Letter to My Younger Self – Edison Cavani

Letter to My Younger Self. Por Edison Cavani.

What you have right now, at nine years old, is something that I miss very much at 31 years old.

You don’t have a hot shower. You don’t have a dollar in your pocket. Man, you don’t even have cool hair yet.

But you have something else. Something that does not have a price.

You have your freedom.

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Intolerance and discrimination against Christians in Europe – 2018 report

Observatory’s Newly-Released Report: Over 500 Documented Cases in 2016 and 2017

The cases in Observatory’s report for 2016 and 2017 represent the range of hostilities Christians experience in their daily lives: from the ‘squeeze’ of interference with religious liberty, parental rights, freedom of expression and conscience, to the ‘smash’ of physical attacks, and vandalism of churches and cemeteries.

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Liberdade separatista

A Catalunha transformou-se, por magia, num paraíso libertário. Na Catalunha, os separatistas não apreciam a obra de Cervantes e não aprovam a realização de uma iniciativa política do Ciudadanos.

 

A eutanásia e a imposição da “cultura de morte” aos mais vulneráveis

A factura da fractura. Por P. Miguel Gonçalves Ferreira sj.

Para além disso, uma eventual aprovação da eutanásia faz com que o nosso ordenamento jurídico continue a somar inconsistências, como a de impedir os canis municipais de matar cães (ou até a mutilação genital feminina, mesmo voluntária), permitindo que num hospital se matem seres humanos. Para ser totalmente coerente com as liberdades individuais invocadas, o Estado deveria então permitir a venda livre de “pílulas da eutanásia”, como permite a “pílula do dia seguinte”, até em grandes superfícies…

Um dos argumentos velados da petição à Assembleia para a discussão da eutanásia era o de acabar com uma “imposição cultural católica” ao resto da sociedade. A declaração conjunta das várias religiões e a posição do PCP — partido assumidamente materialista — demonstram que a questão é bem mais vasta. A eventual aprovação da morte assistida, essa sim, cria uma cultura que se impõe sobretudo aos estratos mais vulneráveis da sociedade, como os idosos que vivem em lares. Estes poderão ser movidos por uma “cultura de morte” – ou até por vozes alheias e interesses mesquinhos – a sentir-se um peso e a pedir para morrer. Assim atinge uma sociedade o cúmulo da perversidade!

Cardeal Patriarca D. Manuel Clemente sobre a eutanásia

Cardeal patriarca pede aos deputados para votarem “não” à eutanásia

Bispo do Porto D. Manuel Linda sobre a eutanásia

Bispo do Porto: “Morte ‘boa’, ‘doce’, como sugere o termo ‘eutanásia’? Era bom, era”

“A submissão ao facilitismo representa sempre uma abdicação perante a sensatez. Pior: começa por ser um “mal que se tolera” e, de abaixamento em abaixamento, chega ao “mal que se impõe”. Até ser tido como um “bem”. É o plano inclinado onde se forma a bola de neve que nunca se saber onde vai parar. Se é que vai mesmo parar.”

D. António Marto vai ser cardeal

Uma excelente notícia tanto para a Igreja como a Portugal: Bispo de Leiria-Fátima, D. António Marto, vai ser cardeal.

O bispo de Leiria-Fátima vai ser criado cardeal no dia 29 de junho. A nomeação foi publicada este domingo. Vigário de Leiria-Fátima diz que a nomeação reforça ligação entre o Vaticano e Fátima.

Sete coisas que não sabe sobre D. António Marto, o bispo de Fátima

Os truques para convencer o Papa a vir a Fátima, o ceticismo relativamente às procissões e às peregrinações e a amizade com Ratzinger. 7 coisas que não conhece sobre D. António Marto, bispo de Fátima.

D. António, Bispo de Fátima – Entrevista de Vida
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Um mundo espiritual sem Deus

Hoje no i.

Um mundo espiritual sem Deus

Em “Silêncio na Era do Ruído” (Quetzal), o norueguês Erling Kagge conta como, no dia seguinte ao da sua chegada e do explorador Borge Ousland ao Polo Norte, apareceu no céu um avião-espião norte-americano. Talvez por terem ficado surpreendidos com a presença de dois exploradores, o avião atirou-lhes uma caixa de alimentos antes de seguir viagem. Quando a abriram, viram que continha um almoço de sanduíches, sumo e arenque. Como estavam há 58 dias com temperaturas de -58 oC, Kagge diz que se preparava para devorar a sua parte quando Borge lhe sugeriu que, antes de comer, fizesse uma pausa. Contaram até dez e depois comeram. Mataram a fome e usufruíram da refeição.

