Síria: a verdade luminosa e a verdade embriagada

Fonte fidedigna (como nenhuma outra, sublinhe-se) assegura-me e aos povos que ontem, na Síria “as luzes da noite foram os 93% de mísseis derrubados”. Os crentes dariam graças, com a ajuda da força das orações. O pragmático detentor da verdade, ao som de um hino pimba nacionalista em louvor a Assad, Putin e aos teólogos iranianos, revela que quem ” espalhou o caos entre os enxames de mísseis violadores do Direito Internacional e do sono dos povos” foi um tal de “anjo da guarda das nações pobres” o  Pantsir-S1, a arma de defesa anti-aérea russa.
Graças a Eles, o “ataque americano (foi) reduzido ao ridículo pela defesa anti-aérea russa e síria. Acabou o tempo dos bombardeamentos impunes. O povo sírio de parabéns.”
Falta mesmo pouco para o regresso eminente da paz que teima em fazer-nos esperar por dias gloriosos e ordeiros, já lá vão sete anos.
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Compreender o putinismo LXXXV

Estão finalmente explicados os fenómenos da santidade e do excepcionalismo  russo.

No que toca à santidade – algo que pode ser alterado a qualquer momento, assim queira o chefe Putin -, para além da verborreia propagandística, a Santa Mãe Rússia opta por nada fazer acerca do segundo ataque militar aliado (EUA, Reino Unido e França) durante a administração Trump à Síria, país que se encontra em guerra há sete anos.

A grande novidade no que toca ao ponto central do excepcionalismo russo é que os russos sob a sábia direcção de Vladimir Putin  possuem, em regime de exclusividade para o planeta Terra, a capacidade sobre-humana de ir e regressar do futuro.

A prova, imune a fake news, para os cépticos:

(…) Russian Foreign Minister Sergei Lavrov said citing data from the Swiss laboratory that the BZ toxin was used in the poisoning of the Skripals, adding that the chemical has been in the possession of the US and the UK, but has never been produced in Russia. Specialists from the laboratory finished examining the samples on April 27.(…)

Pedófilos na creche, Síria na ONU

Não virá grande mal ao mundo nem à ONU (vénia ao engenheiro Guterres), a Síria, um país com uma história, um presente e um futuro tão ricos quanto pacíficos contribuir para o desarmamento químico e nuclear do Planeta.

Syria to chair UN disarmament forum on chemical & nuclear weapons

Portugal, 2018, pós-austeridade: a quimioterapia pediátrica no Hospital de S. João

Crianças fazem quimioterapia num corredor do S. João

Pais queixam-se das condições em que os filhos recebem tratamentos no Hospital S. João e no Joãozinho. Unidade garante que tem feito melhorias.

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A corrupção e a inquestionável superioridade moral da esquerda

Sobre a corrupção — e a inquestionável superioridade moral da esquerda. Por Luís Rosa.

A corrupção não é de esquerda nem de direita, não é católica nem protestante, não é branca nem preta e não é do norte nem do sul. A corrupção atinge todos os países, partidos e grupos sociais.

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Uma boa pergunta sobre Lula, Doutor Honoris Causa pela Universidade de Coimbra…

A esquerda “anti-fascista” e o fascismo

A esquerda “anti-fascista” tem muito em comum com os fascistas originais. Por Antony Muller.

No final, comunismo, socialismo, nazismo e fascismo são rótulos que se unem sob o estandarte do anti-capitalismo e do anti-liberalismo. São contra o indivíduo, contra a propriedade privada, e contra a liberdade empreendedorial.

Não há sobrecarga turística em Chelas

Não somos todos marxistas

Não somos todos marxistas. Por João Carlos Espada.

