AfD e SPD

Anúncios

O fim do PS francês

Approval of Brexit negotiations

Jean-Claude Juncker na cimeira da NATO

EU’s Juncker stumbles repeatedly at Nato summit

Juncker a cambalear. Comissão Europeia diz que não estava bêbado

“Having greater control over immigration is more important than having access to free trade with the EU”

Scottish Independence

Intolerance and discrimination against Christians in Europe – 2018 report

Observatory’s Newly-Released Report: Over 500 Documented Cases in 2016 and 2017

The cases in Observatory’s report for 2016 and 2017 represent the range of hostilities Christians experience in their daily lives: from the ‘squeeze’ of interference with religious liberty, parental rights, freedom of expression and conscience, to the ‘smash’ of physical attacks, and vandalism of churches and cemeteries.

Continue reading “Intolerance and discrimination against Christians in Europe – 2018 report”

Tsipras de gravata

Para a troika sair da Grécia Tsipras até usa gravata

A gravata, vermelha, marcava um distanciamento no estilo, depois de o próprio Tsipras se ter vindo a distanciar da postura mais radical com que se apresentou a eleições e ganhou nas urnas, que incluiu uma reformulação do seu partido para afastar os membros mais radicais do Syriza.

O problema da imigração

Quem inventou o problema da imigração? Por Rui Ramos.

Parece que é agora moda entre os bem pensantes dizer que não há um problema de imigração, que é tudo uma invenção daqueles políticos que não são bem pensantes, como Donald Trump, que, para se divertir, separa os filhos dos pais. Falemos portanto de quem inventou o problema.

Dizer que a imigração este ano está abaixo do pico de 2015 e que por isso não tem qualquer significado — é uma manipulação estatística grosseira. A migração legal e sobretudo ilegal para o Ocidente cresce desde a década de 1990, e não por acaso. Cresce, como é óbvio, devido ao desnível entre o Ocidente e algumas regiões próximas que não têm conseguido participar na globalização a não ser através da circulação de pessoas. Mas cresce também por causa dos cálculos e cinismos das elites ocidentais, em que uns estão tentados a resolver o recuo demográfico através da importação de mão de obra barata, e outros andam fascinados pela transformação dos migrantes em blocos eleitorais cativos (como a esquerda americana, esperançada com a expansão do “voto latino”). Sim, o problema da imigração foi criado pelos políticos, mas por políticos do “sistema” como Angela Merkel, que ao tentar fazer do descontrolo migratório uma prova de virtude provocou uma enchente em que demasiada gente se arriscou e morreu.

Entretanto, na Eslovénia…

Eu nem ia escrever nada, mas como o silêncio na comunicação social portuguesa foi ensurdecedor, republico aqui alguns artigos sobre as Eleições na Eslovénia:

Slovenia Elections Tilt Another European Country to the Right, NYT

“I will say what I have said already before: We are for solidarity, but we are against stupidity,” he said, advocating a policy of discouraging migrants from coming to Europe by improving conditions in their own countries.

Slovenia faces political uncertainty after election, Reuters

The president has previously said he would nominate the leader of the biggest party as prime minister in the next couple of weeks but Jansa may struggle to win sufficient parliamentary support to lead the next government.

(e não vai: o Presidente deverá a seguir convidar outros partidos que formarão uma coligação “centrão” enquanto os nacionalistas não têm votos nem apoios partidários)

Slovenian right-wingers try to form government and oust liberals after election gains, Independent

Slovenia could be on course to join the swathe of central and eastern EU members with right-wing anti-immigrant governments after populists made gains in elections.

(…)

Right-wing nationalist parties have come to power in Hungary, Poland, Italy and Austria in recent years, representing a new bloc of largely anti-immigrant politics at a European level.

Slovenia election: Anti-immigrant SDS is largest party, BBC

Slovenian nationalist party set for power after winning election, The Guardian

Janez JansaToda esta onda politicamente correcta, todo este enfiar a cabeça na areia, todo este desprezo pelo crescimento de incompatibilidades entre o Estado Social Europeu e a Política Migratória de Braços Abertos… vai dar mau resultado. Mas em princípio não é no Porto que o martelo vai cair com mais força.