Numa entrevista há dias ao “Público”, um engenheiro de nome Mo Gawdat, que trabalhava para a Google e de onde saiu para escrever sobre a felicidade, afirmava que a tecnologia e o dinheiro não fazem as pessoas felizes. No seu entender, são muitos os que procuram o bem-estar nas suas grandes casas, belíssimos carros e telemóveis que os ligam a toda a gente, a toda a hora. Para este engenheiro, a felicidade não está nesses objetos mas dentro de cada um de nós, sendo “preciso parar de acreditar nas promessas vazias do mundo moderno. Parar de acreditar que o sucesso, o ego, a imagem, os gadgets ou o dinheiro são mais importantes do que a felicidade”.

Há muita gente com um ego enorme e que depende de o alimentar. Uma alimentação constante que os torna permanentemente insatisfeitos, numa contínua comparação com terceiros que até podem ter outras prioridades ou desvalorizar tudo o que eles consideram como sucesso. Uma insatisfação permanente que acentua invejas, incompreensões, rancores, e um mal-estar indefinível e incompreendido por quem acha que tem tudo para ser feliz, mas não se sente bem.

Mas um dos aspetos mais interessantes de Kagge e Mo Gawdat é o que dizem, ou não dizem, sobre Deus. O segundo (e na mesma entrevista), à pergunta se podemos ser felizes sem religião, responde: “O nosso verdadeiro eu não é físico. As pessoas confundem espiritualidade com religião. A religião tem muitas regras.” Já Kagge não menciona Deus no seu livro, mas conta como, quando “a caminho do Polo Norte, imaginava o homem da Lua a olhar lá para baixo, para a Terra”. Lá de cima, esse homem conseguiria ver todo o nosso planeta e, no extremo norte, um rapaz, Kagge, de “anoraque azul, que seguia sempre na mesma direção”. Kagge usou esta imagem para se questionar quem seria mais maluco, se ele a caminho do Polo Norte ou se todos os restantes milhões de pessoas que, mais abaixo na Terra, o homem da Lua via levantarem–se de manhã e seguirem a suas vidas rotineiras até morrerem. Pensar nisso ajudou Kagge a continuar.

O que estes dois homens dizem é interessante porque, depois de um período materialista, vivemos uma época espiritual, mas sem Deus. A contagem até dez antes de comer era (é) a oração antes da refeição. O homem na Lua é Deus, que nos recorda que o mundo é um todo uno e que não estamos sós. O que Kagge e Gawdat dizem é o que a religião, qualquer delas, refere há milénios: que a vida somos nós, não as nossas coisas.

Síria: a verdade luminosa e a verdade embriagada

Fonte fidedigna (como nenhuma outra, sublinhe-se) assegura-me e aos povos que ontem, na Síria “as luzes da noite foram os 93% de mísseis derrubados”. Os crentes dariam graças, com a ajuda da força das orações. O pragmático detentor da verdade, ao som de um hino pimba nacionalista em louvor a Assad, Putin e aos teólogos iranianos, revela que quem ” espalhou o caos entre os enxames de mísseis violadores do Direito Internacional e do sono dos povos” foi um tal de “anjo da guarda das nações pobres” o  Pantsir-S1, a arma de defesa anti-aérea russa.
Graças a Eles, o “ataque americano (foi) reduzido ao ridículo pela defesa anti-aérea russa e síria. Acabou o tempo dos bombardeamentos impunes. O povo sírio de parabéns.”
Falta mesmo pouco para o regresso eminente da paz que teima em fazer-nos esperar por dias gloriosos e ordeiros, já lá vão sete anos.

Compreender o putinismo LXXXV

Estão finalmente explicados os fenómenos da santidade e do excepcionalismo  russo.

No que toca à santidade – algo que pode ser alterado a qualquer momento, assim queira o chefe Putin -, para além da verborreia propagandística, a Santa Mãe Rússia opta por nada fazer acerca do segundo ataque militar aliado (EUA, Reino Unido e França) durante a administração Trump à Síria, país que se encontra em guerra há sete anos.