Ao contrário do que costuma ser dito sobre Marx, o que é distintivo da sua doutrina não é o impulso moral de indignação perante a pobreza das classes trabalhadoras. Esse impulso moral existiu em vastos movimentos sociais não marxistas e anti-marxistas, vários aliás de forte inspiração cristã. (…) O que foi distintivo do marxismo foi a atribuição de um carácter alegadamente científico à teoria da luta de classes. Marx reclamou ter descoberto as leis do desenvolvimento histórico, à semelhança das leis do desenvolvimento da natureza orgânica conjecturadas por Darwin. O marxismo seria por isso uma “doutrina científica” que explicava toda a história da humanidade com base em leis inexoráveis. Daí decorria que o socialismo e o comunismo sucederiam inexoravelmente ao capitalismo, da mesma forma que este sucedera inexoravelmente ao feudalismo, como este sucedera ao regime esclavagista e este, por sua vez, sucedera ao “comunismo primitivo”.

A atracção por ditadores

Portugal e Rússia: a “geringonça” tem as costas largas, por João Miguel Tavares. A atracção do PS por ditadores e cleptomaníacos – uma tradição que vem de Sócrates.

O Governo virou as costas aos aliados. É uma vergonha que nos sairá cara, por José Manuel Fernandes.   A diplomacia portuguesa de mãos dadas com o regime de oligarcas.

Fake news. Putin, O porteiro do Kremlin adorado por liberais variados, socialistas e integralistas lusitanos perdidos de amor por super-líderes, oferece estátuas de ditadores socialistas? A culpa é dos ingleses.

Compreender o putinismo LXXXIV

Artigo de Daniel Hannan sobre o putinismo: Putin will keep up his aggression until he encounters resistance.

(…) Putin’s experiences so far have taught him that the West is craven, sluggish, and filled with useful idiots. In the old days, the useful idiots came from the far Left. While a few of these are still around – notably the British Labor leader, Jeremy Corbyn, who seamlessly transferred his sympathy from Communist Russia to Putinite Russia – most now come from the authoritarian Right: Marine Le Pen and Geert Wilders in Europe, UKIP in Britain, and a few Trump cheerleaders in the U.S.

Putin will probe and probe until he encounters real resistance. And, so far, he hasn’t.

Sobre a contratação de Passos Coelho como professor catedrático convidado (2)

Passos académico ou como a espuma foge dos temas que importam. Por Nuno Garoupa.

Durante uns dias, as redes sociais (logo também a comunicação social) andaram muito comocionadas com o anúncio de que o anterior primeiro-ministro ia dar umas aulas no ISCSP como professor catedrático convidado. Ora, um ex-governante colaborar numa universidade pública nem deveria ser notícia (por exemplo, a colaboração de Paulo Portas com a Nova SBE não ofereceu grande ruído público), muito menos ser objeto de enorme polémica. É absolutamente natural que uma escola na área das políticas públicas queira a colaboração de alguém que foi primeiro-ministro. Quer para os seus conteúdos letivos (uma matéria para reflexão dos órgãos próprios da escola) quer como cabeça-de-cartaz para atrair alunos num mercado de licenciaturas e mestrados cada vez mais competitivo (para mais numa escola com uma forte ambição de afirmação interna e sem uma forte componente internacional). E, sendo um ex-primeiro-ministro (eleito democraticamente), merece evidentemente um lugar condigno. Muitos alimentaram uma enorme confusão entre catedrático (professor doutorado, agregado e concursado) e catedrático convidado (professor convidado com equiparação e salário de catedrático por decisão dos órgãos da escola). Por maldade ou por total desconhecimento, certamente, pois nunca o ex-primeiro-ministro poderia estar na tal famosa “carreira académica” quando não tem habilitações literárias, nem competência científica para tal. Contudo, é um ex-primeiro-ministro, pelo que faz todo o sentido que seja um professor convidado ao nível de catedrático, se os órgãos científicos do ISCSP assim o legitimamente entenderem.

Leitura complementar: Passos Coelho vai ser professor catedrático convidado. E pode?

Compreender o putinismo LXXXIII

Razões de ser da superioridade Ocidental face à Santa Mãe Rússia de Vladimir Putin.

