“Challenges for the European Union”, 26 de Abril

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The precipitous decline in deaths from interpersonal violence in the USA

More Americans Are Dying From Suicide, Drug Use And Diarrhea

Americans are dying in different ways than they used to. As of 2014, more were dying from drug use than in years past, even as deaths from alcohol had largely remained unchanged. Deaths resulting from interpersonal violence were on the decline, but fluctuations (and a recent increase) in deaths from suicide meant that violence was still a relatively common cause of death.

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Sun Tzu sobre a Síria… ou talvez não.

Sun Tzu on Syria.jpg

Suspeito, no mínimo. Desafia a lógica.

Independentemente de isto ser verdade ou não, que pode bem não ser.
As reações dos líderes europeus como se fossem uma orquestra…
Há algo muito mal contado nesta história. Algo de que nunca se fala...

O que é o Deep State?

Este vídeo explica muito bem um termo popularizado nos últimos anos, mas existente em todos os países europeus desde as guerras napoleónicas e nos EUA desde a guerra civil, e do qual o exemplo mais publicitado é o “Civil Service” britânico.
Aconselho como introdução a um termo nem sempre bem compreendido:

Síria: a verdade luminosa e a verdade embriagada

Fonte fidedigna (como nenhuma outra, sublinhe-se) assegura-me e aos povos que ontem, na Síria “as luzes da noite foram os 93% de mísseis derrubados”. Os crentes dariam graças, com a ajuda da força das orações. O pragmático detentor da verdade, ao som de um hino pimba nacionalista em louvor a Assad, Putin e aos teólogos iranianos, revela que quem ” espalhou o caos entre os enxames de mísseis violadores do Direito Internacional e do sono dos povos” foi um tal de “anjo da guarda das nações pobres” o  Pantsir-S1, a arma de defesa anti-aérea russa.
Graças a Eles, o “ataque americano (foi) reduzido ao ridículo pela defesa anti-aérea russa e síria. Acabou o tempo dos bombardeamentos impunes. O povo sírio de parabéns.”
Falta mesmo pouco para o regresso eminente da paz que teima em fazer-nos esperar por dias gloriosos e ordeiros, já lá vão sete anos.

Compreender o putinismo LXXXV

Estão finalmente explicados os fenómenos da santidade e do excepcionalismo  russo.

No que toca à santidade – algo que pode ser alterado a qualquer momento, assim queira o chefe Putin -, para além da verborreia propagandística, a Santa Mãe Rússia opta por nada fazer acerca do segundo ataque militar aliado (EUA, Reino Unido e França) durante a administração Trump à Síria, país que se encontra em guerra há sete anos.

A grande novidade no que toca ao ponto central do excepcionalismo russo é que os russos sob a sábia direcção de Vladimir Putin  possuem, em regime de exclusividade para o planeta Terra, a capacidade sobre-humana de ir e regressar do futuro.

A prova, imune a fake news, para os cépticos:

(…) Russian Foreign Minister Sergei Lavrov said citing data from the Swiss laboratory that the BZ toxin was used in the poisoning of the Skripals, adding that the chemical has been in the possession of the US and the UK, but has never been produced in Russia. Specialists from the laboratory finished examining the samples on April 27.(…)

Trumpices

Conheço um presidente que se deu muito mal com o uso indevido do Facebook. Este, como é do conhecimento geral, é o presidente mais libertário e pacifista de sempre que exerce o mandato e “envia” bombas através do Twitter. Um senhor!

Pedófilos na creche, Síria na ONU

Não virá grande mal ao mundo nem à ONU (vénia ao engenheiro Guterres), a Síria, um país com uma história, um presente e um futuro tão ricos quanto pacíficos contribuir para o desarmamento químico e nuclear do Planeta.

Syria to chair UN disarmament forum on chemical & nuclear weapons

A corrupção e a inquestionável superioridade moral da esquerda

Sobre a corrupção — e a inquestionável superioridade moral da esquerda. Por Luís Rosa.

A corrupção não é de esquerda nem de direita, não é católica nem protestante, não é branca nem preta e não é do norte nem do sul. A corrupção atinge todos os países, partidos e grupos sociais.

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O interessante Brasil de Lula

Na primeira vez que estive em Buenos Aires, em 2008, saí andando a esmo por Palermo e me deparei com uma bela casinha em estilo francês cujo letreiro dizia: “Museo Evita Perón”. Mesmo sem simpatias prévias pelo peronismo, entrei, e fiquei muito impressionado com o jornal do dia seguinte ao da morte de Evita, cuja manchete dizia: “Murió la Jefa Espiritual de la Nación”.

“Chefa Espiritual da Nação” não era simplesmente um epíteto que as massas deram a Eva Perón, mas um título que lhe foi concedido pelo congresso argentino. Naquele dia, lembro bem, fiquei contente ao pensar: nem o brasileiro mais insanamente pró-Lula pensaria em chamá-lo de “chefe espiritual da nação”.