A grande novidade no que toca ao ponto central do excepcionalismo russo é que os russos sob a sábia direcção de Vladimir Putin  possuem, em regime de exclusividade para o planeta Terra, a capacidade sobre-humana de ir e regressar do futuro.

A prova, imune a fake news, para os cépticos:

(…) Russian Foreign Minister Sergei Lavrov said citing data from the Swiss laboratory that the BZ toxin was used in the poisoning of the Skripals, adding that the chemical has been in the possession of the US and the UK, but has never been produced in Russia. Specialists from the laboratory finished examining the samples on April 27.(…)

Trumpices

Conheço um presidente que se deu muito mal com o uso indevido do Facebook. Este, como é do conhecimento geral, é o presidente mais libertário e pacifista de sempre que exerce o mandato e “envia” bombas através do Twitter. Um senhor!

Pedófilos na creche, Síria na ONU

Não virá grande mal ao mundo nem à ONU (vénia ao engenheiro Guterres), a Síria, um país com uma história, um presente e um futuro tão ricos quanto pacíficos contribuir para o desarmamento químico e nuclear do Planeta.

Syria to chair UN disarmament forum on chemical & nuclear weapons

A atracção por ditadores

Portugal e Rússia: a “geringonça” tem as costas largas, por João Miguel Tavares. A atracção do PS por ditadores e cleptomaníacos – uma tradição que vem de Sócrates.

O Governo virou as costas aos aliados. É uma vergonha que nos sairá cara, por José Manuel Fernandes.   A diplomacia portuguesa de mãos dadas com o regime de oligarcas.

Fake news. Putin, O porteiro do Kremlin adorado por liberais variados, socialistas e integralistas lusitanos perdidos de amor por super-líderes, oferece estátuas de ditadores socialistas? A culpa é dos ingleses.

Compreender o putinismo LXXXIV

Artigo de Daniel Hannan sobre o putinismo: Putin will keep up his aggression until he encounters resistance.

(…) Putin’s experiences so far have taught him that the West is craven, sluggish, and filled with useful idiots. In the old days, the useful idiots came from the far Left. While a few of these are still around – notably the British Labor leader, Jeremy Corbyn, who seamlessly transferred his sympathy from Communist Russia to Putinite Russia – most now come from the authoritarian Right: Marine Le Pen and Geert Wilders in Europe, UKIP in Britain, and a few Trump cheerleaders in the U.S.

Putin will probe and probe until he encounters real resistance. And, so far, he hasn’t.

“Porquê a Teologia? Na universidade e espaço público”, 19 de Março na UCP

Compreender o putinismo LXXXIII

Razões de ser da superioridade Ocidental face à Santa Mãe Rússia de Vladimir Putin.

We must stand up to Russia – even over the fate of just one man. That’s what makes us better than Putin, por Daniel Hannan.

 

Trumpices

Da série o presidente mais libertário de sempre: não há nada que uma boa e fácil guerra comercial não resolva.

U.S. President Donald Trump said on Friday trade wars were good and easy to win, striking a defiant tone after global criticism of his plan to slap tariffs on imports of steel and aluminum that triggered a slide in world stock markets. (…)

Aniversários

No dia do 13º aniversário d’O Insurgente, há um outro aniversário que importa realçar: o do assassinato de Boris Nemtsov. Vale a pena ler o artigo de Vladimir Kara-Murza, How I Remember Boris Nemtsov.

Leitura complementar: Remembering Boris Nemtsov, por Keith Gessen.

 

 

O poderoso desejo de submeter a Igreja à ditadura igualitária

Um excelente artigo de José Manuel Fernandes: Um dia vai ser proibido ser católico.

As reacções à nota do Patriarca de Lisboa revelaram a incapacidade de ler e compreender o que lá estava escrito e, sobretudo, o desejo de submeter a Igreja à ditadura igualitária dos tempos que correm

O comovedor zelo dos indiferentes e dos ateus pela Igreja Católica

A Igreja dos caminhos que se bifurcam. Por Rui Ramos.

Uma das coisas mais comovedoras em Portugal é o zelo dos indiferentes e dos ateus pela Igreja Católica. Não vão à missa, “não acreditam em nada daquilo”, mas ei-los sempre cheios de opiniões sobre o que devia ser o catolicismo. Cento e dezassete anos depois da separação, a Igreja continua a ser discutida como se fosse o equivalente religioso do Serviço Nacional de Saúde.

