The media kinda forgot to cover this story under Obama (2)

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The media kinda forgot to cover this story under Obama

Cuban infant mortality and longevity: health care or repression?

Cuban infant mortality and longevity: health care or repression? Por Gilbert Berdine, Vincent Geloso e Benjamin Powell.

Highlights

Cuban healthcare statistics are flawed.

The health achievements are in part the result of repressive methods.

The health achievements are in part the result of policies that are unrelated to health care provision.

Ongoing political changes in Cuba following Fidel Castro’s death offer an opportunity to evaluate his regime’s legacy with regards to health outcomes. The common assessment is that Cuba’s achievements in lowering infant mortality and increasing longevity are among the praiseworthy outcomes of the regime—a viewpoint reinforced by studies published in US medical journals (Campion and Morrissey 1993; Cooper and Kennelly, 2006)1 We argue that some of the praise is unjustified. Although Cuban health statistics appear strong, they overstate the achievements because of data manipulation. Moreover, their strength is not derived from the successful delivery of health care but rather from the particular repressive nature of the regime which comes at the expense of other populations.

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Photo of ‘immigrant child’ in a cage

The truth behind this photo of an ‘immigrant child’ crying inside a cage

A photo of a little boy crying in a cage is being shared on social media as seemingly another heart-rending byproduct of the White House’s “zero tolerance” immigration policy, which separates undocumented parents and kids at the border.

There’s only one problem: The picture is being completely taken out of context — and does not show what it is purported to show.

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As contas da associação Capazes

Contas da associação Capazes vão ser fiscalizadas

Associação vai ser fiscalizada pelo programa comunitário que lhe concedeu cerca de 74 mil euros para um projeto no Alentejo, revela Correio da Manhã.

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Paulo Portas: jornalista, político, homem de negócios

O meu problema com Paulo Portas. Por Miguel Pinheiro.

Portas conseguiu desiludir sempre. Aos que queriam um jornalista, saiu-lhes um político; aos que queriam um político, saiu-lhes um homem de negócios. Em Angola, passou a ser MPLA desde pequenino.

Ao ler o excelente artigo de Miguel Pinheiro, com o qual estou em larga medida de acordo, recordei-me de um outro artigo que escrevi em 2016 precisamente pata o Observador: O CDS depois de Portas.

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Words give the means to meaning

A propósito desta notícia.

Numa das minhas encarnações, a de militar, houve uma altura que durante o fim de semana fazia um cartoon, a que chamava “Nota de Culpa”, a gozar com alguém, segunda feira afixava-o na Messe de Oficiais do Regimento e por lá ficava durante uma semana. Não deve haver nenhuma instituição com uma hierarquia mais rígida e respeitada que as Forças Armadas. Invariavelmente os cartoons gozavam com algo que um superior hierárquico meu tivesse feito na semana anterior. Nunca nenhum achou mal ou mandou retirar o cartoon, pelo contrário, cheguei a ouvir de mais que um, superiores meus, porque raio nunca eram visados. Acabavam por ser, deixavam ficar a “Nota de Culpa” afixada durante uma semana e na seguinte pediam-me se podiam ficar com ela. Até o Comandante do Regimento lá esteve e divertiu-se. Quase todos os alvos dos cartoons os levaram para casa. Ninguém se importava de ser gozado, achavam piada (só houve um Oficial que nunca me atrevi a gozar, sabia que ele ia levar a mal, mas enfim há de tudo) e nunca nenhum ficou incomodado.

Há uns 10 a 12 anos fiz uns cartoons que fui publicando neste blogue. Na altura criei o personagem “Doh!” a gozar com o Daniel Oliveira e confesso que alguns (poucos) tinham piada e quanto mais violentos fossem para o visado mais piada tinham. Um dia tive meia surpresa: o próprio republicou um ou dois desses cartoons no blogue dele (na altura o Arrastão) e escreveu sobre o assunto em termos elogiosos e divertido. Continue reading “Words give the means to meaning”

Trump e o perigo de uma escalada proteccionista

Comentários meus num artigo de ontem no Expresso sobre aquele que me parece ser o maior factor de risco e a maior preocupação entre as políticas de Donald Trump: Comércio mundial. “Inversão histórica” no G7 poderá ter “consequências sérias e perigosas”

A cimeira do G7, que decorreu esta sexta-feira e este sábado no Canadá, deveria ter servido para fazer retroceder o perigo de uma escalada protecionista, começa por dizer André Azevedo Alves, do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa. Mas “não só não o fez como agravou esse perigo”, avalia o investigador, que deteta uma “inversão histórica” no comércio mundial, protagonizada pelos EUA e que poderá ter “consequências sérias e perigosas”.

Catarina Martins e as Descobertas

Foto G7 com Trump e Merkel: uma cena, quatro perspectivas

Liberdade separatista

A Catalunha transformou-se, por magia, num paraíso libertário. Na Catalunha, os separatistas não apreciam a obra de Cervantes e não aprovam a realização de uma iniciativa política do Ciudadanos.

