The media kinda forgot to cover this story under Obama (2)

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The media kinda forgot to cover this story under Obama

Que a próxima seja Guantanamo

Hillary on immigrant children (2014)

Hillary 2014…Just Because Your Child Gets Across The Border…That Doesn’t Mean The Child Gets To Stay

Se estes dois não forem bem-sucedidos estamos lixados

Photo of ‘immigrant child’ in a cage

The truth behind this photo of an ‘immigrant child’ crying inside a cage

A photo of a little boy crying in a cage is being shared on social media as seemingly another heart-rending byproduct of the White House’s “zero tolerance” immigration policy, which separates undocumented parents and kids at the border.

There’s only one problem: The picture is being completely taken out of context — and does not show what it is purported to show.

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Herrera sobre a vitória do México frente à Alemanha

Herrera: «Tivemos dias difíceis como grupo e eu como pessoa» – Mexicano recorda polémica sobre a festa e fala sobre a vitória frente à Alemanha: «Fizemos um jogaço»

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Trump e o perigo de uma escalada proteccionista (2)

Guerra Comercial: China aumenta tarifas de importação sobre soja, carros elétricos e peixes

A China reagiu à disputa comercial com o presidente dos EUA e aumentou as tarifas de importação numa lista de produtos americanos, incluindo soja, peixe, carros elétricos e uísque.

Leitura complementar: Trump e o perigo de uma escalada proteccionista.

A pool de jogadores de futebol da Islândia

A tarefa incrivelmente facilitada de convocar a seleção da Islândia

Nunca antes a Islândia tinha participado num Campeonato do Mundo de futebol: numa estreia frente à Argentina, com quem partilha a presença no grupo D, os islandeses estreiam-se e batem logo um recorde: são o país mais pequeno –em tamanho de população — que alguma vez participou num Mundial. São tão poucos que, provavelmente, o selecionador não teve muito trabalho a escolher os 23 jogadores que queria levar para a Rússia: bem feitas as contas, menos de 3% da população podia estar entre as possibilidades do técnico islandês. E apenas 120 dessas possibilidades são futebolistas de profissão.

O “haka” dos islandeses

O “haka dos vikings” que os adeptos islandeses fizeram no Argentina-Islândia

Vídeo. “Uh!”: o haka dos islandeses à porta do estádio

Pablo Iglesias e La Roja…

La hipocresía de Pablo Iglesias con la selección española: lo que decía en 2012 y lo que dice ahora

El cambio de discurso de Pablo Iglesias sobre la selección española

Argentina-Islândia: população e futebolistas

Trump’s Economy

It’s Trump’s Economy Now. Por Stephen Moore e Arthur Laffer.

Mr. Obama might be justified in taking credit for today’s economy if his successor had adopted and carried on his policies. Instead, Mr. Trump has reversed nearly every Obama rule, edict and law that he can legally overturn. At its core, the Trump economic strategy wasn’t complicated: systematically repeal Mr. Obama’s “accomplishments”—the tax increases, the regulatory blitz on business, the welfare expansions, the war on American fossil fuels, and so on. As a result, the economy would pop like a cork pulled from a shaken champagne bottle.

Mr. Obama does deserve credit for the long and durable recovery. But it was a very shallow one that left much of the country behind. Our estimate of the “growth gap”—the difference between where the economy was in 2016 and where it should have been with a normal recovery—was an accumulated $2 trillion to $3 trillion in annual output. We felt confident Mr. Trump could recapture that lost output.

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United States – North Korea Singapore Summit – the trailer

United States – North Korea Singapore Summit Video (English) (Destiny Pictures)

Watch the astonishing fake movie trailer the US created to convince North Korea to ‘remake history’

Trump e o perigo de uma escalada proteccionista

Comentários meus num artigo de ontem no Expresso sobre aquele que me parece ser o maior factor de risco e a maior preocupação entre as políticas de Donald Trump: Comércio mundial. “Inversão histórica” no G7 poderá ter “consequências sérias e perigosas”

A cimeira do G7, que decorreu esta sexta-feira e este sábado no Canadá, deveria ter servido para fazer retroceder o perigo de uma escalada protecionista, começa por dizer André Azevedo Alves, do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa. Mas “não só não o fez como agravou esse perigo”, avalia o investigador, que deteta uma “inversão histórica” no comércio mundial, protagonizada pelos EUA e que poderá ter “consequências sérias e perigosas”.

