Resultados Eleitorais: Europa & La La Land

Por toda a Europa, os cidadãos já acordaram para o lero lero do Socialismo: Gente rica, sempre a mesma, a pedir cada vez mais, para depois distribuir a seu belo prazer. Dizem que é pelos pobres, pelas crianças, e mais recentemente pelos cãezinhos. Na verdade é pelos amigos, pelos propagandeiros (“jornalistas”) e pelos grandes grupos económicos (hoje alinhados com a esquerda e a imprensa; o último foi o Pingo Doce, que hoje também já pode abrir no 1º de Maio e ter sede na Holanda sem a mínima crítica nos media). Um discurso “correcto” e “amigo” permite todo o tipo de abusos e roubos.
Itália e Grécia já arrepiaram caminho, mas nós na Ibéria é que continuamos a acreditar nos unicórnios, nas fadas e nos cantares da revolução.

Eu dizia “acordem”, mas creio que ou vamos pelo caminho alemão (inflação de Weimar tornou aquele país imune a esses erros), ou pelo caminho grego (Syriza já perdeu o lustro), ou teremos de passar por mais um ciclo PS – Bancarrota – PSD. Parece que este povo só aprende com catástrofes, e entretanto até conseguimos ver os socialistas a envelhecer perante os nossos olhos. Parece que é o nosso Fado.

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Resultados das Europeias

Deixo neste post os resultados dos 28 países europeus por volta da meia noite.

Salvini.jpegVence a Direita, perde a Esquerda. Merkel já tinha caído, May acabou de cair, Macron está em queda; Salvini, Farage e Le Pen estão em ascensão. Para lá dos Pirineus, mesmo na Grécia (!), o Marxismo Cultural foi derrotado em toda a linha.

Dentro da direita, vencem os partidos tradicionalistas, anti-politicamente correcto e pró-Fortaleza Europa.
Dentro da esquerda, vencem os partidos pró-“Climate Change”.

Com estes resultados, ou a Europa discute a imigração ou a prazo parece condenada. E não me parece que se safe com o Artigo 13 ou as políticas fascistas da imposição de uma legislação enviesada de “Hate Speech”.

 

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3 Principais países europeus (243 MEP) votam à direita

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Na Alemanha, uma CDU pós-Merkel parece ter retido a liderança nestas eleições Europeias, tendo parado o crescimento da AfD.

Na França, Le Pen parece finalmente ter ultrapassado Macron, o herdeiro do eleitorado do PS Francês. 6 meses de coletes amarelos não matam mas moem e Macron parece incapaz de dar uma resolução definitiva ao protesto.

No Reino Unido, Farage parece ter ganho de novo as eleições europeias, tendo relegado os Conservadores para um humilhante 4º lugar, levando à demissão de May. Entre os pró-UE, o Labour parece ter perdido o eleitorado para os Lib Dem, em mais uma derrota para a esquerda Europeia.

Nas 3 maiores democracias europeias, venceu a direita.

Da poltrona para a mesa de voto

Os liberais são uma espécie rara que gosta de debater ideias e acima de tudo criticar a situação, quase sempre deplorável, da coisa pública. Cépticos no que toca à natureza dos partidos políticos e do exercício do poder, são frequentadores habituais da poltrona, lugar privilegiado para discorrer sobre os problemas políticos da nação. A poltrona é confortável e o seu usufruto evita que as mãos fiquem sujas, exceptuando a tinta dos jornais, cada vez mais em desuso. Esta característica é universal de liberais em quase todo o lado. Os anglo-saxónicos chamam-lhes armchair liberals.

Pela primeira vez em Portugal, haverá um partido liberal no boletim de voto. A Iniciativa Liberal. Apesar deste facto, é possível que alguns liberais fiquem nas suas poltronas a dissertar sobre o costume. Cépticismo oblige. Por mim acho que já era hora de sair desse recatado conforto e ir, no mínimo, até à mesa de voto. Se não pelo princípio da coisa, pelo menos pelo esforço meritório do Carlos Guimarães Pinto e do Ricardo Arroja, entre outros, que foram os primeiros a tomar a iniciativa de sair da poltrona.