We must stand up to Russia – even over the fate of just one man. That’s what makes us better than Putin, por Daniel Hannan.

 

Sobre a contratação de Passos Coelho como professor catedrático convidado

Um artigo que vale a pena ler no Observador, para o qual contribuí (modestamente) com a minha perspectiva sobre este tema e a muito peculiar polémica entretanto gerada em torno desta contratação: Passos Coelho vai ser professor catedrático convidado. E pode?

Os fascistas do futuro

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Dizia Churchill (na verdade foi Ignazio Silone, embora não se saiba bem se Churchill alguma vez terá usado também esta expressão em discurso não registado) que os fascistas do futuro apelidar-se-ão de anti-fascistas. Curiosamente, os Antifa exibem justamente este comportamento fascista, procurando censurar e boicotar eventos dos quais não gostam, e o nome e as acções fazem mesmo jus ao prenúncio.

Seja como for, é muito preocupante que uma universidade, que deve ser um espaço de discussão, de pluralidade e de confronto de ideias, especialmente a KCL, pela sua notoriedade, compactue com coisas como esta, em especial com isto:

“Safe space” marshals are employed by the students’ union to patrol speaker events on campus where there is a potential for audience members to be offended.

Três séculos depois voltamos ao Obscurantismo, com o alto patrocínio das chancelas do regime. Depois admirem-se que os partidos populistas ganhem eleições e conquistem cada vez mais eleitorado.

As universidades portuguesas e a endogamia (2)

Para os interessados em ler mais sobre o tema, com particular incidência neste caso no segmento dos cursos superiores ligados à área da Administração Pública, recomendo este meu artigo conjunto com Cláudia Sarrico (que na altura em que realizámos o estudo ainda trabalhava numa Universidade portuguesa mas entretanto se mudou para a OCDE, onde é actualmente Higher Education Lead Analyst) publicado na revista científica Higher Education: Academic staff quality in higher education: an empirical analysis of Portuguese public administration education.

Leitura complementar: As universidades portuguesas e a endogamia.

As universidades portuguesas e a endogamia

Um artigo de leitura obrigatória do Alexandre Homem Cristo: A Universidade que temos.

Quem tivesse aterrado há cinco dias em Portugal, e ouvisse as críticas à contratação de Passos Coelho para dar aulas no ISCSP da Universidade de Lisboa (UL), poderia convencer-se que, por cá, se leva muito a sério a qualidade no recrutamento das universidades, assim como o rigor na atribuição de graus académicos. E se se convencesse disso estaria obviamente equivocado.

Poder-se-ia entrar no debate e explicar que ter ex-políticos de relevo a dar aulas numa universidade é uma prática comum no contexto internacional. Ou até esclarecer a ignorância de quem não sabe que o estatuto de catedrático-convidado, que Passos Coelho terá no ISCSP, não equivale a professor catedrático em termos de carreira académica. Mas o ponto não está nesta argumentação. A questão que realmente importa tem raízes mais profundas: a contratação de Passos Coelho nunca poderia ser bem-recebida num sistema universitário alheio ao mérito, alimentado por compadrios e redes de influência. Isto é, um sistema que aclama a endogamia – e que é, portanto, arbitrariamente precário para uns e generoso para outros.

Continue reading “As universidades portuguesas e a endogamia”

Uma enorme confusão que faz bastante mal à universidade portuguesa

Faltou apenas acrescentar que, infelizmente, é apenas uma entre muitas outras enormes confusões que fazem bastante mal à universidade portuguesa…

Aniversários

No dia do 13º aniversário d’O Insurgente, há um outro aniversário que importa realçar: o do assassinato de Boris Nemtsov. Vale a pena ler o artigo de Vladimir Kara-Murza, How I Remember Boris Nemtsov.

Leitura complementar: Remembering Boris Nemtsov, por Keith Gessen.