 

A Itália vista da Alemanha…

Isto enquanto em Portugal as grandes preocupações são a gestão de Bruno de Carvalho, o futuro de Jorge Jesus e as rescisões por justa causa de jogadores do Sporting…

“Não matem os velhinhos”

A resposta de Vera Guedes de Sousa, autora do cartaz “Por favor não matem os velhinhos”:

Bill Clinton, Donald Trump and the #MeToo Movement

Bill Clinton Gets Defensive, Pivots to Trump Transgressions When Asked About #MeToo Movement and Monica Lewinsky: Reason Roundup

Recordes para o Observador

Sou céptico relativamente aos modelos de cobrar por conteúdos noticiosos online, mas faço votos de que o Observador continue nesta trajectória de sucesso: Maio foi mês de todos os recordes no Observador

O primeiro mês do programa de assinaturas Observador Premium foi, ao mesmo tempo, o nosso melhor de sempre: 5,6 milhões de utilizadores, 14,1 milhões de visitas, mais de 64 milhões de páginas vistas.

Celebrar o SNS em contexto pós-austeridade: o caso do INEM

INEM em estado crítico: reportagem revela insuficiências graves

Ambulância do INEM incendeia-se dentro do hospital de Torres Novas

A nova moradia de Pablo Iglesias e Irene Montero

The ‘Intellectual Dark Web’

I Was Liberated by the ‘Intellectual Dark Web’. Por Max Diamond.

Some, like Weiss, worry that we are now living in a culture “where there are no gatekeepers at all”—where there are no longer people who are clearly beyond the pale and who ought not to be given a platform. Weiss criticizes the intellectual dark web for not acting as gatekeepers and drawing such boundaries. But hoping that other people take the burden of drawing intellectual boundaries takes that responsibility off of the individual. The point of becoming educated is to become intellectually free: capable oneself of judging a Jordan Peterson from a Milo Yiannopoulos from a Jared Taylor, and more simply, of distinguishing a well-evidenced and well-reasoned idea from a bad one. The intellectual dark web influenced me less in regard to specific propositions and far more in my ability to reflect upon my own assumptions. That is, these thinkers have helped me become educated so that I can decide for myself what is reasonable without the aid of “guardians”—whether professors, mainstream journalists, college students, or Paul Krugman. When college protesters silence speakers, the concern is not they have the drawn boundary of reasonable speech too thin, but rather that they are undermining individuals’ ability to become educated: to learn, and to decide for themselves what are reasonable and unreasonable ideas.

A corrupção e a responsabilidade política

A corrupção e a responsabilidade política. Por Miguel Morgado, Margarida Balseiro Lopes, Hugo Soares, Duarte Marques e António Leitão Amaro.

É nosso dever indeclinável não calar, nem evitar a discussão do maior escândalo da história da nossa democracia, independentemente dos equilíbrios político-partidários que isso possa pôr em causa.

O malandro do Cavaco…

Um caso de abuso da boa-fé… (2)

Sócrates “mentiu, mentiu e tornou a mentir”

Num artigo de opinião, Fernanda Câncio, jornalista e antiga namorada do ex-primeiro-ministro, diz que Sócrates “instrumentalizou os melhores sentimentos dos seus próximos”.

“Que nojo”, diz João Soares sobre artigo de Câncio

A Operação Marquês vista por Fernanda Câncio ao longo dos anos

“Tu avanças sempre e não recuas”

Incrivelmente, à luz dos acontecimentos e revelações recentes, esta iniciativa é provavelmente das mais decentes dos últimos dias: “Tu avanças sempre e não recuas”. Apoiantes de Sócrates organizam almoço

O encontro vai decorrer no próximo dia 20 de Maio, no restaurante Lisboa Marina, em Lisboa, e está a ser organizado pelo movimento cívico “José Sócrates Sempre”. Em declarações à revista Visão, uma das promotoras, Ana Lúcia Vasques, referiu que José Sócrates já foi convidado para o almoço de confraternização, embora ainda não tenha confirmado a presença.

Na mesma entrevista, a militante de Vila do Conde refere que este almoço “não se reporta aos últimos acontecimentos”, embora se considere “pessoalmente desagradada” com a saída de Sócrates do partido.

O PS e a corrupção

A corrupção e suas variedades. Por António Barreto.

O mais provável é que o PS esteja a caminho do fim. Não por causa da adesão ao mercado nem pelo seu entusiasmo com a frente de esquerda. Mas sim por causa da corrupção, que o PS nunca condenou claramente, sobretudo a sua e a dos seus amigos. O caso Sócrates, a que se acrescentaram tantos outros, está agora a mostrar contornos difíceis de apagar da memória. O caso PT, bem anterior, já tinha deixado feridas e cicatrizes profundas. Os casos Pinho e EDP, que ainda agora vão no adro, revelaram-se de tal maneira letais que será difícil convencer quem quer que seja que membros deste governo não tiveram nada que ver com o governo Sócrates, nesta que é talvez a maior derrota da democracia desde há mais de 40 anos.

