A máquina de fazer carneiros

Lendo Mafalda Anjos da Visão, no seu artigo, A máquina de fazer fascistas, o leitor pode ler que o YouTube (sim, o Politicamente Correcto YouTube, dirigido por uma feminista extrema) é uma fábrica de fazer “fascistas”.

https://www.pinterest.pt/pin/437060338817340816/
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Como a Mafalda Anjos não sabe usar a aplicação YouTube Kids, facilmente acessível, a snowflake fica chocada porque ao buscar a princesa geradora de snowflakes (há qualquer coisa de Freudiano nesta escolha) encontrou “Elsas vilãs, Elsas doentes com altos na cabeça e cabelo a cair, Elsas feias, porcas e más”. Como ela não conhece a aplicação Kids, o artigo parece sugerir que se eliminassem todas estas Elsas da aplicação (ou do sítio) principal (como a da imagem ao lado, presumo). Para proteger as crianças, claro!

Com base neste único exemplo, a conclusão é óbvia: “Não é, pois, de estranhar que, com este padrão de funcionamento, o YouTube seja o ponto de partida para o recrutamento da extrema-direita um pouco por todo o lado.” Wow, esta situação escalou depressa! Como versões negras da Princesa Elsa

Mas a directora de um órgão de legacy media (distribuído em papel!) a seguir revela ao que vem: “No ano passado estive a fazer a cobertura das eleições alemãs junto de um grupo militante da AfD, o partido de extrema-direita que conquistou então 13% dos votos e entrada no Parlamento alemão e que voltou a ter um resultado histórico este fim de semana na Baviera, e nunca mais esqueci a frase que ouvi: “Sem a internet isto nunca tinha sido possível.”“. Há mudanças na sociedade a acontecerem sem o aval da Mafalda e dos outros legacy media? O lápis azul da censura da Mafalda e dos seus amigos está a perder poder? Ora, nós não podemos aceitar isso, pois não, Mafalda?

Depois de 2 parágrafos de scaremongering, o artigo acaba com uma questão: como podamos sair daqui? A solução dela? Educação. Informação. Claro que sim, digo eu. Mas para mim estas palavras têm significado diferente. Para a Mafalda, elas significam censura, ignorância, e desconhecimento. Assim, a história irá repetir-se, mas pelo menos a Mafalda mantém o seu salário por mais uns anos (e a sociedade que se dane). Para o Ricardo, informação significa transparência, significa expor os internautas a tudo e educação serve para depois comentar as consequências negativas de certas opções. De como a censura só pode acabar na queima de livros, de como a falta de informação só pode acabar na repetição de erros, e em como a falta de informação só pode acabar num povo encarreirado como os carneiros.

Que queira manter o seu emprego apesar de ele obviamente estar condenado nos moldes actuais, aceito. Que faça isso enquanto pede Censura, com todas as possíveis consequências que daí pode advir, não aceito. A melhor estratégia para combater o fascismo é a luz e a sua desconstrução, não a censura. Pela Liberdade de Expressão, Sempre!

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Mulher ganha concursos caninos (UK)

Homem transgénero identifica-se como cão

Tony McGinn nasceu mulher, mas é um homem transgénero que se identifica como cão. E é treinado pelo seu marido, Andrew: “Eu dou-lhe muita atenção e digo que ele é um ‘lindo menino’.”
Progresso, dizem eles. Enfim…

EUA: Progressistas 8%, Conservadores 25%

O estudo é mesmo interessante. Podem consultar AQUI.

Em Portugal não se fazem questões assim…

Dilma e a sua humilhação

Dilma humilhada nas urnas após dizer que o golpe seria derrotada no voto. A falsa tese não foi comprada pela população, no Reaccionário.

O El País destaca a derrota de Dilma Rousseff para o Senado sob um prisma interessante: é a segunda derrota da petista na política. E também a segunda derrota para o mesmo fenômeno: a onda conservadora que parece ter tomado conta do país.
Isso é de fato muito complicado para alguém com a biografia da ex-presidente. Uma mulher tão insistente em suas posições (todas elas erradas), resolveu adotar a tese estapafúrdia do golpe. Um golpe apoiado nas ruas por milhões de brasileiros – incluindo ex-eleitores que se sentiram traídos ou insatisfeitos com os rumos que Dilma deu ao país.
Durante dois anos a extrema-esquerda defendeu a tese do golpe, dizendo que governo se substitui nas urnas. Durante dois anos forçaram a tese de que Dilma foi derrubada por ser mulher, honesta e acima dos interesses políticos mais mesquinhos. No final acabaram refutados pelos fatos, visto que Dilma se provou uma mulher corrupta, mesquinha e dada a diversos conchavos.
Adoro as narrativas que o PT inventa para se tentar manter no poder: a tese do golpe, a tese do patriarcado contra uma mulher, ainda por cima “honesta e e acima dos interesses políticos mais mesquinhos”. Pelo amor da Santa!
Não. Dilma caiu porque o povo estava cansado. Cansado das mentiras, das estratégias de marketing variáveis (exemplo ridículo), da corrupção, do roubo e da prepotência. Finalmente!

Quem tem mais eleitores internautas no Brasil?

Bolsonaro conta com 34 milhões de eleitores conectados à internet em comparação aos 23 milhões de Haddad

Levantamento feito pela Bites, consultoria de análise de dados e tendências, aponta que o candidato do PSL ao Planalto, Jair Bolsonaro, conta com 34 milhões de eleitores conectados à internet ante 23 milhões do candidato petista Fernando Haddad.

De acordo com a Bites, são essas pessoas que produzirão conteúdo nas redes sociais ou ajudarão a disseminar informações sobre os dois políticos até 28 de outubro, dia em que a votação de segundo turno será realizada.

Ouvi nos últimos dias, prefiro nem dizer de quem, mas é de um político conhecido de todos, uma caracterização dos eleitores de Trump e Bolsonaro como sendo (entre outras coisas) info-excluídos (!).

Na realidade dos 57 milhões de brasileiros que são internautas e que votaram num dos dois principais candidatos na primeira volta, 60% votaram Bolsonaro, 40% votaram no petista. Essa narrativa, como se percebe, é Fake News.

Venezuela assume-se

Venezuela de Maduro assume ser uma ditadura, no Globo:

Intervenção do Judiciário, aliado do presidente, na Assembleia Nacional configura grave ruptura constitucional e golpe de Estado.

Não se esperam comentários de Mariana Mortágua e Catarina Martins.