Matteo Salvini calls for more migrant deportations

‘IT MAKES ME FURIOUS’ Italy’s new interior minister Matteo Salvini labels Sicily ‘the refugee camp of Europe’ and calls for more migrant deportations

The firebrand right-winger had yesterday warned migrants to ‘pack their bags’ after he was sworn into office following a politically tumultuous few months in the European nation

A Itália vista da Alemanha…

Isto enquanto em Portugal as grandes preocupações são a gestão de Bruno de Carvalho, o futuro de Jorge Jesus e as rescisões por justa causa de jogadores do Sporting…

Copyright Europeu

A UE, depois do RGPD, que tem implicações reduzidas além de mails e sms, tem agora um risco muito maior para a liberdade na Europa: a nova lei de Copyright Europeu.

Este desastre inclui 2 provisões muito destruidoras:

  1. Mandatory filtering – Filtros de Uploads para instalar censura
  2. Link taxes – Taxas e taxinhas para cada link de uma fonte

Se esta censura se tornar lei no próximo mês, a prazo isto corresponderá ao fim de pequenas e médias redes sociais, fontes de notícias alternativas, e vídeos de paródias.
Mesmo fontes de notícias oficiais e a blogosfera terão de se adaptar a um mundo em que links para fontes deixarão de ser economicamente viáveis sem grandes contas bancárias a financiar por trás.

flag_of_copyright_europe-640x320.pngE claro: se vocês acham que hoje o que domina a internet é uma cultura excessivamente PC (politicamente correcta), bem então preparem-se pois isto vai cada vez mais assemelhar-se ao Alentejo profundo.

Podem ler mais aqui. Site EDRi.
Julia Reda (ex-SPD, Partido Pirata) alerta aqui.
Podem ver aqui as 145 Organizações que subscreveram uma carta aberta.
E sim, António Costa é fortemente a favor disto e até mais.

“Germany hopes Italy will form stable, pro-EU government soon”

Germany hopes Italy will form stable, pro-EU government soon – minister

Germany hopes Italy will form a stable and pro-European government soon, Germany’s EU minister Michael Roth said on Monday.

Macron down to 37% Approval Rating

Risco de desvio significativo

Comissão Europeia. Orçamento português em risco de violar regras, previsões do Programa de Estabilidade são otimistas

Ao mesmo tempo que o comissário dos Assuntos Económicos demonstrava mais uma vez a sua confiança no país, a Comissão divulgava um relatório onde alertava para risco de desvio significativo das metas.

Uma Europa francesa: balanço de um ano de Macron

Ensaio no Jornal Económico sobre o plano de Macron para a Europa.

Uma Europa francesa: balanço de um ano de Macron

Macron é presidente da França há um ano. E, como é normal, os franceses fizeram o balanço destes 12 meses de mandato com sondagens e alguns textos sobre o que já se fez e o que ainda se pretende levar a cabo. A maioria considera-o agora mais de direita que de esquerda e já não tanto ao centro como alegava quando se candidatou. A luta contra os sindicatos dos ferroviários é considerada a sua grande oportunidade para mostrar ser capaz de pôr em prática a mudança que a França votou em 2017.

Por cá, o presidente francês é visto, como em tudo o que foge da normalidade – Macron trucidou os partidos tradicionais –, com um misto de assombro e desconfiança. E, como também é frequente em Portugal, não se lhe dá a relevância que o assunto merece de forma a que, dessa maneira, seja como se não existisse. Lê-se um ou outro texto, não mais que um ou outro pequeno artigo num jornal, e o mais resume-se a frases de circunstância e às imagens na televisão, que o homem é telegénico.

