Jordan Peterson vs. “Social Justice Warriors”

Stossel: Jordan Peterson vs. “Social Justice Warriors”

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Cuban infant mortality and longevity: health care or repression?

Cuban infant mortality and longevity: health care or repression? Por Gilbert Berdine, Vincent Geloso e Benjamin Powell.

Highlights

Cuban healthcare statistics are flawed.

The health achievements are in part the result of repressive methods.

The health achievements are in part the result of policies that are unrelated to health care provision.

Ongoing political changes in Cuba following Fidel Castro’s death offer an opportunity to evaluate his regime’s legacy with regards to health outcomes. The common assessment is that Cuba’s achievements in lowering infant mortality and increasing longevity are among the praiseworthy outcomes of the regime—a viewpoint reinforced by studies published in US medical journals (Campion and Morrissey 1993; Cooper and Kennelly, 2006)1 We argue that some of the praise is unjustified. Although Cuban health statistics appear strong, they overstate the achievements because of data manipulation. Moreover, their strength is not derived from the successful delivery of health care but rather from the particular repressive nature of the regime which comes at the expense of other populations.

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Liberdade separatista

A Catalunha transformou-se, por magia, num paraíso libertário. Na Catalunha, os separatistas não apreciam a obra de Cervantes e não aprovam a realização de uma iniciativa política do Ciudadanos.

 

“Não matem os velhinhos”

A resposta de Vera Guedes de Sousa, autora do cartaz “Por favor não matem os velhinhos”:

Eutanásia: um retrocesso civilizacional

Um deputado socialista que não vota a Eutanásia. Por Ascenso Simões.

A vida, essa coisa mágica, essa realidade filosófica que nunca terá uma resposta, razão, ou equação, foi o sinal que me levou a não sancionar a atual lei da Interrupção Voluntária da Gravidez e à consideração envergonhada de alguns, sobre este eu parlamentar, por um certo ultramontanismo. O limite para mim sempre foi o dos três registos que a minha leitura científica e filosófica também estabeleceu – violação, risco para a saúde da mãe, malformação do feto. Não importa regressar agora a este combate. Ele está hoje tão penetrado na nossa circunstância relativizada que já nem a mais conservadora Irlanda se mantém pertinaz.

Entramos nestes tempos na questão da morte assistida, ou na eutanásia, por economia de conceitos. Já acima referi a minha discordância e a minha circunstância de deputado socialista minoritário. Importa agora indicar as razões que já desenvolvi em circunstâncias diversas mas que as mais recentes opiniões publicadas me compelem a recolocar.

Tenho para mim que é dever dos poderes públicos a preservação da vida, não a conjugação das autorizações para a sua eliminação. A ciência, como atrás referi, dá-nos, a cada dia, surpreendentes notícias, concede-nos um campo de novas oportunidades que deveremos assumir. Para mim, o Parlamento não pode conceder que esta seja uma matéria de reserva de cada um, e o sinal de que se pode “matar” não é um avanço, mas sim um retrocesso civilizacional.

A eutanásia e a imposição da “cultura de morte” aos mais vulneráveis

A factura da fractura. Por P. Miguel Gonçalves Ferreira sj.

Para além disso, uma eventual aprovação da eutanásia faz com que o nosso ordenamento jurídico continue a somar inconsistências, como a de impedir os canis municipais de matar cães (ou até a mutilação genital feminina, mesmo voluntária), permitindo que num hospital se matem seres humanos. Para ser totalmente coerente com as liberdades individuais invocadas, o Estado deveria então permitir a venda livre de “pílulas da eutanásia”, como permite a “pílula do dia seguinte”, até em grandes superfícies…

Um dos argumentos velados da petição à Assembleia para a discussão da eutanásia era o de acabar com uma “imposição cultural católica” ao resto da sociedade. A declaração conjunta das várias religiões e a posição do PCP — partido assumidamente materialista — demonstram que a questão é bem mais vasta. A eventual aprovação da morte assistida, essa sim, cria uma cultura que se impõe sobretudo aos estratos mais vulneráveis da sociedade, como os idosos que vivem em lares. Estes poderão ser movidos por uma “cultura de morte” – ou até por vozes alheias e interesses mesquinhos – a sentir-se um peso e a pedir para morrer. Assim atinge uma sociedade o cúmulo da perversidade!

Eutanásia e mortes “dignas” e “indignas”

Penso exactamente o mesmo e por isso colocar a questão da eutanásia (que me levanta alguns problemas de difícil resolução na dimensão da liberdade de escolha) em termos de “morrer com dignidade” sempre me fez muita confusão: Morte assistida e morte provocada. Por José Ribeiro e Castro.

O conceito de morte digna, que colam à eutanásia e ao suicídio assistido, é uma afirmação profundamente irritante de soberba e arrogância. Então eutanasiados e suicidas têm dignidade e os outros não?

A eutanásia e a dignidade do ser humano

Porque vou votar contra a eutanásia. Por Inês Domingos.