Estoril Political Forum 2018 – “Patriotism, Cosmopolitanism and Democracy”

Estoril Political Forum 2018
25-27 June
“Patriotism, Cosmopolitanism and Democracy”
Hotel Palácio, Estoril
Preliminary Program» | Application Form»

Uma importante vitória diplomática de Trump

Falta o mais difícil que será a implementação mas só quem estiver de muito má fé poderá deixar de reconhecer que se trata de uma importante vitória diplomática do Presidente Donald Trump:

Trump e Kim Jong-un acordam desnuclearização total da península da Coreia e manutenção de regime estável e pacífico
Leia aqui o acordo que Trump e Kim assinaram esta manhã
As imagens históricas do encontro entre Kim e Trump

E a malta diverte-se…

Era impossível ganhar as primárias…
Era impossível ganhar as eleições…
Era impossível resistir à destituição…
Era impossível fazer regressar empregos…
Era impossível reunir com a Coreia do Norte…
Acho incrível como tantos nos Legacy Media ainda têm emprego.
Confio mais em astrólogos e cartomantes.

Foto G7 com Trump e Merkel: uma cena, quatro perspectivas

A opção de Carlucci contra a opção de Kissinger

Recordando Frank Carlucci. Por João Carlos Espada.

É ainda relativamente conhecido entre nós o episódio em Washington, no já longínquo mês de Outubro de 1974, em que Henry Kissinger terá dito a Mário Soares que este ia ser o Kerensky português. Mário Soares terá respondido que não queria ser Kerensky. E Kissinger terá ripostado que “Kerensky também não queria”. Segundo algumas versões, Soares terá ainda ripostado que “nesse caso, desta vez, Kerensky vai vencer”.

O que é talvez menos recordado entre nós é que foi na sequência desse almoço em Washington que Kissinger decidiu nomear uma nova embaixada norte-americana em Lisboa, sob recomendação do General Walters. A equipa era chefiada por Frank Carlucci, secundado por Herbert Okun e o Coronel Robert Schuler. Todos eles falavam fluentemente português e tinham trabalhado com o General Walters no Brasil, na década de 1960.

Consequências do Brexit

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Em boa companhia com o Francisco Pereira Coutinho e com a Emelin de Oliveira, estarei em Santarém, no próximo Sábado, a dizer umas coisas sobre o Brexit. Não estou certo de que vá dizer algo de muito substantivo ou até relevante, muito menos acertado. Estou, portanto, no registo ideal para falar deste tema.

Liberdade separatista

A Catalunha transformou-se, por magia, num paraíso libertário. Na Catalunha, os separatistas não apreciam a obra de Cervantes e não aprovam a realização de uma iniciativa política do Ciudadanos.

 

Os mercados são o que nos vale

Apesar de tão vilipendiados foram os mercados que salvaram Portugal da bancarrota, forçaram Sócrates a sair impedindo que controlasse a Justiça e a imprensa. Foram os mercados que salvaram o PS e as carreiras políticas dos seus actuais ministros. São os mercados que têm refreado o populismo fácil que está a tomar conta da Itália.

Os mercados são a réstia de razoabilidade e objectividade num mundo cada vez mais governado por políticos irracionais. A minha crónica hoje no Jornal Económico.

Os mercados são o que nos vale

Quando o novo primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte, nomeou para ministro das Finanças o eurocéptico Paolo Savona, os mercados reagiram negativamente, forçando o presidente da Itália a recusar a proposta de Conte. Ultrapassado o impasse, os partidos lá chegaram a um acordo e um novo governo acabou por tomar posse. Os mercados acalmaram e por agora vai-se andando. Claro que as forças políticas mais extremistas acusaram os mercados de chantagem. Que a Itália não pode ficar refém dos mercados, como se a Itália não fosse os mercados ou os mercados não fossem a Itália.

Porque os mercados, que as forças políticas extremistas italianas, e também as espanholas, portuguesas e francesas, tanto criticam são a expressão da vontade das pessoas. Os mercados não são mais que as nossas escolhas. Somos nós, cidadãos, que decidimos se vale a pena investir em dívida pública italiana, ou espanhola ou portuguesa, ou se estas, devido à incompetência dos governos na gestão do bem público e à intolerância ideológica dos extremistas, se tornou um investimento demasiado arriscado, fazendo subir as respectivas taxas de juro e acabando por trazer alguma razão a quem governa o Estado.