Mas Macron tem algo que em Portugal devíamos dar muita atenção. E essa particularidade não tem que ver com a sua personalidade, não se trata de nenhuma qualidade sua especial, mas com o programa, a visão que o Eliseu tem para a Europa e que, se concretizado, vai alterar, e muito, a União Europeia. Uma mudança que já se fez sentir no novo orçamento plurianual da União Europeia, que tanto desagradou aos partidos portugueses e deixou Marcelo apreensivo. Porque Macron visa dar um novo impulso à UE e, por arrasto, devolver à França a glória e influência do passado.

O discurso na Sorbonne

Foi a 26 de Setembro último que Emmanuel Macron apresentou, no Grande Anfiteatro da Sorbonne, o seu projecto para a Europa. Lá fora os protestos do costume, enquanto lá dentro o espaço era pequeno para os que o queriam ouvir. E o que disse Macron foi repetir o que já escrevera no livro “Révolution”, um verdadeiro programa para o seu mandato enquanto presidente. E no que consiste o seu projecto? Antes de mais, uma defesa comum para a Europa. Macron não pretende apenas dotar a UE de mais meios financeiros para a defesa (como é o caso com o novo orçamento comunitário), mas também que se preparem forças armadas comuns. Nesse sentido, naquele dia na Sorbonne propôs abrir as forças armadas francesas a militares de outros países da União para que participem na obtenção de informações, planificação e apoio às operações militares francesas. Macron, e este ponto é fulcral, quer uma União Europeia dotada de uma força militar comum e que a França seja o seu principal sustentáculo.

Outro ponto foi a defesa de uma taxa comum sobre as transacções financeiras de forma a financiar uma política única de asilo político, o policiamento das fronteiras europeias, um programa de apoio à formação dos refugiados, bem como uma política europeia de desenvolvimento direccionada à África, onde a França lidera com as suas forças militares o combate ao terrorismo islâmico. No seu entender, a UE deve passar a ser um instrumento por via do qual os países europeus terão acesso a África e que Portugal, em virtude dos laços que tem com alguns países africanos, não deve deixar escapar.

O presidente francês defendeu ainda a taxação das receitas dos conhecidos GAFA (Google, Apple, Facebook e Amazon) em vez dos lucros. O objectivo é que a UE adopte leis que obriguem estas empresas a pagarem mais impostos e não que se refugiem em países como a Irlanda e o Luxemburgo.

Uma Europa a várias velocidades

Mas a grande proposta de Macron para a Europa é na área financeira. Um orçamento comum para a zona euro, direccionado ao investimento público estratégico, que também de apoio aos países cujas contas públicas coloquem em risco a estabilidade da zona euro. A par deste orçamento pretende-se também que a zona euro tenha um verdadeiro ministro das Finanças com mais poder sobre os seus colegas dos respectivos países, que o agora líder do Eurogrupo. A acontecer, estaremos perante uma verdadeira união fiscal que se acentuará com a libertação dos fundos desse orçamento a depender da implementação de reformas estruturais, no Estado e na economia, ditadas por Bruxelas.

A partir daqui é inevitável falar-se de uma Europa, não a duas, mas a várias velocidades. Tão-só porque, a partir do momento em que os fundos desse novo orçamento forem libertados sob condição da implementação de certas reformas, o conceito de igualdade como o conhecemos hoje deixará de ser a pedra de toque da União. Os países não implementarão as referidas reformas ao mesmo ritmo, com a mesma amplitude e, naturalmente, o acesso a certas ajudas comunitárias não será igual nem atribuído ao mesmo tempo.

Mas a UE será ainda a várias velocidades porque Macron tenciona que França e Alemanha assinem um novo Tratado do Eliseu, renovando o de 28 de Janeiro de 1963. Nesse dia, Charles De Gaulle e Konrad Adenauer assinaram um tratado que fixava os termos da cooperação entre os dois países nas relações internacionais, na defesa e na educação, e que muitos consideram como um dos motores da integração europeia. Com esse acordo conseguido há 55 anos, De Gaulle conseguiu retirar a República Federal da Alemanha (RFA) da esfera dos EUA permitindo, desse modo, pensar-se uma Europa não submissa aos interesses norte-americanos. O objectivo de Macron com a renovação deste tratado é precisamente o mesmo.