Dez anos depois, me parece que a prisão de Lula começa a fazer as vezes de martírio, e, por tabela, operar sua canonização aos olhos de muitos brasileiros, incluindo muitos que admiro — são pessoas cujo trabalho editorial ou acadêmico é de primeira linha.

Recentemente, voltei ao Rio de uma temporada de seis meses na mesma Buenos Aires, e, tendo guardado certa distância da imprensa brasileira, fui descobrir o passo anterior dessa canonização. A esquerda brasileira já fala abertamente numa escalada do fascismo no Brasil, e todos os clichês — o ovo da serpente, etc. — são repetidos diariamente a respeito de todos aqueles que não estão carpindo a prisão de Lula.

Há cerca de vinte anos acompanho esses debates, e o ponto atingido agora é diferente de tudo o que já vi antes (não uso o clichê de Lula, “nunca antes na história deste país…” porque essa pretensão de originalidade parece ingênua).

As promessas de violência são explícitas, e, em ao menos um caso, foram cumpridas: uma pessoa que pediu a prisão de Lula na frente do Sindicato dos Metalúrgicos (onde Lula se resguardava da Polícia Federal) e devidamente empurrado contra um caminhão em movimento por um ex-vereador pró-Lula. No momento, o empresário está no hospital, com traumatismo craniano.

Assim, hoje, no Brasil, imaginar que um político que tenha sido condenado por um tribunal de primeira instância e por um tribunal de apelações no primeiro de seus nove processos de corrupção não está sofrendo perseguição política tornou-se “fascismo” na opinião de quem aparentemente não se importa com o fato de que seus correligionários jogam adversários políticos contra caminhões em movimento.

Dirão: ele é perseguido porque é o primeiro colocado nas pesquisas para a próxima eleição presidencial. Mas o que fazer? Isto agora é um salvo conduto para a justiça? Está-se concedendo foro privilegiado com base em pesquisas de opinião?

Os tempos no Brasil estão muito interessantes, argentinamente interessantes. Considerando as crenças que os partidários de Lula esperam que tenhamos, parece fácil imaginar que, além do título de doutor honoris causa que lhe foi dado por Coimbra e lhe será dado pós-prisão pela Universidad de Rosario, na Argentina, também queiram outorgar-lhe de uma vez o de “chefe espiritual da nação”.

Uma boa pergunta sobre Lula, Doutor Honoris Causa pela Universidade de Coimbra…

Rule of Law

A Legacy of Spies

Para a minha crónica de hoje no i pedi ajuda a George Smiley.

A Legacy of Spies*

Diplomatas dos dois lados da nova cortina fazem as malas e regressam a casa. Cansado, George Smiley respira fundo e afunda-se na cadeira. É em Freiburg, no sul da Alemanha, que nos diz adeus, precisamente agora que os espiões do seu tempo regressam.

Há precisamente dez anos leu “The New Cold War”, do jornalista Edward Lucas, e percebeu tudo. Primeiro, a negação; depois, a indiferença; a seguir, a raiva e a desorientação habitual dos governos que não se prepararam para a visão que Putin tem da Rússia. Presentemente, com o envenenamento de um ex-espião russo que trabalhou para os britânicos, ouve os noticiários, comentadores incluídos, a falarem do medo.

Olha pela janela e recorda-se do medo que serve para definir tudo. Sentiu-o em plena Guerra Fria, mas cedo o transformaram em certeza perante a incerteza do novo mundo. Sem URSS, e com os EUA como única potência mundial, a ameaça terrorista fazia isso mesmo: aterrorizava. De acordo com o que se dizia, o medo do tempo de Smiley era seguro, certo, concreto. Houve quem, no mercado livre que conquistava o mundo, no crescimento da China e na redução da pobreza em África, nas novas democracias no leste da Europa, visse uma ameaça mais grave que a que pairava na Guerra Fria; na sua guerra.

Tudo passa menos o medo, que é uma constante, nem damos valor ao que temos excepto quando o perdemos. Verdades eternas que se ignoram. Os que clamaram contra a abertura dos mercados chorarão os efeitos do fecho das fronteiras e do aumento das tarifas aduaneiras. A falta de diálogo conduzirá ao armamento, com dinheiro que podia, devia ser usado noutros domínios. Espiões serão mortos em Londres e em Paris (em Moscovo também), vidas secretas caminharão ao nosso lado, com a pequena grande diferença que são as novas tecnologias.

