Intolerance and discrimination against Christians in Europe – 2018 report

Observatory’s Newly-Released Report: Over 500 Documented Cases in 2016 and 2017

The cases in Observatory’s report for 2016 and 2017 represent the range of hostilities Christians experience in their daily lives: from the ‘squeeze’ of interference with religious liberty, parental rights, freedom of expression and conscience, to the ‘smash’ of physical attacks, and vandalism of churches and cemeteries.

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Roe v Wade

President Trump Addresses March for Life Participants and Pro-Life Leaders

Tenho dúvidas sobre esta interpretação constitucional mais abrangente, mas recomendo a leitura. Em qualquer caso, Roe v Wade é uma aberração que importa corrigir assim que possível e o presente alinhamento de circunstâncias pode propiciar uma excelente oportunidade para o fazer: On slavery, no compromise was possible. The same goes for Roe v Wade. Por Matthew Schmitz.

Since Roe v Wade was unjustly decided in 1973, American law has approved the killing of 60 million children. At present rates we kill 926,190 each year, 2,537 each day, 105 each hour. Because our law teaches contempt for life, these dead have gone largely unnamed, unburied and unmourned.

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Má sorte ser senhorio em Portugal…

E se os senhorios estiverem em situação vulnerável, idosos a partir de 65 anos e cidadãos com elevado grau de deficiência… Por Helena Matos.

As contas da associação Capazes (2)

Desmentida fiscalização às contas da associação Capazes

O programa que atribuiu mais de 73 mil euros à associação de Rita Ferro Rodrigues garantiu que não existe uma investigação às contas da Capazes. Trata-se de uma “verificação administrativa” regular.

Que a próxima seja Guantanamo

Cuban infant mortality and longevity: health care or repression?

Cuban infant mortality and longevity: health care or repression? Por Gilbert Berdine, Vincent Geloso e Benjamin Powell.

Highlights

Cuban healthcare statistics are flawed.

The health achievements are in part the result of repressive methods.

The health achievements are in part the result of policies that are unrelated to health care provision.

Ongoing political changes in Cuba following Fidel Castro’s death offer an opportunity to evaluate his regime’s legacy with regards to health outcomes. The common assessment is that Cuba’s achievements in lowering infant mortality and increasing longevity are among the praiseworthy outcomes of the regime—a viewpoint reinforced by studies published in US medical journals (Campion and Morrissey 1993; Cooper and Kennelly, 2006)1 We argue that some of the praise is unjustified. Although Cuban health statistics appear strong, they overstate the achievements because of data manipulation. Moreover, their strength is not derived from the successful delivery of health care but rather from the particular repressive nature of the regime which comes at the expense of other populations.

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As contas da associação Capazes

Contas da associação Capazes vão ser fiscalizadas

Associação vai ser fiscalizada pelo programa comunitário que lhe concedeu cerca de 74 mil euros para um projeto no Alentejo, revela Correio da Manhã.

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Liberdade separatista

A Catalunha transformou-se, por magia, num paraíso libertário. Na Catalunha, os separatistas não apreciam a obra de Cervantes e não aprovam a realização de uma iniciativa política do Ciudadanos.

 

Matteo Salvini calls for more migrant deportations

‘IT MAKES ME FURIOUS’ Italy’s new interior minister Matteo Salvini labels Sicily ‘the refugee camp of Europe’ and calls for more migrant deportations

The firebrand right-winger had yesterday warned migrants to ‘pack their bags’ after he was sworn into office following a politically tumultuous few months in the European nation

“Não matem os velhinhos”

A resposta de Vera Guedes de Sousa, autora do cartaz “Por favor não matem os velhinhos”:

Bill Clinton, Donald Trump and the #MeToo Movement

Bill Clinton Gets Defensive, Pivots to Trump Transgressions When Asked About #MeToo Movement and Monica Lewinsky: Reason Roundup

Eutanásia: um retrocesso civilizacional

Um deputado socialista que não vota a Eutanásia. Por Ascenso Simões.

