Best Pro-Life Video Ever?

Best Pro-Life Video Ever? Astonishing MRI Scan Shows 20-Week-Old Baby In Utero

Watching an unborn baby move around in the womb can be a life-changing experience.

Ultrasound and MRI scans now are providing this new window into the womb, giving society a glimpse of the humanity of the unborn child and abortion-minded mothers a chance to see what an abortion would destroy.

An astonishing new video circulating around the internet shows an MRI of a 20-week unborn baby. The video shows amazing details of the unborn baby’s movements as she turns her head, kicks, wiggles around and repositions herself in the cramped space. Looking closely, people also can see the baby’s heartbeat.

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Imad al-Alami accidentally shoots himself in the head

Hamas Co-Founder Accidentally Shoots Himself In the Head

One of the co-founders of the Palestinian militant group Hamas is recovering in hospital after accidentally shooting himself in the head.

Imad al-Alami’s gun went off as he cleaned it at home in the Gaza Strip. He is badly wounded and is now being treated at a hospital in Gaza City.

Afastar Joana Marques Vidal será uma opção política

A intenção e opção política do Governo liderado por António Costa é agora absolutamente clara e explícita. Tem a palavra o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa: Constituição não impede renovação de mandato da PGR

A 10 meses de acabar o mandato da PGR, ministra abriu a porta à saída de Joana Marques Vidal. Costa secundou a “opinião jurídica”. Mas os especialistas são unânimes: a Constituição não diz nada disso.

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Joana Marques Vidal e a peculiar doutrina do “mandato único”…

Esta parece uma situação clara em que muito importaria que fosse também conhecida a “perspetiva de análise jurídica” do Presidente da República, ainda para mais sendo Marcelo Rebelo de Sousa um dos mais destacados constitucionalistas portugueses: Governo abre porta à saída da Procuradora-geral Joana Marques Vidal

A ministra da Justiça abriu hoje a porta de saída à Procuradora Geral da República, Joana Marques Vidal, que termina o seu mandato no próximo mês de outubro. Em entrevista à TSF, Francisca Van Dunem defendeu, na sua “perspetiva de análise jurídica”, que “há um mandato longo e um mandato único. Historicamente, é a ideia subjacente ao mandato”. Uma “grande questão” que, recorda, já se colocava quando Cunha Rodrigues era procurador — “o que se estabeleceu foi um mandato longo e um mandato único”, reforçou a responsável pela pasta da Justiça.

Trumpices

Quando um presidente condiciona e sonha proibir a edição de um livro, estamos perante o mais liberal (certificado) dos presidentes ou um destacado crítico literário?

Trumpices

Steve Bannon numa relação complicada com a família Trump. Ou como costuma dizer o povo, zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades.

Donald Trump’s former chief strategist Steve Bannon has described the Trump Tower meeting between the president’s son and a group of Russians during the 2016 election campaign as “treasonous” and “unpatriotic”, according to an explosive new book seen by the Guardian.

Bannon, speaking to author Michael Wolff, warned that the investigation into alleged collusion with the Kremlin will focus on money laundering and predicted: “They’re going to crack Don Junior like an egg on national TV.”

Fire and Fury: Inside the Trump White House, reportedly based on more than 200 interviews with the president, his inner circle and players in and around the administration, is one of the most eagerly awaited political books of the year. In it, Wolff lifts the lid on a White House lurching from crisis to crisis amid internecine warfare, with even some of Trump’s closest allies expressing contempt for him.

Bannon, who was chief executive of the Trump campaign in its final three months, then White House chief strategist for seven months before returning to the rightwing Breitbart News, is a central figure in the nasty, cutthroat drama, quoted extensively, often in salty language.

 

Medina ajuda os carenciados III

A começar pelo vice-presidente da capital do país, Duarte Cordeiro omissões. Um bom trabalho de Rui Pedro Antunes, do Observador.

Jogadores do Rio Ave pagos para perder contra o Benfica?

Jogadores do Rio Ave terão sido pagos para perder contra o Benfica

Empresários ligados ao Benfica terão abordado os jogadores já constituídos arguidos, avança o Correio da Manhã. Benfica “não tem qualquer comentário a fazer”.

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Medina ajuda os carenciados II

CML, uma amiga dos seus amigos. Porreiro, pá!

Câmara de Lisboa. Avenças em gabinetes do PS chegam a aumentar 80%.

(…) Os aumentos nas avenças em causa são significativos e foram atribuídos a assessores com ligações ao PS. Catarina Gamboa, ex-dirigente da JS e mulher do secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, Pedro Nuno Santos, teve um aumento de mais de 2 mil euros no atual mandato e viu a sua remuneração subir para 4.615,57 euros ilíquidos mensais. O mesmo aconteceu com o filho do blogger que assinava como “Miguel Abrantes” no blogue Câmara Corporativa, que o Ministério Público acredita ter recebido verbas de José Sócrates dirigidas ao pai para defender o antigo governante socialista: António Mega Peixoto teve um aumento da avença de 2.135,39 euros para 3.468,04 euros mensais. O mesmo aconteceu com o vice-presidente da Federação do PS de Aveiro, Pedro Vaz — número dois de Pedro Nuno Santos nesta estrutura — que teve um aumento de 2.899,11 euros, para 4.615,57 euros.