E enganem-se os que acalentam que o novo equilíbrio mundial porá termo ao terrorismo islâmico. Numa guerra fria, de nervos, tudo vale. Na primeira, EUA e URSS combateram no chamado Terceiro Mundo guerras indiretas com soldados que não eram seus. Nada nos garante que os extremismos islâmicos não sejam utilizados como novas armas para novos ataques numa nova guerra fria sem envolvimento direto dos seus principais intervenientes. Uma certeza podemos ter: George Smiley não terá saudades. Acena-nos da janela, deixando o legado para outro.

*Título do último romance de John le Carré

Jordan Peterson on Donald Trump’s IQ

Jordan Peterson on Trump’s Intelligence

Jornalista agredido por segurança de Lula

Clima político no Brasil está, infelizmente, a ficar cada vez mais de alto risco: Repórter do GLOBO é agredido por segurança de Lula: Agressão ocorreu quando jornalista gravava homens batendo em manifestantes anti-PT

O repórter do GLOBO Sérgio Roxo foi agredido por um segurança do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no início da tarde desta segunda-feira, enquanto fazia a cobertura de uma manifestação contrária ao petista em Francisco Beltrão, no interior do Paraná. A agressão ocorreu na área externa do aeroporto da cidade, logo depois de Lula embarcar rumo a Foz do do Iguaçu, onde está programado um novo ato.

As Crises Económica e Política à Luz da Escola Austríaca de Economia – 4 de Abril no Porto

Para quem esteja pelo Porto no próximo dia 4 de Abril, uma oportunidade a não perder para ouvir o Professor Ubiratan Iorio, Professor da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) e Diretor Académico do Instituto Mises Brasil.

Mais informações aqui.

O memorando da troika e o Tribunal Constitucional

Uma linha de argumentação discutível, mas interessante: Um erro histórico? Por Francisco Pereira Coutinho e Teresa Violante.

Se o memorando da troika é direito da União Europeia vinculativo – como o próprio Tribunal Constitucional assumiu –, então este não podia decidir sobre a constitucionalidade das medidas nele previstas

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A atracção por ditadores

Portugal e Rússia: a “geringonça” tem as costas largas, por João Miguel Tavares. A atracção do PS por ditadores e cleptomaníacos – uma tradição que vem de Sócrates.

O Governo virou as costas aos aliados. É uma vergonha que nos sairá cara, por José Manuel Fernandes.   A diplomacia portuguesa de mãos dadas com o regime de oligarcas.

Fake news. Putin, O porteiro do Kremlin adorado por liberais variados, socialistas e integralistas lusitanos perdidos de amor por super-líderes, oferece estátuas de ditadores socialistas? A culpa é dos ingleses.

Compreender o putinismo LXXXIV

Artigo de Daniel Hannan sobre o putinismo: Putin will keep up his aggression until he encounters resistance.

(…) Putin’s experiences so far have taught him that the West is craven, sluggish, and filled with useful idiots. In the old days, the useful idiots came from the far Left. While a few of these are still around – notably the British Labor leader, Jeremy Corbyn, who seamlessly transferred his sympathy from Communist Russia to Putinite Russia – most now come from the authoritarian Right: Marine Le Pen and Geert Wilders in Europe, UKIP in Britain, and a few Trump cheerleaders in the U.S.

Putin will probe and probe until he encounters real resistance. And, so far, he hasn’t.

Public Policy and Public Finance Summer Course – London

Depois da experiência bem sucedida do ano passado, na segunda metade de Julho e primeiros dias de Agosto terá lugar na St Mary’s University, em Londres, o Public Policy and Public Finance Summer Course que desenhei e dirijo conjuntamente com Philip Booth.

O curso faz parte de uma parceria de St. Mary’s com a Universidade de Warwick e terá lugar no campus da SMU em Strawberry Hill, no Sul de Londres.

Entre os oradores convidados incluem-se o Chief Economist do Bank of England, Andy Haldane, a ex-Ministra britânica Ruth Kelly e Chris Snowdon e Stephen Davies do Institute of Economic Affairs. O programa académico inclui ainda visitas ao Bank of England e às Houses of Parliament.

Mais informação disponível aqui: Public Policy and Public Finance Summer Course.

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Compreender o putinismo LXXXIII

Razões de ser da superioridade Ocidental face à Santa Mãe Rússia de Vladimir Putin.

We must stand up to Russia – even over the fate of just one man. That’s what makes us better than Putin, por Daniel Hannan.

 

LSE top university in Europe for social sciences

LSE ranked top university in Europe for social sciences

LSE continues to be ranked second in the world – and top in the UK and Europe- for social science and management subjects, according to an international league table published today.

Varoufakis e Centeno

Varoufakis acusa Centeno de insultar a Grécia​

Seria interessante confrontar comunistas, bloquistas e também a ala varoufakista do PS com estas declarações. Pela minha parte, relativamente a Mário Centeno, mantenho o que escrevi em 2015.

Ligação Riqueza – Estado Social

Existe uma diferença enorme entre co-existência, correlação e causalidade.