 

 

O que se ensina pelas nossas escolas

O Gabriel Mithá Ribeiro dedicou a sua última crónica do Observador a relatar um revisionismo histórico surreal que podemos encontrar não no manual de história da China, como seria de esperar, mas num manual de história de Portugal, escrito por portugueses e leccionado por portugueses a pobres criaturas portuguesas.

Em causa está a forma assertiva com que os autores do manual de história abordam o Holocausto e todo o período do nazismo e a forma soft e descontraída com que se referem à China de Mao e aos mais de 60 milhões de mortos que esta causou — e que os autores estranhamente omitem.

Antes que uns tontos me venham acusar de nazi, deixo bem claro que a crítica é, obviamente, à forma eufemizada com que os autores do manual se referem ao maoísmo, e não à forma factual e detalhada com que se referem ao nazismo. Em particular, atente-se a estas duas passagens:

Sobre o nazismo alemão ensina-se que «O fascismo era uma doutrina antiliberal e antidemocrática. (…) Os movimentos fascistas perpetuaram-se no poder graças à organização de um sistema fortemente violento e repressivo (…). (…) Os judeus foram deportados para campos de extermínio nos quais ocorreu o genocídio de 11 milhões de pessoas, mortas nas câmaras de gás (polacos, eslavos, homossexuais, ciganos, opositores políticos, prisioneiros de guerra, deficientes). Seis milhões eram judeus» (pp.136, 142 e 147 – I Parte) [sublinhados meus para facilitar a comparação].

O mais relevante está aqui: um regime fascista, antidemocrático, facínora, que cometeu crimes contra a humanidade e em particular contra os judeus, tendo exterminado mais de 6 milhões nas câmaras de gás. Bastante fica por dizer, mas os detalhes mais relevantes, e mais sangrentos, não são omitidos.

Compare-se com a descrição do que foi a China de Mao, o Grande Passo em Frente e a Revolução Cultural, tal como relatado pelo Gabriel:

«A nação chinesa foi [ter sido]  mobilizada para um programa de desenvolvimento económico (…)» (p.72 – II Parte). Depois, vem a referência ao período das «Cem Flores» (1957) em que a violência do regime atingiu os que caíram no engodo do convite à crítica aberta, sendo referido que «(…) a contestação cresceu e o governo respondeu com repressão e purgas, em grande escala» (p.72 – II Parte). Sem mais. Não se referem ou mostram cadáveres ou os «laogai», os campos de reeducação e trabalho forçado da República Popular da China.

Como se não bastasse, refere-se ao período pós maoismo, encabeçado por Deng Xiaoping, como

Aos sucessores de Mao coube o desafio de modernizar a China e de integrá-la nos circuitos da economia mundial» (p.75 – II Parte).

Tudo está bem quando acaba bem. Perante um regime que condenou à fome milhões de Chineses, que matou dezenas de milhões de civis (não apenas em contexto de guerra), diz-se ao estudante que o governo respondeu com «repressão e purgas». «Repressão e purgas».

O resto está na crónica do Gabriel. Não obstante estes esforços para denunciar esta óbvia doutrinação, Che Guevara continuará a ser beatificado e descrito como um líder que inspira milhões de pessoas por todo o mundo, e o marxismo cultural travestido de «história» continuará. É o fado da civilização Ocidental, tão sequioso por se redimir de ser a civilização Ocidental.

What can’t be debated on campus

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Como sempre, e para o bem e para o mal, estamos 20 anos atrasados em relação ao resto do mundo, pelo que isto ainda é marginal em Portugal — mas já aconteceu. Recordemos a ejecção de Jaime Nogueira Pinto, por um grupo de alunos da FCSH-UNL, que conseguiu efectivamente que este não fosse discursar à conferência para a qual tinha sido convidado.