Será à volta deste novo tratado franco-alemão que Macron tenciona reconstruir, dentro da UE, uma união mais coesa e próxima. Uma nova parceria porque, como disse o próprio, “L’Europe est déjà à plusieurs vitesses, alors, n’ayons pas peur de le dire et de le vouloir!”. Portugal foi mencionado no referido discurso como fazendo parte do pelotão da frente, pelo que caberá ao nosso Governo decidir o que fazer com esta proposta.

Uma soberania reinventada

Terça-feira, 17 de Abril de 2018. O novo presidente francês estreia-se no Parlamento Europeu, onde apela ao que chama de “soberania europeia”, uma soberania reinventada para fazer face ao autoritarismo que ameaça o projecto europeu. No seu entender, os desafios de hoje são globais, não podem ser tratados a um nível meramente nacional, e a UE só em conjunto conseguirá fazer-lhes frente. O terrorismo, os fluxos migratórios, a defesa dos interesses comerciais, a luta contra a fraude fiscal e as próprias relações internacionais (como temos visto no que diz respeito ao Irão) devem ser tratados pela UE como um todo, de forma a que os países europeus sejam bem-sucedidos. Bem-sucedidos no que diz respeito a esses desafios, mas também no combate aos extremismos políticos (quer à esquerda quer à direita) que nos últimos acto eleitorais têm alcançado bons resultados.

Mas o mais interessante não foi o discurso de Macron (que só durou vinte minutos, ao contrário do da Sorbonne com uma duração de mais de hora e meia) mas o debate que se seguiu. Um debate que juntou Florian Philippot, o até há pouco tempo estratega da Frente Nacional, a Manuel Bompard, do La France Insoumise, em oposição a Emmanuel Macron. Os dois primeiros foram veementes na afirmação de que não há soberania europeia e na acusação de que o presidente francês visa apenas substituir a soberania da França por uma de burocratas. Talvez seja por se sentarem em lados opostos no hemiciclo que os extremismos se acabem por tocar.

Há quem considere que o plano de Macron foi derrotado ainda antes de ter sido colocado em prática, devido ao fraco resultado de Angela Merkel nas eleições alemãs de Setembro passado. Na verdade, foi no referido discurso na Sorbonne que Macron desafiou a chanceler alemã a renegociar o dito Tratado do Eliseu e, a partir daí, refundarem juntos a Europa. No entanto, não só Angela Merkel se mantém como líder do governo alemão, como o enfraquecimento político da chanceler é encarado por Macron mais como uma oportunidade que uma perturbação.

Com a saída do Reino Unido da União Europeia e o enfraquecimento político (mas não económico) da Alemanha, Macron considera que a França tem o caminho livre para refundar a Europa à sua maneira. Por isso a proposta do novo Tratado do Eliseu, inicialmente assinado quando a Alemanha não liderava; por essa razão a proposta de uma Europa a várias velocidades, em que os países por ele mencionados são mais próximos da França que da Alemanha; por esse motivo o seu discurso no Congresso norte-americano, no passado dia 25 de Abril, precisamente 58 anos depois do proferido por Charles De Gaulle naquele mesmo dia, naquele mesmo lugar. Um novo tratado como o De Gaulle para renovar a Europa; um novo discurso como o de De Gaulle para cimentar as relações franco-americanas. Macron já não vê a França como o pilar de um exército europeu (como tencionava Manuel Valls), mas o suporte à volta do qual gira a Europa e em torno do qual esta se relaciona com o outro lado do Atlântico.

A França e os Estados Unidos

Como Macron é um homem da globalização, o seu discurso em Washington foi em inglês. Recordou o papel da França na luta da independência dos EUA contra o Império Britânico; a visita de Benjamin Franklin a Paris, em 1776, para obter os apoios internacionais (o que conseguiu devido à extrema simpatia que os EUA tinham não só entre elite francesa mas também entre as suas classes mais desfavorecidas); a chegada aos EUA do jovem Lafayette para combater contra os Britânicos, ou a de Alan Seeger a França: o poeta norte-americano que, com 28 anos e um amor por aquele país europeu, morreu no dia 4 de Julho de 1916 a combater pelos franceses. Um verdadeiro rendez-vous com a morte, mas também com o destino. Porque é o destino, como salientou Macron, que une estes dois países e se nada o pode pôr em causa, a saída do Reino Unido da UE é um excelente motivo para o reafirmar.