Vou votar contra porque acredito que a dignidade humana não se esgota com as nossas capacidades ou com o nosso estado de saúde. Para mim, a dignidade do ser humano persiste até ao último sopro.

Maria Luís Albuquerque sobre a eutanásia

Vou votar contra a despenalização da eutanásia. Por Maria Luís Albuquerque.

O Parlamento e a eutanásia

Eutanásia: a dupla escolha do Parlamento. Por João Carlos Espada.

A pergunta é a seguinte: sabem os deputados do PSD e do PS qual é o sentimento dominante dos seus eleitores sobre a matéria da eutanásia? Não pretendo sugerir que os deputados devam sempre seguir o sentimento dos seus eleitores. Mas seguramente sustento que devem entrar em conversação com eles e cruzar argumentos com quem os elege sobre matérias indiscutivelmente cruciais.

Cardeal Patriarca D. Manuel Clemente sobre a eutanásia

Cardeal patriarca pede aos deputados para votarem “não” à eutanásia

Bispo do Porto D. Manuel Linda sobre a eutanásia

Bispo do Porto: “Morte ‘boa’, ‘doce’, como sugere o termo ‘eutanásia’? Era bom, era”

“A submissão ao facilitismo representa sempre uma abdicação perante a sensatez. Pior: começa por ser um “mal que se tolera” e, de abaixamento em abaixamento, chega ao “mal que se impõe”. Até ser tido como um “bem”. É o plano inclinado onde se forma a bola de neve que nunca se saber onde vai parar. Se é que vai mesmo parar.”

Passos Coelho sobre a eutanásia

Passos está contra legalização da eutanásia e defende que PSD deve tomar posição

Eutanásia: Mais do que uma questão de consciência. Por Pedro Passos Coelho.

Bem sei, por outro lado, que a proximidade da morte, em muitas das suas formas crescentemente correntes, nos desafia e assusta, como é o caso das doenças incuráveis ou terminais. Mas confesso que não consigo deixar de sentir algo de totalitário nesta maneira de socialmente se encarar a morte ou de estabelecer as condições em que a vida merece ser vivida. Sobretudo quando, em muitos casos, estas situações são cumulativas com as situações de demência e fragilização inerentes à vida mais prolongada que vai marcando as sociedades mais evoluídas. Como evitar, nestes casos, a dúvida sobre o que é escolha consciente ou não?

Leitura complementar: Duas capas sobre eutanásia: cães, gatos e pessoas.

Celebrar o SNS

Falta de enfermeiros leva ao fecho de serviços no Hospital de Santa Maria
Sindicato diz que há vários hospitais em risco de fechar serviços por falta de enfermeiros
Hospital S. José vai ficar sem radiologista durante a noite
Unidade de nefrologia do Santa Maria fechada por falta de enfermeiros. Hospital diz que só mudou o piso

Hospital de São João. Crianças fazem quimioterapia nos corredores
Associação Joãozinho acusa Ministério da Saúde de “boicote político”
Problema na ala pediátrica do São João conhecido há mais de uma década
“Os doentes têm medo de se queixar, temem represálias das instituições”, diz presidente da Liga Contra o Cancro

Pode haver argumentos a favor da eutanásia, mas o da liberdade não é um deles

Eutanásia (II). Por Adolfo Mesquita Nunes.

Pode haver argumentos a favor da eutanásia, mas o da liberdade não é um deles, precisamente porque mesmo os mais fervorosos adeptos públicos da eutanásia consideram que ela tem de ser limitada, que nem todos podem aceder a ela em todas as circunstâncias.

Mas não há, não devia haver, essa liberdade de decidir pôr termo à nossa vida? Como pode um liberal não aceitar essa derradeira liberdade, sem limitações, radical?

Essa é uma questão dilemática, complicadíssima, a que a sociedade ocidental, inspirada em princípios liberais, tem respondido com a descriminalização do suicídio de forma tentada, defendendo ativamente que ninguém pode ser penalizado por se tentar matar, respeitando essa vontade e impedindo a estigmatização de quem tenta, ou dos herdeiros de quem o logra. Trata-se de um respeito, que em nada se confunde com incentivo, que se inspira precisamente nessa liberdade derradeira que não podemos eliminar.

O que distingue a eutanásia do suicídio, então?

A eutanásia não pressupõe apenas que alguém peça para ser morto, pressupõe que alguém, ou um sistema, tenha a obrigação, o dever, de dar seguimento a esse pedido, de matar. Ao contrário do suicídio, a eutanásia não é uma liberdade individual apenas, é uma imposição perante terceiros, perante o Estado, cria um dever de matar se reunidos determinados requisitos.

The precipitous decline in deaths from interpersonal violence in the USA

More Americans Are Dying From Suicide, Drug Use And Diarrhea

Americans are dying in different ways than they used to. As of 2014, more were dying from drug use than in years past, even as deaths from alcohol had largely remained unchanged. Deaths resulting from interpersonal violence were on the decline, but fluctuations (and a recent increase) in deaths from suicide meant that violence was still a relatively common cause of death.