O PS não está a tratar da “espuma dos dias” nem de pequenas circunstâncias, como sejam o pagamento a dobrar de ajudas de custo e outras “bagatelas”. O PS está a ocupar-se de uma questão muito séria: a do seu envolvimento em processos de corrupção política de grande escala e a do seu silêncio diante da actuação dos seus dirigentes. Com a corrupção, o PS está a tratar da sua natureza contemporânea, não apenas de uma circunstância excepcional.

Mais uma oportunidade perdida para a economia portuguesa…

Outro caso de abuso da boa-fé…

O anti-Sócrates. Por Rui Tavares.

A nossa única esperança é procurarmos ser melhores do que o exemplo que nos é dado pelo nosso ex-primeiro-ministro. Ele parece não ter lições a tirar do seu caso; nós devemos tirar lições e aplicá-las.

(ilustração via Rui A.: literatura para os dias que correm)

Um caso de abuso da boa-fé…

A tragédia de Sócrates. Por Fernanda Câncio.

Mentiu ao país, ao seu partido, aos correligionários, aos camaradas, aos amigos. E mentiu tanto e tão bem que conseguiu que muita gente séria não só acreditasse nele como o defendesse, em privado e em público, como alguém que consideravam perseguido e alvo de campanhas de notícias falsas, boatos e assassinato de caráter (que, de resto, para ajudar a mentira a ser segura e atingir profundidade, existiram mesmo). Ao fazê-lo, não podia ignorar que estava não só a abusar da boa-fé dessas pessoas como a expô-las ao perigo de, se um dia se descobrisse a verdade, serem consideradas suas cúmplices e alvo do odioso expectável.

(ilustração via Rui A.: literatura para os dias que correm)

Sócrates, Costa e o PS: the plot thickens… (3)

A clarificação devida. Por José Sócrates.

P.S. Já depois de escrever este artigo, ouvi Carlos César. Durante quatro anos defendi-me das acusações falsas e absurdas que me foram feitas: a falsidade da propriedade do dinheiro da Suíça, a falsidade sobre a propriedade do apartamento em Paris, a falsidade sobre a PT, a falsidade sobre a Parque Escolar, a falsidade sobre o TGV, a falsidade sobre a relação de proximidade a Ricardo Salgado. Durante quatro anos suportei todos os abusos: a encenação televisiva da detenção para interrogatório; a prisão para investigar; os prazos de inquérito violados sucessivamente como se estes não representassem um direito subjetivo que não está à disposição do Estado; a campanha de difamação urdida pelas próprias autoridades com sistemáticas violações do segredo de justiça; o juiz expondo na televisão a sua parcialidade com alusões velhacas; a divulgação na televisão de interrogatórios judiciais com a cumplicidade dos responsáveis do inquérito.

Na verdade, durante estes quatro anos não ouvi por parte da Direção do PS uma palavra de condenação destes abusos, mas sou agora forçado a ouvir o que não posso deixar de interpretar como uma espécie de condenação sem julgamento. Desde sempre, como seu líder, e agora nos momentos mais difíceis, encontrei nos militantes do PS um apoio e um companheirismo que não esquecerei. Mas a injustiça que agora a Direção do PS comete comigo, juntando-se à Direita política na tentativa de criminalizar uma governação, ultrapassa os limites do que é aceitável no convívio pessoal e político. Considero, por isso, ter chegado o momento de pôr fim a este embaraço mútuo. Enderecei hoje uma carta ao Partido Socialista pedindo a minha desfiliação do Partido. Pronto, a decisão está tomada. Bem vistas as coisas, este post scriptum é congruente com o que acima escrevi.

Carla Ortiz sobre a Síria

Eu não sou o maior defensor dos direitos das minorias – deixo esse tema para outros com mais motivação. Agora, o que eu acho incrível é como os legacy media não defendem as mulheres, os homossexuais, os cristãos, os islâmicos comuns e o povo Sírio em geral, escolhendo o lado dos mercenários da CIA, dos hijabs, das jaulas com cristãos no topo de hospitais e nas ruas. Os legacy media americanos (onde os portugueses vão copiar as notícias sem critério) estão a definhar e, vendo isto, não posso negar um certo alívio.

Outras leituras:
CNN chama Jimmy Dore e outros de Fake News – o desespero…
Rand Paul sobre o ataque químico na Síria – Cereja no topo do bolo: na CNN 😉
John Kerry sobre como os Árabes se ofereceram para pagar a queda de Assad.

Os primeiros 100 dias de Rui Rio na liderança do PSD

Artigo com comentários meus e de António Costa Pinto sobre os 100 dias de Rui Rio na liderança do PSD: Rio/100 dias: Um líder em lenta afirmação num PSD em que sobram tensões internas

CMTV supera RTP1…

CMTV bate recorde e ganha ao canal 1 da RTP em quase 8 horas do dia

A CMTV alcança o melhor dia de sempre e regista mais audiência que a RTP1 num período global de 7 horas e 47 minutos ao longo deste domingo.

No início do Telejornal do canal 1, por exemplo, às 20 horas, em pleno horário nobre, a CMTV registava 9,3% de share, enquanto o principal canal do Estado tinha apenas 7,4.

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