Já nos EUA, Canadá ou Reino Unido (nos países nórdicos já nem são precisas estas plataformas, já existe auto-censura), os movimentos de «No Platform» criam verdadeiras barricadas à liberdade de expressão, evitando assim que tudo o que saia da concepção de um certo grupo, vulgo do politicamente correcto, possa ser abertamente discutido. Fosse isto na Alemanha e falássemos alemão, eu arriscaria dizer que estávamos em 1937 ou 38, e que a queima de livros está na calha. Estamos em 2018, pelo que banem-se as pessoas de quem discordamos e proibem-se os livros com os quais não concordamos.

Enfim, a coisa é grave, mas como é óbvio ninguém em Portugal lhe vai ligar patavina, até que, um dia, esse alguém dê a sua opinião — nada mais do que a sua opinião — e seja objecto de um processo colocado pela Faculdade ou pela empresa porque foi «racista», apelou ao «discurso de ódio», foi «heteropatriarcal», entre outros epítetos.

Para quem ligar, que leia isto:

https://www.wsj.com/…/what-cant-be-debated-on-campus-151879…

Faz todo o sentido…

Esquerda quer Educação Física a contar para acesso à universidade

Bloquistas e comunistas concordam: nota de Educação Física deve contar para a média de acesso ao ensino superior. Os dois partidos pressionam assim o Governo a reverter uma das reformas de Nuno Crato.

Os riscos da automação para o emprego

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Europe’s submission to Islam: Houellebecq is the new Orwell

Um excelente paralelo entre 1984, de George Orwell, e Submission, do Michel Houellcebecq, que retrata uma França submergida ao Islão. Do escritor João Cerqueira, para ler aqui.

The novel Submission by Michel Houellebecq was criticized, and its author threatened, even before it was published. No price was put on the French writer’s head, as it had been with Salman Rushdie, but the fury of the Islamic community was enough for Houellebecq to cancel the presentation of the book and hide. Why? Does it offend Muhammad or ridicule believers? Distort the Islamic religion? Contains falsehoods? No. Submission shows just how France would be if an Islamic party, the Muslim Brotherhood, won elections. And the result would be that the lay, republican and democratic values of the West would be gradually replaced by Islamic law. France would begin to look like Saudi Arabia. Mandatory teaching of Islam for children, proscription of non-Islamic teachers, imposition of clothing standards for women, lawful polygamy, etc. That is, a regression and a nightmare for those who believe in freedom and human rights.

Trumpices

Lawmakers Who Didn’t Clap Were ‘Treasonous’.

Por sinal, Trump não é o primeiro grande presidente a exibir um carinho especial por palminhas e mãos no ar: Donald Trump’s Very Soviet Fixation on Applause.

 

Trumpices

Quero dar os parabéns ao Presidente Trump pelos sucessivos recordes – alcançados graças a ele, fica feito o sublinhado, – do Dow Jones Industrial Average.

Leitura recomendada: The stock market’s swoon demands a new narrative.

Compreender o putinismo LXXXII

Fotografia de Alexander Nikolayev/AFP/Getty Images

Pobre santa mãe Rússia.

Putin: From Oligarch to Kleptocrat, por Ruth May no The New York Review of Books.

 

A guerra da diversidade

A guerra da diversidade está apenas a começar. Por Rui Ramos.

A conversa sobre os Óscares de Hollywood é um sinal: em nome da “diversidade”, está-se a reduzir os indivíduos a grupos de ressentimento, e a tornar estes grupos incompatíveis entre si.

“resistência identitária”

Sugiro o seguinte exercício: substituir “negro” por “branco” nesta narrativa e imaginar quais seriam as reacções…

“Uma ferramenta de resistência identitária” chamada Djidiu

Ao longo de um ano, vários afrodescendentes reuniram-se em Lisboa para dizer poesia e partilhar a experiência de ser negro. A associação Afrolis edita agora algumas dessas vozes em formato de livro. O lançamento é esta terça-feira, no Museu do Aljube.

Os argumentos esmagadores dos criadores de Pallywood

Fonte: Dry Bones.