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Síria: a verdade luminosa e a verdade embriagada

Fonte fidedigna (como nenhuma outra, sublinhe-se) assegura-me e aos povos que ontem, na Síria “as luzes da noite foram os 93% de mísseis derrubados”. Os crentes dariam graças, com a ajuda da força das orações. O pragmático detentor da verdade, ao som de um hino pimba nacionalista em louvor a Assad, Putin e aos teólogos iranianos, revela que quem ” espalhou o caos entre os enxames de mísseis violadores do Direito Internacional e do sono dos povos” foi um tal de “anjo da guarda das nações pobres” o  Pantsir-S1, a arma de defesa anti-aérea russa.
Graças a Eles, o “ataque americano (foi) reduzido ao ridículo pela defesa anti-aérea russa e síria. Acabou o tempo dos bombardeamentos impunes. O povo sírio de parabéns.”
Falta mesmo pouco para o regresso eminente da paz que teima em fazer-nos esperar por dias gloriosos e ordeiros, já lá vão sete anos.

Trumpices

Conheço um presidente que se deu muito mal com o uso indevido do Facebook. Este, como é do conhecimento geral, é o presidente mais libertário e pacifista de sempre que exerce o mandato e “envia” bombas através do Twitter. Um senhor!

Pedófilos na creche, Síria na ONU

Não virá grande mal ao mundo nem à ONU (vénia ao engenheiro Guterres), a Síria, um país com uma história, um presente e um futuro tão ricos quanto pacíficos contribuir para o desarmamento químico e nuclear do Planeta.

Syria to chair UN disarmament forum on chemical & nuclear weapons

Portugal, 2018, pós-austeridade: a quimioterapia pediátrica no Hospital de S. João

Crianças fazem quimioterapia num corredor do S. João

Pais queixam-se das condições em que os filhos recebem tratamentos no Hospital S. João e no Joãozinho. Unidade garante que tem feito melhorias.

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A atracção por ditadores

Portugal e Rússia: a “geringonça” tem as costas largas, por João Miguel Tavares. A atracção do PS por ditadores e cleptomaníacos – uma tradição que vem de Sócrates.

O Governo virou as costas aos aliados. É uma vergonha que nos sairá cara, por José Manuel Fernandes.   A diplomacia portuguesa de mãos dadas com o regime de oligarcas.

Fake news. Putin, O porteiro do Kremlin adorado por liberais variados, socialistas e integralistas lusitanos perdidos de amor por super-líderes, oferece estátuas de ditadores socialistas? A culpa é dos ingleses.

Compreender o putinismo LXXXIV

Artigo de Daniel Hannan sobre o putinismo: Putin will keep up his aggression until he encounters resistance.

(…) Putin’s experiences so far have taught him that the West is craven, sluggish, and filled with useful idiots. In the old days, the useful idiots came from the far Left. While a few of these are still around – notably the British Labor leader, Jeremy Corbyn, who seamlessly transferred his sympathy from Communist Russia to Putinite Russia – most now come from the authoritarian Right: Marine Le Pen and Geert Wilders in Europe, UKIP in Britain, and a few Trump cheerleaders in the U.S.

Putin will probe and probe until he encounters real resistance. And, so far, he hasn’t.

Compreender o putinismo LXXXIII

Razões de ser da superioridade Ocidental face à Santa Mãe Rússia de Vladimir Putin.

We must stand up to Russia – even over the fate of just one man. That’s what makes us better than Putin, por Daniel Hannan.

 

Trumpices

Da série o presidente mais libertário de sempre: não há nada que uma boa e fácil guerra comercial não resolva.

U.S. President Donald Trump said on Friday trade wars were good and easy to win, striking a defiant tone after global criticism of his plan to slap tariffs on imports of steel and aluminum that triggered a slide in world stock markets. (…)

Aniversários

No dia do 13º aniversário d’O Insurgente, há um outro aniversário que importa realçar: o do assassinato de Boris Nemtsov. Vale a pena ler o artigo de Vladimir Kara-Murza, How I Remember Boris Nemtsov.

Leitura complementar: Remembering Boris Nemtsov, por Keith Gessen.

 

 

Trumpices

Lawmakers Who Didn’t Clap Were ‘Treasonous’.

Por sinal, Trump não é o primeiro grande presidente a exibir um carinho especial por palminhas e mãos no ar: Donald Trump’s Very Soviet Fixation on Applause.

 

Trumpices

Quero dar os parabéns ao Presidente Trump pelos sucessivos recordes – alcançados graças a ele, fica feito o sublinhado, – do Dow Jones Industrial Average.

Leitura recomendada: The stock market’s swoon demands a new narrative.

Compreender o putinismo LXXXII

Fotografia de Alexander Nikolayev/AFP/Getty Images

Pobre santa mãe Rússia.

Putin: From Oligarch to Kleptocrat, por Ruth May no The New York Review of Books.

 

Os argumentos esmagadores dos criadores de Pallywood

Fonte: Dry Bones.

SNS, pós-austeridade…

Por uma vez, Ordem dos Médicos e Ordem dos Enfermeiros estão de acordo.