Foi isso que aconteceu em Itália, tem sucedido em Espanha e salvou Portugal. Foram os mercados, nós, consumidores e investidores, que salvámos Portugal em 2011. Nessa altura, foi a subida das taxas de juros que forçou o pedido de ajuda à troika, sob pena do Estado deixar de pagar salários e pensões, obrigou Sócrates a demitir-se e a serem convocadas novas eleições. Não fossem os mercados e a maioria dos portugueses teria ficado sem salários. Não fossem os mercados e Sócrates permaneceria no poder, controlaria a imprensa e a Justiça. Não fossem os mercados e o PS desapareceria e muitos dos socialistas que hoje estão no governo teriam caído em desgraça.

Todos eles devem estar gratos pelos mercados. Gratos pela clarividência que as pessoas, individualmente e sem pressões das massas, manifestaram naqueles tempos em que tudo parecia desabar. Pela forma como as pessoas, através das livres escolhas que fazem individualmente e a que se dá o nome de mercados, reagiram e trouxeram razoabilidade e objectividade ao que se estava a passar. Quando o país parecia caminhar para o abismo, os cidadãos, portugueses e estrangeiros, em consciência e individualmente, libertos da propaganda política, em segredo, tal qual quando depositam o seu voto na urna, salvaram o país. Como deram uma ajuda à Itália e o já o fizeram à França.

Por ser uma força que os políticos extremistas não controlam que estes acusam os mercados de chantagem. Porque não apreciam a liberdade de decisão. No meio de tanta irracionalidade, os mercados, nós, trazemos razoabilidade e impomos a ordem.

O ódio espanhol

A minha crónica hoje no i.

O ódio espanhol

No melhor livro que li este ano, e um dos melhores que li nos últimos anos, “O teu rosto amanhã”, de Javier Marías (Alfaguara), já mesmo no fim do terceiro e último volume, dois homens, o narrador e protagonista, o espanhol Jacobo Deza, e um nonagenário inglês, Peter Wheeler, conversam sobre cartazes de propaganda da Guerra Civil Espanhola. Comparando-os com os britânicos da ii Guerra Mundial, Wheeler conclui que nos espanhóis há mais ódio.

“– Nos espanhóis? [pergunta o espanhol Deza]

– Sim, repara que os nossos (…) advertiam sobretudo do perigo (…) mas não diabolizavam o inimigo oculto nem faziam finca-pé na sua localização, na sua perseguição e na sua destruição (…).”

Esta obra de Marías é extraordinária. Não só porque descreve o comportamento das pessoas, as fronteiras que cada um de nós pode ultrapassar tornando muito difícil adivinhar o nosso rosto amanhã, mas também porque, sendo espanhol, Marías nos descreve cruamente a Espanha. Uma Espanha ferida pela guerra civil que marcou irremediavelmente o seu séc. xx.

É difícil para nós, portugueses, imaginarmos o que seja vizinhos matarem vizinhos, amigos a suspeitarem uns dos outros. As pessoas desconfiam até dos membros da própria família porque o inimigo se esconde em nós, não se diferenciando sequer pela língua, nem pela região, nem pela cidade. Está em todo o lado, em qualquer lugar. É difícil para nós, portugueses, imaginarmos o que isto seja porque a nossa guerra civil foi há 184 anos e desde então não houve qualquer guerra neste retângulo.

“Quando eu passei por lá [continua Wheeler], pela vossa Guerra, notei-o logo no terreno. Havia um ódio abrangente que saltava à menor faísca. (…) Um inimigo podia ser boa pessoa e ter sido generoso com os seus adversários políticos, ou mostrar piedade (…). Nada disso importava. Um inimigo nominal era sobretudo isso, um inimigo.” No livro, o britânico, que assistiu àquela guerra de perto e viveu intensamente a de 1939-45, conclui depois: “Foi uma coisa estranha a vossa Guerra, não me parece que tenha havido outra igual.”

Uma coisa estranha, aquela guerra. Uma guerra que se passou mesmo aqui ao nosso lado, mas que não se estuda e pouco ou nada se referencia. Talvez porque a violência nela demonstrada pelos espanhóis, que são nossos vizinhos e parte de nós, como nós somos parte deles, fosse demasiado horrenda, um abismo assustador, o pior em que um país se pode transformar.

