Social Credit System chega à América

Uh-oh: Silicon Valley is building a Chinese-style social credit system

In China, scoring citizens’ behavior is official government policy. U.S. companies are increasingly doing something similar, outside the law.

SesameCredit.jpgEste artigo depois descreve em detalhe como seguradoras podem fazer os prémios cobrados depender de fotos nas redes sociais, o software de um bar pode recusar entrada a um cliente que tenha dado problemas num outro bar a milhares de quilómetros de distância, os condutores Uber agora classificam passageiros, e claro podem ser excluídos de redes de comunicação como WhatsApp, Facebook, …

O que fica a faltar é um acordo entre os grandes (Google, Apple, Fb, Amazon, Microsoft,…) para fazer um sistema como o Chinês para nos excluir a todos (sim, ler este blog vai dar uma pequena penalização por cada dia de acesso) de fazer actividades como: compras on-line, compras em lojas com cartão Visa ou MasterCard, aceder a Netflix ou tv cabo, usar um smartphone, …

Fiquem agora com uma pequena descrição do sistema chinês, e por inerência do que nos espera no futuro se no ocidente não houver oposição suficiente ao sistema.

In China, Your Credit Score Is Now Affected By Your Political Opinions – And Your Friends’ Political Opinions

China just introduced a universal credit score, where everybody is measured as a number between 350 and 950. But this credit score isn’t just affected by how well you manage credit – it also reflects how well your political opinions are in line with Chinese official opinions, and whether your friends’ are, too.

 

 

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Universidade atribui bónus de 10 pontos a um dos sexos. Adivinhe qual…

Um dos sexos está a ser beneficiado por uma universidade de Sidney para conseguir atingir a paridade entre os seus candidatos. Quem será o beneficiado? Qual será o sexo que está a ser beneficiado e qual é o que está a ser vítima de discriminação? Qual será o sexo fraco que precisa de benefícios e qual será o sexo forte que tem de entrar na universidade apesar de ser prejudicado?

University of Technology Sydney makes 10-point adjustment in hope to address gender imbalance in engineering, computing and construction

O que será um maior risco para uma pessoa que entre num arranha-céus em Sidney em 2119: uma torre construída por uma mulher com 20 pontos de benefício (imagino que não se fiquem por aqui), ou um sismo? Outra questão: quanto tempo mais até ser proibido divulgar o sexo (ou o nome) de quem desenhou um prédio na Austrália, por isso “potenciar discriminação de género”?

Notícias por várias perspectivas

Site All Sides

Há já algum tempo que acompanho as notícias sobre a política americana pelo site “All Sides”, cuja proposta de valor é simplesmente classificar todos os principais media em 5 categorias (duas de esquerda, uma central, e duas de direita) e depois apresentar todas as histórias na sua página com os cabeçalhos as 3 perspectivas (esquerda, centro, direita) e permitir às pessoas seguir os links para poderem ler a história completa se tiverem essa inclinação.

Recomendo para quem quiser ver como a perspectiva sobre uma mesma história pode ser tão diferente. E, claro, para quem quiser ter uma melhor visão da política americana do que a proporcionada por Luís Costa Ribas e outros sovietes de serviço.

Ficam alguns exemplos do que podem encontrar:

All Sides - Example.png

All Sides - Border.png

All Sides - Bernie.png

Gloria Alvarez, Universidade Francisco Marroquín, e como avançar o Liberalismo

Hoje estive no lançamento do livro Juntos Somos Quase um 31 na FNAC e na Casa do Vinho Verde, e uma das conversas que surgiu foi sobre a única mulher que aceitou participar no livro das que foram convidadas: Gloria Álvarez.

Conhecendo a Gloria dos tempos em que eu participava em conferências de jovens por toda a Europa, creio que há aqui uma história que interessa contar pela lição que pode passar para Portugal: é que a Gloria não surgiu por acaso, sendo o resultado de um processo que interessa conhecer e divulgar.

Manuel Francisco Ayau nasceu na Guatemala em 1925 mas prosseguiu os estudos nos EUA onde em 1950 se formou como engenheiro mecânico pela Louisiana State University. Nesse período na América contactou com o mercado livre e achou que o socialismo tão presente nas economias latinas em geral e na da Guatemala em particular mantinha estes países subdesenvolvidos. Assim, em 1959 funda na Guatemala o CEES – Centro de Estudos Económicos-Sociales (wiki, site) para “estudar e difundir as ideias da liberdade”. Em 1971 funda a Universidade Francisco Marroquín, uma universidade privada e secular com o objectivo de “ensinar e disseminar os princípios éticos, legais e económicos de uma sociedade de pessoas livres e responsáveis”. Milton Friedman considerou esta uma das universidades líderes na América do Sul e no IREF considerava-se esta como a maior fonte de liberais na América Latina.