Não faltou por isso quem, não sendo católico nem recasado nem pretendendo ter acesso aos sacramentos, se sentisse “importunado” pelo que o Cardeal Patriarca de Lisboa terá recomendado aos católicos divorciados que, casados outra vez, queiram ter acesso aos sacramentos. Acontece que a doutrina da Igreja corresponde a uma tradição dogmática que ao clero é dado interpretar, mas não actualizar conforme os likes das redes sociais. A única questão, portanto, seria saber se o que o Patriarca disse está de acordo com essa doutrina. Os críticos, porém, alegam que a Igreja precisa de se “modernizar”, se quiser “sobreviver”.

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A Church that will move the world

“We do not want, as the newspapers say, a Church that will move with the world. We want a Church that will move the world.”
– G. K. Chesterton

A importância do discernimento face ao descalabro moral e humano

Uma das passagens da Exortação Apostólica Amoris laetitia, do Papa Francisco, citada pelo Cardeal-Patriarca D. Manuel Clemente na sua Nota para a receção do capítulo VIII da exortação apostólica ‘Amoris Laetitia’, cuja leitura atenta e integral vivamente aconselho:

«Como cristãos, não podemos renunciar a propor o matrimónio, para não contradizer a sensibilidade atual, para estar na moda, ou por sentimentos de inferioridade face ao descalabro moral e humano; estaríamos a privar o mundo dos valores que podemos e devemos oferecer» (AL, 35).

Bishop Marcelo Sorondo and China

Don’t look to China for an example of Catholic social teaching. Por Philip Booth.

Bishop Marcelo Sorondo is Chancellor of the Pontifical Academy of Social Sciences, so we should sit up and take notice when he says: “Right now, those who are best implementing the social doctrine of the Church are the Chinese”.

It has to be said that this is a puzzling remark. It is especially puzzling in that he argued that one of the attractions of the Chinese approach is that the economy does not dominate politics – unlike in the US. But, the Bishop himself elevates economic matters over other aspects of the social and political order which are surely far more important.

Europe’s submission to Islam: Houellebecq is the new Orwell

Um excelente paralelo entre 1984, de George Orwell, e Submission, do Michel Houellcebecq, que retrata uma França submergida ao Islão. Do escritor João Cerqueira, para ler aqui.

The novel Submission by Michel Houellebecq was criticized, and its author threatened, even before it was published. No price was put on the French writer’s head, as it had been with Salman Rushdie, but the fury of the Islamic community was enough for Houellebecq to cancel the presentation of the book and hide. Why? Does it offend Muhammad or ridicule believers? Distort the Islamic religion? Contains falsehoods? No. Submission shows just how France would be if an Islamic party, the Muslim Brotherhood, won elections. And the result would be that the lay, republican and democratic values of the West would be gradually replaced by Islamic law. France would begin to look like Saudi Arabia. Mandatory teaching of Islam for children, proscription of non-Islamic teachers, imposition of clothing standards for women, lawful polygamy, etc. That is, a regression and a nightmare for those who believe in freedom and human rights.

Trumpices

Lawmakers Who Didn’t Clap Were ‘Treasonous’.

Por sinal, Trump não é o primeiro grande presidente a exibir um carinho especial por palminhas e mãos no ar: Donald Trump’s Very Soviet Fixation on Applause.

 

Trumpices

Quero dar os parabéns ao Presidente Trump pelos sucessivos recordes – alcançados graças a ele, fica feito o sublinhado, – do Dow Jones Industrial Average.

Leitura recomendada: The stock market’s swoon demands a new narrative.

Compreender o putinismo LXXXII

Fotografia de Alexander Nikolayev/AFP/Getty Images

Pobre santa mãe Rússia.

Putin: From Oligarch to Kleptocrat, por Ruth May no The New York Review of Books.

 

Os argumentos esmagadores dos criadores de Pallywood

Fonte: Dry Bones.

… But Then Again Who Does?

Do Irão moderado, com amor

O ensino de inglês nas escolas (primárias públicas e privadas) está proibido no Irão.  O passo seguinte será a proibição do ensino do hebraico?

 Iran has banned the teaching of English in primary schools, a senior education official said, after the country’s Supreme Leader said early learning of the language opened the way to a Western “cultural invasion”.