Mas é importante que olhemos para a Espanha. A encaremos de frente, saibamos o que se passou, para que percebamos, de uma vez por todas, a gravidade do que se passa na Catalunha, o risco que significa o esboroar do poder em Madrid, com um governo não eleito, sem maioria e sem força. As guerras são sempre coisas estranhas quando vivemos em paz, como a paz é uma coisa estranha quando vivemos em guerra.

Entretanto, na Eslovénia…

Eu nem ia escrever nada, mas como o silêncio na comunicação social portuguesa foi ensurdecedor, republico aqui alguns artigos sobre as Eleições na Eslovénia:

Slovenia Elections Tilt Another European Country to the Right, NYT

“I will say what I have said already before: We are for solidarity, but we are against stupidity,” he said, advocating a policy of discouraging migrants from coming to Europe by improving conditions in their own countries.

Slovenia faces political uncertainty after election, Reuters

The president has previously said he would nominate the leader of the biggest party as prime minister in the next couple of weeks but Jansa may struggle to win sufficient parliamentary support to lead the next government.

(e não vai: o Presidente deverá a seguir convidar outros partidos que formarão uma coligação “centrão” enquanto os nacionalistas não têm votos nem apoios partidários)

Slovenian right-wingers try to form government and oust liberals after election gains, Independent

Slovenia could be on course to join the swathe of central and eastern EU members with right-wing anti-immigrant governments after populists made gains in elections.

(…)

Right-wing nationalist parties have come to power in Hungary, Poland, Italy and Austria in recent years, representing a new bloc of largely anti-immigrant politics at a European level.

Slovenia election: Anti-immigrant SDS is largest party, BBC

Slovenian nationalist party set for power after winning election, The Guardian

Janez JansaToda esta onda politicamente correcta, todo este enfiar a cabeça na areia, todo este desprezo pelo crescimento de incompatibilidades entre o Estado Social Europeu e a Política Migratória de Braços Abertos… vai dar mau resultado. Mas em princípio não é no Porto que o martelo vai cair com mais força.

Mr. América – provas em calções vão acabar

O concurso de Mr. América acabou de anunciar que os seus concorrentes irão deixar de fazer provas em calções. A organização pretende que o enfoque do concurso passe a ser a inteligência, os talentos e as ideias dos concorrentes e não tanto a aparência exterior dos seus músculos.
Podem verificar o resto da notícia aqui.

Matteo Salvini calls for more migrant deportations

‘IT MAKES ME FURIOUS’ Italy’s new interior minister Matteo Salvini labels Sicily ‘the refugee camp of Europe’ and calls for more migrant deportations

The firebrand right-winger had yesterday warned migrants to ‘pack their bags’ after he was sworn into office following a politically tumultuous few months in the European nation

A Itália vista da Alemanha…

Isto enquanto em Portugal as grandes preocupações são a gestão de Bruno de Carvalho, o futuro de Jorge Jesus e as rescisões por justa causa de jogadores do Sporting…

St Mary’s University Rises 25 Places in Guardian League Table

Excelentes notícias sobre a minha segunda casa em termos profissionais (onde sou um dos coordenadores do Public Policy and Public Finance Summer Course):

St Mary’s Rises 25 Places in Guardian University Guide League Table

The leap to 80th means St Mary’s is one of the highest climbers in the league table and comes after the University was named a ‘notable climber’ in the 2019 Complete University Guide rankings, and a similar jump in the most recent The Times and Sunday Times Good University Guide.

(…)

St Mary’s Vice-Chancellor Prof Francis Campbell said, “It is fantastic to see St Mary’s make such big climbs in the three major university rankings this year. We have invested in improving standards across the University and we continue to provide outstanding graduate outcomes whilst placing student voice at the heart of the community. This is a great endorsement of our investment, the work of our staff and the plans laid out in Vision 2025.”

Na segunda metade de Julho e primeiros dias de Agosto terá lugar na St Mary’s University o Public Policy and Public Finance Summer Course que desenhei e dirijo conjuntamente com Philip Booth. O curso faz parte de uma parceria de St. Mary’s com a Universidade de Warwick e terá lugar no campus da SMU em Strawberry Hill, no Sul de Londres.

Bill Clinton, Donald Trump and the #MeToo Movement

Bill Clinton Gets Defensive, Pivots to Trump Transgressions When Asked About #MeToo Movement and Monica Lewinsky: Reason Roundup