Empresa pública retira ilegalmente cartaz do partido Iniciativa Liberal

A Infraestruturas de Portugal, uma empresa pública, contra a Lei e contra o que a GNR disse, tira ilegalmente a estrutura de um cartaz da Iniciativa Liberal (e deixa os outros do PS/BE/etc. lá).

O diálogo lá entre os burocratas socialistas deve ter sido algo do género:

– Cartaz do PS?

– ok!

– Cartaz do PCP ou do BE?

– ok!

– Cartaz da Iniciativa Liberal ?

– Tira já isso !

– Mas a polícia diz que é legal … e até é ilegal tirarmos.

– Tira já isso! Tudo o que for novo e puser em causa o sistema é para tirar mesmo que ilegalmente. E não te esqueças do que o querido Pedro Marques fez por nós… ele agora está a concorrer às Europeias pelo PS temos de dar uma ajudinha.

Conclusão, a estrutura do cartaz foi “nacionalizada” ilegalmente, porque ao que parece ali só socialistas/comunistas podem ter cartazes …. Sabem quantas notícias saíram até agora (tirando a de ontem do jornal económico) sobre esta censura ilegal ? ZERO.

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Estado, estado e mais estado

Depois do devaneio de cunho estatista de Emmanuel Macron em carta aberta a todos os cidadãos europeus (aqui a versão portuguesa), esperemos que o raciocínio de Matthew Lynn apresentado neste artigo no The Spectator se verifique certeiro.

It is hard to believe anyone can seriously believe that yet more protectionism, state investment, expensive labour laws and intrusive regulation are any kind of a recipe for the European economy.

Ocasio-Cortez declara a sua incapacidade: “I am at least trying”

Depois de todas as críticas ao seu “Green New Deal”, que a obrigaram até a tirar o FAQ da internet e a culpar os estagiários por terem carregado a versão errada, a menina Ocasio-Cortez tem uma nova linha de defesa. Por favor ouçam este minuto de puro ouro demagógico:

Uma sugestão menina: da próxima vez que lançares uma ideia cá para fora do teu gabinete, fala apenas dos peidos das vacas e não sobrecarregues cada família americana com 650.000$ de custo adicional. Ah, e já agora: presunção e água benta cada uma toma a que quer, mas tu não mandas em nada – a única coisa pela qual és co-responsável é pelo apoio dos moderados a Trump.

PS: ouçam mesmo o vídeo.

Conservadores Vs Socialistas nos EUA

Segundo o mais recente estudo da Gallup, há apenas 6 estados em que o número de Socialistas é superior ao de Conservadores. A saber: Hawaii, Washington, New York, Vermont, New Hampshire e Massachusetts.
Nos estados a vermelho forte no mapa abaixo, a vantagem é de 20 pontos percentuais (!)

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O estudo mostra bem o peso dos “moderados” como factor de decisão das eleições americanas. E com o Partido Democrata a tornar-se cada vez mais “out of touch” (a última é acusarem Bernie Sanders de ser Trumpista por este defender Guaidó e atacar Maduro), o futuro parece risonho para o Partido Republicano em 2020, quer em termos presidenciais, quer sobretudo para os candidatos “down ballot”, i.e., senadores e representantes.

Espero curioso para saber o que dirá Luís Costa Ribas deste estudo – no dia de São Nunca mais ao menos por esta hora.

Ocasio-Cortez estupidamente afasta Amazon de NY

 

Blue on Blue! Mayor Bill de Blasio blasts AOC as ‘not progressive’ and ‘out of touch’ for pushing Amazon out of New York but she quips back ‘come for me all you want’:

‘As a progressive my entire life — and I ain’t changing — I’ll take on any progressive anywhere that thinks it’s a good idea to lose jobs and revenue because I think that’s out of touch with what working people want,’ the mayor said on the WNYC radio show.

Podem ouvir aqui Ocasio-Cortez a festejar (!) por ter afastado aqueles empregos de NY, porque a cidade estava a dar 3B de benefícios fiscais – 3B que fazem parte das dezenas de biliões que agora NY nunca vai receber:

Oh burra, assim a cidade de Nova Iorque não vai ter os 3B: eles simplesmente não vão existir. Nem esses 3B nem as dezenas de impostos que a Amazon ia efectivamente pagar. Nem ainda as dezenas de milhares de empregos bem pagos que a Amazon iria criar na área. É preciso mesmo ser muito burra.