Olhando para as 34 nomeações de gabinetes de vereadores eleitos nas listas PS publicadas até agora no site Base.gov, houve 30 reconduções de membros que já estavam na autarquia no anterior mandato. Em 26 desses 30 casos houve aumentos das avenças. (…)

Notícias do moderado Irão

Falta “pernil” no Irão.

 

O caso Raríssimas e o Estado (2)

O país pequenino onde uma mão lava a outra. Por José Manuel Fernandes.

A Raríssimas não é raríssima. Pior: se virmos como desde o topo do Governo a um pouco por todo o Estado há demasiados amigos e familiares, percebe-se que o exemplo até vem de cima. E ninguém estranha.

O caso Raríssimas e o Estado

Raríssimas: o Estado é parte do problema. Por Rui Ramos.

Mais do que por uma “vida de luxo”, a direcção da Raríssimas foi atraída por uma “vida de Estado”. Libertar a sociedade deste Estado gordo e promíscuo seria um meio de a libertar das piores tentações.

Uma argumentação raríssima…

João Galamba e o caso Raríssimas: “Há uma falha aqui, que é dos denunciadores à TVI”

Paula Brito e Costa: “Sinto-me muito magoada com o meu país”

Raríssimas e Paula Brito e Costa: mais uma demissão inevitável

Presidente da Raríssimas demite-se

Paula Brito e Costa estaria a negociar um afastamento temporário com o ministro da Segurança Social, mas acabou por apresentar demissão

Leitura complementar: Raríssimas e Vieira da Silva.

Raríssimas e Manuel Delgado (3): a demissão inevitável

Secretário de Estado da Saúde sai do Governo depois do escândalo na Raríssimas

O secretário de Estado da Saúde Manuel Delgado, envolvido no caso da Raríssimas, vai demitir-se do Governo. O governante sai após as denúncias de gestão danosa por parte da presidente na Associação que apoia pessoas com doenças raras. Manuel Delgado foi consultor da Raríssimas durante um ano, entre 2013 e 2014, tendo sido remunerado em 63 mil euros.

Raríssimas e o Estado (2)

Raríssimas: ex-ministras negam fazer parte do conselho consultivo

A ex-ministra da Ciência Maria da Graça Carvalho garante que não faz parte do conselho consultivo da Raríssimas, tal como a ex-ministra da Saúde Maria de Belém Roseira. Atual presidente da Gulbenkian, Isabel Mota, aceitou o convite mas nunca foi convocada para nenhuma reunião

Raríssimas e o Estado

Raríssimas recebeu mais de quatro milhões em apoios públicos desde 2010
Raríssimas. Ministério da Segurança Social estava a investigar instituição
Raríssimas pagou spa a Paula Brito da Costa no Brasil
Agência Lift tenta demarcar-se da Raríssimas: colaboração foi pontual e “em regime pro bono”
Turbulência e associados barrados à porta. Como foi a última assembleia geral da Raríssimas

Raríssimas e Manuel Delgado (2)

Raríssimas e Ricardo Baptista Leite

Raríssimas. Deputado do PSD já não vai tomar posse como vice-presidente

Quando aceitou o convite de Paula Brito e Costa, o deputado fê-lo “fruto da missão da Raríssimas, no trabalho de apoio a pessoas com doenças raras”. Foi através de um contacto da própria presidente que Baptista Leite foi “informado de que havia duas vagas na direção” e que a presidente o convidava para integrar a função de vice-presidente. “Foi dito com tanta naturalidade que nem questionei” a razão para a existência das vagas. O social-democrata deveria, na verdade, assumir as funções da anterior vice-presidente, que se demitiu este verão.

Baptista Leite fez questão de assumir a vice-presidência sem qualquer remuneração atribuída. “Acompanho o trabalho da Raríssimas há alguns anos e quis deixar isso claro desde o início”, diz ao Observador. O deputado admite que “também havia um capital de confiança nas pessoas da Raríssimas e na própria pessoa que me convidou”. Um capital que se perdeu com a reportagem da TVI e que o levou a decidir não assumir funções na direção.

Raríssimas e Vieira da Silva

Vieira da Silva foi vice-presidente da Assembleia Geral da Raríssimas

Raríssimas: Ministro Vieira da Silva conhecia irregularidades desde outubro

Raríssimas. Vieira da Silva já tinha sido alertado em outubro

Governance Portuguese style

Uma excelente e muito pertinente reflexão do Nuno Garoupa, aplicável ao Estado, a múltiplos sectores de actividade, a IPSS’s e a fundações públicas e privadas: Para que servem os Conselhos Fiscais, os administradores não executivos e os curadores em Portugal?