A vida, essa coisa mágica, essa realidade filosófica que nunca terá uma resposta, razão, ou equação, foi o sinal que me levou a não sancionar a atual lei da Interrupção Voluntária da Gravidez e à consideração envergonhada de alguns, sobre este eu parlamentar, por um certo ultramontanismo. O limite para mim sempre foi o dos três registos que a minha leitura científica e filosófica também estabeleceu – violação, risco para a saúde da mãe, malformação do feto. Não importa regressar agora a este combate. Ele está hoje tão penetrado na nossa circunstância relativizada que já nem a mais conservadora Irlanda se mantém pertinaz.

Entramos nestes tempos na questão da morte assistida, ou na eutanásia, por economia de conceitos. Já acima referi a minha discordância e a minha circunstância de deputado socialista minoritário. Importa agora indicar as razões que já desenvolvi em circunstâncias diversas mas que as mais recentes opiniões publicadas me compelem a recolocar.

Tenho para mim que é dever dos poderes públicos a preservação da vida, não a conjugação das autorizações para a sua eliminação. A ciência, como atrás referi, dá-nos, a cada dia, surpreendentes notícias, concede-nos um campo de novas oportunidades que deveremos assumir. Para mim, o Parlamento não pode conceder que esta seja uma matéria de reserva de cada um, e o sinal de que se pode “matar” não é um avanço, mas sim um retrocesso civilizacional.

A eutanásia e a imposição da “cultura de morte” aos mais vulneráveis

A factura da fractura. Por P. Miguel Gonçalves Ferreira sj.

Para além disso, uma eventual aprovação da eutanásia faz com que o nosso ordenamento jurídico continue a somar inconsistências, como a de impedir os canis municipais de matar cães (ou até a mutilação genital feminina, mesmo voluntária), permitindo que num hospital se matem seres humanos. Para ser totalmente coerente com as liberdades individuais invocadas, o Estado deveria então permitir a venda livre de “pílulas da eutanásia”, como permite a “pílula do dia seguinte”, até em grandes superfícies…

Um dos argumentos velados da petição à Assembleia para a discussão da eutanásia era o de acabar com uma “imposição cultural católica” ao resto da sociedade. A declaração conjunta das várias religiões e a posição do PCP — partido assumidamente materialista — demonstram que a questão é bem mais vasta. A eventual aprovação da morte assistida, essa sim, cria uma cultura que se impõe sobretudo aos estratos mais vulneráveis da sociedade, como os idosos que vivem em lares. Estes poderão ser movidos por uma “cultura de morte” – ou até por vozes alheias e interesses mesquinhos – a sentir-se um peso e a pedir para morrer. Assim atinge uma sociedade o cúmulo da perversidade!

Eutanásia e mortes “dignas” e “indignas”

Penso exactamente o mesmo e por isso colocar a questão da eutanásia (que me levanta alguns problemas de difícil resolução na dimensão da liberdade de escolha) em termos de “morrer com dignidade” sempre me fez muita confusão: Morte assistida e morte provocada. Por José Ribeiro e Castro.

O conceito de morte digna, que colam à eutanásia e ao suicídio assistido, é uma afirmação profundamente irritante de soberba e arrogância. Então eutanasiados e suicidas têm dignidade e os outros não?

A eutanásia e a dignidade do ser humano

Porque vou votar contra a eutanásia. Por Inês Domingos.

Vou votar contra porque acredito que a dignidade humana não se esgota com as nossas capacidades ou com o nosso estado de saúde. Para mim, a dignidade do ser humano persiste até ao último sopro.

Maria Luís Albuquerque sobre a eutanásia

Vou votar contra a despenalização da eutanásia. Por Maria Luís Albuquerque.

O Parlamento e a eutanásia

Eutanásia: a dupla escolha do Parlamento. Por João Carlos Espada.

A pergunta é a seguinte: sabem os deputados do PSD e do PS qual é o sentimento dominante dos seus eleitores sobre a matéria da eutanásia? Não pretendo sugerir que os deputados devam sempre seguir o sentimento dos seus eleitores. Mas seguramente sustento que devem entrar em conversação com eles e cruzar argumentos com quem os elege sobre matérias indiscutivelmente cruciais.

