnant wages, and the steady shift of wealth from labor to capital. In such situations many people turn to the government for help and the siren song of socialism grows louder. (…)

The problem is with the proposed solutions. A society that relies too heavily on redistributing wealth eventually runs out of wealth to redistribute. The historical record is clear. It’s capitalism that brought billions of people out of poverty in the 20th century. It’s socialism that enslaved them and impoverished them. Of course Senator Sanders does not want to turn America into a totalitarian state like the one I grew up in. But it’s a valuable example of the inevitable failure of a state-run economy and distribution system. (Check in on Venezuela for a more recent example.) Once you give power to the government it is nearly impossible to get it back, and it will be used in ways you cannot expect. (…)

The problem is with the proposed solutions. A society that relies too heavily on redistributing wealth eventually runs out of wealth to redistribute. The historical record is clear. It’s capitalism that brought billions of people out of poverty in the 20th century. It’s socialism that enslaved them and impoverished them. Of course Senator Sanders does not want to turn America into a totalitarian state like the one I grew up in. But it’s a valuable example of the inevitable failure of a state-run economy and distribution system. (Check in on Venezuela for a more recent example.) Once you give power to the government it is nearly impossible to get it back, and it will be used in ways you cannot expect. (…)

 

ADSE e liberdade de escolha na saúde

O meu artigo desta semana no Observador: A ADSE e o princípio da igualdade.

A herança da obra socialista de Hugo Chávez

Venezuela's President and presidential candidate Hugo Chavez speaks in the rain during his closing campaign rally in Caracas October 4, 2012. REUTERS/Jorge Silva (VENEZUELA - Tags: POLITICS ELECTIONS)
REUTERS/Jorge Silva

Nos próximos 10 dias a Venezuela irá homenagear Hugo Chávez, celebrando os três anos da sua morte.

O que escrevi no Facebook sobre  a herança da obra socialista que Hugo Chávez deixou, há também três anos, continua actual:

Chavez morreu, que descanse em paz onde quer que esteja. O que deixou enquanto cá esteve foi tornar a miséria e a violência como algo ao alcance de todos.

Ser geringonça é um modo de vida

galamba

Leio que o PS lamenta que ex-ministra tenha tratado caso na justiça britânica. Mas quem lamenta não sabe ler os contratos que os próprios correligionários assinaram? Até a hipocrisia e a falta de vergonha é em forma de geringoça.

Entrou Lula, saiu polvo II

socrateseLula
Uma obra fundamental para quem tem problemas com a justiça e demasiada confiança na impunidade.  O “autor” e quem escreveu o prefácio da obra artística.

Lula, você não está acima da lei! Mas o choro é livre! Por: Felipe Moura.

Levado para depor, ex-presidente enriqueceu às custas do petrolão, segundo MP

Entretanto, os camaradas de Lula estão dispostos a defender a democracia. É hora de defender nas ruas não lula — mas a democracia ameaçada.

 

Leitura compelmentar: Entrou Lula, saíu polvo.

Funcionários públicos também ficam na fila de espera?

No ano passado foi notícia de jornais e televisões (ex: SIC, com video) utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS) serem “obrigados” a pernoitar à porta de uma instituição privada, para, na manhã seguinte, conseguirem obter umas das poucas senhas disponíveis para realizar colonoscopia comparticipada.

É claro que no SNS também se faz aquele exame. Mas não têm suficientes recursos para responder, a tempo, a todos os que necessitam. E assim os portugueses sem possibilidades financeiras para subscrever um seguro de saúde vão ficando em lista de espera. Como poderão confirmar abaixo, são cidadãos de segunda.

Esta semana, depois de ter lido o artigo do AAAlves “ADSE para todos”, fiquei com a seguinte dúvida: os funcionários públicos também ficam à espera para fazer colonoscopias ou têm a liberdade de optar pelo serviço de inúmeros privados com acordo ADSE?

adse_fila_espera

Via o artigo referenciado acima também descobri que Joana Mortágua, deputada do Bloco de Esquerda, tem uma visão distorcida da ADSE  (meu destaque):

A abertura da ADSE a outras pessoas que não funcionários públicos (e respectivos familiares) “não faz sentido”, porque “estaria a alargar o acesso de utentes aos hospitais privados com prejuízo claro para o SNS“. Por isso, “a ADSE deve manter-se como um sistema fechado aos funcionários públicos e às suas famílias”.

Ora, se este é mesmo o pensamento político da deputada (e provavelmente do partido que representa!), ela não pode ficar por meias medidas. Se o objectivo é não haver “prejuízo claro para o SNS” então o Bloco de Esquerda – querendo ser consistente(!!!) – terá de defender o fim da ADSE. É que, através deste sistema, os funcionários públicos recorrem a serviços de saúde privados em detrimento do SNS…

Tentemos, por momentos, esquecer aquelas palavras pouco empáticas por quem está doente e fica numa lista de espera do SNS. Consideremos então o alargamento da ADSE a todos os portugueses (já há uma petição pública).

Abrir a ADSE ao resto da população aumenta ou diminui a carga fiscal dos contribuintes? O SNS terá de ser reduzido, privatizado e/ou reorganizado? As listas de espera serão drasticamente mitigadas? Seguros de saúde poderão melhor competir com e/ou substituir a ADSE? Existem, em outros países, sistemas similares que podem ser copiados ou assimilados? São todas perguntas válidas mas uma terá de ser respondida primeiro: porque não podemos nós usufruir da mesma liberdade de escolha que têm os funcionários públicos?

Leituras complementares:
“ADSE para todos”
“ADSE para todos – Assunção Cristas apoia”
Petição pelo alargamento do acesso à ADSE a todos os trabalhadores
“ADSE para todos – Moção de estratégia do CDS defende a ideia”
“A ADSE à luz do princípio da igualdade (2)”