O facto de o Estado Social ser maior nas economias mais desenvolvidas, por si só, não prova uma correlação entre os 2 factos e, caso esta exija, fica por identificar a direção da causalidade.

Alguns defensores do estado social podem argumentar que o estado social causou a riqueza das sociedades ocidentais. Contudo essa ideia pode ser contrariada facilmente olhando para a evolução dinâmica destas variáveis.

Inicialmente (pré-revolução industrial) todos os países eram pobres e as diferenças de produtividade eram pouco significativas. Depois algumas economias industrializaram-se. Essas mesmas economias entraram então num processo de desenvolvimento acelerado, gerando excedentes. Esses excedentes permitiram então a criação de um estado social nesses mesmos países – criando assim o estado social Europeu. Como as empresas quando fazem asneira desaparecem e o estado social quando faz asneira cresce (a solução para os erros do estado social é sempre mais fundos para o estado social…), o peso deste na economia aumentou. Até que ponto? Até o crescimento estagnar e a economia paralisar com o peso da regulação e dos impostos impostos pelo estado social.

Entretanto outras economias desenvolvem-se. Como usufruem da tecnologia da Europa e do menor peso do estado social, crescem mais depressa – o que é normal dado o atraso económico. A Europa está assim a ser ultrapassada e os tigres asiáticos não só têm uma economia mais avançada (quantas empresas de electrónica há na Europa? quantas televisões são hoje feitas na Europa? quantos smartphones são hoje feitos na Europa?) como os cidadãos têm hoje acesso a saúde com tecnologia mais avançada (mas pronto, Portugal lidera nos cuidados de saúde a nível mundial – lol).
Portugal cresce a 0,5%/ano há 20 anos, tigres asiáticos de PIBpc (per capita) bem superior crescem a mais de 3%.
Há muitos factores, mas a burocracia que o estado impõe, a rigidez do mercado laboral, a excessiva carga tributária e o enorme estado social são obviamente factores limitadores ao nosso país e à Europa em geral.

Europa teve excedentes > montou estado social até ao máximo da sua capacidade e a economia só cresce com aumento de dívida. Muito sustentável, portanto.
Ásia teve excedentes > investiu na economia e conseguiu um nível de vida muito superior.
Solução na Europa: mais estado social.
(para já nem falar da importação de muçulmanos, que vão sobrecarregar os sistemas sem para ele contribuirem)
Vamos acabar com muitos a precisar e poucos a contribuir.

Diminuimos o Estado Social ordeiramente ou… desordenadamente?

Parece que o Politicamente Correcto e as boas intenções que ainda hão-de encher o Inferno preferem a segunda hipótese. So be it.The-Welfare-State

Direito positivo Vs Direito negativo – um desejo

US ConstitutionDesejava que as pessoas que deixassem de confundir direito positivo com direito negativo.

Hoje ouvi que nos EUA “há pessoas que defendem o direito às armas e não o direito à saúde”. Bem, vejamos uma coisa: para comparar estas coisas a palavra direito teria de significar a mesma coisa.

Se os Americanos têm direito ao porte de armas, não deverão ter direito à saúde? Mas ºe claro: qualquer pessoa que se desloque a uma loja para comprar uma arma, também se pode deslocar a uma seguradora, a uma farmácia, a um hospital, a uma clínica ou a qualquer outro local e adquirir serviços de saúde. É um direito de igualdade garantido por qualquer constituição ocidental contemporânea. Quem quiser pode comprar qualquer bem legal – e isso não está em questão.

Agora, os americanos devem ter direito a serviços de saúde ou a armas oferecidos, aí entram em questão princípios como o do direito do estado a me extrair sob pena de prisão a minha propriedade para oferecer bens e serviços a outrem. Aí um libertário deverá opor-se: a minha propriedade é minha e oferecer armas ou saúde a outrem com os meus recursos é uma violação do princípio de não agressão.

Eu sou contra o estado oferecer armas aos cidadãos, sublinhe-se.

Ora, confundir tudo e afirmar algo como “há pessoas que defendem o direito às armas e não o direito à saúde” é ou não perceber nada do assunto ou perceber e ser malicioso.
Independentemente da posição que se tenha sobre o direito à possibilidade de porte de armas por parte dos americanos.

 

O fracasso dos regimes europeístas

Já não chega chamarem-lhes fascistas. Por Rui Ramos.

O eleitorado do “populismo” não é a medida de um anseio de marchar com camisas negras. É o sinal do fracasso dos regimes europeístas, não apenas em resolver os problemas, mas até em falar deles.

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A China e o Ocidente

How the West got China wrong

It bet that China would head towards democracy and the market economy. The gamble has failed

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Mário Centeno, Eurogroup style (3)

Mário Centeno, Eurogroup style (2)

Mário Centeno, Eurogroup style