Cardeal Patriarca D. Manuel Clemente sobre a eutanásia

Cardeal patriarca pede aos deputados para votarem “não” à eutanásia

Bispo do Porto D. Manuel Linda sobre a eutanásia

Bispo do Porto: “Morte ‘boa’, ‘doce’, como sugere o termo ‘eutanásia’? Era bom, era”

“A submissão ao facilitismo representa sempre uma abdicação perante a sensatez. Pior: começa por ser um “mal que se tolera” e, de abaixamento em abaixamento, chega ao “mal que se impõe”. Até ser tido como um “bem”. É o plano inclinado onde se forma a bola de neve que nunca se saber onde vai parar. Se é que vai mesmo parar.”

Passos Coelho sobre a eutanásia

Passos está contra legalização da eutanásia e defende que PSD deve tomar posição

Eutanásia: Mais do que uma questão de consciência. Por Pedro Passos Coelho.

Bem sei, por outro lado, que a proximidade da morte, em muitas das suas formas crescentemente correntes, nos desafia e assusta, como é o caso das doenças incuráveis ou terminais. Mas confesso que não consigo deixar de sentir algo de totalitário nesta maneira de socialmente se encarar a morte ou de estabelecer as condições em que a vida merece ser vivida. Sobretudo quando, em muitos casos, estas situações são cumulativas com as situações de demência e fragilização inerentes à vida mais prolongada que vai marcando as sociedades mais evoluídas. Como evitar, nestes casos, a dúvida sobre o que é escolha consciente ou não?

Leitura complementar: Duas capas sobre eutanásia: cães, gatos e pessoas.

Duas capas sobre eutanásia: cães, gatos e pessoas


Via João Miranda:

Duas capas sobre eutanásia. Lamenta-se que a eutanásia para cães e gatos ainda não esteja proibida e a eutanásia para humanos ainda não esteja aprovada.

Pode haver argumentos a favor da eutanásia, mas o da liberdade não é um deles

Eutanásia (II). Por Adolfo Mesquita Nunes.

Pode haver argumentos a favor da eutanásia, mas o da liberdade não é um deles, precisamente porque mesmo os mais fervorosos adeptos públicos da eutanásia consideram que ela tem de ser limitada, que nem todos podem aceder a ela em todas as circunstâncias.

Mas não há, não devia haver, essa liberdade de decidir pôr termo à nossa vida? Como pode um liberal não aceitar essa derradeira liberdade, sem limitações, radical?

Essa é uma questão dilemática, complicadíssima, a que a sociedade ocidental, inspirada em princípios liberais, tem respondido com a descriminalização do suicídio de forma tentada, defendendo ativamente que ninguém pode ser penalizado por se tentar matar, respeitando essa vontade e impedindo a estigmatização de quem tenta, ou dos herdeiros de quem o logra. Trata-se de um respeito, que em nada se confunde com incentivo, que se inspira precisamente nessa liberdade derradeira que não podemos eliminar.

O que distingue a eutanásia do suicídio, então?

A eutanásia não pressupõe apenas que alguém peça para ser morto, pressupõe que alguém, ou um sistema, tenha a obrigação, o dever, de dar seguimento a esse pedido, de matar. Ao contrário do suicídio, a eutanásia não é uma liberdade individual apenas, é uma imposição perante terceiros, perante o Estado, cria um dever de matar se reunidos determinados requisitos.

Castigar quem tem 50 mil euros no banco…

O João Miranda sabe sempre primeiro…

REN, EDP e a China

Não tenho uma posição definida sobre a matéria mas acho intrigante (e porventura também revelador) que outras operações e tentativas de operações (como a compra da PT pela Altice ou a anterior tentativa de compra da PT pela Sonae, só para dar dois exemplos mediáticos relativos a grandes empresas portuguesas) tenham sido alvo de tanto debate, preocupações e intervenções políticas enquanto o controlo simultâneo da REN e EDP por empresas estatais chinesas se processa em quase absoluto silêncio: EDP: um intrigante silêncio. Por João Carlos Espada.