A mensagem a passar é que a França se tornou no parceiro privilegiado dos EUA na Europa. Aquele com quem os norte-americanos podem falar (a posição um tanto dúbia de Macron quanto à saída dos EUA do acordo nuclear com o Irão é prova disso mesmo). Um país aberto à globalização, mas disposto a combater as distorções criadas do livre comércio por regimes totalitários e que prejudicam as economias liberais.

Concordando-se ou não com o pensamento de Emmanuel Macron, não deixamos de estar perante um estadista com um pensamento muito completo, uma visão muito ampla do que pretende para a França, de como encara o papel da França no mundo e dos passos a dar para que Paris se torne novamente num peão indispensável, e não negligenciável, das relações entre as grandes potências mundiais. É neste sentido que se compreendem as reformas que pretende levar cabo em França, a urgência que tem para vencer o embate com os sindicatos ferroviários, a necessidade de refundar a UE e a relação de cumplicidade que quer estabelecer com os EUA.

Há muitos anos que não víamos a França ser governada com tamanha ambição. Podemos mesmo arriscar que ainda mais que a de De Gaulle, quanto mais não seja porque este viu os seus sonhos de grandeza comprimidos pelo choque entre os EUA e a URSS, que caracterizou a Guerra Fria. Nessa altura, o espaço deixado à França era muito pequeno e o alcance de qualquer das suas acções, curto.

Agora, com a China a criar problemas comerciais aos EUA, a que se juntam as suspeitas quanto às suas ambições militares, com uma Rússia sem a força da URSS, sem, no fundo, a existência de um mundo bipolar, mas com vários actores internacionais, com uma UE fragilizada com o alargamento que favoreceu a Alemanha, a França de Macron talvez possa finalmente chegar a bom porto na concretização dos seus sonhos de grandeza. Talvez os olhares de Robert de Sorbon e de Richelieu, debaixo dos quais proferiu o dito discurso na Sorbonne, no meio de Paris, no novo centro da Europa, o tenham inspirado.

Seminários IES 2018

Caríssimos,

O IES está a organizar 2 seminários semanais para explorar as ideias de Liberdade, num ambiente informal e de confraternização. Já participei há uns anos e posso garantir que foi uma semana espectacular: quer em termos de relações que ficaram, quer em termos dos debates com pessoas que entendem a nossa matriz ideológica.
PS: o prazo de inscrição é curto e acaba amanhã, dia 15/Maio.

Podem ver a descrição do instituto AQUI.

The aim of The Institute for Economic Studies Europe is to stand at the center of a worldwide network of students, scholars and other intellectuals. Since 1989, the Institute, a non profit organization registered in the state of Virginia, has aimed at discovering, developing and supporting the most outstanding people it could find among students, scholars and other intellectuals who share an interest in exploring and applying the principles of classical liberalism. For that purpose, IES uses or supports three different tools of teaching or of research. Every year we organize summer seminars somewhere in Europe, a summer university in Aix-en-Provence, France, and sponsors researchers or translations of major books.

Each of these activities aims at the spreading of classical liberalism which includes among its principles:

– the recognition of inalienable individual rights and the dignity and worth of each individual
– the protection of those rights through the institution of private property, contracts and the rule of law.
– the support of the ideal of voluntarism in human relations, including support of the free market mechanism in economic affairs and free movement of goods, ideas and people.

Podem ver a página dos seminários AQUI.

Interested in exploring the ideas of Liberty? Spending a week of great experiences, intercultural exchanges, discussing and thinking about freedom, learning from top professors and making new friends from all over the world?

In 2018, IES Europe will offer you just that. So, come back in the following weeks to find out about this year’s seminars and their deadlines and grab those unique opportunities.