O mayor de NY comete o erro típico de achar que é o emprego que cria emprego, mas esse ao menos iria ajudar a população ao aliciar uma grande empresa a criar empregos. Agora, esta Ocasio-Cortez é de outro nível de estupidez.

 

Governo nomeia dezenas de militantes do PS para altos cargos

Quando o PS governo dá-se sempre uma OTE: Ocupatação Total do Estado. É ocupar tudo o que é cargo de poder. Distribuir tachos pelos militantes mais activos e fiéis. É a captura total do Estado que não pára de aumentar. E a legitimidade e transparência perante o cidadão que não pára de diminuir.

A ler aqui .

À medida que se aproximam as eleições legislativas de outubro de 2019, aumentam as nomeações de militantes do PS para cargos dirigentes da Administração Pública. O Jornal Económico verificou as nomeações publicadas em “Diário da República” (o anterior Governo liderado por Pedro Passos Coelho compilava todas as nomeações no respetivo portal, promovendo a transparência; o atual Governo liderado por António Costa eliminou essa funcionalidade no portal, dificultando o escrutínio) e identificou dezenas de casos.


É uma tendência crescente nos últimos meses e, tendo em atenção os procedimentos concursais em curso na Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública (CReSAP), deverá acentuar-se em pleno ano eleitoral (não apenas legislativas, mas também europeias e regionais). O crivo da CReSAP não tem impedido a escolha de militantes do PS por ministros de um Governo do PS, desde logo porque a CReSAP seleciona três candidatos, em plano de igualdade (mesmo que tenham diferentes níveis de avaliação curricular e de competência para exercer o cargo), cabendo ao governante a decisão final.

Resultado de imagem para jobs for the boys

PS: Isto quando se soube há dias que em 2018 o Estado aumentou em 14 mil o número total de funcionários públicos (em média ganham 1721 euros).

Recessão de 2019

Mário Centeno anda preocupado com a “desaceleração do crescimento económico”. Com razão! Porque este evento próximo não se vai tratar de uma desaceleração, abrandamento ou qualquer outro eufemismo para menor crescimento. Avizinha-se, para final de 2019/início de 2020, uma recessão (i.e. decrescimento). Possivelmente uma longa depressão, que poderá durar uma década ou mais.

O ministro das Finanças português, presidente do Eurogrupo, “pediu para não se “retratar” a desaceleração económica como “crise”, e solicitou medidas dos governos europeus contra “os riscos””. Tradução: quer tapar o sol com uma peneira…
Peritos da Comissão Europeia, por outro lado, “alertaram para o risco “significativo” de desvio das metas orçamentais e recomendaram prudência na política orçamental, devido à particular vulnerabilidade a choques justificada pelo “elevado rácio da dívida pública”. Um claro alerta aos governantes portugueses.

Portugal faliu em 2011. Só não tivemos de pagar a factura porque o então Governo em funções (Sócrates, Teixeira dos Santos e – não esquecer – António Costa) negociou um resgate financeiro com FMI, União Europeia e Banco Central Europeu (“troika”). Mas se o custo imediato desse resgate foi menor que o da bancarrota, as consequências foram apenas adiadas… e exponencialmente aumentadas. É que hoje a dívida directa do Estado é cerca 61,8% superior à verificada no início de 2011. Se nesse ano foi impossível pagar a dívida sem ajuda externa, imaginem agora.

Depois de Sócrates ter levado o país à bancarrota, eleitores descartaram-no nas eleições de Junho de 2011. Mas nestes quase 8 anos de ajuda externa da troika, os governos de, primeiro, Passos Coelho, e depois, António Costa muito pouco fizeram para preparar o Estado para o próximo impacto económico negativo. E ele está a chegar.

Se eles foram incapazes (ou incompetentes) de tomar as difíceis decisões, que podemos nós agora fazer? Como nos podemos preparar para a próxima crise económica? Quanto mais tempo temos?