O assunto tem sido noticiado na imprensa, mas o silêncio político tem sido de chumbo — para além da curiosa declaração do nosso primeiro-ministro sobre a inexistência de qualquer obstáculo político à operação. Refiro-me, como o leitor já terá calculado, à proposta de compra da EDP, a maior empresa portuguesa, pela empresa chinesa denominada “China Three Gorges” (que já detém 23,2% da EDP). Recorde-se que uma empresa estatal chinesa “State Grid” é também accionista maioritária da REN, a empresa distribuidora de energia em Portugal.

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A corrupção e a responsabilidade política

A corrupção e a responsabilidade política. Por Miguel Morgado, Margarida Balseiro Lopes, Hugo Soares, Duarte Marques e António Leitão Amaro.

É nosso dever indeclinável não calar, nem evitar a discussão do maior escândalo da história da nossa democracia, independentemente dos equilíbrios político-partidários que isso possa pôr em causa.

Um caso de abuso da boa-fé… (2)

Sócrates “mentiu, mentiu e tornou a mentir”

Num artigo de opinião, Fernanda Câncio, jornalista e antiga namorada do ex-primeiro-ministro, diz que Sócrates “instrumentalizou os melhores sentimentos dos seus próximos”.

“Que nojo”, diz João Soares sobre artigo de Câncio

A Operação Marquês vista por Fernanda Câncio ao longo dos anos

“Tu avanças sempre e não recuas”

Incrivelmente, à luz dos acontecimentos e revelações recentes, esta iniciativa é provavelmente das mais decentes dos últimos dias: “Tu avanças sempre e não recuas”. Apoiantes de Sócrates organizam almoço

O encontro vai decorrer no próximo dia 20 de Maio, no restaurante Lisboa Marina, em Lisboa, e está a ser organizado pelo movimento cívico “José Sócrates Sempre”. Em declarações à revista Visão, uma das promotoras, Ana Lúcia Vasques, referiu que José Sócrates já foi convidado para o almoço de confraternização, embora ainda não tenha confirmado a presença.

Na mesma entrevista, a militante de Vila do Conde refere que este almoço “não se reporta aos últimos acontecimentos”, embora se considere “pessoalmente desagradada” com a saída de Sócrates do partido.

O PS e a corrupção

A corrupção e suas variedades. Por António Barreto.

O mais provável é que o PS esteja a caminho do fim. Não por causa da adesão ao mercado nem pelo seu entusiasmo com a frente de esquerda. Mas sim por causa da corrupção, que o PS nunca condenou claramente, sobretudo a sua e a dos seus amigos. O caso Sócrates, a que se acrescentaram tantos outros, está agora a mostrar contornos difíceis de apagar da memória. O caso PT, bem anterior, já tinha deixado feridas e cicatrizes profundas. Os casos Pinho e EDP, que ainda agora vão no adro, revelaram-se de tal maneira letais que será difícil convencer quem quer que seja que membros deste governo não tiveram nada que ver com o governo Sócrates, nesta que é talvez a maior derrota da democracia desde há mais de 40 anos.

O PS não está a tratar da “espuma dos dias” nem de pequenas circunstâncias, como sejam o pagamento a dobrar de ajudas de custo e outras “bagatelas”. O PS está a ocupar-se de uma questão muito séria: a do seu envolvimento em processos de corrupção política de grande escala e a do seu silêncio diante da actuação dos seus dirigentes. Com a corrupção, o PS está a tratar da sua natureza contemporânea, não apenas de uma circunstância excepcional.

Outro caso de abuso da boa-fé…

O anti-Sócrates. Por Rui Tavares.

A nossa única esperança é procurarmos ser melhores do que o exemplo que nos é dado pelo nosso ex-primeiro-ministro. Ele parece não ter lições a tirar do seu caso; nós devemos tirar lições e aplicá-las.

(ilustração via Rui A.: literatura para os dias que correm)