Participation is free! The best applications will be selected.

Caso tenham alguma dúvida, pretendam informações, ou queiram que vos escreva uma carta de recomendação, enviem mail para campelodemagalhaes@gmail.com
(esta última implica uma conversa telefónica)

Seria interessante ter um ou dois representantes portugueses nestes fóruns europeus.

Paridade “à la carte”…

Sou, como não surpreenderá quem vai seguindo o que escrevo e digo, completamente contra qualquer obrigatoriedade legal que imponha quotas por “género” mas isto, a ser verdade, é ainda pior (além de ridículo) – uma espécie de defesa da paridade “à la carte” que descredibiliza o CDS e a sua líder Assunção Cristas: Paridade. CDS vai propor que lei não afete próximas eleições para proteger Mota Soares

CDS vai propor alterações à lei da paridade, que prevê um homem e uma mulher no topo das listas. Ideia é que lei, se for aprovada, não afete eleições de 2019. Mota Soares quer ir a 2º nas europeias.

“Challenges for the European Union”, 26 de Abril

O memorando da troika e o Tribunal Constitucional

Uma linha de argumentação discutível, mas interessante: Um erro histórico? Por Francisco Pereira Coutinho e Teresa Violante.

Se o memorando da troika é direito da União Europeia vinculativo – como o próprio Tribunal Constitucional assumiu –, então este não podia decidir sobre a constitucionalidade das medidas nele previstas

Continue reading “O memorando da troika e o Tribunal Constitucional”

O fracasso dos regimes europeístas

Já não chega chamarem-lhes fascistas. Por Rui Ramos.

O eleitorado do “populismo” não é a medida de um anseio de marchar com camisas negras. É o sinal do fracasso dos regimes europeístas, não apenas em resolver os problemas, mas até em falar deles.

Continue reading “O fracasso dos regimes europeístas”

Mário Centeno, Eurogroup style (3)

Mário Centeno, Eurogroup style (2)

Mário Centeno, Eurogroup style

Xi Jinping, a China e a Europa

Europe Once Saw Xi Jinping as a Hedge Against Trump. Not Anymore.

A year ago, the self-styled global elite gathered at Davos, shaken by the election of Donald J. Trump, who made no secret of his contempt for the multilateral alliances and trade that underpin the European Union.

Then up stepped the Chinese president, Xi Jinping, promising that if America would no longer champion the global system, China would.

European officials and business leaders were thrilled.

But a year later, European leaders are confronted with the reality that Mr. Xi could also be a threat to the global system, rather than a great defender. The abolition of the two-term limit for the presidency, which could make Mr. Xi China’s ruler for life and which is expected to be ratified this week by China’s legislature, has punctured the hope that China would become “a responsible stakeholder” in the global order. Few still believe China is moving toward the Western values of democracy and rule of law.

Sobre o crescimento económico em Portugal

Alguns alertas sobre o crescimento de 2017. Por Joaquim Miranda Sarmento.

Em síntese: o crescimento económico está abaixo daquilo que a conjuntura internacional permitiria, resulta em grande medida dessa conjuntura e das reformas estruturais levadas a cabo nos últimos anos e é “frágil”, no sentido em que a produtividade média está a cair.

As eleições em Itália: mais um terramoto eurocéptico…

Matteo Salvini garante que coligação de centro-direita consegue governar Itália

Com a vitória do Movimento 5 Estrelas, é impossível não sentir o terramoto populista e eurocético

Resultados das eleições em Itália

Italian elections 2018 – full results

Italy yesterday went to the polls to choose over 900 members of its two houses of parliament. Former prime minsters Silvio Berlusconi and Matteo Renzi were the big losers as voters opted for anti-establishment parties

Palestra Anual Tocqueville do IEP-UCP – Cavaco Silva, 8 de Março

Palestra Anual Alexis de Tocqueville e Cerimónia de Entrega de Prémios e Diplomas 2018
8 Março 2018 – 18h00

“Portugal e o Aprofundamento da União Europeia”
– Professor Aníbal Cavaco Silva