Raríssimas e Manuel Delgado

Presidente da Raríssimas acusada de usar subsídios públicos para fazer vida de luxo

A TVI emitiu uma reportagem onde é demonstrado como a presidente da Raríssimas, uma associação sem fins lucrativos que recebeu mais de 1,5 milhões de euros, dos quais metade são subsídios estatais, pode ter recorrido aos fundos daquela associação para pagar mensalmente milhares de euros em despesas pessoais. Surgem também envolvidos o secretário de Estado da Saúde, que foi consultor da associação recebendo 3 mil euros por mês, e a deputada do PS Sónia Fertuzinhos, que viajou até à Noruega paga pela Associação.

Raríssimas. Secretário de Estado da Saúde diz que “nunca colaborou em decisões de financiamento”

Deputada diz que Raríssimas lhe pagou viagem à Suécia, mas que despesas foram reembolsadas

Página de Facebook da Raríssimas inundada de comentários e avaliações negativas

Jerusalém, capital de Israel

Sem dramas.

E uma derrota para os dirigentes das facções palestinianas que usam a violência como modo de ser e estar.

(…) The leaders of Hamas and other Palestinian groups use violence as a deliberate tactic to get their way. If policy-makers allow this tactic to deter them from doing the right thing, it will only incentivize the opponents of a peaceful resolution of the conflict to threaten and employ violence every time they do not get what they want. Violence should be responded to by police and military action, not by giving in to the unreasonable demands of those who use violence as a tactic. (…)

 

 

 

The abject failure of communism

Socialism still kills. Por Kishore Jayabalan.

Talk long enough to European conservatives and they will eventually remind you that the communists in the western and eastern parts of the Old Continent have never been held accountable for their crimes. Certainly nowhere near to the extent that Nazi party members were following World War II. This lack of accountability has meant that communism was never made completely disreputable on the political left, so some variant of communism/socialism was bound to re-surface, despite the insurmountable evidence of its human cost and abject failure.

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Corey Lewandowski sobre Donald Trump e Paul Manafort

‘I’ve Got a Crook Running My Campaign’ – Donald Trump, Paul Manafort and me. Por Corey Lewandowski.

Coisas fantásticas no reino da ONU

A ética republicana da geringonça e as casas ardidas que pagam IMI II

A esquerda não tem vergonha. As cinzas vão mesmo pagar IMI.

 

Leitura complementar: A ética republicana da geringonça e as casas ardidas que pagam IMI

A ética republicana da geringonça e as casas ardidas que pagam IMI

Costa a abraçar uma contribuinte passiva cuja casa ardeu num incêndio florestal e que acaba de chegar da repartição das finanças, onde pagou o IMI.  A contribuínte não tem casa mas cumpiu o dever patriótico e cívico. Não tem nada a ver com os figurantes, a Aximage e o focus group. 

 

Ontem choquei de frente com este tweet da Margarida B. Lopes.  E pensei: mesmo para a evidente falta de nível político, ético e moral da geringonça, é mau demais para ser verdade. Erro meu.
Pelo menos 110 pessoas morreram, vítimas de incêndios florestais. Milhares ficarem sem sustento, sem nada. E o que fazem o PS, o BE e o PCP a propósito de uma iniciativa do PSD de isentar de IMI (referente a este ano e ao próximo) as pessoas que perderam as casas (prédios urbanos, rústicos e industriais)? Chumbam a proposta dos sociais-democratas, obrigando estas vítimas a pagarem IMI sobre imóveis que foram destruídos pelos fogos.
Por uma questão de higiene, vale a pena seguir a discussão na página da Margarida B. Lopes.
E para os mais distraídos em geral e em particular, aos deputados nacional-socialistas de rosto humano, a autora do tweet relembra que existem várias propostas da geringonça para isenções de IMI no OE 2018 e aprovadas na Assembleia da República.
Em resumo: a geringonça não aprovou a medida proposta pelo PSD porque entendeu não o fazer. Em jeito de conclusão: a decisão da geringonça mesmo levando em linha de conta os baixos padrões da geringonça, é monstruosa.
Às criaturas do PS, Bloco de Esquerda e do Partido Comunista que de livre vontade o fizeram, desejo que seja insuportavelmente pesada a terra que levarão em cima.

Colóquio Francisco Suarez – 29 de Novembro em Lisboa

No próximo dia 29 de Novembro, na Universidade Católica Portuguesa em Lisboa, serei um dos oradores no Colóquio que assinala os 400 anos da morte de Francisco Suarez.
Mais informações aqui.

Salvem o socialismo africano

Parece que Robert Mugabe não terá muitas condições para para continuar a realizar obra.
O ditador africano há mais tempo no poder instaurou um regime violento, autoritário e sobre o qual pendem múltiplas violações grosseiras da liberdade.
As reformas socialistas implantadas à força e acompanhadas pela banda sonora do racismo foram a via verde para o precipício, com os ataques à propriedade privada, a nacionalização de propriedades e o abandono forçado das terras, sob a ameaça de armas.
Para o regime de Robert Mugabe, a democracia pouco mais é do que um mecanismo processual onde são eleitos os seus representantes. E o até agora eterno Presidente sempre venceu as eleições e com resultados estratosféricos, com as consequências devastadoras que estão à vista de todos.