Foi assim que eu conhecia a Gloria no Liberty Seminar 2009 do IREF, em Leuven (Bélgica), onde ela se destacava como uma das melhores participantes do evento.
A apresentação dela foi focada na literatura que ela considerava importante (uma boa seleção, vários dos quais ela tinha levado na mala) e no caso concreto de como criar um grupo de jovens enérgicos e liberais, baseado no caso da Guatemala e da Universidade Francisco Marroquín.

Gloria Alvarez.JPG(ela é a 2ª na foto, eu sou o 6º)

Na altura fiquei amigo dela de Fb (perfil pessoal) e tenho também seguido a página profissional dela. É incrível como ela e o seu grupo têm crescido desde 2009. Criou o programa rádio, o podcast, 3 livros e em 2019 será candidata a presidente da Guatemala!
Os livros são uma leitura interessante: um é sobre o engano esquerdista e como o seu canto de sereia seduz os incautos, o 2º é sobre como falar com um progressista, e o 3º é como falar com um conservador – para os trazer para o Liberalismo.
Vejam a página profissional dela: está cheia de vídeos explicativos, analogias úteis e argumentos que podem usar nas vossas discussões pessoais. A maioria em Espanhol.

Gloria books.jpg

Gloria Presidente 2019.png

As ideias contam. A sua transmissão conta. A caneta é mais forte que a espada.

Resultados Eleitorais: Europa & La La Land

Por toda a Europa, os cidadãos já acordaram para o lero lero do Socialismo: Gente rica, sempre a mesma, a pedir cada vez mais, para depois distribuir a seu belo prazer. Dizem que é pelos pobres, pelas crianças, e mais recentemente pelos cãezinhos. Na verdade é pelos amigos, pelos propagandeiros (“jornalistas”) e pelos grandes grupos económicos (hoje alinhados com a esquerda e a imprensa; o último foi o Pingo Doce, que hoje também já pode abrir no 1º de Maio e ter sede na Holanda sem a mínima crítica nos media). Um discurso “correcto” e “amigo” permite todo o tipo de abusos e roubos.
Itália e Grécia já arrepiaram caminho, mas nós na Ibéria é que continuamos a acreditar nos unicórnios, nas fadas e nos cantares da revolução.

Eu dizia “acordem”, mas creio que ou vamos pelo caminho alemão (inflação de Weimar tornou aquele país imune a esses erros), ou pelo caminho grego (Syriza já perdeu o lustro), ou teremos de passar por mais um ciclo PS – Bancarrota – PSD. Parece que este povo só aprende com catástrofes, e entretanto até conseguimos ver os socialistas a envelhecer perante os nossos olhos. Parece que é o nosso Fado.

3Governos 3GovernosPS.png

Resultados das Europeias

Deixo neste post os resultados dos 28 países europeus por volta da meia noite.

Salvini.jpegVence a Direita, perde a Esquerda. Merkel já tinha caído, May acabou de cair, Macron está em queda; Salvini, Farage e Le Pen estão em ascensão. Para lá dos Pirineus, mesmo na Grécia (!), o Marxismo Cultural foi derrotado em toda a linha.

Dentro da direita, vencem os partidos tradicionalistas, anti-politicamente correcto e pró-Fortaleza Europa.
Dentro da esquerda, vencem os partidos pró-“Climate Change”.

Com estes resultados, ou a Europa discute a imigração ou a prazo parece condenada. E não me parece que se safe com o Artigo 13 ou as políticas fascistas da imposição de uma legislação enviesada de “Hate Speech”.

 

Continue a ler “Resultados das Europeias”

Estado, estado e mais estado

Depois do devaneio de cunho estatista de Emmanuel Macron em carta aberta a todos os cidadãos europeus (aqui a versão portuguesa), esperemos que o raciocínio de Matthew Lynn apresentado neste artigo no The Spectator se verifique certeiro.

It is hard to believe anyone can seriously believe that yet more protectionism, state investment, expensive labour laws and intrusive regulation are any kind of a recipe for the European economy.